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A Google sempre foi uma empresa inovadora. Dessa vez a empresa esta modificando seus métodos de contratação de profissionais.
"Conforme crescemos, achamos cada vez mais difícil encontrar profissionais suficientes para preencher nossas vagas". Comenta Laszlo Bock ao jornal New York Times. "Com os métodos tradicionais estamos deixando escapar alguns dos melhores candidatos."
Dessa forma, os engenheiros da empresa desenvolveram um algoritmo que analisa as respostas do candidato utilizando diversas fórmulas, criadas pelos matemáticos da Google, e calcula o resultado - de zero a 100. Assim, a empresa pode definir, sem erros, se o profissional tem os pré-requisitos necessários para ingressar na sua caótica e competitiva cultura.
Enquanto a Google tenta admitir mais pessoas, mais rápido, a empresa tem que ter a certeza que o candidato esta preparado para viver sua "cultura de liberdade". Apenas 4% dos funcionários deixam a empresa anualmente, um número bastante reduzido comparado as outras empresas do Vale do Silício - que tem uma média de 9% de demissões no seu quadro de colaboradores anualmente.
Isso ocorre devido aos diversos incentivos que a Google oferece aos seus funcionários. Comida grátis, tempo para trabalhar em projetos pessoais, opções de compra de ações, bônus e outros benefícios.
Por isso não é de se espantar que dentro da cultura googleniana onde a participação humana em uma busca deve ser a mínima possível, seus colaboradores sejam escolhidos roboticamente por um robusto e perfeito software de "head hunting".
Você pode obter mais informações em: New York Times
por: Diego Cox
Ok, agora descolamos o código fonte desse algorítimos pra hackearmos o sistema de Recursos Humanos do Google, e assim a gente arruma emprego pra todos os desempregados, e/ou descontentes com a situação atual que frequentam o meio bit
Visitem mais esse blog
(Também tenho que divulgar né?)
É se vc conseguir entrar no google e pegar o algoritimo, provavelmente vc nem precisará resolver o mesmo, nem passar pelo RH.
Tá contratado direto!
Abraço!
muzkur essa foi boa, mas creio que esse algoritmo não vai ser o suficiente para lidar com a medição da capacidade humana.
Mas é uma idéia interessante, espero que tudo não tenda a se virtualizar...
Quanto mais cresce, mais burro fica o Google
Agora quero saber é de um algoritmo pra passar no teste desse algoritmo de recrutamento do Google.
Pode parecer absurdo o uso de um algoritmo para contratar pessoas, mas faz muito mais sentido do que muitos pensam.
Cerca de 16 anos atrás um grande banco brasileiro resolveu fazer um concurso interno entre os seus 100 mil funcionários para preencher 200 vagas na área de TI.
Chamaram a área de RH, que defendeu a tese de que, ao invés de fazer um conjuntos de provas de informática, deveriam fazer um psicotécnico, pois isso indicaria se os candidatos teriam ou não o perfil adequado para desempenhar as tarefas.
Como era de se esperar, dos 200 primeiros colocados, cerca de meia dúzia sabia programar, e mais uns 20 já tinham digitado um texto no Redator (editor para DOS criado pela a Itautec na época).
Esse banco então pagou passagens aéreas, hospedadgens mais diárias e levou todos para a sua sede, onde ficaram 6 meses sendo treinados. No final do período, somente 30 mostraram-se capazes de trabalhar em TI, sendo que na parte de programação foram apenas aquela meia dúzia que já sabia programar.
Resumo da história: após vários milhões gastos nessa experiência, esse banco desistiu de tentar contratar internamente pessoal de TI e resolveu terceirizar todo o processo de desenvolvimento.
Eu trabalho a 20 anos com desenvolvimento de software e nas 2 únicas vezes onde tentei uma vaga e não fui contratado, foram onde o processo era comandado por pessoas de RH (as quais normalmente não sabem nem preencher uma ficha usando o Excel). E nesses dois casos, onde a vaga era para desenvolvedor, não fizeram uma única pergunta técnica (queriam apenas saber como era minha relação com a minha mãe, porque ainda não tinha filhos apesar de estar casado e coisas do tipo).
Não quero tirar o mérito do pessoal de RH, porém na minha empresa eu acompanho as avaliações para impedir que um bom técnico deixe de ser contratado por que o perfil dele não atende as expectativas-padrão de um psicólogo. Hoje, 4 dos meus melhores técnicos são pessoas extremamente introvertidas, porém possuem altíssima produtividade e código-fonte impecável. Se tivesse deixado o processo de contratação exclusivamente na mão de um profissional de RH, provavelmente estariam trabalhando para um concorrente...
Assim, quando vejo uma iniciativa como a do Google, aplaudo entusiasticamente (apesar de não conhecer o funcionamento do algoritmo deles). E, se um dia eles tornarem público seu processo de seleção, quero ser o primeiro a utiliza-lo...
Ola,
Como ja disse ao RamoN, agora digo a TODOS apesar de ser Psicologa, de adorar minha profissao, compartilho que ainda ha PSUDOS PROFISSIONAIS ATUANDO SEM LEVAR EM CONSIDERAÇÃO, NUM PORCESSO SELETIVO OS ASPECTOS TECNICOS. sO COMPORTAMENTO NAO É CAPAZ DE AVALIAR SE A PESSOA TERA SUCESSO NA ORGANIZAÇÕA OU SE SERA UM BOM PROFISSIONAL.
Vou brigar o quanto puder, ate que quem seleciona e quem é seleiconado percebeba das responsabilidades que se inserem neste processo que é encontar a pessoa que preencga requisitos tecnicos e cmoportamentias apra preenchimento de vagas ...
Abraço a todos
Tó lascado
. Pois nunca vou poder resolver esse algoritmo 