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Eu até poderia dizer que a culpa é do Linux –ei, eu posso!- A culpa é do Linux. Mas não é. O Zaurus sempre foi um produto fadado ao fracasso, por mais que freetards inocentes pregassem a morte iminente do Windows Mobile Diante De Um Adversário Claramente Superior.
Existe mais do que Qualidade Técnica na lista de requisitos para um produto de sucesso, e a Sharp falhou ao prover um excelente hardware, mas sem dizer para quê ou para quem servia.
Existem produtos de nicho e produtos de gueto. Produtos de nicho, como o Blackberry podem se popularizar incrivelmente (como foi o caso). Produtos de gueto nunca vão além de suas próprias pequenas fronteiras. Um excelente produto de gueto são os tablets da Nokia, N810 e similares. Mexa 5 minutos com um e você vai querer. Tente justificar racionalmente e passará a próxima hora enrolando a si mesmo.
O Zaurus tentou (tarde demais) ser um gueto dentro do nicho. Usuários de PDA já eram espécie em extinção. Embora eu nunca vá perdoar a Dell por ter matado a linha Axim, entendo perfeitamente seus motivos. Já a Sharp tentou entrar em um mercado moribundo, saturado, com um produto alternativo.
Linux em PDAs sempre foi piada de mau gosto. Até usuários PalmOS esnobavam os ports capengas que surgiam de vez em quando. A Sharp apresentou um produto decente, com uma péssima (e não-justificada) fama. Seu público restringiu-se aos compradores de impulso e aos freetards mais radicas" class="" title="">dicais, que queriam algo “livre” de qualquer jeito. Nenhum desses grupos é multiplicador.
Quando um dono de iPhone vai “evangelizar” alguém mostra os recursos, os programas, filmes, etc. Quando um freetard tenta arregimentar um incauto, desanda a filosofar, e ninguém quer isso. Queremos produtos legais. Ponto.
Seu marketing deveria ter sido mais agressivo, menos gueto e mais nicho. A Nokia por exemplo nem cita o nome “Linux” nos anúncios de seus tablets. Cita que são bons, bonitos e funcionam. Quer precisa saber que eles rodam Linux, já sabe.
O Zaurus parecia ser um produto legal, mas chegou tarde, já vai tarde e no máximo dividirá um jazigo com o Sony Clié.
E ao contrário da Palm, não é uma morte que me traz alegria.
Fonte: Akihabara News
A parceria da Finlândia com o Brasil pelo visto deu resultado. A Nokia tem investido direto, através do Instituto Nokia de Tecnologia, e estão bem felizes. Os profissionais brasileiros são bem inventivos, topam desafios sem pensar duas vezes e ao posicionar o IDNT na região Norte/Nordeste, a Nokia incentiva o pessoal que fica pra lá de Minas a mostrar que Brasil não é só Rio e São Paulo.
Além do núcleo de Pernambuco há o de Manaus, que aceitou a missão de desenvolver widgets para o N97, um aparelho que nem existia, apenas em especificações. Agora o aparelho está nas ruas (ou quase) com widgets para MySpace,
Amazon, eBay, Friendster e hi5, made in Manaus.

E não, não foi um presentinho pros pobres brasileirinhos se divertirem com uma migalha. Vejam o que diz Daniel
Rocha, Expert em Tecnologia do Forum Nokia:
"O trabalho de design do INdT foi muito superior ao de outros fornecedores
e ficamos surpresos com o aprendizado rápido da equipe, que desenvolveu os
widgets para um celular que ainda não existia. Diante do prazo curto e do clima
de superação, o INdT chegou a um resultado excepcional."
Isso mesmo. Outros fornecedores. Foi briga de cachorro grande.
Agora... será que a parceria com Moçambique renderia algo assim?
Hoje foi VexDay em milhares de pontos de acesso WIFI da empresa espalhados pelo mundo, menos em hotéis e aeroportos na Argentina. Coitados dos hermanos (not!)
A idéia é tentar tornar relevante o serviço, mas eles não perceberam que a culpa de ninguém usar a Vex exceto em último caso não é nem de tecnologias como 3G, mas da própria ganância da empresa, somada a um histórico de incompetência de dar raiva, ainda mais quando contamos (e pagamos) pelo serviço.
A Vex é basicamente um monopólio. O famigerado ícone "WIFI Zone" na verdade é "Vex Zone", não adianta NADA um estabelecimento como o Franz Café propagandear "WIFI", se na verdade apenas disponibilizam Vex. Pago.
Minha experiência com a Vex foi a pior possível, em inúmeras ocasiões. De andar na chuva para chegar a um hotspot, segundo indicação do site da empresa, para descobrir que a tal lanchonete não existia há mais de seis meses. Em diversas ocasiões fiquei no telefone com o suporte até acabar a bateria do notebook (e era um Toshiba pesadão) e cheguei a receber ligação de um diretor da empresa tentando fazer um "controle de danos".
Passei a utilizar o GPRS do celular para conexão Internet, era preferível pagar o valor elevado das operadoras de telefonia do que o valorda Vex, pois mesmo que custassem R$1,00 por mês ilimitado, se um serviço não é confiável, se ele vive te deixando na mão, ainda assim é caro.
Esperemos que a moda de bares com WIFI, como o Applebee`s pegue. Já vi mais de um hotel em São Paulo onde o acesso no lobby era gratuito, e redes como a Accor disseram não ao monopólio da Vex, oferecendo acesso decente, rápido e de outros provedores.
Fonte: IDG Now! via César Cardoso (não somos parentes)
Em Homens de Preto o personagem de Tommy lee Jones ensina a um desnorteado Will Smith que a Verdade está nos tablóides. Eles publicam as notícias em primeira-mão, ainda distorcidas, enquanto a mídia "séria" sanitiza, limpa, edita e atende aos desígnios dos "Poderosos".
Pode parecer uma visão simplista, teoria da conspiração rasteira, mas há um fundo de verdade. Vejam por exemplo o Projeto Pink, da Microsoft. Em uma matéria do Inquirer, um tablóide de reputação duvidosa (mesmo entre tablóides) foi relevado que a Microsoft estaria produzindo um celular utilizando a tecnologia Tegra, da nVidia.

Um monte de gente deixou pra lá, afinal de contas o vídeo de exemplo da matéria foi uma paródia feita pela própria Microsoft, do O-Phone.
Só que alguns dias depois a notícia começou a aparecer em outros sites, de gente com mais credibilidade, como o Microsoft Watch.
A princípio a idéia é suicida. A Microsoft depende de seus parceiros, como HTC e Palm para lançarem aparelhos com Windows Mobile. Mas... será mesmo?
Se por um lado a parceria com mercado de hardware rendeu a posição invejável da empresa hoje, também rendeu muitos problemas.
Agora vai!
Chegar de pensar em acordos com países de primeiro mundo. Coréia do Sul, Japão? Isso é besteira. O Glorioso Primeiro-Molusco já disse, a cooperação Brasil-África vai mudar o eixo econômico mundial! Vamos ver se os exploradores e malignos países de Primeiro Mundo vão sobreviver, quando descobrirem que UM PORCENTO do comércio mundial não depende mais deles!
E mais, companheiros! Depois que o Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique assinou um acordo de intenções com a ANATEL, onde as duas agências concordaram em cooperar no desenvolvimento científico na área de telecomunicações nos próximos 3 anos, ninguém nos segura!
A Nokia1 e o resto do Japão que se cuidem, no futuro será verde amarelo e preto (as cores da bandeira de Moçambique, nosso glorioso parceiro rumo ao futuro)!
Salomão Manhiça, CEO do INCM explicou que a cooperação cobrirá áreas de projetos, convergência, regulamentação e roaming internacional, além de certificação de equipamentos. Ninguém vai nos segurar, pois como detentores de todas as etapas da tecnologia de satélites E cabos submarinos Brasil e Moçambique podem e devem ditar os termos e preços do Roaming internacional. Intelsat, Hughes quem?
Aprenderam, Finlândia, Japão, EUA, Coréia, Taiwan e outros? O Brasil está abrindo seu caminho para o futuro com parcerias tecnológicas de ponta! O Exmo Sr Salomão ainda acrescenta: “Missões serão organizadas para trocar conhecimento e experiências”. E isso é algo que vocês nunca terão, a incrível experiência de pesquisas telecomunicações em Moçambique.
Que fiquem com os iPhones, N95s, G1s e E71s. Nos aguardem, o fruto dessa cooperação ainda está por vir.
1 – EU SEI.
Fonte: Celular News
PS: Não usei a tag <sarcasmo> por saber que ela é inútil, sentem e aproveitem.
Só existiu um ser humano que encarou e venceu Chuck Norris. Foi Bruce Lee, que até hoje é uma lenda na China e no mundo das Artes Marciais. (além de ter sido um excelente jogo no ZX Spectrum)
Por isso é até estranho terem levado tanto tempo para capitalizar isso, mas agora saiu o Nokia Bruce Lee, o Dragon Phone.
É um N96 com uma imagem gravada com laser do Mestre, fotos e vários outros “brindes”, custa US$1289,00 (AIIIIIIII!!!!) e parece ser exclusivo para o mercado oriental.
O melhor de tudo é o vídeo promocional que fizeram para promover o lançamento:
Fonte: The Raw Feed
Se dependesse da Microsoft navegação em dispositivos Windows Mobile seria um pesadelo. O Pocket Internet Explorer já foi um bom navegador, mas nos dias de hoje ele é muito, muito ruim. Não digo ruim comparado com o Safari no iPhone, digo ruim comparado até com um bloquinho de papel e um pedaço de carvão.
Por sorte existem alternativas. Digo, existe uma alternativa, o Opera, que no mercado Mobile é imbatível em termos de penetração, e se não é o passeio no parque do iPhone, a culpa é do hardware, não do software.
Percebendo isso a Microsoft resolveu atualizar o Internet Explorer do Windows Mobile. Há boatos até de que eles basearão a nova versão no Webkit. Excelente, nós merecemos. Ou não?
Não. Vejam o que foi dito no blog de desenvolvimento do Windows Mobile:
“Em relação a disponibilizarmos o Internet Explorer Mobile como um download separado ou atualização, as experiências de mídia que o IE Mobile permite exigem dispositivos avançados, poderosos. É por isso que não estará disponível como update ou download para aparelhos atuais, mas sim será disponibilizado em telefones novos”
Como assim, Bial?
Então vejamos: Eu tenho um HTC Touch, que roda perfeitamente a última versão do Opera Mobile, tenho um Dell X51v velhinho que roda tudo inclusive o Minimo, aquela versão cancelada do Firefox para Windows Mobile, e vocês vêm me dizer que vou precisar de um novo telefone para rodar seu maravilhoso browser que ninguém usa? (No mundo mobile é o IE, não o Opera)
OK, digamos que eu comprei um Xperia, zero km, o aparelho Windows Mobile mais lindo de todos os tempos. Querem me dizer que ele é incapaz de rodar seu programa? Apesar de rodar todos os outros?
Agora a explicação: A Microsoft não costuma disponibilizar atualizações diretamente. Ela passa para os fabricantes que por sua vez escolhem distribuí-las via seus programas de suporte. Só que isso é o equivalente a dar a chave do Harém pro Don Juan DeMarco. Vejamos a lógica:
A StallmanPhone Corp vende… telefones. Ela recebe um novo e revolucionário programa. Pode distribuir gratuitamente para seus usuários, aumentando assim a utilidade e sobrevida dos aparelhos atuais OU pode instalá-lo somente nos aparelhos que vai lançar no final do ano, fazer uma campanha dizendo que os aparelhos antigos estão obsoletos e que para experimentar a mais moderna e maravilhosa experiência mobile, você precisa do StallmanPhone 3000, seu por apenas US$799,99. plus taxes.
Algumas empresas não trabalham assim, a Nokia por exemplo disponibiliza inclusive aplicações gratuitas para facilitar a atualização do firmware de seus aparelhos, já outras como a Dell só disponibilizavam atualizações em casos extremos.
Quem sai perdendo nessa é o consumidor, que tem que correr atrás de alternativas, e a própria Microsoft, que se tornou refém dos “parceiros”, e não pode brigar para assumir a liderança do mercado de navegadores dentro do próprio ambiente que criou e em teoria controla.
Fonte: Pocketnow