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Os ataques do tipo phishing mais comuns no Twitter são realizados através do envio de links via direct message (DM) e notificações por e-mail de novas DM. Mascarados pela trivial URL encurtada, que embora sirva para economizar espaço, oculta do usuário o destino daquele link, vez ou outra o alarme soa no serviço de microblog, avisando sobre novas tentativas de capturar senhas e outras “coisas ruins” derivadas delas.

O time de segurança e confiabilidade do Twitter, nesses casos, tem apenas poder reparador, ou seja, consegue detectar esses ataques só depois que eles começam. Mas isso está prestes a mudar…

068e46bd0ed25c831425cba17dbac924No blog oficial do Twitter, @delbius, diretor do time de segurança do serviço, anunciou um novo encurtador de URLs. A princípio restrito a DMs e e-mails de notificação, esse novo serviço, que utiliza a URL twt.tl, torna possível ao Twitter prevenir ataques que utilizam URLs mascaradas para se propagarem.

Embora ainda restrito a áreas específicas do serviço, fica no ar a dúvida se, futuramente, o bit.ly será substituído como encurtador “oficial” do Twitter. Antes dele, o TinyURL era o principal, e foi apenas após a mudança que o bit.ly, graças ao uso maciço derivado do microblog, ganhou fama e popularidade.


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Um estudo realizado pela startup holandesa WatchMouse revelou que, de modo geral, os famosos encurtadores de URLs, onipresentes e imprescindíveis atualmente, apesar de todos os benefícios que trazem, deixam a Web mais lenta.

A obtenção dos dados foi feita da seguinte maneira: cada um dos 14 encurtadores de URLs analisados foi verificado de cinco em cinco minutos, a partir de diversas estações da startup ao redor do mundo, considerando apenas o tempo de redirecionamento, ou seja, o tempo de carregamento da página não entrou no cálculo.

De modo geral, os encurtadores aumentam o tempo de carregamento de uma página em pouco menos de um segundo. Pode parecer pouco, mas com conexões cada vez mais rápidas, o tempo de acesso tende a ficar mais lento que o de carregamento em si, e esses valores antes imperceptíveis, passam a fazer a diferença.

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De todos, dois “grandes” destacam-se, para o bem e para o mal. Os encurtadores do Google, goo.gl e youtu.be, foram os mais rápidos, demorando menos de 1/3 de segundo para levar o usuário ao destino desejado. Na outra ponta, está o fb.me, do Facebook, que demora impressionantes 2 segundos para fazer o mesmo trabalho.


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Durante a SXSW, Evan Williams, co-fundador do Twitter, anunciou uma nova plataforma, chamada @anywhere. A entrevista não foi das mais amigáveis, mas independente disso, a novidade promete tornar o Twitter ainda mais onipresente, não como um site (Twitter.com), mas como uma… plataforma.

Composta por grandes nomes da Web num primeiro momento, como Digg, YouTube, Yahoo!, The New York Times, eBay, etc., a @anywhere é, na realidade, um novo conjunto de frameworks que facilita a integração do serviço de microblogs em sites externos.

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Rodrigo Ghedin's picture

Google Wave ganha galeria de extensões

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Após algum tempo amargando piadinhas e descaso, o Google Wave parece ter readquirido as atenções do Google. Recentemente o serviço ganhou notificações por e-mail, e nos últimos dias, foi a vez da galeria de extensões fazer sua estreia por lá.

Acessível através do menu principal, as extensões prometem agregar os mais diversos recursos às waves, as discussões criadas e geridas no serviço. Elas, em regra, acrescentam ícones na barra de tarefas das waves, e cabe ao usuário determinar o quão uma é segura ou não. Na lista de extensões, existe um “leia-me”, chamado Read Me First.

Falando das extensões propriamente ditas, temos algumas já famosas da era pré-galeria, como a Yes/No/Maybe Gadget, bem como várias novas, como a Wave Sudoku (grande esperança do Google Wave!). Brincadeiras à parte, existem algumas promissoras, como a Trippy, que ajuda no planejamento de viagens em grupo, e a Video Chat Experience, que, como o nome sugere, traz vídeo para as waves.

Rodrigo (27) - Google Wave - Google Chrome

Apesar do início conturbado e bastante frustrante para a maioria dos usuários, o Google ainda aposta no Wave. Antes da liberação do serviço, elevaram o hype à estratosfera, e talvez esse tenha sido o maior problema do serviço. Resta saber se a queda, que dizem ser equivalente à altura, gerou danos irrecuperáveis, ou se essas pequenas melhorias que vimos nos últimos dias serão suficientes para reerguer e popularizar o Google Wave.


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Lembra do Twinester? Trata-se do produto de uma startup brasileira que propicia a criação de grupos temáticos baseados no Twitter. A ideia, muito bem sacada e com potencial para chamar a atenção principalmente de quem vem de redes sociais como o orkut, melhorou bastante desde que o analisamos, e agora lançou seu primeiro “braço”, o Tweetlivery.

Duas das principais (se não forem as únicas) falhas do sistema original foram corrigidas nesse lapso de pouco mais de dois meses.

A primeira é um incremento na interação com o Twitter. Se antes a rede de microblog só servia para autenticar usuários, agora a possibilidade de enviar tweets para seu perfil através das comunidades do Twinester cria a ponte que faltava entre os dois serviços.

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A segunda reclamação que foi corrigida diz respeito ao layout do site. Aquele bem precário, beirando o amador, foi substituído por um novo, mais bonito e consistente. Agora dá gosto acessar o Twinester :-) .


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A popularidade do Twitter é tão grande quanto a frequência de novidades que o serviço recebe. Nos últimos dias, entre implementações, promessas e rumores, muita coisa aconteceu na maior rede de microblogs do planeta.

Vamos começar pelas minúcias. A versão web, aquela acessível pelo navegador, ganhou pequenas melhorias e mudanças cosméticas. A barra que avisa sobre novos tweets ficou azul, e o botão de envio, antes grafado com “Update”, agora meio que oficializa “to tweet” como um verbo, e mostra “Tweet”, para desespero dos mais puristas.

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Google lança Reader Play

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Definido pelo Google como “uma nova maneira de encontrar coisas interessantes na web”, foi lançado o Reader Play, uma nova interface para o Google Reader que complementa, e não substitui, a tradicional, com foco em conteúdo multimídia e baseada no que é popular, tanto de modo geral, quanto entre as pessoas que o usuário segue.

A interface é bem bacana. O item em exibição fica bastante destacado, e na parte inferior, uma espécie de rolo de filme possibilita a navegação, além de setas para avançar e retroceder. Estando autenticado, opções como favoritar, “gostar” e compartilhar tornam-se disponíveis. No novo serviço, é possível notar uma forte influência do Google para que o usuário compartilhe conteúdo. Pode ser uma resposta a redes como Twitter e Facebook, que conseguem canalizar bastante tráfego de maneira semelhante e, ao usuáio, bastante natural.

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A apresentação do Reader Play tem um quê de “déjà vú”, mas não deixa de ser impressionante. Dependendo de quem o usuário segue, e de quais feeds assina, a página fica bastante parecida com um “Tumblr na horizontal”, afinal, o foco restringe-se a imagens e vídeos – não espere encontrar textos por aqui. Dá para perder uns bons minutos passeando pelos itens que o site organiza…

O Reader Play é um experimento do Google Labs, e pode ser iniciado diretamente do próprio Reader, inclusive restringindo o alcance a determinadas pastas. Para tal, basta clicar no botão Folder Settings, e então em View in Reader Play (última opção).




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