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Calma, gente... estou falando das urnas eletrônicas feitas pela Diebold, para o mercado americano...
Um pessoal da Princeton University, mais especificamente do Center for Information Technology Policy, escreveu um relatório descrevendo as possÃveis falhas no sistema eletrônico de votação fabricado pela Diebold. Não é nada muito complicado de fazer...
Não estou querendo causar pânico entre a população, pregando o fim do sistema eletrônico. Longe de mim. Mas acho que precisamos de mais transparência ( leia-se: testes de segurança, feitos por entidades reconhecidas ).
[Veja o que já publicamos sobre Urnas Eletrônicas]
Vê se pode, Americano querendo copiar um sistema brasileiro e fazendo errado...
Já posso morrer em paz, já vi de tudo!!!
Nosso sistema eleitoral dando o que falar...
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/artic...
realmente, seria de bom tom transparencia e testes bem feitos para assegurar o bom andamento das eleições. Testes desse tipo nunca foram feito né desde passamos a usar urnas eletrônicas?
Falows!
Americanos sempre foram muito bons em research, isso não dá para contestar, a "invenção" foi "inspiração" no Brasil.
Sobre nossas Urnas, o exemplo desta notÃcia me remete a pensar sobre a questão da transparencia. Deveria existir publicado todas as especificações técnicas, source code, documentação, etc, já que elas são de uso público. Eu ficaria muito mais satisfeito em saber que não há nenhum Easter Egg nas teclas para manipular resultados.
Aà sim, ficaria MAIS confiavel do que já é em relação aos papelzinhos.
As urnas brasileiras sao tao boas, que não se pode mudar o horario nelas. Por esse motivo, o horario de verão sera mais curto desta vez, pois so vai comecar depois das eleições... Mais um motivo pra odiar politica...
E quem disse que os Estados Unidos é o paÃs mais avançado em todas as áreas, é o mais rico, mas nem o tÃtulo de melhor qualidade de vida no mundo é dele.
Lembram como foi a apuração da primeira eleição do Bush?
Apóio o sistema de urnas eletrônicas do Brasil, mas transparência total já!
Corrijam-me se eu estiver errado, mas a empresa que supostamente fabrica aqui, é na verdade mera importadora da Diebold.
como se as brasileiras fossem seguras
na minha cidade (litoral de SP) houve uma eleição em 200 na qual até hoje muitos acreditam que houve fraude nesse sentido, por parte de um candidato que, estava atrás em todas as pesquisas, e, subitamente veio a ganhar a eleição com exagerados 25 por cento de diferença pro segundo colocado
até hoje muito se comenta sobre isso, sem chegar se a uma conclusão de fato sobre o assunto
na minha cidade (litoral de SP) houve uma eleição em 2000 (portanto a 6 anos) na qual até hoje muitos acreditam que houve fraude
Prezados,
As urnas eletrônicas brasileiras são fabricadas pela Procomp, subsidiária da Diebold. Em apenas uma eleição desde 1996, as urnas brasileiras foram fabricadas pela Unisys; em todas as demais, a fabricante foi a Procomp/Diebold.
Muitos estufam o peito para proclamar que a urna é nacional, quando na verdade o TSE se limita a estabelecer diretrizes mÃnimas no edital de licitação para que a empresa vencedora desenvolva o hardware e o software. A Justiça Eleitoral não é a dona do projeto da urna.
Não me parece que a Procomp, sendo detentora de tecnologia mágica para tornar as urnas brasileiras à prova de fraude, não a utilize no seu principal mercado - os Estados Unidos.
Praticamente todas as falhas apontadas pelo Relatório Brennan, com pouquÃssimas exceções, são também aplicáveis à s urnas brasileiras.
Quanto à informação do Roney de que é impossÃvel alterar o horário nas urnas eletrônicas brasileiras, não é bem assim. Os sistemas operacionais das urnas são o Windows CE e o VirtuOS, os quais permitem alterar o horário tranqüilamente, tanto para um simples ajuste de horário de verão como para alguma finalidade maliciosa. Ocorre que o TSE, para evitar o trabalhoso serviço de modificar os horários de todas as urnas brasileiras - correndo o risco de esquecer alguma - usa de seu prestÃgio para solicitar o adiamento do inÃcio do horário de verão (e não é a primeira vez que isso ocorre).