- Feed completo
- Feed dos comentários
- Feed do Fórum
- Feed Canal Games
- Feed Canal Fotografia
- Feed Canal Mobile
- Receba o Meio Bit via e-mail
Mantenha-se informado sobre as nossas novidades com nosso newsletter semanal, todas as segundas-feiras
Um dos motivos que me fez ir à Bossa Conference, além do delicioso bolo de rolo que ganhamos da organização foi perceber que era um evento voltado para desenvolvedores, tanto independentes quanto de empresas envolvidas de verdade com projetos Open Source.
Gente que ganha dinheiro, vive bem e efetivamente contribui, tanto com projetos próprios como para projetos de terceiros.
Vi gente revoltada com os freetards que atacam a Apple. Segundo quem entende mais do que eu, a Apple contribúi muito para o Webkit, e este melhorou bastante depois que os patches de Cupertino começaram a aparecer no CVS.
Vi muita gente feliz por ver um evento onde efetivamente coisas aconteciam, projetos eram lançados, atualizados e compartilhados. Um dos muitos gringos, responsável por uma biblioteca cascuda, que estava causando alguns problemas no Canola se ofereceu para resolver ali mesmo os problemas. "me arruma um canto lá no INDT, em uns dias eu resolvo o problema".
Nas palavras de um dos participantes, ali não havia "Che Guevaras digitais", somente gente que botava a mão na massa.
A posição oficial da Free Software Foundation é que o Software Livre NÃO é alinhado com nenhuma doutrina política, muito menos é um meio para acabar com o capitalismo. Eles sabem que em países como o Brasil esse viés ideológico é sustentado, inclusive por políticos E por estudantes imberbes em busca de uma causa, visto que são uma geração sem muito o que lutar.
O problema que isso causa? Isso atrasa MUITO a adoção do Software Livre pelo mercado. Nenhum empresário vai adotar algo que um monte de freetards vermelhos alardeia como uma ferramenta para acabar com o capitalismo.
Mais ainda, isso cria a ilusão de que simplesmente encher a orelha dos outros com "use software livre use software livre use software livre" basta, quando a melhor forma de convencer alguém a usar software livre (na verdade qualquer software) é mostrar uma solução melhor que a que o sujeito está usando no momento.
Somente os freetards mais radicas" class="" title="">dicais acham que um discurso de meia-hora é mais eficiente do que 5 minutos demonstrando um Firefox cheio de plugins.
Pior: Como no Brasil grande parte dos defensores mais ferrenhos do software livre NÃO são desenvolvedores, temos uma situação a meu ver ridícula, onde o sujeito enche a boca dizendo que contribui para N projetos, e na verdade só faz tradução.
Um empresário, que preferiu permanecer anônimo, reclamou disso. De duzentos currículos clamando "experiência em projetos de software livre", 199 se resumiam a "contribuiu para tradução".
Isso é muito, muito, muito pouco. Isso literalmente qualquer um faz. O que o software livre (e qualquer software, aliás) precisa é de DESENVOLVEDORES.
É, o Ballmer está certo. Developers, developers, developers. Mexa seu traseiro gordo, comece a aprender a programar. Aprenda direito, para não produzir lixo. O Sourceforge está cheio de coisas inúteis. Desenvolva bom código, corrija e melhore projetos existentes, crie seus próprios. Aí sim você estará realmente contribuindo. Inclusive para si mesmo, pois o mercado transborda de tradutores mas carece de bons desenvolvedores.
Concordo com este artigo. E fácil falar essas ladainhas sobre software livre nos libertar assim como é fácil se dizer comunista ou socialista e ir no Mc'Donalds com seu Nike falar sobre Karl Marx.
Seres assim só atrasam as coisas.
----------
Ricardo Serathiuk
Nada me tira da cabeça a idéia de que esquerda mundial hoje se resume a meia duzia de vagabundos, digo, desenpregados, que tenta culpar um terceiro pela sua vadiagem, digo, desemprego.
Essa gente que não pensa em ganhar dinheiro com o que faz, alem de tudo inflaciona o mercado e desvaloriza salários... pois em geral, terminam a vida traduzindo softwares comerciais, em troca de centavos.
Otimamente dito, caro Cardoso. O objetivo do software livre ser... bom, livre, é incentivar o desenvolvimento, não apontar culpados pela desgaça mundial e criar ideologias políticas pseudo-utópicas!
Algum dia até eu irei contribuir efetivamente. Por ora, ainda é tempo de aprender mais...
Bruno Guedes
-- Toupeira Profissional
-- Universitário
-- Bloguista
"Boa Noite e Boa Sorte" (Edward R. Murrow)
e nada mais atrativo para os desenvolvedores do que GRANA. é por isso que o apoio de empresas como a Nokia e gente com dinheiro e disposição pra efetivamente produzir algo vale muito, muitíssimo mais que todos os freetards da terra juntos.
ATÉ o stallman sabe disso. e não sei de onde que se tirou essa idéia idiota de que software livre tem alguma coisa a ver com anti-capitalismo..
Ótimo Cardoso!! Tamanha verdade não poderia ser dito com tanta clareza de outra forma!!
Logo no inicio da segunda parte do meu artigo sobre desenvolvimento citei isso.. (Agora vou trocar por um link para esse seu artigo). É muito importante colocar a mão na massa, traduzir é importante, mais não é o que o mercado procura!
Claro, daqui 1 mês todo mundo vai esquecer isso, e vai dizer que você não sabe nada de SL e que só gosta de reclamar!!
Mesmo assim, só esse seu post ajudou mais o SL que muita gente diz ajudar!!!
-----
No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.
Henry Wadsworth
Como você foi otimista ao dizer que vai levar um mês pra esquecerem este texto!
Acho que vai ser só o Cardoso escrever uma critica que tudo volta ao normal! (dizerem que ele não endente nada de SL e que só gosta de reclamar)
______________________________________________
Assinatura?
Nem pensar, não entenderiam minha letra!
Minha sorte e que meu Blog não é manuscrito!
Não passa de 10 posts.
"Gente que ganha dinheiro, vive bem e efetivamente contribúi, tanto com projetos próprios como para projetos de terceiros."
"Segundo quem entende mais do que eu, a Apple contribúi[...]"
Duas vezes no mesmo texto é demais, Cardoso...
Como diabos o corretor do Firefox deixou passar isso? Eu odeio essas bostas open source!
HUahuahuuha
Bom artigo Cardoso.
hehehehe
Apesar do assunto já estar meio batido, algumas coisas ainda precisam ser ditas, este artigo é um exemplo disso.
Quanto ao corretor, deve ter sido problema na tradução
Compulsivo
Já descobri o problema. Era BIOS.
Não tenho nada de interessante a acrescentar, só que eu tinha que dizer isso:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Obrigado, podem voltar à programação normal.
__________________
A abordagem do Leandro na arte de blogar
asuhuashusuahdhas
Aleluia! Quando soube que você iria no Bossa esperei por um post assim Cardoso. Pelo menos não lembro de um post aonde você falava seriamente sobre esse problema. Um assunto alias que se perde muito tempo discutindo só por causa de gente assim, freetards.
Sempre acho e sempre acharei que o que vou utilizar vai depender do que se encaixa melhor com minhas necessidades. Se é livre, aberto, que seja, não vai fazer a menor diferença se for ruim.
http://www.mundovoip.org/
De freetards em Brasília estamos cheios, que querem empurrar a todo custo o SL ao povo sem ao menos informar do que se trata, não querem dar o mínimo de informação sobre o quão ele pode ser melhor que o SP.
Eu prefiro ficar aqui --> http://21horas.org
Sério? Só conheço 1 por aqui...
Acho que estou com sorte!!
-----
No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.
Henry Wadsworth
Esse texto deveria ser pinado e enviado a todos os participantes do evento.
E também a todos os fanboiolas freetards e afins.
Parabéns Cardoso, de verdade. "Favoritado" aqui
Devia ir pra capa o BR-Linux.org...
Compulsivo
O artigo é interessante, mas é incoerente ao afirmar, mesmo que atribuindo a um participante do evento que :"ali não havia "Che Guevaras digitais", somente gente que botava a mão na massa."
Absolutamente nada me agrada no Che Guevara, mas deve-se levar em consideração o fato de que ele morreu na selva, atuando numa guerrilha, ou seja, ele estava efetivamente atuando, colocando a mão na massa, ele, ao contrário dos seus atuais "seguidores", não ficava no discurso.
Interessante a constatação de que o open source precisa de desenvolvedores, e não só de gente que "compartilhe a idéia". Não basta ser simpatizante, tem que ajudar de fato
Só pra constar: o contador de artigos "eu sou anti freetard" marca agora: 5476876435435437387687368768768767676786879873651478969879 artigos publicados no meiobit com essa temática
www.panoramainternacional.com
Espero que nenhum freetard siga esta sua definição de "mão na massa", e resolva invadir a sede da Microsoft para resolver o problema do software livre no tiro.
Guerrilha não é mão na massa. A menos que esteja endossando que as FARC podem sequestrar inocentes em nome da causa, ou o Osama tenha agido no seu direito ao enfiar os aviões no WTC. Quem define qual das causas é mais válida? Quem é dono da verdade para afirmar que os terroristas não estariam certos?
No caso do SL, antes de defender, é fato que se deva ajudar. Isso deveria ser de lei; é a mesma situação do ministro lá do Hugo Chavez, que ficou sem resposta quando perguntaram "como o senhor defende os pobres e reclama do capitalismo usando ternos Armani", ou algo do gênero: De nada adianta falar e não fazer.
Che Guevara digital é uma colocação perfeita: É o típico freetard que acha que vai resolver tudo na guerrilha, na base da truculência e na encheção de saco. Acha que a culpa de "A" não dar certo é sempre do resto do alfabeto, e o mundo está todo errado porque não enxerga este óbvio.
Deste tipo de Dom Quixote que não se enxerga é que o brasil está cheio. Pra TUDO.
"Guerrilha não é mão na massa."
Leu mesmo o que o Panorama escreveu ? Ele parece ser contra Che, revolução, Cuba... mas só disse que o Che não ficou sentado falando, foi fazer, sendo errado ou não.
Se Você fazer o que se propõe ao invés de falar não é mão na massa...
Calma, fala mal do que não gosta, mas não distorce os conceitos.
E misturar FARC com o que Che fez... forçação batida essa hein.
E um freetard pregando contra os softwares proprietários não é bem semelhante a alguém com uma arma tentando impor seus ideais a força ?
Não se trata de ser contra Che, nem contra revolução. E sim deixar claro que sair por ai atirando como o Che fez não é "mão na massa", como ele disse.
O que o Che Guevara propunha era o "socialismo", para simplificar. Ele não foi lá fazer socialismo, ele foi lá fazer guerrilha para que, depostos os governantes da época, pudesse implantá-lo.
Do mesmo jeito que um freetard típico propõe o "software livre", atacando os ideais e softwares proprietários, pois pensa que só assim, depois que o windows e o mac estiverem "extintos" (leia-se, quando o tal modelo proprietário morrer), aí sim o SL poderia prosperar.
Poderia discutir contigo horas sobre o porquê isto não é uma forçação de barra. Porém, isso não é um blog de política, é um blog de tecnologia. Contudo, comparo SIM as duas viés ideológicas neste caso. E "batido" é a velha mania de colocar o Che num pedestal e esquecer do "exército" que ele comandou, que é quem venceu a batalha. "Che" não fez nada.
"Ele não foi lá fazer socialismo, ele foi lá fazer guerrilha para que, depostos os governantes da época, pudesse implantá-lo."
Isso É mão na massa. Simples assim. Você acha abominável, que era socialismo fajuto, comuna dos brabos, não interessa, foi ação, não discurso de bar.
'E "batido" é a velha mania de colocar o Che num pedestal e esquecer do "exército" que ele comandou, que é quem venceu a batalha. "Che" não fez nada.'
Olha, ultimamente tem-se visto o contrário, tentativa de desmancar qualquer coisa que ele fez. Isso é suspeito, quando dizem que alguém não fez nada ou tudo. A Veja que vem com essas, sendo que dez anos atrás publicou um artigo exaltando o Che, mudou o editor mudou a realidade ?
E isso do Che não fez nada e sim seu "exército"... se for por essa lógica, nunca vai se falar de nenhum comandante, general, presidente, e sim, enumerar um por um dos soldados.
Mas tá ficando muito off topic mesmo.
Por isso que eu torço para nenhum freetard levar este conceito de "mão na massa" a sério: Atentados contra o Steve Jobs, invasão da sede da Microsoft...
Parte-se do princípio que a situação do SL frente o software proprietário é semelhante a situação do Che na época da revolução cubana: Não haverá evolução plena do SL, porque as grandes corporações irão barrar usando FUD e o poder que possuem. O código da maioria absoluta dos programas jamais será aberto usando este modelo que usamos hoje. É uma "luta perdida" na cabeça de um freetard. Não há meios de se avançar enquanto a situação for esta, então, o que fazemos?
Continuamos a traduzir e programar, ou viramos Stallmans e vamos a luta para "limpar o campo"?
Você está interpretando a expressão literalmente. Traduzindo "mão na massa" por "trabalho manual em prol do objetivo".
Simplesmente me referindo ao caso citado do Che. Ele não foi um teórico, foi pra luta, isso é "mão na massa".
Não estou dizendo que se deva fazer nada disso no Software Livre X proprietário. Ou na política em geral.
Simplesmente o fato de agir!
Quer falar de política, fale, mas distorcer até um conceito simples, que dureza.
E se fizessem? Estão "botando a mão na massa", não? Fazendo exatamente o que o Che fez.
Por isso que eu estou insistindo no fato que vocês estão interpretando "ação" da maneira mais literal possível. Fez algo que não seja falar = ação.
Eu interpreto ação de modo diferente. Para evitar confusões e brechas do tipo as sua, que estende "mão na massa" a toda e qualquer coisa que não seja ficar apenas falando, restrinjo a mesma ao escopo da situação.
"Mão na massa", no caso do FS, seria produzir algo e vê-lo triunfar pela competência. No seu caso, poderia ser um governo que baixa uma portaria proibindo software proprietário dentro das repartições públicas, poderia ser a turma da USP invadida arrancando windows dos computadores e instalando linux por cima; afinal, são "ações", são "mão na massa", e isso é inegável.
Isso é um conceito simples pra quem é simplista, só isso.
Você pode entender muito de software, open source, software proprietário. Mas, com todo respeito, de história e política tu está muito mal. Sem falar que haja imaginação para alguém atentar contra a vida de alguém pela GPL ou outra licença livre ou aberta qualquer.
Eu me pergunto até que ponto você levou literalmente os exemplos de conceito que eu dei.
Interpretação de texto ajuda.
Sobre as alegações sobre história e política, me reservo no direito de nem discutir. Você nem me conhece nem nunca conversou comigo para afirmar tal coisa.
Quando um OpenSoure é bom e não apresenta a restrições ridículas da GLP3 ele é adotado em larga escala e eles geralmente dão retorno financeiro.
MySQL,
FireFox,
Samba,
WebKit
freeBSD (kernel),
Linux (kernel),
OpenOffice,
Gimp,
Blender
e muitos outros são exemplos disso.
Em geral os bons projetos e produtos são compilados para as principais plataformas e não ficam preso a um ambiente por ideologia, eu pessoalmente sou favorável ao softlivre porém não sou radical e acho que a associação dos 2 muito bem vinda um dos maiores exemplo disso é o Mac OS X onde ele se apóia em tecnologia opensoure para não reinventar roda veja o seu kernel o Darwin que foi baseado no freeBSD e tem seu código disponível,além disso eles utilizam outros projetos como o Samba, mysql e o WebKit (base do Safari).
Um produto opensoure tem que ser apresentado como um produto não uma ideologia veja o FireFox amplamente adotado em plataformas livre e proprietária, e essa adoção se deu porque o produto é bom e não livre.
Eu concordo com o Cardoso se alguém estiver enchendo o saco para se adotar software livre por ser livre participe de um projeto decente e trabalhe nele.
Ótimo texto, Cardoso. No brasil, infelizmente, realmente existem poucas pessoas contribuindo com código. Mas também acho que isso não torna menor o papel dos tradutores, empacotadores, divulgadores, etc.
Acho que é tudo uma questão cultural. Tem muitos programadores bons no lado Open Source e não sei porque eles não contribuem com código. Talvez seja a barreira da língua (já que inglês é o padrão para bugs, patches, comentários e tal). Sei lá.
--
Computadores fazem arte, geeks fazem dinheiro
Acho que não é falta de bons programadores e sim a razão entre defensores e desenvolvedores. O exemplo do artigo mostra a penúria de 200:1.
Se você conhece 3 caras com habilidade de programação para um projeto open, existem
597 que conseguem traduzir, mas não sabem codificar. A barreira do idioma, para o brasileiro, é bem capaz de ser um limitador: documentar, programar e comunicar-se BEM em inglês é diferente.
Não só há o problema de ter muito tradutor, mas há muito tradutor ruim por aí, que não pesquisa os termos a serem traduzidos antes de botar a mão na massa.
Há muitos programadores por aí, mas a grande maioria não passa de javeiro que não sabe decodificar um binário ou hexadecimal. Pior ainda são aqueles que sequer sabem inglês e querem ser programadores.
------------------------------
Campanha Play Ogg
Gostei muito da parte do "não são guevaras digitais".
É uma imagem que já me dá náuseas, apesar de não ter muitas primaveras.
O cara lê uma página de comunismo, compra uma camisa do guevara, compra (ou baixa) uma montanha de CD do marley (se enche de merda (droga tb) TB), escreve palavra de ordem (que ouviu... NEM se deu ao trabalho de ler) no corredor da faculdade, vai pra lapa bebe e entra em discussões inúteis pra provar que é de esqueda, para a música no meio da choppada pra citar um texto esquisito, e por fim descobre o que é OpenSource (lê a primeira linha) e associa TUDO ao estilo de vida patológico dele e emporcalha também esse espaço.
Leva pau na prova e fica 20 semestres pra se formar (tá fazendo o que ali mesmo?).
-----------------------------------------
Só a mudança é permanente.
Pior: Como no Brasil grande parte dos defensores mais ferrenhos do software livre NÃO são desenvolvedores, temos uma situação a meu ver ridícula, onde o sujeito enche a boca dizendo que contribui para N projetos, e na verdade só faz tradução.
Considero uma tradução bem-feita como uma contribuição válida -- na nossa área, um inglês perfeito é essencial, mas projetos destinados a usuários "normais" (Firefox, OOo, etc.) precisam de traduções.
O problema é que os agitadores sequer traduzem.
O problema é: Quantas línguas um software terá ? Umas 50, no máximo?
A tradução é uma válvula de escape fácil pro freetard ficar em paz com sua própria consciência, tal qual doar pro Criança Esperança deve fazer um muquirana mais feliz, e achar que fez a sua parte. O mané vai lá e traduz (mal, muitas vezes) cinco stringzinhas e pronto, já quer seu nome no projeto e os dividendos.
Não precisa ir longe não: O HURD tá lá implorando por desenvolvedores que queiram ajudar.
Boa, Cardoso, agora eu só preciso enviar esse texto pra todos os freetards que eu conheço.
só pra saber: o Fedora 9 não vai ter mais instalador de codecs proprietários
[abrace a campanha "Eu não vou criar uma distro Linux"]
[Petição para o Windows 7 suportar apenas 64 bits]
Olhando por este ângulo, o Ballmer não daria um ótimo Pinguim em algum filme do Batman ?
O problema é que possivelmente, os freetards boicotariam o filme...
Haha, eu sabia, eu sabia. Aquela cara do Ballmer nunca me enganou.
Transpira feito um porco numa sauna, também.
Mas ainda parece mais limpinho do que o Stallman.
E que ao contrario do Stallman, o Ballmer deve tomar banho né?
______________________________________________
Assinatura?
Nem pensar, não entenderiam minha letra!
Minha sorte e que meu Blog não é manuscrito!
Por que será então que a FSF defende o fim das patentes de software ? Pelo que sei, a propriedade privada é um dos pilares do capitalismo não é.
Pelo visto vc não conhece nada sobre patentes de software, nem que no Brasil (e na maior parte do mundo) as patentes de SW não são válidas. Exceto nos EUA e na França, SW é protegido por leis de copyright.
As patentes de software são um problema para o próprio capitalismo, elas atravancam o crescimento das empresas, ainda mais as patentes genéricas.
pois é, e isso é tão óbvio, mas complexo demais pra mente preguiçosa de um freetard.
Gostei muito da parte do "não são guevaras digitais".[2]
Excelente post!
Concordo com o texto. Em todas as áreas é muito mais fácil criticar do que fazer algo melhor.
O que me chamou a atenção na matéria foi a foto do Dirty Jobs... o Mike Rowe é muito foda
Falando em Che-Guevara, é interessante, alguem que lutava pelo comunismo depois de morrer vira ícone anti-capitalista sendo vendido em camisetas capitalistas
Viva la revolucion, huh?, nah, vamos comprar camisetas e falar merda, assim lutaremos pela comunismo.
nota curiosa: Materiais anti-capitalismo: recordes de venda no primeiro bimestre de 2008
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/03/4...
Esse comentário foi totalmente irrelevante...
Muito bem dito. Eu uso o software livre muito e gostaria de participar mais. Estou tentando arrumar um tempo para aprimorar minha programação, e apoio isso. E creio que além de desenvolver, saber medir as palavras contribuem bastante com o enriquecimento do movimento
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Não tenho como assinar, eu não tenho BLOG
"O Sourceforge está cheio de coisas inúteis."
Isso é uma coisa que não diz nada.
O SF é como qualquer outro grande repositório de Software, cheio de lixo, com algumas coisas de ponta, muito usadas. Não é diferente de "Superdownloads e BaixaAquis" da vida.
Mas isso é detalhe, no geral está muito bom o artigo.
Que ficar só falando não adianta é fato, só é perigoso achar que SÓ sentar a bund@ e programar é efetivo.
Peguemos os softwares que já são bem maduros(claro, podem melhorar):
PostgreSQL e OpenOffice, por exemplo
Não servem para todos cenários, mas atendem a muitos de forma plenamente satisfatória.
E daí ? Ficar quietinho usando esperando que os usuários venham como abelhas ?
Isso é bem a idéia do "Campo dos Sonhos". O Evangelizador pode ser chato, mas é necessário.
Gente que incomoda para que o governo compre e instale Office SÓ onde necessário deve sim ser admirada.
E quem define onde é necessário, ou não?
Exato, boa colocação.
Se ninguém define, é melhor então deixar o Fornecedor decidir?
Aparte alguma teoria freetardística de conspiração global, suborno, e um possível pacto com Baphomet, quem decide é sempre o comprador.
E uma pequena pergunta nas repartiçoes públicas obrigadas a usar o OpenOffice compulsóriamente responderia sobre a opção preferida.
"E uma pequena pergunta nas repartiçoes públicas obrigadas a usar o OpenOffice compulsóriamente responderia sobre a opção preferida."
A boa e velha sabedoria popular? Deus nos ajude.
O que eu quis dizer com "necessário" é onde o OpenOffice não supra o que é feito no setor onde é usado.
Por exemplo, se um ministério tem 1000 funcionários, cada um com seu PC. No setor X, com 100 funcionários, tem .DOC ultra complexos que quebram em outro Programa. Ok, sem jeito, dá-lhe MS.
Agora, nos outros setores, nos 900 pcs restantes... Não precisa, não usa algo que é bem caro.
Deixar a secrataria decidir.... ela vai dizer "ah, estou acostumada com o ícone ali".
O argumento dela não é muito bom.
O que você falou está plenamente correto.
Agora, quem julga isso?
Porque, o que eu vejo é um monte de gente de fora, que nunca nem pisou na tal repartição, presumindo o trabalho que elas fazem e a necessidade do mesmo.
Quando o governo fez aquela licitação para comprar não sei quantas licenças do office, eu lembro de todo mundo descendo a lenha, e ninguém se perguntando as questões técnicas que levariam a aquela aquisição.
Note: eu NÃO estou dizendo que elas eram necessárias, nem desnecessárias. Só dizendo que o pessoal pró SL só leva os próprios argumentos em consideração, quando ocorre tais disputas.