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Lançado na última quarta-feira, o iPad da Apple recebeu muitos narizes torcidos. A julgar pelos comentários muitas vezes até raivosos do pessoal durante o lançamento no Twitter, o "iPod touch de Itu" (como ele vem sendo chamado) não agradou muito. Eesperava-se uma Tablet, um Macbook sem teclado, ou qualquer outro dispositivo que fizesse café e levasse o lixo pra fora. No meio de tantas reclamações, alguns críticos deram sua opinião positiva - recheadas, é claro, de muitos "poréns".
David Pogue, por exemplo, diz em seu artigo para o New York Times que o dispositivo criado pela Apple, que difere muito das expectativas criadas sobre ele, é de fato algo novo, e que as críticas em cima do bicho não fazem jus às possibilidades que ele cria. Ele também chama a atenção para a tela: apesar das extensas reclamações por não ser na proporção widescreen, é um ótimo tamanho para leitura. Mas Pogue deixa claro que ainda é cedo para especular qualquer coisa a respeito do iPad, uma vez que a Apple não disponibilizou um único dispositivo para ser resenhado. E finaliza seu texto falando que o produto tem potencial para criar uma nova categoria, e que isso pode de fato acontecer. Ou não.

Um texto do Pedro Burgos, do Gizmodo Brazil, lembra que até mesmo o iPhone, lançado há alguns anos e hoje um inegável sucesso, também tinha uma lista de "falta isso" muito maior que a lista de recursos, e contrariou todas as previsões. Ele também destaca que há muitos mercados ainda não descobertos pela tecnologia onde o iPad pode se estabelecer. Entretando, aqui na Terra de Vera Cruz, a realidade é bem outra e o iPad pode não "funcionar".
Durante a CES desse ano, o misterioso Mini 5, da Dell, apareceu e, mesmo sem sabermos muita coisa do pequeno gadget, chamou a atenção de muita gente.
Em Davos, para o Fórum Econômico Mundial, Michael Dell, fundador e atual CEO da Dell, foi abordado por alguém do TechCrunch, que depois dessa, certamente recebeu um aumento: Dell estava com um Mini 5, e fez questão de exibi-lo. Veja:
Recapitulando, o Mini 5 é equipado com processador Snapdragon de 1 GHz, da Qualcomm, tem câmera de 5 megapixel, WiFi, Bluetooth e 3G. Roda Android 1.6, e deve estar à venda por US$ 1.098,00 (sem subsídios) dentro de “alguns meses”, segundo Dell.
Pode ser que não tenha pego o insight desse gadget, mas mil dólares num “netpad” quando temos o superphone do Google pela metade do preço – e com Android 2.1? Dell, sinto o cheio de fracasso no ar…
Fonte: CrunchGear.
Um tempo atrás um grupo de idealistas combativos do Software Livre decidiu tornar o mundo um lugar melhor criando um PC Livre, que nos afastaria das malignas ineficientes e defeituosas por natureza máquinas da Dell, Apple, etc ![]()
A idéia era atender aos anseios da comunidade. Fizeram pesquisas de requisitos, determinaram o que era desejável, o que era primordial, e chegaram ao… Open-PC. Um PC da Comunidade para a Comunidade. (juro, é o slogan)
O design, como podemos perceber, não é exatamente de ponta. Mas aparência não importa, se levarmos em conta 100% dos projetos de hardware da Comunidade-Onde-Designer-Não-Entra. Vejamos o interior.
Ele vem com Linux, todo o hardware foi escolhido por funcionar com drivers livres.
Agora a cereja do bolo: Quanto custa: A belezura estará disponível por US$505,00. Não vem com mouse, com teclado nem com monitor. ISSO MESMO, um monte de manés comprará um PC montado, no gabinete mais feio do Universo, com um processador de netbook, placa-mãe vagaba pagando o preço que nos EUA equivale a um desktop bem decente.
Tudo isso para depois receber um esporro do Stallman, que os lembrará que NÃO são livres, pois a BIOS da máquina é AMI.
Fonte: Desktop Linux
Existem soluções que são criadas e ficam à espera de um problema, existem invenções que são medíocres na solução de seu problema original mas excelentes em outros, e existem invenções que ninguém pediu que fossem inventadas.
Fora isso tudo, há invenções que só são justificadas através do consumo de entorpecentes em quantidades industriais, como este SENSACIONAL hub USB de 80 portas.
Não entendeu? Veja de perto:
Para alimentar essa monstruosidade você precisa de uma senhora fonte:
Quanto custa essa bagaça? 18 mil Yens, ou 387 Reau. Agora, a cereja do bolo: Essa abominação NÃO TRAFEGA DADOS, é somente para carga.
Eu sei, você pensou “ah, mas e um lugar com muita gente com celular? Isso pode ser útil aqui na repartição”.
Perfeito, Palhares, então tente visualizar de novo o negócio. Espete não oitenta, uns 20 cabos. Agora espete 20 celulares. Visualizou a pilha de sucata que vai se tornar a mesa onde colocarem isso?
Fonte: Akihabara News
Neste artigo da Wired é contada a história de como a Oracle perdeu o bonde da Internet em seu começo. Não por ter boas idéias, mas por ter idéias revolucionárias cedo demais. Ao invés de criar sites como o Badvista.org, Larry Ellison redirecionou seu ódio por Bill Gates para atividades construtivas, sua idéia para tornar a Microsoft irrelevante é uma delas.
No final dos Anos 90 a Internet já era uma realidade, mas a maioria das pessoas (e do Mercado) a via apenas como uma forma de interligar computadores, uma espécie de rede telefônica; burra, sem nenhuma inteligência no meio. Ellison percebeu que se parte da inteligência fosse colocada em servidores, você não precisaria de tanto poder de processamento nas pontas, e que o uso normal da maioria das pessoas se encaixava perfeitamente no conceito de aplicações pequenas, baixadas remotamente, sob demanda.
Infelizmente a idéia –o Network Computer- era excelente mas a plataforma escolhida –Java- nunca teve a performance desejada, e as conexões da época eram lentas demais, banda larga ainda era um luxo para a maioria das pessoas.
Mais de uma década depois, o sonho de Larry Ellison se torna realidade. O foco foi desviado de máquinas mais e mais poderosas (exceto para gamers) e a portabilidade se tornou suprema. Netbooks estabilizaram em um padrão de performance, o essencial é conectividade. É perfeitamente viável utilizar um netbook + um monitor decente como estação de trabalho, se o seu uso for essencialmente web e Office.
O conceito não pára aí. Como Ellison havia sugerido, o processamento está migrando para servidores. Chegou-se a um consenso onde nem temos terminais burros nem PCs ociosos. Um navegador parrudo, uma boa aplicação na nuvem (Office WebApps, Google Docs, Flickr, Wordpress,etc) e temos o melhor dos dois mundos. O que falta para a portabilidade total de dados é a conexão ultra-rápida. Feito isso, não teremos mais nossos dados em HD, não fará sentido.
Recapitulando: Todas as tendências apontam para PCs domésticos de desempenho razoável, com grande conectividade, portabilidade, excelentes para navegação web. De preferência um equipamento de baixo custo, mas não tão barato que não permita um jogo eventual ou aplicações 3D.
Olhe aqui o seu PC de 3 anos no futuro:
Se não for seu, será o de sua mãe.
De resto, antes que comece o mimimi de que não faz sentido uma máquina que praticamente só acessa web, lembre-se do Chrome OS.
Hoje estamos acostumados com câmeras modernas, resolução gigante e recursos que tornam nossa vida confortável. De tão avançadas, para serem perfeitas só faltava fazer o cafezinho também. Junto com toda a modernidade e qualidade, uma coisa que também é bem avançada é o preço desses equipamentos. Se entrarmos na categoria de câmeras profissionais full frame ou das médio formato, o preço quase sempre é absurdamente alto. Mas, nada mais surpreendente do que descobrir que a câmera mais cara do mundo é feita de madeira, não possui megapixel nenhum e a lente é pouco mais do que um vidro sem qualidade.
Estamos falando de um Daguerreótipo, instrumento inventado por Jacques Mande Daguerre e que se tornou a primeira câmera fotográfica a registrar de maneira aceitável imagens através do uso da câmara escura. Daquerre foi o primeiro a se utilizar das descobertas de Joseph-Nicéphore Niépce sobre o uso de materiais sensíveis para o registro de imagens. A câmera é bem diferente do que temos contato hoje em dia. A imagem demorava de 10 a 20 minutos para se formar e em vez de uma película eram utilizadas chapas de cobre. Quando apresentou o seu invento para o governo francês em 1839 Daguerre aceitou doar a patente do processo, que se tornou de domínio público, em troca de uma pensão vitalícia do governo.
Não é feriado, mas hoje é a quarta edição do Dia Internacional da Privacidade de Dados. Para celebrar a ocasião, grandes empresas como Google e Microsoft contribuíram com material relacionado ao tema.
O Google produziu um vídeo (abaixo), no qual mostra como os dados dos usuários são tratados quando em seus servidores. Baseado em cinco princípios, o Google promete não vender dados, mas utilizá-los para melhorar seus produtos; colocar o usuário no controle, dando-lhe a exata percepção do que é compartilhado ou não (Dashboard ajuda); e permitir que o usuário tenha livre trânsito dentro dos domínios da empresa (conhece o Data Liberation?).
A Microsoft liberou um relatório baseado na análise de vários departamentos de Recursos Humanos nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha. Resultado? Nos EUA, 70% dos departamentos rejeitam candidatos baseados em informações obtidas na Internet.
É por essas e outras que devemos ficar atentos ao que publicamos em sites de relacionamento, como o orkut. Seus amigos podem até achar engraçada aquela foto sua bêbado no churrasco de domingo, mas ela, definitivamente, não pegará bem quando um potencial empregador estiver buscando informações suas…
Fonte: Download Squad.