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Num blog até então desconhecido para mim, o autor relatou de maneira bem clara algo muito interessante: o principal erro do software livre. E do Linux, conseqüentemente.
Sem nem transcrever, uma única frase resume todo o artigo:
"O que acontece é que o tal “movimento de SL” é composto por pessoas muito chatas. Muito chatas! De xiitas que ficam demonizando a microsoft e os softwares pagos. Ficam com frases do tipo: “eu sou livre, seja livre vc tb”, “consegui usar o windows por 3 minutos sem travar rsrsrsrs” e essas coisas."
Realmente. O MeioBit mesmo já foi palco de várias discussões com gente que se encaixa na descrição do autor, e o brinde da insígnia Troll não foi criado por acaso. Poxa, pessoal... comecei a usar Linux em 2003, numa época que demonizar a Microsoft até fazia algum sentido: nós não tínhamos softwares e nossa compatibilidade era extremamente porca. E ainda houve épocas mais tenebrosas! Usar Linux deveria ser tão agradável quanto usar o MenuetOS, talvez pior. Os usuários Ubuntu que estão chegando agora nem sabem dos problemas que enfrentamos para que eles pudessem receber tudo mastigado e funcionando.
Será que essas pessoas (fanboys, claro!) não percebem o quanto o xiitismo e o radicas" class="" title="">dicalismo ideológico prejudicam a imagem do sistema operacional? Empresas adotam Linux não por ser livre, por que é bonito ou por que o Windows trava e todo mundo sabe disso - bem menos do que antes, sem qualquer sombra de dúvida. Hoje, empresas usam Linux (e não GNU/Linux) pois o sistema oferece mais vantagem na prática (incluindo o custo) do que o sistema da Microsoft. 99,9% das empresas que usam Linux não alteram o código de fonte de seus programas, mas adquirem licenças com a RedHat, Novell e Mandriva para que o sistema funcione e tenha garantia de suporte numa falha eventual. Elas pagam por isso.
Fico estupefato vendo pessoas que se intitulam usuários do sistema há 7, 8, 10 anos, e com mentalidade de adolescente-rebelde-socialista-protestando-da-janela-do-apartamento-em-zona-nobre. Homens feitos, 35, 40 anos. Pessoas assim deveriam saber de cor e salteado como as coisas funcionam, que o mundo não é lindo e maravilhoso, e que a idéia de software livre pregada pelo Stallman não é aplicável ao meio corporativo.
E o pior é que, essa turma de empolgados faz tanto barulho que quem acaba se prejudicando é quem realmente desenvolve, implementa e vende o sistema, quem empurra o Linux pra frente. Já não passou da hora da "comunidade software livre" amadurecer, abrir sua mente para novas tecnologias (inclusive da Microsoft) e parar com a utopia? O Linux ia crescer muito mais.
Texto Perfeito......
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Muita Pimenta para sua vida!
Primeiro Pro-Comenter da Blogosfera Brasileira.
Meu ou do Pai D'égua?
O seu cara. Tive uma discussão parecida alguns posts atrás, quando eu defendi que os próprios fanboys do pinguim mancham a imagem do sistema operacional.
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Só a mudança é permanente.
O seu....
Subiu bastante no meu coceito, ainda mais por ter vindo de um usuario linux, é dificil achar um que encherga o mercado do jeito que ele é.
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Muita Pimenta para sua vida!
Primeiro Pro-Comenter da Blogosfera Brasileira.
Pô, valeu Rocky.
Isso mostra seu preconceito contra usuários Linux. Basta dizer que usa esse SO para ser tachado de fanático, xiita e outros termos do tipo. Toda generalização é burra.
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Campanha Play Ogg
Infelizmente para mim todos os usuários do Linux são xitas até que provem o contrario...
E não venha me chamar de fanboy MS pois utilizo Linux também além do OSX no meu MacBook...
Esse pessoal do linux deveria conversar mais com profissionais de TI para entender qual é a realidade do mercado....
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Muita Pimenta para sua vida!
Primeiro Pro-Comenter da Blogosfera Brasileira.
Em contrapartida você caiu no meu conceito....
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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.
Em contrapartida você caiu no meu conceito....[2]
Eu decidi abandonar termos, jargões como:
Xiitas, Sonistas, Mactards, Wintards, Freetards, e outros que generalizam.
Espero que façam o mesmo, não respondo mais quem utilizar estes jargões.
Voce se revelou uma pessoa preconceituosa.
É uma pena.
Seguindo o seu conceito você é um xiita! Porque generalização e preconceito são pré-requisitos de xiitas...
Leia o Texto
I Work All Night, I Work All Day, to Pay de Bills I have to Pay
Ain't it sad
Acho que ambos os textos estão excelentes ! Cada um expressou o seu ponto de vista, mas ambos se complementam.
Parabéns por ter escrito um texto tão claro e objetivo !
Pois é, bastou escrever "Micro$oft" nos comentários que já cai em 50% no meu conceito.
E quando escreve freetard, opentard,... cai alguma coisa ?
De linuxer para linuxer. Realmente um desabafo muito coerente com a realidade que vemos por aí.
Disse antes, digo de novo: o que f&@#$ o software livre são os xiitas.
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Viagens e trabalho: http://flybywire.librian.net/
Dicas, histórias e reflexões na sala de embarque
Como dizia um antigo ditado popular que hoje já não tem muito sentido.
"Este comportamento queima o filme do produto"
Acho que o que mais "queima" a imagem de um produto é quem o administra, ou seja, qualquer SO ou servidor pode ser excelente, desde que bem configurado.
O problema todo é que tem muitas corporações (inclusive grandes) que contratam "profissionais" em Linux ou Microsoft para configurar seus servidores, aí a performance/segurança não fica lá essas coisas, daí a empresa fica com uma visão ruim do produto. Já vi isso acontecer tanto com Linux quanto com Windows + IIS.
Existem vários datacenters que sequer tiveram uma invasão em servidores Windows ou Linux, por um simples motivo: profissionais de verdade atuam na instalação/manutenção do produto, seja ele qual for.
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"Uma pessoa inteligente resolve um problema, um sábio o previne." Albert Einstein
Um dos meus mestres me disse uma vez: "Quem faz o sistema é o administrador".
Usei Linux de 1996 até final de 2006 como principal OS.
Nunca fui um ferrenho protetor do Linux, nunca achei o melhor sistema do mundo (quem diz isso não sabe o que esta dizendo), já contribui para vários projetos, inclusive KDE e Enlightenment. Mas, hoje já não o uso tanto, nem o tenho mais instalado nas minhas maquinas pessoais. Acho que ele é um bom OS Servidor, mas péssimo para Desktop. Aliás estou migrando todos os sevidores Linux para FreeBSD e OpenBSD.
O meu desgosto pelo Linux, começou quando percebi que independente de quantos anos se passava, ele continuava sendo um OS preso aos modos antigos de se fazer as coisas. Independente de quantas versões saisse, o Linux continuava sendo um OS mais ou menos para Desktop. Daí percebi que, o que eu realmente gosto é de Opensource e não do Linux.
Creio que o Linux nunca vai ser bom em alguma coisa específica, ele é mais ou menos no lado Servidor, mais ou menos no Desktop e mais ou menos nos Embarcados.
Que golaço.
O primeiro contato que tive com Linux, uma frase marcou um conceito que existiu por muito tempo. "O Linux é muito melhor pra rede e servidor". Quando eu comecei a usar, as pessoas ainda diziam que, até aquele momento o Linux havia sido focado em servidores, e estava se voltando pro desktop.
Pior que isso aconteceu, as facilidades no Linux Desktop avançaram muito de 2003 pra cá, nem posso tentar negar. Porém, o foco do sistema acabou ficando meio chacoalhado, e no ano passado, cheguei ao ponto de desistir do Linux em meu desktop e usar FreeBSD. Usei algum tempo e acabei voltando depois.
Porém, isso me fez perceber que não existe sistema perfeito, simples assim. (tá, demorei, nem precisa falar). Existem aplicações. O FreeBSD é meu sistema operacional predileto, mas não tem VMware, que é minha plataforma de desenvolvimento. Então se eu usar no desktop como sistema principal, eu fico simplesmente improdutivo. Mas, que um servidor FreeBSD sai melhor que um servidor Linux (também devido ao foco dos dois SOs) é indiscutível, exceto algumas outras coisas. Afinal, as aplicações fazem um SO.
Resolvi trocar os servidores (3 maquinas) para FreeBSD e OpenBSD porque são especialistas nas tarefas de servir, e eles não querem ser mais nada que isso. Tem um quarto servidor que ainda uso linux pois não fiquei satisfeito com a performance do FreeBSD para acesso intensivo ao disco, então estou aguardando o FreeBSD 7.
Mas no meu notebook e desktop, que uso para desenvolvimento e entretenimento, optei por Windows XP mesmo, porque jogar no Linux é uma piada.
Existe sim, e pra desktops ele se chama MS-DOS 6.22
Tá pra época né gente.
Ele nunca me deu um problema se quer.
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Muita Pimenta para sua vida!
Primeiro Pro-Comenter da Blogosfera Brasileira.
Por incrível que pareça:
O Windows 3.11 e o Mac OS 9 também nunca me deram problema. Sério.
O 3.11 não era um Sistema Operacional era apenas um interface gráfica e de arquivos no melhor estilo KDE/Gnome, logo raramente dava problema.
O OS X 9 eu não cheguei a usar mas o 8 era bastante estável.
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Muita Pimenta para sua vida!
Primeiro Pro-Comenter da Blogosfera Brasileira.
MS-DOS 6.22 e MS-Windows 3.1 com Extensões Multimídia
Meu primeiro PC tinha essas relíquias e nunca tive problemas (e comecei a programar usando o Visual Basic 4.0 nessa belezinha).
O conceito de perfeito pode variar de pessoa pra pessoa.
Na minha opinião um shell perfeito é aquele que suporta sintaxe de programação (desvios condicionais, variáveis, laços de repetição, deslocamento de bits, operações matemáticas, etc.).
Ou seja, na minha humilde opinião sobre perfeito, o MS DOS 6.x jamais seria perfeito.
Já pruma mosca, um prato de merda é perfeito. Cada um com seu cada um.
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"Uma pessoa inteligente resolve um problema, um sábio o previne." Albert Einstein
O shell do DOS tinha essas estruturas de programação (não sei qto a bit shifting e afins). Mas é uma sintaxe pra lá de tosca. Por isso pouca gente sabe que existia.
Quanto aos comentários de ser o melhor... tem de relevar, deve ser saudosismo de quando começaram na informática.
UPDATE: Que interessante, meus comentários sumiram. E não era um não, vários comentários. Algum administrador, editor ou aspone para dizer porquê ?
UPDATE2-A revanche: Foi mal, agora que vi que fizeram paginação nos comentários. Boa idéia, mas o sistema da página de Track fica prejudicado se eu ver uma página só.
Eu posso dizer que estou completamente saturado das duas coisas: tanto dos fanboys, que demonizam tudo o que não é SL, quanto das pessoas que não param de se incomodar com isso, além da conta até.
Talvez eu conviva pouco com o pessoal da tecnologia, e por isso, a minha experiência com ambos os grupos seja meio enviesada, mas o que eu posso dizer é que já vi muito mais textos reclamando dos fanboys do que fanboys sendo xiitas.
www.panoramainternacional.com
Tenho raparado isso também!
Nos últimos tempos, foram raras as vezes que me deparei com Fanboys Xiitas. Mas textos demonizando Fanboys xiitas(de s.o. ou qualquer outra coisa) se vê todo dia!
Será que não está se criando "Xiitas Anti-Xiitas"?
Talvez seria bom debatermos sobre assuntos que não tenham a intenção de "dar lição de moral" em ninguém.
1 - Talvez, (somente talvez), os fanboys xiitas estejam em extinção
2 - Tb acho que seria bom debater sobre outros assuntos. O problema é que não dá IBOPE
Estão-se criando sunitas anti-xiitas. Pessoas que procuram uma saída do estabilishment que não caia na lama do fanatismo.
Chato é ruim em qq lugar e ideologia.
Sou vegetariano mas arrumo briga com outros vegs pq eles ficam nessa nóia de dizer que "quem come carne é assassino", e outros xiitismos. Pura bobagem, cada um, cada um. Só continuo incentivando a mulherada do PETA a fazerem seus protestos nuas ahuehuahae.
Quando se tem certeza de que sua "ideologia" é a melhor, basta seguí-la e deixar que as pessoas te observem. Sempre haverá algum interessado. A esse, deve-se estar sempre disponível para tirar todas as dúvidas, mas sem a petulância de se considerar melhor do que os outros.
Cassio R Eskelsen
Na verdade os xiitas são uma pedra em qualquer "organização". Fundamentalismo não ajuda a avançar em nada qualquer movimento, e ainda acaba fazendo propaganda negativa dele. Pergunte pra qualquer muçulmano residente nos EUA, por exemplo. É, o problema do xiitismo está presente em tudo que é canto, e em lugar nenhum ajuda. No próprio outro lado também há os xiitas chatos, aqueles que crêem cegamente no bom Deus do mercado, como se fosse uma entidade transcedental. O problema de tudo são extremos, as pessoas parecem às vezes se perder no miolo da coisa. Qual o problema em respirar um pouco dos dois mundos? Vejamos, sou entusiasta do Software Livre, mas, como foi dito no texto, é impraticável no mundo corporativo. O money não é apenas good, até onde eu sei, é necessário, para se comprar comida, pagar aluguel, comprar roupas... enfim. Quem tá com a vida ganha é muito fácil falar pra usar software livre, que não tem diferença e etc. e tal. Mas quando a água bate na bunda, a coisa muda de figura, pois, se você lida com prazos, você buscará a ferramenta que faz o que você quer no menor espaço de tempo, e, se precisar pagar, você paga com muito bom gosto, pois o retorno virá muito rápido. É simples assim. A realidade é prática. Fazer elucubrações e teorizar sobre o software livre é importante, mas dentro da sua esfera (que, na minha opinião, é uma coisa mais acadêmica, mais filosófica por enquanto), e não tentar trazer pra uma esfera que ainda não tem as bases para tal aplicação.
Concordo em parte com o que você escreve. Realmente, quando se tem prazos, usa-se a ferramenta que se está mais acostumado para que o vil metal entre logo no bolso. Eu, que sou documentalista, normalizo teses e dissertações no Word (e sim, minha produtividade aumentou n% desde que adquiri o Word 2007). No entanto, processadores de texto não são as melhores ferramentas para normalizar trabalhos acadêmicos -- há o LaTeX, que me dá uma liberdade maior para centrar-me no texto, e não no controle de formato, reduzindo muitas vezes pela metade meu trabalho com textos simples. Mas não o domino tão bem a ponto de me desfazer do W2k7, o que me força a estudá-lo e quando pronto subsituí-lo. Tive que comprar por necessidade, quero substituir por necessidade.
E discordo quando você diz que o SL é algo para a Academia -- se assim fosse, as Universidades Federais teriam computadores rodando o Linux, ou os *BSD. Estudo na UFPE, e aqui, um projeto readequação tecnológica foi rejeitado pelos professores, pois eles usam Windows em casa e, se não tiver Windows no trabalho eles não sabem fazer nada. E aliás, só no Brasil a Universidade se adequa aos professores.
Quem pratica realmente uma ideologia não precisa dizer que o faz... O próprio jeito da pessoa já esclarece.
Pra mim quem faz muito estardalhaço por alguma coisa não a abraça realmente.
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Só a mudança é permanente.
É aquela história: Quem diz, não é. Quem é, não fala. Quem fala, não faz.
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Eu assinaria aqui, mas sou analfabeto.
É exatamente esses usuários xiitas que estragam a reputação do Linux.
E o pior são os slackers. Uma vez meu amigo slacker falou que "é melhor configurar o sistema todo manualmente, se não ele fica todo configurado errado".
Nessas horas eu me pergunto, como é que alguém pode perder tempo só pra configurar coisas que podiam ser feitas automaticamente, porque no Slackware você tem configurar a roda do mouse diretamente num arquivo de texto.
E ainda tem os defensores da "diversidade" do Linux em nome da "Liberdade", que combatem toda e qualquer forma de padronização, com o argumento de que "padrões restringem a liberdade de escolha", mas do que adianta ter liberdade se eu estou preso a ela?
Sem falar nas discussões sobre qual a melhor distro, que SEMPRE vira flame, em que cada um defende com unhas e dentes sua distro favorita, seu gerenciador de pacotes, seu nível de atualização/estabilidade.
Mas eu espero que esse tipo de usuário entre em extinsão, mesmo que eu tenha que dar uma "ajuda" no processo
[abrace a campanha "Eu não vou criar uma distro Linux"]
[Petição para o Windows 7 suportar apenas 64 bits]
Livio,
Os slackers já foram os piores. Sei por que já fui um. Isso é muito tranquilo, por que o Slackware é considerado por muitos uma distribuição difícil, quando na verdade não é. Uma vez configurado, o Slackware não muda, e fica o mesmo, intacto. Nem gerenciador de pacotes automático ele tem, e não é ruim, sequer atrapalha: A distribuição vem muito completa, e foi uma ou outra vez que faltou dependências. Quem disse que é difícil é por que não usou. Até escrevi um artigo sobre isso uma vez, sem jabá, mas já que você tocou na questão, pode clicar aqui.
Porém, acho que hoje em dia, o pior são a maioria dos usuários Ubuntu (não estou generalizando, ok?). Eles acabaram de começar no Linux e acham que tudo é lindo e maravilhoso, que o Windows não presta, que você tem que migrar, por que o software livre é o futuro da nação e coisas assim. Se você perguntar "ah sim, por que o Linux é melhor?", eles vão falar que não tem virus e não precisa formatar. Mas se você falar que não tem esses problemas no Windows e que isso não é um motivo para usar Linux, eles não tem mais argumentos, pois nem sabem como o sistema funciona, e nem querem: eles não sabem é usar Windows, esse é o ponto.
Mas também, sempre vai existir um usuário babaca que migra pro Slackware pois "Slack é foda", que diz que o sistema é difícil e se intitula o melhor por domar a fera. Repugnante, ele pegou meia dúzia de tutoriais na internet e colocou o sistema pra rodar, não existe dificuldade nisso e nem superioridade.
Lidar com pessoas é difícil.
Como já dizia o velho deitado: "o sistema perfeito é aquele que não precisa de usuário"
O Slackware tem muitas vantagens, mas como eu tenho o vício de sempre focar nos usuários finais, acabo passando sem notar.
Há coisas na vida que não se discutem: Religião, futebol e qual a melhor Distro Linux.
Enfim, seu post no blog foi muito bom, parabéns.
[abrace a campanha "Eu não vou criar uma distro Linux"]
[Petição para o Windows 7 suportar apenas 64 bits]
Valeu!
Não só isso. Eles vêem aqueles videos do Compiz no Youtube e querem aquilo nos seus micros, pq o Vista é pesadão e os micrinhos-da-casa-bahia não suportariam. Já no primeiro apt-get install já ficam loucos.
Sem falar na burrice medonha de querer logar como root, só por curiosidade, detonando a segurança do sistema.
Eu tenho dual boot e nunca peguei um virus no Windows. Talvez pq eu não fique pendurado em site de sacanagem nem baixando "cereal" e "cream cracker" de joguinho.
Depois, o sistema é que é uma bosta...
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Eu assinaria aqui, mas sou analfabeto.
Eu já peguei, foi até o que me incentivou a migrar de vez pro Linux no desktop. Mas era o Sasser, Blaster, não lembro qual... Lembro mesmo que eu tinha formatado o HD, reinstalado o Windows e ao conectar na internet para atualizar o anti-vírus, ganhei o presente. No meu caso, foi muito melhor, mudei meu ângulo de visão.
nem baixando "cereal" e "cream cracker" de joguinho.
Tipo aqueles jogos do IDGNow? Sempre que eu vou na casa de uma amiga minha, elas ficam me perguntando do joguinho da pizza, da casinha (não é o The Sims), etc. Não sei se é vírus, mas no mínimo um comportamento maligno aqueles jogos devem ter. Porque não fazem tudo em flash? Jogo simplesinho.
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Evite a extinção de uma espécie ameaçada: use corretor ortográfico!
tenho um amigo slacker que tirava sarro de um outro amigo pq ele usava kurumin, e tentava me convencer a mudar de distro (na época ainda usava red hat 9).
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Eppur si muove!
Slackware é para quem gosta de customizar e para quem quer saber exatamente o que o sistema está fazendo e/ou ter controle sobre o que ele está fazendo. Se o usuário não sente necessidade disso ele pode muito bem usar um Debian, Kurumim, etc
P.S: Assino embaixo na questão de padronizar,é um inferno por melhores que sejam as suas intenções. Fico abismado com o fato de terem trocentos editores de texto e CADA UM DELES copia e cola texto de uma forma diferente do outro, alguns é necessário adivinhar até que combinação de teclas permite fechar o programa
P.S2: Sistema de pacotes é uma maravilha até que você comete o erro de tentar desinstalar um pacote mais importante e/ou tenta atualizar um pacote com dependências mirabolantes...
Era o que eu mais gostava no Slackware, poder remover o pacote que eu bem entendesse. Os pacotes .deb são péssimos nisso, são redundantes demais. Você manda excluir o Pidgin e ele quer tirar o Gnome inteiro.
E o mais legal: Você fala isso pra um usuário dessas distribuições e só falta te baterem.
O exemplo do pidgin deve ter sido uma figura de linguagem, certo?
Não, aconteceu a mesma coisa com o Pidgin e com o Evolution.
O pacote ubuntu-desktop não é o Gnome inteiro.
Na verdade não é nada, não tem um arquivo sequer dentro dele. Então da próxima vez que ele perguntar, pode remover tranquilamente.
Eu vou me lembrar disso. No Debian, com outro pacote, aconteceu pior. Eu aceitei e removeu mesmo, sorte que o servidor era de teste e virtualizado, foi só voltar o snapshot.
O que ele falou é fato, não é brincadeira não Weber. Como exemplo no meu caso eu tentei remover apenas o pacote de jogos do KDE (inútil no meu desktop de trabalho), e o APT do Debian queria remover o KDE inteiro. Nunca mais uso essa mer** de apt-get.
P.S: E se você tentar atualizar algo mais importante como digamos o pacote de bibliotecas do C, ou tentar fazer um downgrade para a versão anterior se a nova não deu certo, aí que o apt-get simplesmente enloquece, aqui ele tentou simplesmente remover ele mesmo junto com metade do sistema.
Quando eu perguntei se era brincadeira foi pq imaginei justamente o caso que o Carava citou. No apt existe o conceito de meta-pacote, que apenas agrega um conjunto de dependências, sem ter nenhum arquivo no meta-pacote. Ou seja, os meta-pacotes (ou pacotes virtuais), como o ubuntu-desktop, podem ser removidos sem medo.
No seu caso, também tive umas experiências ruins com o apt do Debian, mas acho que era pq eu usa repositórios testing e unstable, que viviam com dependências quebradas. Depois que passei a usar o (K)Ubuntu nunca mais tive problemas com dependências. Acho que tive sorte!
Se você tentar remover o Pidgin, ele vai remover o pacote ubuntu-desktop, que apesar do nome, não tem nenhum arquivo dentro dele.
É só um meta-pacote, que aponta para todos os pacotes que são base do Ubuntu.
Remove o gnome inteiro ou se eu remover vai fazer alguma falta? Certamente não, ainda que o nome do pacote pareça indicar isso.