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Hoje foi VexDay em milhares de pontos de acesso WIFI da empresa espalhados pelo mundo, menos em hotéis e aeroportos na Argentina. Coitados dos hermanos (not!)
A idéia é tentar tornar relevante o serviço, mas eles não perceberam que a culpa de ninguém usar a Vex exceto em último caso não é nem de tecnologias como 3G, mas da própria ganância da empresa, somada a um histórico de incompetência de dar raiva, ainda mais quando contamos (e pagamos) pelo serviço.
A Vex é basicamente um monopólio. O famigerado ícone "WIFI Zone" na verdade é "Vex Zone", não adianta NADA um estabelecimento como o Franz Café propagandear "WIFI", se na verdade apenas disponibilizam Vex. Pago.
Minha experiência com a Vex foi a pior possível, em inúmeras ocasiões. De andar na chuva para chegar a um hotspot, segundo indicação do site da empresa, para descobrir que a tal lanchonete não existia há mais de seis meses. Em diversas ocasiões fiquei no telefone com o suporte até acabar a bateria do notebook (e era um Toshiba pesadão) e cheguei a receber ligação de um diretor da empresa tentando fazer um "controle de danos".
Passei a utilizar o GPRS do celular para conexão Internet, era preferível pagar o valor elevado das operadoras de telefonia do que o valorda Vex, pois mesmo que custassem R$1,00 por mês ilimitado, se um serviço não é confiável, se ele vive te deixando na mão, ainda assim é caro.
Esperemos que a moda de bares com WIFI, como o Applebee`s pegue. Já vi mais de um hotel em São Paulo onde o acesso no lobby era gratuito, e redes como a Accor disseram não ao monopólio da Vex, oferecendo acesso decente, rápido e de outros provedores.
Fonte: IDG Now! via César Cardoso (não somos parentes)
Modens GPRS para computadores eram mais raros que dentes em galinha, e exigiam gambiarras diversas para funcionar, mas pelo visto isso é passado. A experiência de uso de modems 3G hoje é no mínimo prazerosa, como jamais esperaria.
Esse foi o termo que achei mais adequado para descrever a experiência de testar um modem 3G da Vivo. E olha que tenho uma ceeeeerrrrrta implicância com a empresa.
O modem
Produzido pela Huawei, o modem USB é do tamanho de um pendrive. Pesado, de boa aparência, mas sem a cara daqueles penduricalhos que vemos nos modelos antigos. Há três conexões fora a óbvia USB: Um compartimento para o SIMCARD, um conector para antena externa e um slot microSD.
Isso mesmo, o modem também funciona como pendrive.
Na caixa do produto há uma extensão USB, recomendável pois deixa o modem menos suscetível a danos caso algum infeliz esbarre e entorte o bicho dentro da porta USB de seu notebook.
A Instalação
Esse foi meu maior medo. Estou com o Mac, e convenhamos não é exatamente toda empresa brasileira que prioriza –ou sequer toma conhecimento- qualquer coisa que não seja Windows.
Espetar o modem compreensivelmente não fez nada, como é comum em Macs. O Windows é que adora cacarejar que algo foi espetado em um de seus orifícios, alardeando tal ato com a presteza de uma adolescente assanhada.
Abrindo o Finder dou de cara com o dispositivo montado como um disco externo E dois arquivos:


Isso mesmo, o modem disponibiliza um disco em formato OSX, com um PDF específico em português E um programa de instalação dos drivers!
Inserido um PIN de habilitação do modem, a instalação é concluída. No ícone de conexões na barra superior do OSX surge uma nova opção:

Selecionando-a o modem disca, monta uma conexão Internet como a boa e velha discada (mas em velocidade 3G, onde disponível). Antes de perceber já estamos navegando.
Em meu teste consegui velocidade de 75Kbps, o que parece pouco –e é- se considerarmos velocidade 3G, mas é bem rápido se levar em conta que estou literalmente no meio do nada. Aqui a telefonia celular chegou faz pouco mais de um ano, é EDGE e olhe lá. O ponto de referência mais significativo em um raio de 20Km é o Sitio do Pica-Pau Amarelo, e quando é preciso apelar para a ficção para se localizar, a situação é dramática.
Dependendo do pacote escolhido o modem sai até de graça, mas é bom lembrar que as operadoras de telefonia redefiniram o conceito de ilimitado, assim o plano sem limite da vivo na verdade trabalha com um teto de 2GB/ mês, após esse consumo há uma redução na velocidade de transmissão.
Em São Paulo a Vivo está trabalhando com os seguintes preços:

Não creio que seja algo que vá substituir sua banda larga, exceto em lugares como aqui em São Francisco Xavier, onde um link WIFI de 128Kbps custa mais de R$100,00 e não há alternativa de banda larga via cabo. Como muito provavelmente a velocidade reduzida da banda de 2GB é maior do que 128Kbps, já se sai no lucro.
Conclusão
O modem 3G da Vivo funcionou muito melhor do que eu imaginava (eu disse que não gosto da Vivo?) e os preços estão bem razoáveis, para quem tem necessidade extrema de mobilidade. Dados os custos aleatórios de Internet em hotéis e aeroportos, e as horrendas experiências que sempre tive com a Vex (não usem, fujam, corram para as montanhas) posso dizer que o acesso na modalidade oferecida é bem atraente, ainda mais com a cobertura disponível.
Agradecimentos à Liliana por ter cedido o modem para testes
Nota: Infelizmente o suporte da Vivo não compartilha da mesma qualidade do produto/serviço. Questionados sobre procedimentos para instalação em um Macintosh primeiro os atendentes alegaram desconhecer o que seria um Mac, depois deram a seguinte solução: “Instale Windows”.
Depois de muita especulação, o USB 3.0 (ou SuperSpeed USB), teve suas especificações finalizadas e apresentadas oficialmente nesta segunda-feira pelo "USB Promoter Group".
O USB 3.0 tem taxas de transferência de até 4.8Gbps, o que permite transferir 25GB de dados em aproximadamente 70 segundos, tempo este que sobe para 14 minutos se comparado ao USB 2.0. Além disso, essa taxa deve se manter mais constante devido à sua arquitetura melhorada.
Quanto à compatibilidade, será apenas com a versão anterior (2.0), mas não funcionará com os modelos 1.0 (convenhamos, já se vão 12 anos desde o seu lançamento).
Os primeiros dispositivos com a nova tecnologia devem chegar ao mercado no final de 2009. Para ver o documento oficial com mais informações sobre a especificação, acesse o arquivo em formato PDF disponibilizado no site www.usb.org.
[ via ZDNet ]
A Cisco demonstra sinais de que não quer perder a liderança do mercado de roteadores. A empresa lançará um novo roteador top de linha nesta terça-feira (11/11) para substituir a família 7600, segundo a Oppenheimer & Co. O roteador foi desenvolvido para melhorar o transporte dos novos formatos de dados e, especialmente, atender a demanda das aplicações de áudio e vídeo.
“Acreditamos que a plataforma vai ter o nome ASR (ASR X000), mas com diferente sistema operacional e com novas funções do que o ASR 1000”, diz o relatório, de autoria do analista Ittai Kidron.
"No início a capacidade vai ser um pouco menor e acreditamos que a Cisco vai levar algum tempo para que as melhores funções estejam completamente desenvolvidas”, reporta Oppenheimer.
A Cisco ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto. Porém, estima-se que a capacidade entregue pela nova plataforma supere a da linha MX da Juniper, concorrente direto nesta fatia de mercado.
Não foram divulgadas fotos sobre o novo modelo, mas acredita-se que não deve diferenciar muito da série ASR 1000, conforme foto abaixo.
Fonte: NetworkWorld
Acabei de receber um panfleto de uma operadora de telefonia celular oferecendo adesão a um plano ilimitado de internet banda larga de 1 MBps por R$ 99,90 / mês. Ao realizar uma rápida pesquisa pelos websites de Claro, Vivo, TIM e Oi, é claro notar que os preços estão padronizados: R$ 99,90 /mês com acesso ilimitado.
Incrível como 4 grandes operadoras conseguiram chegar exatamente no mesmo plano e mesmo preço. Seria leviano acusá-los de formação de cartel sem provas, mas é estranho todos estarem ofertando exatamente o mesmo serviços, com as mesmas condições e os mesmos preços.
Dito isso, a escolha será pela "marca" e cobertura. Internet por banda larga 3G usa a rede de telefonia celular de terceira geração para trafegar dados em velocidades mais altas. Não há como garantir velocidades máximas o tempo todo, pois fatores climáticos, geográficos e a própria locomoção do usuário afetam o desempenho.
Em 1977 Orson Scott Card escreveu sua história de Ficção Científica mais famosa, Ender´s Game, onde um garoto de 6 anos é recrutado para treinamento em uma academia de combate. Os anos passam, as simulações vão ficando cada vez mais complexas, até que ele vence o último teste, só para descobrir que na verdade estava comandando remotamente uma frota de naves da Terra.
A história se passa em 2135, mas o Coronel Chris Chambliss, um piloto aposentado de F16 com 49 anos não teve que esperar tanto. Ele trabalha na base área de Creech, no deserto de Nevada, EUA.
O trabalho do Coronel é bombardear alvos no Iraque, do conforto de uma sala com ar-condicionado, cafezinho e ordenanças para pegar sanduiches de salame quando ele pedir.
Ele é parte de uma equipe de 250 aviadores da 432a Ala Aérea, um grupo de combate da Força Aérea formado por aviadores experientes E Predadores armadores com mísseis.
O Predador comunica-se diretamente com satélites, via link (muito) encriptado. Uma equipe de dois homens comanda a aeronave, que é autônoma, se necessário.
Para o Pentágono está sendo um presente divino. Um piloto na segurança de uma base aérea sofre stress zero, e não corre risco nenhum. Perder um piloto implica em milhões de dólares perdidos, além do tempo de treinamento. Perder uma máquina, mesmo que cara, é só dinheiro.
Analistas mais ousados preveem que a geração de caças que está saindo das pranchetas agora será a última em que pilotos humanos viajarão dentro das aeronaves. Dada a tecnologia e automação (não conte para ninguém, mas um avião comercial hoje em dia pousa sozinho, se necessário) muito provavelmente estão certos.
O grande problema para automatizar caças, entretanto, é o atraso de transmissão do sinal. Einstein é cruel, limitou a velocidade da luz em 299.729,5Km/s, o que parece muito, mas se um sinal para subir a um satélite geoestacionário percorre 36.500Km, para descer percorre outros 36.500Km (no melhor cenário) temos 0.24s de atraso. SEM CONTAR processamento.
Talvez resolvam com cabos submarinos, ou estações locais atrás das linhas de batalha onde os pilotos possam ficar, seguros mas perto da ação.
O que vai mudar, e isso é muito de seu interesse, caro geek/nerd/gamer é que ninguém mais precisará ter 1.80 como o Tom Cruise (em Top Gun) e passar por dificílimos exames físicos. Pilotar caças dependerá de talento, apenas. Não importa se você desmaia em montanhas russas. Se você é imbatível no Falcon 4.0 (Crimson Skies não conta, infelizmente) Tio Sam se interessará por você.
A Telepresença naturalmente se espalhará para outros campos. O único motivo de não termos tanques totalmente automatizados e controlados remotamente é o custo.
É a guerra do videogame, mas desta vez os gamers poderão participar. Você toparia? Eu não sei. Se fosse a Argentina...
Claro, no final teremos automação total e unidades de combate com capacidade de decisão independente. Uma excelente idéia...
Fonte: Wall Street Journal
A H2O Networks é uma Start-up que vendeu um peixe e tanto para a prefeitura de Bournemouth, Inglaterra: Uma rede de 100 Megabits, fornecendo Internet por toda a cidade, a um custo total de míseros 30 milhões de libras esterlinas. O segredo? Ao invés de cabear a cidade toda enchendo os postes de fios ou cavando buracos por todo canto, usaram o sistema de esgotos.
Assim chega-se o mais próximo possível das residências e comércios, e a conexão final é feita através de um buraco com 1 metro de comprimento e 2cm de diâmetro. A transmissão é toda via fibra óptica.
A economia ao utilizar o sistema de esgotos é imensa, mas como sempre não pensaram nos detalhes como manutenção.
Se você reclama de sujar a camisa ou se espetar ao enfiar a mão atrás do rack para encaixar um cabo de rede, imagine os pobres cornos que terão que literalmente caminha na... lama (isso foi um eufemismo) para emendar cabos roídos por ratos, consertar repetidores e inspecionar instalações.
Acho que eles serão os mais entusiasmados defensores do WiMax...
Fonte: The Register