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Uma das novidades reveladas para o Windows 7 é o Windows Advanced Rasterization Platform, ou WARP, que fará uso da CPU para exibir gráficos, mesmo games 3D. Para se ter uma idéia, a Microsoft testou inclusive o Crysis e postou os resultados.
É óbvio que a intenção não é substituir placas de vídeo, que são muito eficientes, especializadas e possuem inúmeras vantagens como memória dedicas" class="" title="">dicada, barramento e um zilhão de processadores paralelos. O problema é quando uma delas falha por causa por qualquer motivo e o usuário fica chupando dedo até comprar uma placa nova, ou mesmo incapaz de acessar o computador para acessar a internet e pesquisar uma solução, que pode ser um upgrade de firmware.
Além disso, uma nova geração de CPUs chegou e pede licença. Os processadores AMD Phenom, Core 2 Quad “Penryn”, iCore 7 e futuras gerações de CPUs farão um trabalho ainda melhor em auxiliar nas tarefas de renderização gráfica ou substituir temporariamente uma placa de vídeo defeituosa. Pense numa empresa com algumas centenas de desktops e placas de vídeo falhando, de tempos em tempos. O usuário não ficará mais sem acesso ao equipamento.
Quem usa notebooks poderá usar a própria CPU com uma boa economia de energia, já que os chips gráficos são conhecidos como verdadeiros matadores de autonomia quando o computador está apenas na bateria.
E o WARP está sendo construído como uma extensão do DirectX 10, não exige MMX, SSE ou SSE2, mas rodará otimizado quando encontrá-los e tirará proveito das novas instruções SSE4.1. Ele terá suporte a recursos gráficos avançados com hardware mínimo sendo uma CPU de 800MHz e 512MB de RAM.:
- Fully supports all Direct3D 10 and 10.1 feature
- Fully supports all the precision requirements of the Direct3D 10 and 10.1 specification
- Supports Direct3D 11 when used with FeatureLevel 9_1, 9_2, 9_3, 10_0 and 10_1
- Supports all optional texture formats, such as multi-sample render targets and sampling from float surfaces.
- Supports anti-aliased, high quality rendering up to 8x MSAA.
- Supports anisotropic filtering
- Supports 32 and 64 bit applications as well as large address aware 32 bit applications.
O público-alvo dessa tecnologia, segundo o artigo no MSDN são gamers casuais, que podem se beneficiar do poder extra oferecido pela nova geração de CPUs, aplicações comuns que poderão usar a aceleração gráfica e renderização avançada de games. Esse último eles mencionam especialmente os desenvolvedores de games, para testar se artefatos, diferenças e defeitos em seus jogos são resultado da programação do jogo ou de drivers de fabricante.
Repare que um processador Quad Core Penryn supera em performance o vídeo onboard da própria Intel, o que confirma o quão patético é a performance deles para aplicações 3D. E se a AMD conseguir, de fato, lançar o Fusion em 2011, já terão uma base instalada para fazer uso da tecnologia e que o vídeo onboard descanse em paz.
Fonte: Windows Advanced Rasterization Platform (WARP) In-Depth Guide, Tomshardware
Realmente o video onboard da Intel é um lixo. Tenho um notebook com 256 mb de video da intel e a minha riva tnt 64MB antiga dá um banho nele! E isso não é uma piada...
Tomara que estas novas tecnologias sejam mesmo implementadas em notebooks.
Quer saber por quê?
Leia este pequeno artigo.
Uma dica rápida: a Intel nunca fez um processador gráfico realmente competitivo na renderização tridimensional dos jogos.
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Ao mar e avante no mar da Tecnologia da Informação!
The one-eyed in the Fortress at the World's End, Siará.
Seria bom um vídeo rodando um destes testes, mas olhando estes números é possível notar que não dar para rodar realmente todo tipo de jogo, além de comprometer com toda certeza o uso de outra aplicação em paralelo por exemplo.
Agora imagino usando compositing com um processador, acredito que se comparando com essas taxas o pc pode virar uma carroça de uma hora para outra.
Mas uma ótima iniciativa da Microsoft, espero que evolua aqté o lançamento do 7.
Não sou o Jonny Walker, mas walk mais que ele...
Muitíssimo interessante, pode inaugurar até um novo segmento de mercado, com jogos feitos pra rodar nesse rasterizador utilizando as novas tecnologias dos processadores.
Quando os jogadores casuais viraram masoquistas?
Que Penryn é esse? Não consigo lembrar de nenhum Penryn de 3GHz.
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Blog do Keaton
Penryn é o codinome dado aos processadores Intel pertencentes à arquitetura Core de 45 nm.
Comercialmente "Penryn 2 @ 3,0 GHz" e "Penryn 4 @ 3,0 GHz" são, respectivamente, Core 2 Duo E8400 e Core 2 Quad Q9650.
ops, é mesmo, acho que o sono não me deixou pensar na hora que postei.
Valeu =D
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Blog do Keaton
"substituir temporariamente uma placa de vídeo defeituosa"
Como assim? Se a placa queimou vou, ligar o monitor onde?
Tá parecendo aquela piada: Teclado não encontrado, tecle F1 para continuar.
Eu ia comentar a mesma coisa agora
.
Isso funcionaria so se tiver uma placa onboard e desativar uma placa offboard queimada, ou se tiver aquela trident pci de 2MB guardada em alguma gaveta.
Placas-mãe com vídeo onboard, por exemplo. Na verdade, com essa tecnologia, só precisaria fornecer o conector, sem a necessidade do chip propriamente dito.
Acredito que um dia, agente não vai saber diferenciar uma GPU de uma CPU
Já se utilizam GPUs para fazer o trabalho de CPUs e agora o inverso!
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deslon.com
Só sei que já chegou o dia em que as pessoas não diferenciam "agente" de "a gente"!
O pior é que nos MSNs e Orkuts da vida é só o que tem...
E ainda tem gente que acha que a potência da placa de vídeo se mede pela quantidade de memória...
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Como eu não jogo e nem se quer tenho placa de vídeo 3D, para mim não faria a mínima diferença.. rsrsrs
Abraços,
E não esqueçam, visitem o:
Blog do Monthiel
Como eu não jogo e nem se quer tenho placa de vídeo 3D, para mim não faria a mínima diferença.. rsrsrs
Abraços,
E não esqueçam, visitem o:
Blog do Monthiel
Não sabe o que está perdendo quase fiquei maluco jogando Crysis esses dias, jogo fod* demais.
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Substituindo Neurônios por Bits.
tu nao jogou fallout 3 ainda né..rs
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Música eletrônica + atitude -> sabotagem.org
War... war never changes.
tu nao jogou fallout 3 ainda né..rs
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Realmente não mais ainda bem que você falou vou procurar ele época de férias época de jogar muitoooooooooooooooo
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Substituindo Neurônios por Bits.
Creio que isso se deve cada vez mais por causa da Referência da GPU ser o principal processador de um computador, as fabricantes de placas e chips não querendo levantar muita poeira acompanham o processo de evolução para não ficar pra trás.
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Substituindo Neurônios por Bits.
Ao contrário. Uma GPU não é capaz de fazer vários tipos de cálculos que uma CPU genérica faz. Eles são ultra-especializados em operações matemáticas específicas.
O poder de processamento vem justamente dessa especialização e paralelismo para apresentar informação gráfica ou aplicativos científicos de desdobramento de proteínas.
O poder de processamento vem justamente dessa especialização e paralelismo para apresentar informação gráfica ou aplicativos científicos de desdobramento de proteínas.
OK, posso estar tendo um lapso de memória mas acho que já vi algum tipo de comentário a respeito das GPUs substituirem os processadores. Ou to me confundindo?
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Substituindo Neurônios por Bits.
Não há como. A GPU não possui uma série de componentes que são necessários para fazer outros tipos de tarefas.
Por exemplo, CPUs são melhores para processar informações em série e um controle de threads que não é possível com GPUs. Por isso chamam GPUs de unidades de processamento gráfico discreto.
Imagino que mais gente também se pergunte: já que uma GPU processa 1 teraflop, porque ainda usamos CPUs? Daria um belo artigo.
Uma imagem é feita de unidades discretas, pixels. Um sistema de processamento distribuído como uma placa de vídeo, pode ficar responsável por renderizar pequenos blocos de pixels. Quando termina a tarefa, pega outro bloco e continua. Coloque 1000 unidades trabalhando e você terá o trabalho dividido em 1000 partes.
Agora, digamos que eu tenha 10 processos rodando e eles precisam utilizar um mesmo recurso, um dado na memória. Ele usa, atualiza essa informação e passa adiante a vez. O problema é que o resultado de 4 deles depende do cálculo dos 4 primeiros. Com esse resultado, outros 2 processos estão aguardando o resultado daqueles 8 para continuar suas tarefas.
Notou a diferença? GPUs são equipamentos especializados em processamento distribuído e CPUs podem fazer tanto o distribuído quando o serializado e inter-dependente.
Pelo que eu me lembre sobre GPUs e CPUs, a única diferença entre as duas arquiteturas é o fato da GPU poder trabalhar melhor com ponto flutuante que a CPU.
Neste caso a GPU pode realizar as mesmas funções que uma CPU comum, mas na época não houve essa mudança justamente devido ao fato de o custo de construção de uma GPU ser quatro vezes maior de que uma CPU, sendo desta forma inviável desenvolver isso como um equipamento principal.
Além de que o uso de uma GPU quebraria totalmente com o legado existente, tanto de hardware quanto de software, por essa razão para que pudesse conviver com a existencia de duas arquiteturas, preeferiu-se fazer com que o foco da GPU foi na placa de vídeo mesmo.
Não sou o Jonny Walker, mas walk mais que ele...
No começo do post até me empolguei, lembrando os bons tempos dor rasterizadores por software, o half-life funcionava melhor por software na maioria das máquinas.
Mas vendo esses números... não é muito diferente do rasterizador software de referência do directx.
a parte que boa é que com isso pelo menos os jgogos vão rodar em todas as máquinas, mesmo que meio lento.
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Dodge this!
Hum... o que vai ter de gente querendo matar a Micro$oft agora, não está escrito. Além das empresas que fazem renderizadores por software (RAD Game Tools), há também as empresas que fazem os engines parrudos (como Epic, Crytek e id).
Vocês se lembram quando saiu o Doom III? Carmack fez muito mimimimi por causa da placa de vídeo mais tosca da nVidia na época, a GeForce 4MX, que tinha uma performance pior do que uma GeForce 3. Como a nVidia lançou a placa e ela ficou popular, não teve jeito: ele teve que colocar suporte à essa placa no engine do Doom III.
E, Bicalho, se a placa de vídeo foi pro saco, como a imagem renderizada pela CPU vai sair da memória RAM direto pro monitor?
Talvez ficasse melhor se você tivesse dito "se a placa de vídeo der problema, você pode pegar uma outra bem chinfrim, e deixar o processamento de vídeo com a CPU".
Por outro lado, isso também me preocupa em uma coisa: o Vista exige um processamento gráfico razoável (especialmente com o Aero). Isso significa que o Windows 7 também vai exigir isso?
Abraços
Por mais que a Microsoft se esforce, os processadores centrais NUNCA terão um desempenho comparável ao dos processadores gráficos ao renderizar gráficos tridimensionais, especialmente em jogos.
Lembro disso... A GeForce MX 4 era um processador gráfico cuja arquitetura ainda era o DX7, se não me engano, enquanto a GeForce 3 era DX8.1
Talvez ficasse melhor se você tivesse dito "se a placa de vídeo der problema, você pode pegar uma outra bem chinfrim, e deixar o processamento de vídeo com a CPU".
Teria sido melhor assim.
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Saída de vídeo das próprias placas-mãe?
É possível que o plug de saída de vídeo da placa-mãe vire um conector padrão.
Já estou inclusive imaginando plaquinhas de 10 dólares, que só servem como saída de vídeo de emergência e funcionando diretamente de qualquer slot de expansão. Um slot PCI é suficiente para quem processa texto, navega na internet, troca e-mails, digita planilhas e até mesmo assiste videozinhos do YouTube.
Depende de que conector estamos a falar.
Os conectores digitais Display Port e HDMI seriam bem mais práticos, já que não seria necessária a implementação dos RAMDACs.
Por outro lado, o DVI-I seria completo o suficiente, já que garante sinais digitais e o velho e bom analógico VGA.
A não ser, é claro que deixem apenas a conexão analógica azulzinha VGA disponível, o que acho um tanto desnecessário, já que podemos usar um simples adaptador mecânico DVI-I para VGA e poderia haver a necessidade de testar o sinal digital também, para ver se está tudo funcionando...
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É possível que o plug de saída de vídeo da placa-mãe vire um conector padrão.
Errr.... e o RAMDAC como fica? O conector é a parte mais fácil. O duro é pegar a imagem que está na memória e gerar os sinais para os monitores analógicos. Se for um sinal digital ainda teria o trabalho de transmitir as informações pelo cabo HDMI, que deve seguir algum protocolo, acho eu.
Já estou inclusive imaginando plaquinhas de 10 dólares, que só servem como saída de vídeo de emergência e funcionando diretamente de qualquer slot de expansão. Um slot PCI é suficiente para quem processa texto, navega na internet, troca e-mails, digita planilhas e até mesmo assiste videozinhos do YouTube.
Só acho que para vídeos pode ser meio pesadinho. Um Slot PCI clássico roda a uns 133 MB /s, mas esse é o pico do PCI. Se tiver qualquer outro dispositivo mais lento, esse valor pode cair bastante. Considerando um vídeo de 320x240, cada frame tem uns 76800 pixels. Se cada pixel for TrueColor (24 bits), cada frame então fica com 230 KBytes (aproximadamente). Se tivermos 24 frames por segundo, então temos 230 KB x 24 = 5,5 MB por segundo (aprox.).
É, talvez para a maioria dos vídeos do Youtube isso funcione legal. O problema está nos vídeos grandes. Imagine um vídeo em tela cheia (considerando uma resolução de 640x480).
Aliás, imagine um DVD?
Ah, e um adendo: eu fiz os cálculos acima considerando frames sem compressão, pois são esses frames que serão processados pelo RAMDAC...
Abraços
Gostei do artigo do Max Laguna!!!
Fico muito agradecido com o elogio e eu ficaria mais ainda se você o mostrasse à algum leigo que pretende comprar uma nova placa de vídeo.
Isso evitaria que eu leia, no futuro, asneiras do tipo "a placa de vídeo do meu notebook é de 256 megas", quando deveria dizer que o IGPU de meu notebook compartilha até 256 MegaBytes da memória principal (RAM).
Até porque não cabe uma placa de vídeo na maioria dos notebooks e nem se pode trocá-las.
Se tiveres alguma dúvida, pode postá-la por lá que a responderei quando eu tiver tempo disponível.
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Ajude um Salsinha.
Quando eu for comprar memória para meu computador, eu devo pedir como?
O certo seria "placa" de memória, já que ela fica em uma "plaquinha"? Mas não posso esquecer de dizer que é memória RAM (senão eles querem me vender uma Flash, Eprom, ROM,...) e dizer que é memória para a placa mãe, não para a "placa de vídeo", certo? Se a "placa de vídeo" usa memória compartilhada, já nem sei mais o que fazer.
Muito preciosismo, Max_Laguna.
A propósito, a GPU não está ligada direto na CPU (não GPGPU). Ela está ligada na placa mãe. Que é... uma placa! Então, a placa de vídeo e placa mãe são uma mesma entidade. Isso seria um passo intermediário para a GPGPU?
Ele já tá chato com esse post no fórum sobre as placas de vídeo.
Por que ele não coloca na assinatura como todo mundo faz e para de floodar o 1/2b?
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"Em todo o caso, casai-vos. Se vos couber em sorte uma boa esposa, sereis felizes; se vos calhar uma má, tornar-vos-eis filósofos, o que é excelente para os homens". - Sócrates
Daqui a pouco ele vai abordar as pessoas na rua pra dizer que fez um artigo sobre placas de vídeo.
Eu quase saí na mão com um sujeito na faculdade que tem esse tipo de atitude "eu sou o máximo, eu sou fo**". Com certeza é um traço de personalidade que particularmente me irrita em uma pessoa.
Vamos lá resolver a "dúvida"...
Vendedor, me vê aí um módulo de memória com 2Giga, do tipo DDR3-1333.
Muitos reclamam dos erros de português na internet. Eu reclamo dos erros conceituais na parte técnica, em especial quando falam dos processadores gráficos (in English, GPU...).
Se isso é muito preciosismo meu, desculpe-me, mas tentarei ser menos chato com isso. O problema é que muitos cuidam da ortografia, mas nem todos cuidam do conteúdo dessas palavras.
Isso já está se tornando um vício da linguagem técnica. E, muitas vezes, acompanhados de erros que poderiam ser muito bem corrigidos e bem explicados.
Um dos motivos de os leigos continuarem leigos são os "especialistas" não os explicarem direito os conceitos. O que acaba causando confusão e desinteresse sobre o assunto.
Para bom entendedor, mei... Mas, e quando é leigo no assunto?
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Não são coisas distintas (erro de português e conceitual). É tudo questão de linguagem.
O pessoal usa "deletar" em vez de apagar. Tem quem chame o gabinete de CPU. É errado? No Brasil chamamos aquelas placas grandes com propaganda de outdoor e shopping é um local onde têm várias lojas. Acabamos dando nomes diferentes às coisas com o tempo.
Assim caminha a humanidade.
Já ouviu a palavra dizimar? Isso era usada nas batalhas quando uma das unidades perdia 10% do efetivo. Ou seja, dizimar é diminuir 10%. Hoje já tem outro significado.
Acho complicado quando alguém fala "driver" de disquete ou "drive" da impressora. Mas placa de vídeo já é quase o mesmo que GPU (assim como gabinete é CPU).
E lembre que estamos em um blog, não redigindo uma tese.
Tens certeza disso?
Erro de gramática é o mesmo que um erro de conceito?
Quer dizer que se eu disser ou escrever algo como "As girafas são répteis que possuem asas" eu estarei apenas cometendo um erro gramatical, que, por acaso, também é um erro conceitual? Ou seria o contrário?
Meu caro, não estou aqui para redigir teses e sim para tentar adicionar uma maior credibilidade nos meus textos, com fácil e correta leitura. Se consigo ou não, veremos com o passar do tempo.
Estou fazendo muito? Não, só acho que faço a minha parte.
Não é que esteja gramaticalmente errado, pois podemos compreender bem o significado dentro de um determinado contexto, o problema é que não está certo por tratar-se de um vício de linguagem técnica que poderia ser facilmente explicado e corrigido ao leigo em questão.
Partilhe o bom e o correto conhecimento, certo?
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Não faça isso! Eu fico confuso muito facilmente. Girafas possui asa? (um erro gramatical
)
Quis dizer que no fim tudo é uma questão de linguagem. Se eu disser que "tinha uma placa nVidia série 6" você vai entender que o processador é um NV40, mas a placa deve ser outra marca (MSI,ECS,Sapphire,...).
O que me diz desse artigo? Tudo bem que no caso é não é um teste com uma placa de outro fabricante, mas será que eles estão confundindo os leitores?
Quando os termos se confundem e estão de certa forma ligados, não vejo tanto problema. Se o usuário chama o monitor de computador e a caixa que fica no chão levando chute e humidade de porta copo, isso é problema.
Girafas devem possuir asas, afinal são répteis e répteis "foram feitos" para voar, que nem os Archaeopteryxes que podemos ver aos milhares nos céus, todos os dias....
Você deve detestar os processadores gráficos GeForce, para ter omitido o nome desse chip gráfico.
E acho que colocar o nome do projeto da sexta série dele, NV40, pode confundir ainda mais, não precisava ir tãao fundo, rapaz.
Esse teste do Gabriel Torres foi com uma placa de vídeo de referência e na parte das especificações eles colocaram o nome exato do chip gráfico testado.
Não gosto muito da redação dele, mas ao menos ele não omite o nome do fabricante quando a placa de vídeo testada não é a de referência.
Isso é no que dá quando as classes C e D conseguem comprar um segundo PC no supermercado.
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O termo GeForce é para toda série "popular" (diferente da Quadro e Tesla).
Minha pergunta foi: "...no caso é não é um teste com uma placa de outro fabricante, mas será que eles estão confundindo os leitores?"
E isso é ruim?
Pelamordedeus, Salsinha.
Link do Gabriel Torres?
Eu estou almoçando... Não faça mais isso. Ou pelos coloca uma tag, sei lá.
deste artigo [NSFA]
Almoçando essa hora?
Hehehe... desculpe. Da próxima vez eu aviso: NSFL
Pequena correção
iCore 7 -> Core i7
Influência da Apple.
É campo de distorção, CDR, para os mais íntimos. ( hauihaiuhauihaiauhua CDR foi boa )
Em minha limitada sabedoria, isso só seria útil se trabalhado junto com as GPU's, aí sim, mas trabalhando isoladamente, não vejo nada funcional. Parece que é só pra dizer que tem potência.
Ah, o OS/2 já tinha isso de WARP desde a época do Windows 95!
http://www.eunaoentendonada.com.br
Antes das placas aceleradoras 3D (hoje conhecidas como placas de vídeo) tudo era VGA, tudo tinha que ser feito para simular coisas que hoje em dia não precisam ser mais simuladas.
Naquela época tinha muitos jogos 3D que rodavam em um simples e humilde pentium 100 Mhz com 32 mb de RAM, eu mesmo tinha alguns destes jogos e tinha esta máquina, no caso o jogo era Death Trap Dungeon e total annihilation e por incrível que pareça dava para jogar rasoávelmente bem.
Não sou o Jonny Walker, mas walk mais que ele...
Fala que as GPUs são conhecidas como "matadoras de energia", mas de certeza que um CPU a fazer o mesmo trabalho de uma GPU vai gastar mais energia, exatamente porque não está otimizado para isso.
E já é possível renderizar vídeos por software, o mplayer + Xorg corre bem vídeos mesmo com as drivers Vesa e uma placa onboard. Mesmo os vídeos do Youtube não correm muito mal, e melhor correriam se o Flash para Linux não fosse muito pior que o do Windows.
Portanto, o objectivo é correr jogos DirectX 2D e 3D com placas onboard de forma razoável? Boa sorte
É mais fácil um pc trava enquanto esta executando um jogo, ou mesmo se você tiver que fazer outra tarefa ao mesmo que executa alguma coisa que exija processamento gráfico.
Não sou o Jonny Walker, mas walk mais que ele...
Cara, eu sei que o original é run, mas correm fica feio d+. Usa rodam, que já está consagrado no jargão nacional...
Rodar é, com certeza, um termo bem melhor!
Mas calma aí, o cara deve ser fã do filme Lola rennt...
Bom, torço para que o Win7 "corra" bem mais rápido que o Vista na minha máquina, contanto que ele sue o mesmo ou bem menos.
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