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Lendo este artigo, lembrei do tempo em que todos usavam os seus softwares piratas sem medo do risco de serem pegos pela fiscalização.
Há uns 3 anos atrás eu trabalhei em uma certa Faculdade de Medicina onde existiam mais de 200 PC's com Windows, Office e vários outros softwares piratas, sem licença, instalados. Até que um dia a fiscalização resolveu visitar a faculdade... Imaginem a "maravilha" que foi!
A faculdade, antes de receber a turma da fiscalização, prezava a seguinte frase quando perguntada sobre os softwares sem licença: "Infelizmente nós não temos como comprar licenças para todas as máquinas".
Como assim??? Uma das instituições de ensino superior mais caras de Minas Gerais, com mensalidades acima de R$ 2000 e quase 1000 alunos matriculados não ter dinheiro para comprar licenças é simplesmente o cúmulo. Ah! Só pra constar, esta instituição não tinha fins lucrativos.
Mas voltando ao assunto... O mais engraçado foi quando a fiscalização disse que a multa seria 5 vezes o valor de cada reprodução de software pirata instalado. Na época eles até foram bonzinhos com a faculdade, deram um prazo de 30 dias para regulamentarem a situação e, se depois desse prazo tudo estivesse corretamente licenciado, a multa seria perdoada.
E para quem não tinha dinheiro para comprar licenças, até que a Faculdade agiu bem rápido. Licenciaram todas as máquinas e aprenderam a lição.
Na universidade onde estudo os micros são equipados com o "free windows" e olha que ela é pública...
Antes "arranjar" dinheiro pra licenciar todos os pcs 1 vez do que para licenciar todos eles, 5 vezes.
Obvio que agiram rapido huahuhauhua xP
(Não que eu esteja defendendo nada, é que é uma simples questão de logica, qualquer um saberia que 500.000 reais é mais barato que 2.500.000)
e, nota-se que eles tinham dinheiro xP
mas isso é aquela velha historia que leva aquela velha discução que já teve aqui umas 3 vezes, no minimo
Eu conheço uma história diferente...
Uma certa faculdade também tinha em todas as máquinas dos laboratórios, softwares piratas. A fiscalização bateu na porta da faculdade e exigiu que regulamentasse tudo em 30 dias. O reitor mandou retirar de todas as máquinas esses softwares e instalou linux e os softwares frees correspondentes da versão windows. Em 30 dias a fiscalização voltou e deu de cara com aquilo, rapidinho negociaram um preço irrisório para licenciar todos os softwares, inclusive o windows.
A faculdade de que ouvi falar fica em minas gerais. Mas não sei se é verdadeira a história.
se for verdadeira, foi muito boa a ideia do reitor.
Mais engraçado ainda seria se ele recusasse a oferta dos fiscais e mantesse tudo Linux e free. Ia ser um belo de um tapa na cara xD
1 mês pra regulamentar? Bem que podiam quebrar a cara dos fiscais instalando Linux
.
Não adianta, não é só o Windows, onde ficam as cópias piratas do Corel, Pagemaker, Autocad, Office e outros?
O pior é que todos esses softwares possuem versões educacionais, fazem patrocínio, fornecem cópias com valor MUITO reduzido, para instituições de ensino. É do interesse deles que esse conhecimento seja disseminado, mas o cara prefere ficar na ilegalidade a pagar uma licença educacional ou negociar um desconto ou parceria.
Então, aguenta.
Bem lembrado!
O Senac tem cópias originais de todos os softwares que ela utiliza em seus cursos. O Iniciar >> Programas retorna uma lista dos principais softs pirateados por aí, como Auto Cad, Pacotes inteiros da Adobe, Corel e Macromedia, todos na versão educacional.
É claro que alguns pacotes estão desatualizados, como o Pacote 9 da Corel, mas como os principais comandos pouco mudam, é suficiente para o cara aprender "dentro da lei".
É o fim da picada, pra não dizer outra coisa...
Lembro do tempo em que estagiei na USP (mais exatamente na FIPECAFI, que era uma Fundação) e da solicitação pra compra de softwares... nunca tive problemas de demora na aquisição de uma licença educacional. E sinceramente, não cola essa historinha de que a instituição não tem grana...
Exemplo prático: Hoje em dia uma cópia da última versão do Corel (X3) sai por volta de R$1.200,00, já a versão educacional sai por 10% desse valor... exatamente R$120,00. Ou seja, se não legaliza é por que é pilantragem e merece sofrer as conseqüências...
qdo a agua bate na bunda...
heheheheh...
=DDD
Nesse caso há dois pontos, digamos "de praxe":
Os 30 dias que voce citou é de praxe, é dado a todos os usuários que são pegos usando software ilegal.
E outro ponto, por ser uma instituição filantrópica e de ensino, normalmente a M$ oferece um pacote para a instituição. Eu sei pois já ví isso algumas vezes. É pago um cd com o Windows e outro com o Office e a licença é liberada para todos os computadores da instituição. É a licença educacional citada acima pelo msales.
No fundo eles não querem multar, querem ter M$ instalado e legalizado para dar o exemplo, principalmente em ambiente educacional.
É isso.
Microsoft Academic Alliance.
Não há motivos para NENHUMA instituição de ensino usar software pirata da Microsoft. Esse programa acadêmico viabiliza literalmente centenas de cópias de programas da Microsoft para alunos matriculados e professores, para cada departamento cadastrado.
Por exemplo, a Silva & Silva Faculdades Integradas paga US$ 4785.00 a cada 3 anos, e isso permite que todos os alunos, funcionários e professores do departamento cadastrado levar pra casa cópias do Visual Studio Professional 2005, SQL Server 2005, Windows XP Professional, Microsoft Visio for Enterprise Architects, Windows 2003 Server, Microsoft Project, Project Server e mais de 50 pacotes de software.
Tudo licenciado, original e baixado direto do MSDN. Se o valor é considerado alto, pode-se optar pelo plano anual. O mais impressionante disso tudo: vários departamentos de ensino superior jamais ouviram falar disso e nem procuraram saber. Preferem fazer a rede piratinha.
moardib,
Então essa Microsoft Academic Alliance possui pacotes diferenciados. Onde curso o ensino superior, se não fui mal informado pelo pessoal da secretaria, eu posso retirar o Windows XP Home e o Visual Studio Express Edition gratuitamente.
O que me causou estranheza, pois o último eu sempre pude instalar de forma legal e gratuita, bastando baixar e instalar.
E sendo bem sincero, pra largar o Ubuntu, ou mesmo para manter um Windows instalado numa partição da máquina, eles teríam que me oferecer no mínimo o Professional.
Estranho mesmo. Os administradores dos sistemas da própria faculdade são os responsáveis pela distribuição. Aproveitei o assunto e fiz um post.
__Acredito que para Workstations monofuncionais, não há motivo para piratear: A solução é instalar Ubuntu mesmo. Porque essas máquinas só precisam de software para navegação, Office e Mensageiro isntantâneo. Sendo assim, com os devidos ícones na área de trabalho Acho que não há nenhuma dificuldade na utilização dos aplicativos.
__Br-Office anda muito maduro e regionalizado, também. Acredito que o problema fica nos aplicativos ditos "insubstituiveis", como o Corel, Photoshop etc. Mas esses softwares geralmente rodam em redes dedicadas, como estações multimidia.