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A Microsoft, já há muitos anos, é vista por muitos como a verdadeira encarnação do demo. O anti-cristo em pessoa (jurídica). Porém a grande maioria das pessoas que defendem esta visão apocaliptica não conhecem alguns detalhes a respeito do que a empresa oferece, do que ela faz e de seus produtos.
Então a questão é: se você deseja falar bem ou mal, não interessa, mas faça isso sabendo o que está falando. Portanto, segue abaixo uma pequena lista. Se descobrir que desconhece a grande maioria dos fatos, é bom repensar um bom número de conceitos.
Vamos ao estilo "Você Sabia ?":
1) Que governos tem direito de acesso ao código fonte do Windows para garantir sua soberania nacional?
Veja em http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/default.mspx
e http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/GSP.mspx
2) Que empresas particulares podem ter o direito de acesso ao código fonte do windows na forma de consulta para o desenvolvimento de drivers e outros recursos que necessitem de alta integração com o sistema, em alguns casos de forma paga, em outros de forma totalmente gratuita?
Veja em http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/Enterprise.mspx e http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/OEM.mspx e http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/SystemsIntegrator.mspx
3) Que o código fonte do kernel do Windows não apenas está disponível para uso em sala de aula, mas foi organizado de forma didática para a realização de experiências?
Veja em http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/WindowsAcademic.mspx
4) Que o Windows CE não é apenas um Windows para dispositivos móveis, mas possui uma ferramenta (Platform Builder) que permite que se monte um novo sistema operacional a partir da escolha de milhares de peças que formam o Windows CE, desta forma criando sistemas operacionais específicos para determinados hardwares (sistemas embarcados) sem o excesso de funcionalidades? Além disso o custo de licença da unidade do sistema operacional é
adaptado a partir das partes escolhidas pelo desenvolvedor, podendo ficar um valor a partir de aproximadamente US$ 10,00 a unidade?
Veja em http://msdn2.microsoft.com/en-us/embedded/aa731407.aspx e http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/aa448756.aspx
5) Que as urnas eletrônicas brasileiras foram criadas com base no Windows CE embarcado conforme a tecnologia citada no item 4?
http://www.unisys.com.br/news/imprensa/release99.htm
"A Unisys e a Diebold Procomp, fabricantes de urnas eletrônicas de São Paulo, tinham planos de exportar a tecnologia para os países vizinhos. Em vez de emprestar algumas poucas urnas para fazer propaganda, o governo Lula decidiu bancar as eleições alheias. Só para o Paraguai foram emprestadas 15.000 urnas para as eleições de 2005 e 2006. A empresa Vesta, de São Paulo, deixou de vender softwares de compras públicas on-line para a Bolívia porque Lula, em seu primeiro ano no poder, resolveu oferecer ao país, de graça, um programa com a mesma função. "O governo federal não só reinventou a roda com o software livre à custa do contribuinte, como prejudicou a competição no mercado de tecnologia", diz Paula Santos, sócia da Vesta. É a política do software livre contra o livre
mercado. "
http://veja.abril.uol.com.br/170506/p_068.html
"O governo brasileiro e os partidos políticos brasileiros, por exemplo, realizaram auditoria do código de 50 mil urnas eletrônicas baseadas no sistema operacional Windows CE"
Emilio Umeoka, Presidente da Microsoft Brasil
http://www.camara-e.net/newsletter/2004/newsletter02marco04.html
A desinformação me dá nojo, especialmente quando encontro, tendo como fonte uma universidade, um artigo como este :
http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252002000200012&script=sci_arttext
6) Que qualquer curso de nível técnico ou superior com matérias de informática pode realizar um contrato chamado MSDN AA (US$ 499,00/ano, menos de R$ 1.000,00/ano), através do qual a instituição de ensino ganha o direito de usar os softwares Microsoft (exceto MS Office) em qualquer quantidade nos seus laboratórios, distribuir cópias oficiais em qualquer quantidade para os professores e distribuir cópias oficiais em qualquer quantidade para seus alunos? Muitas universidades nacionais possuem esse contrato, mas infelizmente não divulgam aos alunos e não são organizadas o suficiente para distribuirem os softwares.
Se as universidades tivessem aderido em massa a este contrato na época em que o país foi ameaçado devido ao seu volume de pirataria o problema teria sido facilmente sanado.
Veja mais em http://www.microsoft.com/brasil/educacao/comunidadeacademica/msdnaa/default.mspx. Conheça a lista de universidades que possuem o contrato em http://www.msdnaa.net/search/SchoolSearchIntl.aspx
7) Que a Microsoft mantém um repositório curricular no qual existem inúmeros programas de curriculo acadêmico fornecidos como sugestão para uso em sala de aula e podendo ser livremente adaptados?
Veja em http://www.academicresourcecenter.net/curriculum/browse/default.aspx
8) Que a Microsoft mantém o Faculty Connection, algo como uma comunidade voltada ao meio acadêmico e que fornece ao professor o Visual Studio 2005 Professional gratuitamente (isso, claro, se a instituição já não possuir o MSDN AA)?
Veja em http://www.microsoft.com/Education/FacultyConnection/BR/Default.aspx?c1=pt-br&c2=BR
9) Que a Microsoft mantém no Brasil um projeto chamado Aluno Monitor, que permite a inúmeros estudantes de todo o país se dedicarem ao estudo da
tecnologia e terem uma grande oportunidade na vida?
Veja em http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/aluno_monitor.mspx
10) Que a Microsoft tem realizado o projeto S2B - Student To Bussiness - anteriormente denominado ProForm - uma preparação de estudantes para o
mercado de trabalho que encontra-se extremamente carente de mão de obra? Tudo sem custo algum para o estudante.
Veja em http://proform.msdnbrasil.tempsite.ws/
11) Que o MS Ajax Toolkit, um conjunto de componentes gratuitos para o desenvolvimento web, foi criado com a participação da comunidade - convidada a sugerir e produzir os componentes do Ajax Toolkit, mantendo-os com código fonte aberto e hospedados no CodePlex?
Veja em http://www.codeplex.com/AtlasControlToolkit/Release/ProjectReleases.aspx?ReleaseId=4941
12) Que o MS Ajax tem seu código fonte aberto?
13) Que a Microsoft abriu o código fonte de inúmeras bibliotecas do framework .NET 3.5?
14) Que a Microsoft criou uma divisão - Patterns & Practices - apenas para pesquisar as melhores formas de realizar desenvolvimento de software com o framework .NET e que esta divisão constantemente disponibiliza código fonte, white papers e manuais que podem ser todos livremente utilizados pelos desenvolvedores?
Veja em http://msdn2.microsoft.com/pt-br/practices/default.aspx
15) Que as licenças de código fonte aberto da Microsoft permitem que você manipule o código fonte à vontade, gerando novos produtos de código fonte fechado e proprietário se assim desejar, ao contrário da licença GPL que foi aplicada, por exemplo, nos drivers do banco MySQL, obrigando a todos que usam MySQL a pagar pela licença ou abrir o fonte de suas aplicações na internet?
16) Que a Microsoft possui versões gratuitas (chamadas de express) de seus atuais produtos de desenvolvimento, sem restrição a uso comercial e incluindo o SQL Server com suporte a bancos de até 4 GB?
Vejam em http://msdn2.microsoft.com/pt-br/express/default.aspx e http://www.microsoft.com/sql/editions/express/default.mspx
17) Que a Microsoft possui sua própria licença de código fonte aberto aprovada oficialmente pelo OSI Board, sendo que a Microsoft seguiu todos os processos padrões de aprovação, não recebendo nenhum tratamento especial, e que essa licença irá auxiliar muito no processo de interoperabilidade com o Suse, interoperabilidade esta que irá crescer consideravelmente?
Veja em http://opensource.org/licenses/ms-pl.html e http://opensource.org/licenses/ms-rl.html
18) Que a Microsoft mantém um portal, Porta25, com o objetivo de debater questões de interoperabilidade com outros ambientes?
Veja em http://porta25.technetbrasil.com.br/porta25/
19) Que a Microsoft possui um sistema de eventos on-line - webCasts - gratuito, com inúmeros eventos ocorrendo a cada semana e de alto nível técnico, permitindo um estudo aprofundado da plataforma sem nem ao menos sair de casa?
Veja em http://www.microsoft.com/brasil/msdn/eventos/eventos.mspx e http://www.microsoft.com/brasil/technet/eventos/webcasts/default.mspx
20) Que a Microsoft fornece grande apoio a eventos realizados pela comunidade de profissionais Microsoft, permitindo até mesmo o registro e divulgação dos eventos no site da própria Microsoft?
Veja em http://www.microsoft.com/brasil/msdn/eventos/EventosPresenciais.mspx
Então, concluindo: Se querem falar bem ou mal, é com vocês, mas falem com conhecimento de causa.
Dennes, você está de parabéns. Realmente creio que ai que é o poder da microsoft, ela realmente faz o desenvolver se sentir bem com a plataforma com ampla documentação sobre os produtos e o suporte a estudantes, ela "vicia" (no bom sentido) a pessoa desde a graduação até o ingresso dela no mercado de trabalho.
:D
Olá Dennes,
É triste vermos tantos profissionais medíocres no mercado, limitados aos produtos de uma única empresa, com isso sobram vagas e faltam pessoas que saibam fazer as coisas de verdade.
O mercado é bem mais que uma única empresa, o mercado é Intel, Microsoft, IBM, SUN, HP, Apple, BEA, Oracle, Red Hat e por aí vai...
É importante conhecer Microsoft? Sim, é um grande player, mas ficar só nisso é declarar burrice em público.
v1r3d,
Você tem razão, a Microsoft tem "viciado" (no bom sentido) só quem programa nos Kdevelop, Anjuta e Eclipse como eu sabe o quanto o Visual Studio 2005 e principalmente o Visual Studio 2008 são prazeirosos... E depois de estar ultra-viciado no Python lá vem a Microsoft e lança o IronPython...
Mas também dá medo! :-)
Afinal, está ficando tão fácil desenvolver... e vendo o pessoal desde a faculdade com tantas facilidades!!! hehehee
Oi, TechBerto !
Isso levanta uma grande questão social.
A idéia da Microsoft é que o desenvolvedor precisa ser alguém criativo e nunca preso a algo repetitivo. Então se algo é repetitivo é incorporado na ferramenta e o desenvolvedor precisa evoluir.
Mas como evoluir em uma velocidade tão rápida ?
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Adicionado aos favoritos!
E isso eh so a ponta do iceberg!
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g1.globo.com/tecnologia
Parabéns Dennes, excelente artigo. Continue assim, estou ancioso para ler tudo o que você escreveu, algumas coisas eu já até sabia, mas outras não tinha a menor idéia. Sobre as urnas, muito interessante, já havia "ouvido" algo a respeito, mas tem bastante informação que não tinha noção.
ansioso
A questão das urnas é furada. Lembram aquela falha do Windows em que se poderia inserir um arquivo executável em uma imagem jpeg?
1) As fotos dos candidatos _devem_ ser fornecidas em jpeg.
2) Não houve correção desta falha para os Windows 95, 98, Me e CE.
3) Quem manipula as mídias com as fotos dos candidatos é um terceirizado.
Ah, auditoria do código? Eles dão o código _impresso_ e você não pode copiar nenhum trecho. Como você faz auditoria de um código impresso? Você tem um compilador embutido do cérebro?
Oi, Xisberto !
Desculpe, mas você está enganado sobre algumas coisas...
Observe a parte em que eu cito o código aberto para uso em sala de aula de universidades...
Nem este código é fornecido apenas de forma impressa, você mesmo, da sua casa, pode ir lá e baixar parte dele.
Então o código para uma auditoria séria como essa, nem se fala.
Quanto ao problema com JPEG, gostaria que alguém que já tenha usado me corrija se eu estiver errado, mas o Platform Builder permite personalização de código.
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Olá,
Seria desta urna que está falando (http://www.aggio.jor.br/jornal27/voto_eletronico.htm)
E a urna que foi feita para Windows CE seria esta;?
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/cadernos/cid280820021p.htm
1) Ela é burlável
2) O código não é fornecido para auditoria
3) A urna não foi feita para Windows CE
Como bem disse, precisa saber do que está falando.
A propósito, a frase de Wilde é: Patriotism, the virtue of the vicious que trduzida é "Patriotismo, a virtude do viciante"
Sds
Oi, pmichelazzo !
"Como bem disse, precisa saber do que está falando"
Não entendi...
Nos links do artigo, existe um texto que encontra-se no site da Câmara de Deputados e que cita a forma como o código fonte foi fornecido para auditoria.
Você está dizendo que o site da Câmara dos Deputados não sabe o que publica e publicou uma matéria tendenciosa para uma empresa privada mesmo sendo o governo atual favoravel ao software livre ?
Quanto ao primeiro link que você citou, http://www.aggio.jor.br/jornal27/voto_eletronico.htm , basta uma lida de seu conteúdo para observar que todo o conteúdo refere-se a problemas de política nacional, burocracia nacional, falhas de hardware na urna, enfim, nenhuma relação direta com a questão do Windows CE.
Quanto ao 2o link (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/cadernos/cid280820021p.htm), realmente não entendi absolutamente nada do que você queria dizer, já que o link diz exatamente o inverso de tudo que você está afirmando :
- A auditoria aconteceu. Se o prazo foi de 5 dias e a forma de realiza-la foi tão burocrática e absurda, além de não necessariamente ser feita por técnicos capacitados, isso é mais um absurdo nacional com o qual o Windows CE tão tem relação alguma, muito menos a Microsoft.
- O mesmo artigo cita que os fabricantes do VirtuOS pediram R$ 250 mil para liberarem o fonte, enquanto a Microsoft fez de graça. Até que enfim o governo economizou um pouquinho (bem pouquinho) do meu dinheiro.
Quanto a frase, expliquei que estava citando um filme, e não o autor.
Sim, é muito importante saber do que está falando, para não tentar argumentar com informações que contradizem a própria argumentação.
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Esse artigo poderia ter sido dividido em pelo menos uns 5 artigos (ou talvez cada ponto desses poderia dar um artigo completo). Existem muitos pontos interessantes a serem debatidos e alguns deles podem se perder dado o volume de informação.
Só para ficar no primeiro apontamento: como os governos podem ter certeza que o código-fonte apresentado é o mesmo que gera o binário presente na mídia de instalação? Os governos podem compilar um Windows XP?
Sem falar nas questões políticas e econômicas que o programas MSDN AA tem sobre o mercado de trabalho e o (in)dependência tecnológica.
Acaba que o artigo, sem a devida reflexão sobre alguns pontos, fica um tanto superficial, quase uma propaganda. Mas se essa for a intenção, tudo bem. ;)
Oi, Weber !
Não, propaganda não é a intenção não.
A intenção é apenas tentar reduzir, nem que seja só um pouquinho, a famosa religiosidade que atinge o mercado de software.
software é produto, não poderia ser tratado como filosofia religiosa.
Acho que outros artigos, comentando este e debatendo seus tópicos seriam muito bem vindo. Por exemplo, falemos do MSDN AA :
Problema : Uma universidade deve preparar o aluno de forma genérica, para que se adapte a qualquer momento atual de uma ciência, ou de forma específica, para que saia pronto para o mercado atual ?
A grande maioria das ciências estão hoje passando por este grande dilema.
Minha opinião : independentemente de uma solução final, que aparentemente ainda não existe, universidades devem procurar preparar o aluno para vários cenários, tanto livre como proprietários, deixando ao aluno e consequentemente suas futuras empresas a opção de escolha. A Microsoft tem tentado que isso aconteça através de um projeto chamado células acadêmicas. Fiz um vídeo sobre a idéia que está publicado em http://www.bufaloinfo.com.br/celulasacademicas.asp
Quanto a independência tecnológica, até onde vai o limite disso e sua ligação com patriotismo ? Isso porque se for levada ao extremo a independência tecnológica fará um país recriar a roda - literalmente.
Segundo Oscar Wilde, "O Patriotismo é a virtude dos tolos" (não li, vi em "A Rocha" :-P )
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Universidade serve pra formar PROFISSIONAIS voltados ao MERCADO DE TRABALHO, não xiitas de qualquer filosofia que seja.
O pessoal do FOSS precisa entender isso. E principalmente alguns professores destas universidades também...
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Baralho! Depois de ler as suas repostas ao meu comentário e a praticamente TODOS os comentários relevantes neste artigo lhe devo CONGRATULAÇÕES! Simplesmente suas respostas trazem reflexão a pontos importantes e por si só mereciam ser publicadas como artigos. Excelente!
Agora quanto a questão de formação de profissionais e independência tecnológica. Concordo com vc, uma formação polivalente é de fundamental importância para qualquer profissional. Isso dá a ele uma visão mais ampla das oportunidades de crescimento. Nesse sentido a iniciativa da MSND AA é realmente importante, pois de outro modo temos profissionais com formação deficiente por não estarem preparados para uma fatia importante do mercado. Se isto for aliado ao ensino de tecnologias livres/abertas o profissional estará realmente de posse da liberdade de escolha de como atuar, o que não seria possível se a sua formação fosse limitada a uma das duas.
Quanto a questão da independência tecnológica acho que ocorreu uma falha de comunicação. Não vejo essa independência como uma auto-suficiência completa, de toda e qualquer tecnologia advinda de outros países, que nesse caso realmente seria necessário reinventar a roda. Vejo como a capacidade do país criar tecnologias de ponta para servir de moeda de troca por outras tecnologias, criadas por outros países e que nos são necessárias. Vide o caso recente do satélite sino-brasileiro. Os EUA barram o envio de produtos que só eles podem produzir porque nós não temos algo que eles não podem conseguir com outros países, não temos como barganhar. Portanto não temos como decidir nosso futuro tecnológico.
No meu ponto de vista as tecnologias livres/abertas nos permitem alcançar maior maturidade num setor importante, sem ter que reinventar várias rodas. Em momento algum penso nisso como patriotismo, mas sim como oportunidades de crescimento e desenvolvimento para as pessoas.
E concordo totalmente com essa definição de patriotismo (e também lembro dessa frase dita pelo personagem do Sean Connery. O cara é phodda, pena que se aposentou :P)
No mais é isso. Novamente meu parabéns e espero ler outros artigos seus.
Oi, Weber !
Desde já, obrigado pelos elogios !
Gostaria de comentar este trecho :
"Quanto a questão da independência tecnológica acho que ocorreu uma falha de comunicação. Não vejo essa independência como uma auto-suficiência completa, de toda e qualquer tecnologia advinda de outros países, que nesse caso realmente seria necessário reinventar a roda. Vejo como a capacidade do país criar tecnologias de ponta para servir de moeda de troca por outras tecnologias, criadas por outros países e que nos são necessárias. Vide o caso recente do satélite sino-brasileiro. Os EUA barram o envio de produtos que só eles podem produzir porque nós não temos algo que eles não podem conseguir com outros países, não temos como barganhar. Portanto não temos como decidir nosso futuro tecnológico.
No meu ponto de vista as tecnologias livres/abertas nos permitem alcançar maior maturidade num setor importante, sem ter que reinventar várias rodas. Em momento algum penso nisso como patriotismo, mas sim como oportunidades de crescimento e desenvolvimento para as pessoas"
Entendo sua colocação, é uma colocação muito importante realmente mas que nos leva a um longo e construtivo debate.
Quando resumi a questão em "recriar a roda" apenas levei ao extremo. Mas ainda assim a questão de limites existe.
Por exemplo : Será que deveríamos realmente ter grandes desenvolvedores de software envolvidos com a análise e criação de novos sistemas operacionais ou seria melhor que esses desenvolvedores dedicassem seu talento a criar algo realmente novo e inédito no mercado ?
E no caso de descobrir melhorias em sistemas existentes, não seria preferível analisar o código dos sistemas existentes e descobrir onde são fracos, ao invés de criar sistemas novos do zero ?
Descobrir um limite adequado desta independência tecnológica, a média correta, digamos, pode ser algo bem complexo...
Por outro lado, ainda existe outra questão : A tecnologia livre não nos levaria exatamente ao oposto da independência tecnológica, considerando que tudo que criarmos com ela precisará também ser livre, nos mantendo sempre sem o poder de barganha ?
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Tecnologia livre não gera somente algo livre, pode-se criar sistemas proprietários com frameworks e sistemas operacionais livre sem problema.
Oi, Daniel !
Não entendi...
Que eu saiba GPL não permite isso não...
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Se vc linkar. Acho que vc deve pesquisar sobre a LGPL filha menor da GPL que permite que vc até link com sistemas proprietários.
GTK2 usa esta licença.
E tem a licença BSD que uma gama enorme de outras licenças utilizam como base, esta permite tudo.
Apache,PHP,Python usam algo parecido.
Oi, Daniel !
Corretíssimo e super importante.
Em um dos tópicos, citei a possibilidade de pegar um código, altera-lo e vende-lo como produto fechado. Estava pensando no MS Ajax quando citei isso. Mas realmente existem licenças de software livre que são muito permissivas, estou na dúvida se chegam a esse ponto.
A parte ruim (me corrijam se estiver errado, pesquisei isso há muito tempo) é que licenças permissivas como a LGPL, até onde eu saiba, estão sendo utilizadas em casos extremos como Mono e MySQL apenas para que software possa ser produzido de acordo com a licença e não necessariamente para dar uma permissividade muito maior que a GPL.
Mas seria muito, muito interessante mesmo vermos um artigo comparando as licenças de software livre mais permissivas, como a LGPL e a BSD com as licenças utilizadas pela Microsoft como no caso do MS Ajax e citando prós e contras.
Alguém se habilita ?
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A idéia da LGPL é não "contaminar" o software que está sendo desenvolvido utilizando alguma biblioteca open source com o requerimento da GPL de disponibilizar o código fonte juntamente com a versão binária deste. Ela foi concebida para atender justamente a necessidade de licenciamento de bibliotecas (tanto estáticas quanto dinâmicas).
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Olá Dennes!
Quanto as questões que vc colocou agora, eu me rendo! Hehehehe... Não tenho como responder a elas, me faltam dados. Mas seriam essas possibilidades ( melhorar ao existente ou criar algo do zero) excludentes? A experiência ao propor melhorias em tecnologias existentes não poderia proporcionar o insight para a criação de algo novo? Se estas questões tem resposta, talvez apenas o tempo e a experiência possam responder.
E quanto a questão das licenças livres, os comentaristas abaixo lembraram de licenças mais permissivas. No entanto vc levanta um ponto importante, que poucos fazem: uma tecnologia revolucionária recém-criada deve ser aberta? Penso eu que não. Creio que modelo fechado de desenvolvimento pode ser ideal neste caso, pois seu criador pode não usufruir do sucesso do seu trabalho se for uma criação. Mas o modelo livre pode trazer mais inovação no longo prazo. Ou seja dificilmente uma tecnologia revolucionária já nascerá livre. Mas uma tecnologia livre tem maiores chances sofrer uma revolução durante seu amadurecimento, se atrair atenção suficiente.
Acho que estou fugindo muito da idéia original do artigo, então vou parar por aqui.
[]'s!
Oi, Weber !
"Mas seriam essas possibilidades ( melhorar ao existente ou criar algo do zero) excludentes? A experiência ao propor melhorias em tecnologias existentes não poderia proporcionar o insight para a criação de algo novo?"
Excelente colocação. Mas falta uma "opção". Infelizmente o que vou dizer provavelmente vai atingir os fanBoys e causar mais uma flameWar, mas vamos lá :
Você colocou as seguintes opções :
Mas a impressão que eu tenho de grande parte da comunidade de software livre é que usam uma terceira opção :
Será que projetos como o Mono ou até mesmo algumas distribuições do Linux não estão voltadas a esta terceira opção ? (Exagerei, eu sei, mas que o pessoal do SL, excluindo Trolls e fanBoys, demonstre onde).
Exemplos do efeito positivo que você citou nos dois primeiros tópicos :
Exemplo do efeito negativo :
Só para constar : tenho absoluta certeza que todos que lidam com software livre podem citar exemplos dos dois casos, tanto do efeito positivo como do efeito negativo.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Olá Dennes!
Concordo que muitas distribuições acabam caindo na armadilha "mais do mesmo", pouco contribuindo para a melhoria das tecnologias existentes e aumentando a confusão daqueles que procuram um SO livre mas ficam perdidos diante de tantas opções.
Mas o exemplo do mono não creio que seja correto, ele não é a recriação de algo que já existe. Ele é a implementação, de uma tecnologia existente apenas em um SO, para outro SO. Até onde eu sei não não existe .Net para Linux. E quanto ao atraso do mono em relação ao .Net, isso é natural. Esse projeto é feito meio que na "força bruta", sem apoio oficial da MS. Nem o moonlight, que é uma implementação do silverlight para Linux, tem apoio oficial da MS. Essa comparação do mono com o .Net seria análoga ao comparar o aMSN com o MSN Messenger: pra que criar um novo quando já existe o cliente oficial?
Mas exemplos válidos de "mais do mesmo" podem ser encontrados aos montes nos repostórios das distribuições. Dê uma olhada em quantos players de vídeo e/ou música existem, muitos com a mesma proposta. Felizmente parece que essa miríade de projetos, que fazem o mesmo que outros programas já fazem, não mina a força de desenvolvimento dos projetos mais populares, apenas não ajudam na evolução destes.
E como exemplo de efeitos positivos temos todos os projetos bem-sucedidos de software livre! :D
Resumindo: o que num modelo é ponto forte, no outro é ponto fraco e vice-versa. Ou seja, no final das contas o modelo proprietário e o modelo livre podem ser complementares e não antagônicos. Mas como consumidor (não sou desenvolvedor) acabo nutrindo maior simpatia pelo modelo livre, por forçar uma concorrência forte a produtos a princípio não existiriam alternativas. E concorrência é algo ótimo para o consumidor!
Pra finalizar, devo admitir que esta é a discussão mais esclarecedora que já tive no meiobit!
[]'s!
eu já sabia do segundo. Mas à época ninguém ligava (por algum motivo meio desconhecido)
Entenda que a Fundação do Bill que ajuda criancinhas na áfrica é legal, oferecer descontos pra quem usa o piratão é legal, mas isso não muda 20 anos de ações selvagens na área de tecnologia.
Se vc gosta desse gorila gigante, tem países soberanos que não gostam (porque a mesma MS que dá o direito de ver seu fonte também ameaça não liberar versões do Windows no idioma nativo caso a pirataria não seja combatida.)
Ué, qual o problema? Se coloque no mesmo lugar, você tem uma empresa que vende um software que é extremamente pirateado. Pra que você insvestiria para traduzir seu software? Pra quem usa um pirata poder usar mais confortável?
Pirataria é crime, estou cansado de ver empresas e pessoas que ganham dinheiro com ferramentas piratas e se acham espertas ou que no mínimo não estão cometendo nenhuma injustiça.
Ora, se o software é pago, pague por ele ou não use! Existem soluções free... mas se você ganha dinheiro com software pago, não é justo que se pague por uma ferramenta que te ajuda a ganhar dinheiro?
Não é a mesma coisa que se alguém chegasse numa loja e pegasse um computador? A diferença é que o software é abstrato. Um computador sendo físico as pessoas entendem bem a noção de crime. De software não.
Bom, concordo contigo, se tu usa um software e lucra com isso, nada mais justo que tu pagares por ele, acho que o trabalho das pessoas deve ser remunerado, pois, foi gasto dinheiro pra se aprender e tutano pra desenvolver o software!
Mas lembro a todos que se tratando de MS, nada, absolutamente, nada é de graça, eles liberam códigos, mas podem ter certeza que estes códigos não são exatamente os que estão lá no binário, apenas uma olhada em uma janela com vidros turvos...
Ajuda a universidades e alunos e liberação de códigos aos governos, significa a manutenção de profissionais/usuários do sistema e da cultura MS, assim sendo, mais vendas para as grandes empresas(que realmente sustenta a MS na venda de SO) que ficam mais e mais dependentes da MS e de seus sistemas.
Notem que não existe uma continuidade e evolução nos sistemas operacionais e suas tecnologias por parte da MS, são empregados códigos reciclados e implementações que muitas vezes causam mais dores de cabeça do que trazem solução(vide SP2 do XP, que na verdade é o sistema "reescrito", pois houve muitas falhas no desenvolvimento)...
E como eu sei disso, atentem aos detalhes, eles dizem muitas coisas...
Um abraço a todos!
Oi, Sombriks !
Primeiramente, você é a favor da pirataria ?
Sei que a pirataria envolve inúmeras questões para as quais ainda não temos solução, já que gera um efeito Tostines, mas apoia-la não seria a melhor solução não.
O fabricante tem um enorme trabalho para criar versões dos softwares em um idioma nativo e ainda faz políticas que acabam chegando ao ponto em que só empresas - que ganham dinheiro com o software - pagam por ele, já que os estudantes o tem de graça (MSDN AA), e ainda assim fica-se com um nível de pirataria alto e o fabricante não ganha ? Complicado...
A Microsoft não é certinha não... como você mesmo disse, muitas ações selvagens nestes anos todos... mas os recursos que ela está disponibilizando para o que poderíamos em algum nível chamar de inclusão digital são muito bons e não acho que devam ser deixados de lado...
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Dennes, sua compilação ficou muito boa, mas como usuário o que mais interessa é a qualidade do sistema operacional Windows. E como recém-usuário do Vista, que não foi barato e demorou pacas pra sair, o que me irrita diariamente são os mesmos paus que eu enfrento há anos: janela e barra que somem, programa que trava, e agora tem uma novidade, inclusive: a operação copiar e colar ficou mais lenta!
Portanto, acho só que a Microsoft deveria focar num sistema operacional mais decente.
Oi, tlchristofoletti !
Sou usuário do Windows Vista desde as versões beta e fui beta tester.
O sistema ainda tem problemas ? Tem. Como usuário, de vez em quando esbarro em alguns.
Tantos problemas ?
Bem, no meu hardware não. Então com certeza estão havendo variações caso a caso.
Depois de tanto tempo usando o Vista, digo uma coisa : Não volto para o XP de modo algum. A produtividade que o Vista me fornece no dia a dia é muito superior a produtividade com Windows XP, mesmo com os eventuais bugs com os quais esbarro.
Basta dizer o seguinte : Nunca, nunquinha mesmo em todo o tempo que estou usando o Vista, nenhum malware conseguiu entrar em minha máquina, e dúvido que algum dia consiga, devido as proteções do Vista, que conheço em detalhes.
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Well,
Há sempre os dois lados, eu também fui Beta Tester do Vista e fui por muito tempo, na realidade eu estava sempre alternando entre Vista, Debian e Slax..
O Vista ficou muito, mas muito bom! Na minha máquina então pude testar todos os recursos, gostei de muita coisa e fazendo um balanço geral minha recomendação é "se sua máquina resistir" use! :-)
Porém esta afirmação "nenhum malware conseguiu entrar em minha máquina, e dúvido que algum dia consiga, devido as proteções do Vista" subestima e muito as habilidade das mentes mal intencionadas que vivem de fabricar artefatos maliciosos...
Você sabia que há uma grande quantidade de códigos maliciosos encontrados por analistas de segurança aqui do Brasil que nenhum anti-vírus consegue identificar? Eu te dou uma lista de analistas que já identificaram esta situação. Sem contar outros detalhes que prefiro nem comentar aqui.
O UAC e as outras proteções estão legais, mas "nunca" é um tempo muito longo e se tratando desta realidade tão presente, logo sua expectativa será frustrada.
Att.
[]s++;
Alberto Fabiano
Oi, Alberto !
Sim, com certeza absoluta "nunca" em relação ao futuro é tempo demais. Mas até hoje nenhum entrou.
A base de análise para arriscar um "nunca" com 40% de certeza envolve :
UAC
Isolamento de Sessão 0
Service Hardening
Network Access Protection
Firewall Nativo (sequencia de boot protegida)
Mandatory Integrity Control (responsável pelo modo protegido do IE)
Checagem contra phishing
Cross Domain Security
Depois de analisar tudo isso e levar em consideração que até hoje nada invadiu minha máquina, a impressão que fica é que nem mosca vai conseguir passar por isso ai.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
A Microsoft é também uma das poucas empresas nos EUA que respeita as diferenças de opção sexual de seus empregados, tendo inclusive um grupo de funcionarios GLS.
É uma das empresas que mais contribuem também no combate a pobresa e pesquisas de novas vacinas para doenças como AIDS e Alzeimer.
Há.. e também que o saudoso Telê Santana usava um programa desenvolvido pela Microsoft Brasil em um notebook à beira do campo (alguem lembra em Toquio SPFC x Milan?) esse programa registrava todos as jogadas em campo pra consertar depois e assim formar o time perfeito que ganhou dois mundiais em Toquio.
Ter um grupo de funcionários GLS não é respeitar as diferenças de opção sexual. Não saber a opção sexual do seu empregado e não tentar subdividí-lo em grupos (heteros e homos) é.
A não ser, é claro, que estejamos falando em políticas de integração ou comunidades no myspaces: "Gay workers of Microsoft"
"A IBM criou grupos de vendas para minorias e fatura com eles US$ 500 milhões por ano, no mundo todo"
Se é um mercado que cresce, faz todo sentido atender.
Viajou heim cara!
Conheço pessoas que vivem uma certa angústia por não poderem assumir a homosexualidade.
Viver em paz com a identidade sexual só faz bem.
Não faria sentido se a MS fizesse um programa nazista em que investigasse os funcionários e os obrigasse a assumir o lado gay, segregando os gays dos heteros. Ora até onde foi comentado não li nada assim, portanto, a pessoa só assume a homosexualidade se quiser, e pra quem quer, existe então um ambiente trabalhado para quem se assume se sinta a vontade e não pertencente a um grupo marginalizado.
Entendeu a diferença?
O MSDN Academic Aliance eu já conhecia. Inclusive sou feliz proprietário (não tendo pago nada) de vários produtos Microsoft. E algumas faculdades também conseguem o MS Office por esse acordo mas, como é non-standard, elas mesmo tem que se preocupar em distribuir (os outros podem ser baixados a partir da página do MSDNA). Na UFRJ é só levar um CD no HelpDesk para receber o MS Office em inglês. Se quiser em português, tem que levar um CD a mais para receber o patch de tradução.
MSDN Academic Aliance também é responsável pelo meu windows original...hehe
Oi, Storm, oi Magno !
Vocês são estudantes ?
Já pensaram em formar células acadêmicas ? Vejam o 1o vídeo em http://www.bufaloinfo.com.br/celulasacademicas.asp
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Dennes, o que acontece quando esses nossos dois colegas se formarem?
Os produtos adquiridos se tornam automaticamente piratas? Porque neste ponto eles não serão mais estudantes...
Oi, Xisberto !
Comentei no outro post : Os softwares continuam legais.
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Eu já me formei e os programas que eu baixei continuam no meu nome. Só que por não ser mais estudante eu não posso baixar mais programas. Felizmente eu garanti a minha cópia do Windows Vista Business e do Visual Studio 2005.
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Vote em Cardoso para Stallman.
E Fabiane para Diabinha do BSD.
Grande Dennes ..o homem com todas as certificações microsoft...agora é que aqui vai ter muitas notícias apoiando a empresa.
meus parabens Dennes. ótimo artigo realmente, e com certeza tem muito mais pra se falar, tanto de causas sociais, quanto de beneficios que a Microsoft oferece.
acho inclusive que pode muito bem ser feito como o Webber sugeriu, analisando cada ponto comentado e seus efeitos tanto positivos quanto negativos na sociedade, inclusive me proponho a ajudar se você quiser fazer isso.
outro site interessante que talvez seja bom divulgar é o seguinte: http://www.microsoft.com/brasil/potencialilimitado/
este é o site de uma nova campanha de marketing que a Microsoft Brasil está realizando, focada nos políticos, para mostrar os investimentos e beneficios que eles já geraram.
Como por exemplo as mais de 2 milhoes de pessoas no Brasil que já foram capacitadas para o mercado de trabalho pela Microsoft, e os R$61 milhoes investidos nos últimos 4 anos em causas sociais. inclusive diversas ONGs no Brasil são financiadas por esse dinheiro. mas isso é assunto pra 1 artigo inteiro pelo menos :P
abraco
Oi, work-around !
Imagino que a melhor forma seria um Wiki...
Me proponho a hospedar se você puder implementar, pode usar como base o artigo, conforme achar adequado. Tenho o hábito de usar um Wiki chamado FlexWiki, bem simples de montar.
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Já conhecia uma boa parte. Mas acredito que a fama de demo (que em outro post eu disse que não, a Microsoft não é o demo) vem de práticas comerciais com seus concorrentes ou mesmos antigos parceiros(o famoso extend,embrace,exterminate).
Quanto a restrição da GPL foi decisão da empresa Mysql o uso da licença com suas restrições, o PostgreeSQL faz o mesmo e não possui estas restrições. Direito de escolha.
Depois vocês reclamam dos fanboys....
ISSO É O MAIOR POST DE FANBOY QUE EU JÁ VI!!!!!
Cara, vocês engolem tudo que uma grande corporação, monopolista empurra goela abaixo e ainda gostam!
Me desculpe, mas não concordo que vários desses pontos sejam positivos. Acho que a participação da MS em certas coisas deveria ser proibida!
Por exemplo, cursos universitários... Pra que? Pra formar engenheiros em sistemas Microsoft! Sai aquela galera da faculdade que só sabe usar a plataforma MS e assim ela mantém seu mercado!
Galera, pensem!!! Cadê a concorrência? Cadê a liberdade de escolha? Só porque eles são maiores, estão sempre certos???
Algumas faculdades de TI que conheço usam uma mistura de Windows e Linux.
Se você inverter sua pergunta vai obter a resposta:
Só porque eles estão sempre certos que são maiores.
Isso não impede a liberdade de escolha nem de concorrência.
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“A morte de um Homem ocorre, quando este desiste de aprender.”
praticamente todas as faculdades ensinam os 2 lados. eu estudava numa faculdade que tinha o academic alliance, enquanto que o professor de sistemas operacionais era Linux Xiita e fazia lavagem cerebral nos alunos, para que eles saíssem da faculdade sabendo APENAS mexer no linux.
a unicamp em SP tbm é assim, tem diversos laboratios que foram montados e sao mantidos pela Microsoft, enquanto que eles ensinam na sala de aula os 2 mundos, assim tu vai estar preparado para lidar com as 2 plataformas.
o seu comentário pelo que me parece foi pouco pensado amigo.
no mercado de trabalho é muito dificil tu trabalhar exclusivamente com 1 tecnologia e 1 fornecedor. todo mundo sempre escolhe o melhor dos 2 mundos.
Sair da faculdade sabendo APENAS mexer no linux eu acho impossível, afinal eu não conheço nenhum usuário de linux que não seja power-user de windows ;)
[]'s
Proibir a empresa de ensinar suas tecnologias em universidades? Pera lá... você trabalha com tecnologia?
Já pensou se proibíssemos empresas de ensinar suas tecnologias em universidades? IBM, Sun, RedHat, Microsoft, SAP, Oracle, HP? Teríamos legiões de desempregados.
Ao invés de proibir, não seria melhor deixar o aluno, o futuro engenheiro, já maior de 18 anos, que não é uma ameba, decidir o seu futuro e aproveitar o que é oferecido pela Universidade? O papel da instituição é oferecer as opções, seja ela tecnologia 1, 2 ou 3.
Não é preciso outorgar política alguma. Universitários pensam e podem decidir por sí próprios o que é mais vantajoso para suas carreiras.
"Ao invés de proibir, não seria melhor deixar o aluno, o futuro engenheiro, já maior de 18 anos, que não é uma ameba, decidir o seu futuro e aproveitar o que é oferecido pela Universidade? O papel da instituição é oferecer as opções, seja ela tecnologia 1, 2 ou 3."
Não é uma ameba mas mesmo mostrando várias opções se o curso mostrar *muito* mais fortemente um lado ele vai achar que é apenas esse que serve.
Infelizmente deve ter muita faculdade por aí com essa ajuda da MS se acomoda e fica por isso mesmo.
Não que a culpa seja da MS, já que ela chegou numa posição tão dominante (creio que mais mérito mercadológico que técnico) que fique natural esse comportamento.
Se faculdade que formar micos adestrados para gerenciar projetos para o mercado, tudo bem, fiquem só com a MS. Agora se a faculdade foca em pesquisa de ponta, depender quase que exclusivamente da MS é limitar muito as opções...
PS: Só lembro de um parente, que quando (muito tempo atrás) coloquei o winmodem p/ funcionar no slack e mostrei o firefox com o google ele disse "E tem internet fora do Internet Explorer?"...
Oi, Lauro !
Com certeza essa acomodação da faculdade acontece dos dois lados, tanto no lado Microsoft quanto no lado de outras tecnologias como software livre.
Mas o pior é quando observamos que acomodação pode ser a forma mais leve de ver o problema. Porque o que temos mesmo são xiitas para um lado ou outro que geram uma grande dificuldade na montagem de um plano curricular adequado.
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Bicho (ltcarneiro)... na boa... PÁRA DE FALAR M3RD@!!! Eu sinceramente não consigo pensar em outra coisa pra dizer...
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Contanto 1 TROLL a favor da MS
comentário mais imbecil desse itcarneiro... cegueira openxiita.
Contanto 2 TROLL a favor da MS
NÃO! Mas isso não quer dizer que estejam sempre errados meu caro anti-MS.
E sinceramente, a pessoa pode ser fanboy! Mas ela tem que argumentar, aceitar os prós e contra e não ter uma visão limitada.... como a sua!
O autor do artigo deu vários exemplos, você não argumentou, simplesmente berrou coisas clássicas no estilo comunista como um revolucionário de esquerda", "grande corporação", "monopolista" típico Fidel Castro e Hugo Chávez, tudo isso por que você simplesmente não gosta da Microsoft?
No final esboçou algo que não procede, qual o problema de um engenheiro usar ferramentas MS? Eu quero usar a melhor, muitas vezes a MS me fornece a melhor ferramenta, algumas vezes uso aplicativos que são concorrentes da MS, simplesmente não faz sentido limitar a educação e evolução de alguém por uma questão ideológica sobre fabricantes de software. Por favor!
Isso não é uma religião senhores! Pensar não é proibido.
Oi, ltcarneiro !
Como citei, quer seja para falar bem ou mal, falemos com conhecimento e argumentos.
Sim, você colocou um argumento muito importante : Formar profissionais que conheçam apenas softwares Microsoft ?
Eu sou totalmente contra isso. Uma universidade deve se planejar para que os profissionais conheçam não apenas os softwares Microsoft, mas também outras opções disponíveis. É um grande desafio para as universidades fornecerem um ensino flexivel e que prepare o aluno para o mercado de trabalho.
Liberdade de escolha é consequencia das universidades obterem uma solução educacional para este problema.
Já a concorrência é algo natural. Se um produto é bom, haverá concorrência.
O problema do capitalismo ter chegado a seu extremo a ponto de termos que pensar no risco de não haver concorrência em certos setores, em minha opinião é um problema sócio-político muito mais profundo que isso.
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E vocês realmente acham que a Microsoft faz tudo isso só porque ela é boazinha? Isso é necessidade de mercado e nada mais. Que é bom para muita gente é, com certeza, mas que a M$ não faz nada disso de graça também!
É o mesmo caso das inúmeras empresas privadas e públicas que fazem ações sociais no Brasil. Fazem para ter boa imagem frente aos clientes, para cumprirem determinada legislação ou para reduzirem impostos. Nem as ONG's atuam por simples altruísmo.
estranho. normalmente quando uma empresa faz algo para manter a boa aparencia eles fazem questao de gritar para o mundo isso, para que todos saibam. mas eu nunca vi um comercial na televisao ou uma noticia sobre essas causas sociais.
tu sabia sobre todos os 20 pontos que o Dennis comentou no post dele?
e mais sobre os que estão no site do meu comentário ali em cima?
tu sabia que eles já capacitaram para o mercado de trabalho 2 milhoes de pessoas?
quem saiba existam pessoas que tentam fazer o trabalho que o governo deveria estar fazendo, dar um futuro pras pessoas.
pergunta pra 1 dessas 2 milhoes de pessoas que tem um emprego gracas a qualificacao que eles receberam de graca se eles ligam pra essa babaquisse de software livre X software proprietario.
P.S.: eu uso tanto software proprietario qnto software livre, antes que comecem a me chamar de fanboy.
att.
Felipe Ferreira
E vocês realmente acham que a Microsoft faz tudo isso só porque ela é boazinha? Isso é necessidade de mercado e nada mais. Que é bom para muita gente é, com certeza, mas que a M$ não faz nada disso de graça também!
Parabéns! Você aprendeu como funciona o capitalismo!
Próxima aula: "mulheres, este ser misterioso".
:-P
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Oi, fernando_all4JC !
Claro que não faz isso por nada !
Mas importa ?
Se tivermos o discernimento de utilizarmos os recursos úteis para nós e mantermos nossa liberdade de escolha pelo melhor produto, seja ele qual for, então qual problema existe ?
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Sugiro trocar o nome do MeioBit para Baboo2.
ROTFL! Fazia tempo que eu não lia um comentário tão engraçado aqui!
Eu conheço sobre essa questão da Microsoft liberar o código fonte do Windows para análise por parte de governos, mas honestamente é algo que eu nunca vi "ao vivo" e tampouco consegui achar alguém que possa comprovar isso (e trabalho para o governo). Inclusive é bom perguntar... Se eles liberam o fonte para governos preocupados com a segurança do mesmo, então porquê mesmo assim muitos governos estão preferindo usar Linux exatamente por esta questão da segurança (no caso, saber o que o sistema faz internamente com as suas informações e se ele não têm backdoors)?
Desconfio que isso só vale mesmo (isso se existe de fato) para governos "amigos", talvez só o governo dos EUA.
Oi, TheDarkMaster !
Conforme encontra-se em um dos links do artigo, tal liberação ocorreu no caso das urnas eletrônicas. Além disso ocorre também para universidades.
Quanto a sua dúvida : Por total desconhecimento e por estarem acessorados por técnicos xiitas. Aproveite sua posição no governo para espalhar estas informações e permitir uma escolha mais técnica e menos filosófica, que gere realmente produtividade para o país, seja o software qual for.
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Eu digitei www.baboo.com ??? Nossa! Juro que pensei ter digitado meiobit.com.
Agora falando sério, só tem uma coisa pior do que Fanboy de Linux (que vocês tanto apedrejam) é Fanboy da Microsoft, o artigo foi superficial, apelativo e desnecessário, na verdade só foi realmente necessário se o objetivo foi fazer flamewar.
Como ferramenta de comunicação o meiobit poderia ser mais imparcial em relação a questão, porque daqui a pouco vai começar a apagar qualquer comentário contra a Microsoft aqui, ou então vai mudar de nome.. Que tal MeiBaboo ou BaboMei ?
Essa é uma das melhores coletâneas de links que eu já vi. Já encontrei uma biblioteca super útil. ;-)
Estou só imaginando a trabalheira que foi pesquisar isso tudo. Concordo que há muita ignorância em relação ao que a empresa oferece. Muitas críticas são infundadas, é verdade.
O problema é que a mesma empresa que trata desenvolvedores a pão de ló, usa um marketing pesado para vender um SO inacabado, o Vista. Ou adota práticas comerciais pra lá de questionáveis. É uma pena que a ignorância mistura tudo, joga no mesmo saco e diz que nada da Microsoft presta, o que está muito longe da verdade.
Clap, clap, clap, parabéns pelo post.
PS: Aos fedelhos trolls, esse post está protegido pela ZICA: Zero Idiot Comment Act. Abusos serão excluídos, a conta bloqueada e comentários fechados. Considerem-se avisados.
Gostei da visão 'mais ou menos'. Gostaria de ter visto essa imparcialidade no artigo. Aliás, será que se alguém se dispor a montar um artigo rebatendo esses 20 pontos positivos (?!?) ele será publicado também?
Aguardo resposta :D
[]'s
Sim, publicaríamos. Mas observe que muitos dos pontos do artigo são fatos, não defesa de idéias. O artigo poderia fazer o mesmo, apontando alternativas ou corrigindo falhas.
Exemplo: existe alguma outra biblioteca tão madura, com suporte e documentação quanto o Ajax Toolkit? Eu adoraria ter a opção de escolha.
Quais são os outros programas acadêmicos, com suporte das empresas? IBM, SAP, Mandriva possuem? Seria muito bom saber disso e ter links.
Se for mais um artigo do tipo "Linux é bom porque Windows é ruim", pode ter certeza que ele irá para a lixeira.
15) Que as licenças de código fonte aberto da Microsoft permitem que você manipule o código fonte à vontade, gerando novos produtos de código fonte fechado e proprietário se assim desejar, ao contrário da licença GPL que foi aplicada, por exemplo, nos drivers do banco MySQL, obrigando a todos que usam MySQL a pagar pela licença ou abrir o fonte de suas aplicações na internet?
Ah sim, Licenças MS são boas porque GPL é ruim xD
[]'s
Oi, Antony !
Não me limitei a dizer que a GPL é ruim. Disse porque acho isso : Porque não me dá a liberdade de usar o fonte da forma que eu desejar, até mesmo produzindo um produto de fonte fechado.
É claro que isso é só uma análise inicial, pois a posição contrária a isso é o fato de que se alguém deu aberto, você tem que manter aberto.
Mas então entraríamos em um longo debate sobre se o modelo de negócio de software livre é viável em contra-partida ao modelo de negócio de software proprietário.
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Bem, quanto as licenças...
Acho mais adequado dar uma olhada nesse link:
http://www.paradigma.com.br/leiamais/leiamais0010/view
E também vale considerar que muitos projetos possuem mais de uma licença.
Resumindo, "software livre" não é tudo igual, existem muitos modelos, e cada um, para um nicho especifico, de acordo com as necessidades dos desenvolvedores.
IBM, Novel, JEDI
IBM possue o workgrupdevelop você pode ter acesso através do site da IBM.
A Novel possue uma ajuda de ensino as faculdades que queiram apresentar a seus alunos o estudo da plataforma Suse, assim como suas ferramentas de desenvolvimento, é só entrar em contato com a Novel pagar um valor por volta de $300 e terá acesso a dvds do Suse, distribuição de manuais de ensino tanto para professores e alunos, além de video-aulas.
JEDI é um projeto da Sun que agora mudou de nome onde o foco é aprender e tirar certificação Java, no site possuem todas as expecificações, aulas através do moodle e uma porrada de material de ensino.
Detalhe essas coisas já estão a tempos.
Oi, cwars !
Pois é, e como o MSDN AA, infelizmente estão sendo muito mal divulgadas, então a informação não chega onde deve chegar, nas faculdades.
Um artigo com mais links como esses que citou e mais detalhes sobre isso seria muito interessante...
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O da IBM a que você se refere não seria o developerworks (http://www.ibm.com/developerworks/)? Portal fantástico, do nível do msdn/technet. Tutoriais, documentação, etc.
Como funcionário da IBM, tenho informações sobre o programa da IBM em particular.
A IBM possui um programa de parcerias com as universidades, chamado Academic Initiative (Info em português em http://www.ibm.com/br/university)
que oferece acesso grautito a todas versões de softwares IBM, além de dezenas de cursos de forma gratuita. Não há taxa de adesão, não há anuidade.
Por questões de controle, o cadastro é feito apenas por professores. Uma vez cadastrados, têm acesso a todo o material que pode, irrestritamente, ser distribuído a alunos, disponibilizado na biblioteca, etc.
Por material, me refiro a:
- versões irrestritas de todos os softwares das brands IBM (Rational, Tivoli, DB2 - Information Management, WebSphere e Lotus).
- materiais completos de cursos (como os cursos MOC da Microsoft)
Os softwares devem ser usados com finalidades de ensino e pesquisa.
É possível utilizar as ferramentas Lotus para automatização da administração acadêmica (Sametime, Notes e Domino para colaboração e workflow).
É possível utilizar os materiais de cursos para ofertas de cursos de extensão nas faculdades.
Este programa já vem sendo utilizado com sucesso por mais de uma centena de instituições em todo o Brasil. Esbarra no mesmo problema citado com o da Microsoft (falta de divulgação por parte dos professores, direção, coordenação) para ter maior alcance e utilização efetiva.
Há extensões deste programa, para pesquisa (bolsas de doutorado, concursos e afins) com informações em http://www.ibm.com/university, na seção "Research & Collaboration"
Além disto, já de longa data, a IBM publica os RedBooks, que são escritos de forma colaborativa, convidando funcionários e especialistas do mercado para participação, no processo chamado de Residency. Mais info em: http://www.redbooks.ibm.com/residents.nsf/ResIndex/
Sei que outras empresas (Sun, Cisco e SAP, em particular) têm programas semelhantes. Não conheço o teor destes, seria interessante algum comentário a respeito.
Como especialista em TI e professor universitário, acho importantíssimo que as universidades tenham o máximo de contratos de parceria como estes estabelecidos, para que os alunos sejam expostos ao maior número de ferramentas/tecnologias possível.
Caro Renato Almeida,
Eu ia justamente chamar a atenção para este ponto no meu comentário inicial, mas quando vi esta sua colocação eu deixei para complementá-lo depois e cá estou eu.
Você tem razão, várias empresas tem programas acadêmicos, a Oracle https://academy.oracle.com) tem um e o custo de fee anual é de R$ 978,00, aproximadamente o custo do fee da Microsoft, porém a muito tempo que comento que os da SUN e da IBM são os mais facilitados pois são livres de custos financeiros diretos.
Concordo plenamente que as universidades precisam expor aos alunos o maior número de ferramentas e tecnologias, porém é comum observarmos muitas instituições que apesar de ter as parcerias sub-utilizam seus recursos. Não entendo isto, pois por feedback de muitos estudantes tenho a impressão de que se as instituições o possuem não o empregam de forma adequada. O que também é verdadeiro para muitos Partners que possuem benefícios e não os repassa para seus funcionários, muitas vezes desconhecem ou omitem as informação que eles possuem, porém esta questão já é UMA OUTRA HISTÓRIA.
Meus parabéns por sua colocação.
Att.
[]s++;
Alberto Fabiano
Curti os Webcasts e eventos... já me cadastrei no rss... demais!
Oi, Storm !
Muito legal mesmo !
Dia 7/11 é o meu, vou estar fazendo um de WCF, criação de aplicações distribuidas, ao meio dia, se inscreve lá !
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Mestre Dennes, você por aqui? DevASPNET na veia!
A questão é que a maioria dos freetardados NÃO sabem do que estão falando, vide o comentário idiota do infeliz aqui em cima...
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Mais uma vez os primeiros comentários foram de gente que leu, entendeu a mensagem e elogiou o ótimo artigo do Dennes.
Num segundo momento apareceu o pessoal da "oposição" pra dizer que o artigo não presta e parece propaganda da microsoft.
E finalmente num terceiro momento está começando a aparecer os "Xiitas da oposição" que querem começar um flamewar.
Ninguém aqui é inocente a ponto de pensar que a Microsoft faz isso só por ser "Boazinha". Todo mundo que acessa o meio-bit tem o mímino de experiência profissional pra saber que que isso tudo é pra evangelização nos produtos do MS.
Mas detalhe, o mercado QUER gente que conheçe os produtos da microsoft, então TODO MUNDO se beneficia com essas iniciativas, a MS que vai ter mais gente que gosta dos seues produtos, o Aluno que vai deixar o curriculo uma beleza, e o Mercado que vai ter gente boa pra trabalhar !!!
E quanto a dizer que essa estratégia de evangelização da microsoft não permite liberdade de escolha entre o Linux e o Windows eu só digo uma coisa, PURO FUD E ACIMA DE TUDO BABAQUIÇE !!! EU escolho o que eu quero aprender, EU vejo o que o MERCADO quer e o MERCADO QUER TANTO LINUX QUANTO WINDOWS, e por isso EU ESCOLHI aprender a usar todos dois !!!
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Um OSX portable se chamaria Willykit ou WillyKat ?
Troll 3 a favor da MS
Permitir acesso ao código fonte do Windows para governos não tem nada de boa ação, e sim pragmatismo comercial. Se isso não for possível, eles não conseguem vender o Windows nem para o próprio exército americano, por exemplo. E o autor do artigo "esqueceu" de mencionar que este acesso é permitido mediante a assinatura de um NDA (non-disclosure agreement). No dia que a Microsoft liberar o source code do MS-DOS 5 ou do Windows 3.1 sob a GPL ou licença semelhante, aí sim pode-se falar em "caridade", "boa ação" ou coisa do tipo. Vender esse tipo de coisa como ponto positivo para a Pequena Mole é risível. Lembrem-se, estamos falando da empresa que tem como CEO Steve Ballmer, o cara que disse que "a fatia justa do mercado para nós é de 100%" e que considera OSS pior que AIDS.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Ninguém falou por isso ser mais que óbvio para qualquer um com mais de 15 anos ou 15 neurônios. Você quer que eles liberem o código-fonte SEM um NDA?
Também ninguém acha que é caridade, e sim uma boa estratégia.
E sim, é positivo, pois um dos pontos básicos dos freetardados é gritar histéricos "a Microsoft não deixa ninguém ver o código fonte, buááá" e QED, isso é falso.
Daí querer que eles liberem tudo via GPL, vai sonhando.
www.contraditorium.com
O problema é o jeito como o post foi colocado. Ficou parecendo algo do tipo: "Ahh, todo mundo diz que a Microsoft não presta, mas olha só como eles na verdade são tão bonzinhos: eles deixam governos e quem mais quiser analisar o codigo fonte do Windows à vontade". Não entro aqui no mérito de discutir a utilidade ou não disto para empresas desejando desenvolver para a plataforma ou para orgãos governamentais, só apontei que a iniciativa não tem nada a ver ação desinteressada da empresa em disseminar conhecimento e sim com necessidades comerciais bem específicas. E sim, exige a assinatura de uma NDA, o que na prática explica porque é mais fácil ver enterro de anão ou bicha regenerada do que eu, você ou qualquer outro mortal analisarmos os fontes do Windows.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Faz o seguinte: AO invés de ficar reclamando, escreva aqui COMO você acha que o post deveria ter sido colocado. Vai, foram só três parágrafos de introdução, você consegue.
Mostre que não é só mais um freetardado que só sabe reclamar, mostre que o autor estava errado e que a SUA colocação seria imparcial, inteligente e objetiva.
Vai, estou esperando.
www.contraditorium.com
Ao contrário de você, o autor do post entendeu perfeitamente o que eu quis dizer.
Quanto ao seu convite para reescrever paragrafos dos posts de outras pessoas, combinemos o seguinte: quando os moderadores do MeioBit premiarem seu contínuo e incansável esforço com o ícone de troll, a gente conversa. Boa sorte, tenho fé de que você conseguirá esse reconhecimento pelo qual você tanto luta e se empenha.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Oi, carloshp !
Não esperava em nenhum momento que o conteúdo fosse confundido com ações desinteressadas da empresa, empresa nenhuma faz isso.
Não quis dizer "olha só como eles são bonzinhos" em momento algum, mas sim o que disse no final : Para falar bem ou mal, vamos falar conhecendo do assunto.
Quanto a mortais como nós terem acesso ao fonte do Windows, você entrou na área dos programas acadêmicos e experimentou baixar o WRK, linkado no artigo, que permite que professores façam experiências com o Kernel do Windows ?
E o Platform Builder do Windows CE ?
Estou realmente perguntando se experimentou, porque adoraria o depoimento de pessoas que tenham experimentado isso e possam dizer até onde isso vai.
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Dennes,
Entendo seu ponto de vista, mas procure reler o que você escreveu, principalmente o primeiro parágrafo, e você vai entender o que eu estou dizendo. Como já disse antes, não estou questionando a utilidade das informações que você passou (e não, infelizmente ainda não tive oportunidade de testar nenhum dos links por absoluta falta de tempo, mas foram devidamente guardados para consulta posterior), e sim como ficou parecendo uma tentativa de defender a empresa. Esta impressão não foi só minha, como você pode ver por outros posts.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
TRoll CLassico 4
Comentário muito construtivo...
Agora até deu vontade de virar universitário pra ter acesso a Softwares originais da MS..... :D
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" Não se trata do quão forte você bate, mas sim do quão forte você possa suportar os golpes e seguir em frente..." (Rocky Balboa)
"5) Que as urnas eletrônicas brasileiras foram criadas com base no Windows CE embarcado conforme a tecnologia citada no item 4?
NÃO É VERDADE. As primeiras urnas NÃO USAVAM nenhum sistema operacional da Microsoft. Eu sei disso porque TRABALHEI para a Procomp entre 93 e 96, época em que as primeiras urnas eletronicas foram implantadas (quando nem se sonhava em existir Windows CE). Usava-se um SO da Microbase chamado VirtuOS. Se DEPOIS a Procomp/Diebold migrou para plataforma Windows, é outra história. E pelo jeito o troço não deu muito certo, para optarem pelo Linux.
http://en.wikipedia.org/wiki/Elections_in_Brazil
"Brazil was the first country in the world to have fully electronic elections.
Electronic voting was introduced to Brazil in 1996 (when the first tests were carried out in the state of Santa Catarina, Brazil). The chief goal of the Brazilian voting machine is its extreme simplicity, attempting to be as straightforward as a public phone booth.
The Brazilian voting machines were firstly developed in 1996 by a Brazilian partnership formed by three companies OMNITECH (previously known as TDA), Microbase and Unisys do Brasil attending the TSE RFP for the Brazilian Elections in 1996. This machine was an IBM PC 80386 compatible adapted to perform as a voting machine, and was known as UE96. In 1998, Diebold-Procomp, Microbase and Samurai (formerly known as OMNITECH) teamed up to produce UE98. Again in 2000, Microbase and Diebold-Procomp developed UE2000 together. In 2000 Brazil achieved the first completely automated election.
The original operating system was VirtuOS, similar to the old DOS complemented with multi-tasking, developed and copyrighted by Microbase. It was used in 1996, 1998 and 2000. In 2002, Unisys was incapable to set a partnership with Microbase, and Microsoft provided the Windows CE operating system free of charge. In 2004, Diebold-Procomp decided to migrate to Linux as a cost reduction measure."
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Blz, mas AGORA elas usam Windows CE certo ?
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Um OSX portable se chamaria Willykit ou WillyKat ?
Errado. Usam Linux. Acredito que o Windows CE foi testado e pelo jeito não atendeu (ou então, aumentaria muito o custo). Vamos ser práticos: você não precisa de um Windows CE para rodar uma urna eletrônica, é overkill.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Oi, carloshp !
Os links que estão no artigo, exatamente neste tópico, respondem suas afirmações e confirmam o uso do Windows CE nas urnas eletrônicas.
Quanto a migração para Linux, infelizmente não tenho um link sobre isso, vi links sobre a "intenção" de ser feito, todos com teorias muito distorcidas sobre o propósito, mas nenhum dizendo que foi feito.
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Meudeusdoceu
Sei que o Meio Bit ta cheio de Freetardado, fanboys, nerds e bla bla bla, mas isso é ridiculo
Ok, foi indexado uma bela coletania de links, mas nem tudo se aplica na pratica, alguem realmente já viu o código-font do windows?? alguem por favor se manifeste.
Urnas com windows CE??só se for na votação do Calheiros
hehe
fala sério né, sei que algumas dessas informações até que são verdadeiras, mas não exatamente como foram dispostas.
Urnas com windows CE??só se for na votação do Calheiros
kkkkkkkkk
Tinha Windows CE no episódio da fraude do Painel Eletrônico também xD
[]'s
Oi, Lord Bode !
Poderia explicar melhor ?
No artigo estão links que levam diretamente ao download de ferramentas que permitem inclusive experiências de alteração do kernel do windows. Portanto basta um programador habilitado para fazer os testes. Alguém se habilita ?
Quanto as urnas, você reparou que um dos links em questão é da própria câmara ?
Portanto não entendi a colocação...
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Eu me habilito. Fui tentar pegar o kernel do Windows, mas queriam me cobrar, quase U$ 500 por ano. Por favor, aponte um link onde eu possa de verdade obter o kernel do Windows para testes, experiência e aprendizado, assim como os do Linux.
Silêncio!!!
Oi, andycds !
Está no artigo, procure o link sobre o WRK.
Além disso outras pessoas aqui nos comentáros já fizeram isso e também comentaram.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Se a Microsoft tivesse mostrado o código fonte de seus softs fora das salas da empresa, mesmo que sejam impressos, com certeza já teriam caído na internet faz tempo...
Oi, Paulim !
Por isso o link para download de uma ferramenta chamada WRK, que permite experiências de alteração do Kernel do Windows em sala de aula, encontra-se ai em cima, no artigo.
Alguém se habilita a experimentar e comentar ?
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O item 15 não é verdadeiro.
Usuários de softwares GPL não são obrigados à abrir o código fonte. Nem mesmo os desenvolvedores de aplicações baseadas em código com GPL são obrigados à compartilhar.
O que a GPL obriga é que, _quando_ o software for (re)distribuído para terceiros, que este venha acompanhado de seu código fonte. Reiterando, a GPL e licenças afins só entram em ação na fase de redistribuição.
Ou seja, se você desenvolver o software somente internamente à empresa, ela não é obrigada à abri-lo.
E segundo, o MySQL tem licença dupla, você não é obrigado a usar GPL, mas se decidir por não fazê-lo, tem que pagar pela licença especial da MySQL AB.
"15) Que as licenças de código fonte aberto da Microsoft permitem que você manipule o código fonte à vontade, gerando novos produtos de código fonte fechado e proprietário se assim desejar, ao contrário da licença GPL que foi aplicada, por exemplo, nos drivers do banco MySQL, obrigando a todos que usam MySQL a pagar pela licença ou abrir o fonte de suas aplicações na internet?"
Ele disse isso. Ou você abre o fonte ou você paga.
Só que eu posso abrir o finte só da parte que cuida do banco de dados e deixar o resto fechado :)
Assim você tem que liberar o db.dll mas não o programa principal.
FelipeCN.com
Se redistribuir, o código fonte linkado tem que ir junto. Se não for redistribuir, pode guardar p/ você.
Prover um site não é redistribuição, logo você pode fazer as modificações que quiser num software GPL e manter para si próprio. É o que o Google faz, principalmente com o kernel.
Outra coisa, não é abrir na internet. Segundo a GPL, apenas que recebe o software é que precisa receber o fonte, e não "virar a casa da mãe joana". Agora isso não impede que o recebedor repasse, claro.
Não sei como funciona no Windows, mas uma dll não é linkada com o programa principal, mas apenas carregada dinâmicamente? Nesse caso, creio que o programa principal tenha que ir junto.
Como não é linkada na compilação (ou seja, não usa uma biblioteca estática, embutida no programa), você não precisa abrir o fonte.
E eu já vi vários softwares fechados que fazem isso. [O VMWare é um deles, se eu não me engano]
FelipeCN.com
Segundo a GPL (tradução não oficial em http://www.magnux.org/doc/GPL-pt_BR.txt)
"Mas quando você distribuir as mesmas seções como parte de um
todo que é trabalho baseado no Programa, a distribuição como um todo
tem que se enquadrar nos termos desta Licença, cujas permissões para
outros licenciados se estendem ao todo, portanto também para cada e
toda parte independente de quem a escreveu."
Procurei rapidamente algum link sobre o uso com dlls, mas não achei nada relevante. Na dúvida, é melhor não arriscar, urubus legais (de ambos os lados) podem estar só esperando =)
Digamos que se o trabalho contém código que está com código GPL vc tem problemas. Mas se vc usar o programa para gerar,executar ou produzir um programa proprietário não há problema.
E WMware usa a GTK2 que neste caso é LGPL permitindo o uso.
Oi, renrutal !
Esse é um equivoco muito comum.
Tudo o que você disse está correto, mas a MySQL - empresa - usou uns truqueszinhos :
Os drivers de acesso ao banco MySQL são licenciados sob GPL. Tais drivers passam a fazer parte da sua aplicação após a compilação.
Pelo fato de tais drivers passarem a fazer parte da sua aplicação, sua aplicação também tem, necessariamente, que abrir o fonte sob GPL.
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Isto é verdade, e a algum tempo foi problema para a inclusão dos drivers no PHP. Vc ainda pode comprar a licença do produto proprietário e conseguir utilizar no seu programa.
Fora que há o PostgreeSQL que é bsd e não tem este problema.
ótimo post, muita coisa útil.
acho que vou cobrar minha facul pelas minhas licensas ;)
Oi, Dezao !
Cobre mesmo, é importante !
Além disso existem outras iniciativas acadêmicas muito importantes, como as células acadêmicas, que recomendo muito. Veja mais em http://www.bufaloinfo.com.br/celulasacademicas.asp
Sugiro mesmo que monte uma célula acadêmica, se precisar de ajuda, pode me contactar.
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> Ok, foi indexado uma bela coletania de links, mas nem tudo
> se aplica na pratica, alguem realmente já viu o código-font > do windows?? alguem por favor se manifeste.
"Bom dia. Eu sou Bill Gates, e hoje vou realizar o seu desejo. Aqui está o código-fonte do Windows XP, em diversos formatos: Pendrive, CD, DVD, HD, Blu-Ray, Papiro, iOmega Zipdrive e Tábua de Pedra. Divirta-se!"
Piadinhas sem graça à parte, caro Bode, comigo eu penso assim:
Isso é uma coletânea de fatos. Muito interessantes, diga-se de passagem, mas não é algo que signifique o atual graal do povo (CCOP-Based OS que roda "windows stuff" sem problemas) esteja mais próximo.
Não é qualquer um que tem acesso à essas fontes, e também não vai ser pra qualquer coisa. E a "coisa" imagino que não vai ser útil para a grande maioria do povo. Se for útil, teria cu$to.
Tá explicado então porque aqui no campus todas as máquinas tem software windows original (porém OpenOffice e Debian no multiboot) e Visual Studio nos laboratórios de estágio... e não somos exatamente uma UNICAMP ou outra mina de dinheiro...
Então. Dá certinho.
São coisas que:
- quase ninguém sabe;
- Quase ninguém vai atrás;
- Quase ninguém sabe pra que serve;
- Quase ninguém sabe como funciona;
- E quase ninguém vai ter interesse em adquirir (Tenhamos em mente que a população que faz faculdade no Brasil já é extremamente diminuta... agora considere somente quem faz algo do ramo da computação).
Pois pois. Interessante mas não é pra se bater palmas. Boa isca pra flammers.
Agora me deixe voltar à minha jaula pra tentar aprender a usar o GCC e como o Linux "does (or attempt to do) his stuff".
[Pois ainda quero entender como tenho um pendrive que simplesmente espeto, diz "Loading Linux 2.4.2.2... e PAM, carregou - AdvancedMAME". Mistério...]
Poxa, eu fui aluno monitor durante 2 anos e não fazia a minima ideia de que era um projeto da microsoft, até hoje tenho a apostila, CD do curso e certificado...
E sobre esse MSDN AA, se um sugeito for abrir um escola de informática ele pode pedir licenças para a microsoft? É isso?
Oi, FabCobain !
Foi aluno monitor onde, fiquei curioso, gostaria de saber de outros lugares onde o projeto é aplicado...
O MSDN AA vale para cursos registrados no MEC... um simples curso de informática é classificado como curso livre, não tem registro no MEC.
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Post muito bom! Informações uteis para o meu dia-a-dia.
Ultimamente só tenho usado Windows no meu trabalho, acho os produtos da Microsoft de uma maneira geral muito bons. Mas de uns 2 meses para cá, não sei se é impressão minha , o Meio Bit está puxando bastante sardinha para a Microsoft. Sei que é um blog e que não tem a necessidade de ser imparcial, mas esse também é só um comentário, só mais uma opnião.
Cada articulista tem sua posição sobre o assunto que escreve e acho que mantemos um site muito equilibrado. Houve vários artigos sobre Linux , outros comentando falhas em produtos Microsoft. e alguns mostrando as diferenças entre sistemas operacionais, nem sempre com vantagens para o Windows.
Será que não é apenas impressão que "pendemos" para algum lado?
Propaganda disfarçada de Post... Ganhei o dia!!!
Sobre o Post, o item 16 é mais do mesmo... A IBM e a Oracle também possuem versões gratuitas.
O DB2 limita apenas a utilização à maquinas com até 4GB de RAM e 2 processadores (pode ser Dual-Core). Não possui limitação para o tamanho do Banco de Dados.
O Oracle Limita:
- Limita a utilização à apenas 1 processador;
- Os arquivos de dados (soma) até 4GB;
- Não permite operações de particionamento, compressão de tabelas, índice Bitmap, restrições a paralelismo.
O SQL Server Express:
- Limita a utilização à apenas 1 processador (pode ser usado em máquinas com + de 1 processador);
- Limite de 1GB de RAM (outra vez, a máquina pode ter mais memória, mas o banco não usa);
- Limite de bancos até 4GB. Cada banco pode ter até 4GB, ao contrário do Oracle que limita todos os bancos até 4GB.
Tauscheck
É a última vez que vou avisar: propaganda SEMPRE é classificada como propaganda ou artigo patrocinado. SEMPRE.
Você tem 12 horas para se retratar, dizendo que reconhece que o artigo NÃO FOI UMA PROPAGANDA e sim uma opinião do autor. Caso contrário, sua conta será bloqueada.
Fique à vontade para rebater, escrevendo um artigo e nos enviando.
Apenas para elucidar:
Do dicionário:
Propaganda: propagação de princípios ou teorias; associação que tem por fim espalhar certas doutrinas ou conhecimentos; divulgação.
Se olharmos para o verbete na Wikipidia - Propaganda (comunicação)- , veremos que existe um problema na definição da diferença entre Propaganda e Publicidade (não apenas eu me engano, mas também com o CENP, Conselho Executivo de Normas Padrão).
Neste caso, como você alega não ser propaganda, então podemos dizer que:
Publicidade em forma de Post... Ganhei meu dia!!!
Quanto à minha conta... Pode fazer o que achar mais adequado. Minha dica é você não bloquear, apaga de uma vez (assim não participo das estatísticas de usuários).
Agora, quanto à escrever algo para rebater, acredito que já fiz isto. Meu post foi elucidativo e informativo. Apresentei uma comparação (simples e direta), sem ser tendencioso (sem publicidade).
E caso vá escrever alguma coisa sobre as diferenças entre os DBs Express da vida, pode ter certeza que vou fazer em outro lugar que não aqui.
Sds,
Tauscheck
Volta pro teu gueto, troll dos infernos...
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Esta é minha assinatura :)
Nuossa! Huahuahauhauhauhauahuahah!
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Contando Troll 5 a favor da MS
ja to cansando...
mas tah constatei a verdade nua e crua.
Nenhum deles tem icone de troll.
Fim da contagem estou satisfeito
Olá, sou novo no fórum, mais gostaria de comentar em relação a esse assunto.
Gostaria de entender melhor os critérios para ganhar esse icone de troll.
Os comentários do DomainAdmin e do naio21, em grande parte, foram demasiadamente agressivos, e sem fundamentação, este não é um critério?
O comentário do ftauscheck, foi proveitoso, e remetia uma critica direta, ao autor, e também, baseado em opnião pessoal, ele não foi agreciso, (não ao meu ver), e argumentou, tanto que o próprio Dennis, "gostou" da informação por ele repassada.
Não sei os "riscos" que corro em comentar isso, porem ao meu ver comentários "pro-microsoft" mesmo não argumentados, nem justificados, não são passíveis de moderação, e "anti-microsoft" mesmo justificado e argumentado, são passíveis do mesmo... É isso, ou estou errado? Pois sinceramente é a visão este blog está passado.
Acho que um bom exemplo, é a discussão do Dennis com o Gilberto, ambos de um lado (não exatamente assim), e mesmo assim discutindo bem.
Sem mais. Grato t+.
Se não me engano, em algum momento, não necessariamente neste artigo, os comentaristas com insígnia de troll fizeram alguma ofensa aos editores. Via de regra por acharem que há uma postura pró-MS/anti-Linux velada, não admitida (pessoalmente discordo que exista tal postura). E ao que parece os trolls (não oficialmente reconhecidos) pró-MS bajulam os editores, aumentando ainda mais essa percepção (de postura pró-MS/anti-Linux), com comentários infantis do tipo, "Ai CC! Bane eles, vai!". Não que eles devam ser marcados como trolls por isso, mas como não ofedem os editores, apenas leitores que não possuem poder de moderá-los, fica por isso mesmo. No entanto não creio que os mantenedores do meiobit faça isso de má-fé, mas simplesmente por falta de tempo para a moderação dos comentários e assim acabam por ter que priorizar os ataques a eles.
Como diria o chicó, "se é assim, sim".
Tomei a liberdade em ler muitos tópicos anteriores(pelo menos os mais recentes), mesmo assim , foi essa a noção que me passou. Porem como você mesmo citou, "em algum momento" tal divergência deve ter ocorrido.
Ok. Obrigado pela informação.
Você foi demitido...
;-)
Oi, ftauscheck !
Que a Oracle tinha eu sabia, mas o DB2 foi novidade para mim, bem legal !
Acho esse tipo de informação muito útil, pois se os 3 maiores bancos de dados existentes ( de acordo com consulta em http://www.tpc.org ) possuem versões gratuitas, então por que usar bancos com recursos bem inferiores, como muitos tem feito ?
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Alguns motivos:
- Falta de conhecimento;
- Não usar um canhão pra matar uma mosca;
- Simplicidade de instalação (principalmente fora do ambiente Windows);
- Sem limitações de Capacidade, operações e máquina;
- Facilidade no desenvolvimento (pra quem programa em PHP);
- Desempenho em aplicações pequenas (o MySQL é muito rápido com pequenos DBs);
- Disponibilidade, principalmente em relação aos serviços Web;
- Não depender de um fornecedor proprietário (ideologia, mas é uma opção);
- Se o Google usa e com ótimo desempenho, por que eu também não posso?
Como já li em algum blog:
- Todos od BDs são ruins. Alguns em um ponto (desempenho, funcionalidade, consumo de processamento, ferramentas, ...) e os demais em outros.
É questão de escolha!
Sds
Oi, 3gman !
Que é questão de escolha é algo que não se discute em momento algum. Mas me deixa curioso essa questão, eu próprio pensava que as opções eram só SQL Server e Oracle, agora estou sabendo também do DB2.
Está me parecendo mais falta de conhecimento.
Com relação a não usar um canhão para matar uma mosca, os bancos já são reduzidos em relação a suas versões pagas.
Quanto a ser sem limitações de capacidade, isso é muito relativo. A pergunta seria : até onde esses outros bancos, que nem aparecem no índice TPC (http://www.tpc.org) aguentam em termos de volume ?
Desempenho : Tem certeza ? o MySQL vem com o sistema transacional desabilitado por default (estou sendo simplista, sei), por isso é mais rápido que uma instalação default de um SQL Server, que faz toda a aplicação transacional por default.
Google usa ? Fiquei interessado em um link disso. Sério, me interesso por infraestruturas grandes como Google.
Mas o ponto principal que faz com que eu levante tanto a questão de porque não escolher um desses bancos gratuitos (SQL Server, DB2 ou Oracle) ao invés de ir para outros com menos recursos :
Quando sua aplicação crescer, um aumento de recursos do banco será necessário. O índice TPC (http://www.tpc.org) mostra até onde esses três podem ir e isso é bem longe... mas a maioria dos demais nem aparece no índice, apesar de seus fabricantes ou associados apoiarem o TPC....
Então não seria melhor já começar com um servidor de banco que tem uma ampla possibilidade de suporte no caso de um grande crescimento da aplicação, ao invés de forçar que a aplicação, em caso de crescimento acima do previsto, tenha que migrar de base ?
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Que fique claro que não quero criar encrenca, como alguns aqui...
Apenas dialogar...
- Existem aplicações que nunca vão crescer. Tenho um sistema que é todo dia zerado e carregado com 40mb de informações (depois disto só são feitos SELECTs). Neste sistena eu uso MySQL 5.1. Em outro onde tenho mais informações, uso um SQL Server.
- O Drupal (base do meiobit.com e do br-linux.org, por exemplo), o WordPress e a Wikipedia são exemplos de sistemas que usam alternativas livres e gratuitas. Todos podem possuir bases relativamente grandes e assim mesmo bom desempenho. Observe que não estou falando que com um Oracle ou DB2 não seriam mais rápidos.
- Quanto ao Google, apenas temos informações de que ele usa o MySQL. Não sabemos onde nem para o quê. Segue alguns links:
http://br-linux.org/linux/google-disponibiliza-suas-melhorias-internas-do-mysql
http://br-linux.org/linux/noticiaslinux-mysql-vai-incluir-codigo-disponibilizado-pelo-google
Sds,
Oi, 3gman !
Claro, dialogar sempre é importante !
Algumas observações da minha parte, mas que acho pouco importantes, já estão implicitas no que você falou :
O exemplo do MySQL é muito interessante. O SQL Server não tem como "desligar" seu sistema transacional como o MySQL possui, o que torna o MySQL bom para alguns casos como o descrito por você. Oracle e DB2 tem essa capacidade, ou também não ?
Nunca crescer é algo arriscado... mas pode acontecer, realmente pode.
Como você citou, os exemplos do google não são específicos... não sabemos onde e para que o mySQL é usado, sabemos sim, que não é usado na ferramenta de busca. Mas infelizmente fica fácil para xiitas pegarem esta informação, distorcerem e dizerem que a busca do google é baseada em mySQL. Vi um professor de faculdade fazer isso há poucos dias, em um evento acadêmico.
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Olá novamente Dennes.
Em relação ao Google.
Veja se isso lhe ajuda a obter mais informações.
http://www.theopenforce.com/2005/12/googles_use_of_.html
(E os links de referencia também.)
E este também.
http://www.sqlone.com/search/google-search-appliance.html
Dennes,
Além do DB2 possuir uma versão XE também, em matéria de limites ele é o mais permissivo de todos não tendo limite de storage, além de outras vantagens.
A questão sobre o porquê utilizar os bancos open, está justamente neste ponto, nos "limites"! O MSSQLServer Express é muito interessante para o desenvolvedor, mas IHMO não é interessante colocar nem ele e nem Oracle XE para produção devido a questão dos limites, já o DB2 não tem estas barreiras, porém lembre-se muito bem dos propósitos para o qual estas versões lites surgiram! :-)
Penso que tudo deve ser bem analisado, há uma série de pesos que devem ser considerados como por exemplo o MySQL possui menos recursos que todos os outros servidores de banco de dados citados porém ele é extremamente rápido (dependendo da versão) e já existe uma legião de profissionais que o conhecem razoavelmente para dar continuidade no trabalho realizado com ele, realidade que é bem diferente do DB2; é uma questão de arquitetura onde até o skill dos profissionais deve ser analisado para pesar o ítem suporte e continuidade.
Esta questão é bem delicada, se eu pudesse eu trabalharia apenas com "SQL Server 2005" e DB2, porém a realidade de mercado não me permite isto.
Att.
[]s++;
AF
kct.. como tem troll insano nessa josa...
parece um bando de cavalos com tampões nos olhos.. nao podem olhar para os lados.. somente para frente... so falta fazer uma tattoo.... "linux é foda.. windows é um lixo.. morra bill gates."
ou você trabalha lá ou você é apenas um simples usuário burro.
Aê avontz! Mais um troll insano... :-)
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Avontz,
Por falar em trolls, o seu foi justamente um comentário "troll" para fomentar "flame wars"!
Vamos ser razoáveis, o Linux é excepcional, mas o Windows (XP, 2003 Server e versões superiores) possuem suas vantagens, e a nova geração (Vista e Windows 2008 Server) são excepcionais! Porém o artigo tem o objetivo claro que é de mostrar que a Microsoft tem posicionado-se de forma mais adequado nos últimos anos e que ela tem soluções bem interessantes. É marketing? Sim! Mas quando lemos um "bom artigo" tratando do Apache, do OpenBSD do Linux, do Python ou de qualquer outra coisa ele também não o é? Sim e qual é o problema? Desde que o artigo expresse a verdade, seja ele tutorial, panfletagem, fanzine ou que for todo mundo tem o direito de defender aquilo no qual ele acredita.
A Microsoft tem melhorado muito...
Houve pressão de mercado para que isto ocorresse? Sim!
Houve pressão de governos? Sim!
Houve pressão da comunidade de profissionais? Sim!
A questão é que ela foi cedendo, crescendo, evoluindo, adotando posturas mais adequadas, arquiteturas mais modernas, seguras e nos últimos anos ela tem evoluido extraordinariamente. Inclusive dando maior apoio a comunidade de usuários e conquistando novos profissionais via seus programas acadêmicos entre outras iniciativas. É errado? Claro que não! É uma estratégia muito saudável, diga-se de passagem. Claro que ela não em sido a única, outras empresas também tem acertado mas ninguém pode tirar os méritos da Microsoft, muito pelo contrário.
Att.
[]s++;
Alberto Fabiano
Eu já sabia muito dessas coisas, contudo deve-se considerar alguns pontos:
1) Que governos tem direito de acesso ao código fonte do Windows para garantir sua soberania nacional?
A parte do governo não é tão explorada assim, isso mesmo começou por causa da União Européia e China, por ter processado a empresa por não liberar as especificações na época (outro detalhe é que político não entende porcaria nenhuma de programação ou segurança).
2) Que empresas particulares podem ter o direito de acesso ao código fonte do windows na forma de consulta para o desenvolvimento de drivers e outros recursos que necessitem de alta integração com o sistema, em alguns casos de forma paga, em outros de forma totalmente gratuita?
Para se ter acesso ao código fonte do sistema juntamente com suas especificações é preciso assinar um acordo de confiabilidade, quer dizer o que você sabe só você sabe, e caso der algum deslize pode ter certeza que vai ser processado por justa causa, outro detalhe é que nem sempre eles liberam suas especificações.
4) Que o Windows CE não é apenas um Windows para dispositivos móveis, mas possui uma ferramenta (Platform Builder) que permite que se monte um novo sistema operacional a partir da escolha de milhares de peças que formam o Windows CE, desta forma criando sistemas operacionais específicos para determinados hardwares (sistemas embarcados) sem o excesso de funcionalidades? Além disso o custo de licença da unidade do sistema operacional é
adaptado a partir das partes escolhidas pelo desenvolvedor, podendo ficar um valor a partir de aproximadamente US$ 10,00 a unidade?
Essa do windows ce é muito velha, mas hoje em dia parece que o windows ce não tem mais suporte.
3) Que o código fonte do kernel do Windows não apenas está disponível para uso em sala de aula, mas foi organizado de forma didática para a realização de experiências?
Essa parte da sala de aula ter acesso aos códigos fontes não acredito que seja muito confiável, pois se tem sim acesso, mas ao código .NET, não realmente acesso ao código do Windows, mas em relação ao kernel32, se bem que ele não tem utilidade nenhuma para aprendizado, já que chama várias bibliotecas externas aos quais o kernel referencia, dessa forma você não sabe nem o que está acontecendo direito, pois é usado um sistema de micro-kernel no Windows e esse micro-kernel é como uma função main em C, ao qual se faz as chamadas de inicialização.
6) Que qualquer curso de nível técnico ou superior com matérias de informática pode realizar um contrato chamado MSDN AA (US$ 499,00/ano, menos de R$ 1.000,00/ano), através do qual a instituição de ensino ganha o direito de usar os softwares Microsoft (exceto MS Office) em qualquer quantidade nos seus laboratórios, distribuir cópias oficiais em qualquer quantidade para os professores e distribuir cópias oficiais em qualquer quantidade para seus alunos? Muitas universidades nacionais possuem esse contrato, mas infelizmente não divulgam aos alunos e não são organizadas o suficiente para distribuirem os softwares.
Se as universidades tivessem aderido em massa a este contrato na época em que o país foi ameaçado devido ao seu volume de pirataria o problema teria sido facilmente sanado.
Isso não é confiável, a faculdade em que estudo fez esse contrato com a M$ e não recebemos (no caso alunos) nenhuma chave de autorização para uso de produtos M$ para estudo, implementaram isso no ano passado na Unibratec e até hoje eu não tenho o direito a essa chave, só os professores e o suporte possuem essas chaves para instalação de softwares nas salas.
7) Que a Microsoft mantém um repositório curricular no qual existem inúmeros programas de curriculo acadêmico fornecidos como sugestão para uso em sala de aula e podendo ser livremente adaptados?
São as células de ensino .NET, na maioria das vezes são feitas por estudantes, uma amiga minha faz parte dessa celular ao qual participo como aluno, ela é a professora da celular de ensino, uma vez ela estava me dizendo que quando estava assistindo o ensino de uma colega, ela havia se irritado, pois ao invés ensinar a programação do básico, já foram direto para desenvolvimento de gui, sem o pessoal saber a base da lógica da programação, nesse momento ela foi questionar o porquê dessa forma de ensino e explicar que estava ensinado da maneira errada, então o pessoal da organização não concordou muito com suas palavras.
8) Que a Microsoft mantém o Faculty Connection, algo como uma comunidade voltada ao meio acadêmico e que fornece ao professor o Visual Studio 2005 Professional gratuitamente (isso, claro, se a instituição já não possuir o MSDN AA)?
Ficamos a usar o Visual Studio.NET 2003, pois ainda não era permito usar o 2005, por problemas internos de ensino.
Eu havia sugerido para que fosse instalado o Visual Studio .NET 2005 Express, contudo não foi permitido até o final do curso ao qual implementaram o Visual Studio.NET 2005.
12) Que o MS Ajax tem seu código fonte aberto?
Assim como todos os outros Ajax prossuem código aberto, pois são implementados em JavaScript que é interpretado, sendo também o Ajax uma padronização de implementação, ao qual estão disponíveis suas expecificações para seu desenvolvimento, ela não exatamente criada pela M$.
13) Que a Microsoft abriu o código fonte de inúmeras bibliotecas do framework .NET 3.5?
Sob a licença de patente de software, não se esqueça disso e também por causa da União Europeia. Dessa forma mesmo sendo aberto você não pode alterar e muito menos pegar para estudar a não ser que pague o direito de usufruir disso.
17) Que a Microsoft possui sua própria licença de código fonte aberto aprovada oficialmente pelo OSI Board, sendo que a Microsoft seguiu todos os processos padrões de aprovação, não recebendo nenhum tratamento especial, e que essa licença irá auxiliar muito no processo de interoperabilidade com o Suse, interoperabilidade esta que irá crescer consideravelmente?
Despois de a ISO dizer que tinha que mudar por diversas vezes suas licenças, pois não respeitava o padrão Open Source.
15) Que as licenças de código fonte aberto da Microsoft permitem que você manipule o código fonte à vontade, gerando novos produtos de código fonte fechado e proprietário se assim desejar, ao contrário da licença GPL que foi aplicada, por exemplo, nos drivers do banco MySQL, obrigando a todos que usam MySQL a pagar pela licença ou abrir o fonte de suas aplicações na internet?
Está faltando alguns detalhes, um deles é que seu produto deve somente rodar apenas na plataforma Windows ao qual foi especificada, pelo que me lembre, parece que é a MS-PL, fora as patentes (graças a Deus no Brasil não existe patentes de software).
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Creio que seja tudo isso que posso falar, um detalhe importante é que noticia pela metade é noticia equivocada, não olhem apenas o site de noticias M$, mas de forma mais global, uma outra coisa é que quem defende empresa e não trabalha nela é porque é um idiota, pois empresa nenhuma lhe defende, eu não confio em empresa que destroi seu próprio produto.
Concordo. Tanto falam que o código pode ser visto (apesar do contrato de confidencialidade) mas até hoje não ouvi falar de uma empresa e/ou governo que tenha tido acesso à tais informações. E considerando que se tal código estivesse de fato disponível, cedo ou tarde trechos dele vazariam. Dado que nunca se ouviu falar de tais vazamentos, ou a segurança é muito boa mesmo ou tal liberação simplesmente não existe. (exceto o único episódio conhecido no qual vazou partes do código fonte do Windows NT, o qual até hoje não se sabe exatamente se vazou por causa de um acordo assim ou por simples roubo de dados)
E também não considero nada louvável "facilitar o ensino de ferramentas microsoft", primeiro porquê tal ensino como se vê na realidade é cercado de restrições consideráveis, e segundo porquê seu objetivo é meramente manter a dependência dos sistemas microsoft (não existe almoço grátis no capitalismo).
Concluindo, a recomendação do post acima é muito boa e deveria ser sempre seguida: Sempre verifique várias fontes antes de formar opinião sobre um assunto.
Oi, cwars !
Que tal aderir a campanha "Usura Não" do Treta e inserir uns links ai na sua mensagem ?
1) A lista de governos com acesso está no site da MS. De qualquer forma, no artigo logo acima estão depoimentos citando como o Brasil teve acesso na construção das urnas eletrônicas.
2) Quais empresas e como é algo que está explicado nos links do próprio artigo ai em cima, é bem simples mesmo.
Quanto a assinatura do acordo, e dai ? Você vai ter o acesso para produzir um produto melhor e mais robusto para o ambiente windows, não para copiar o código do windows e fazer outro SO...
(Você inverteu os itens 3 e 4)
3) O recurso chama-se WRK e está linkado no artigo. O WRK e o acesso ao fonte do .NET estão citados em tópicos diferentes.
4) Está enganado, basta visitar o site.
(pulou o 5)
6) É uma vergonha que as universidades brasileiras, tendo em mãos um recurso tão importante, simplesmente não utilizem e até mesmo escondam o fato dos alunos, o que infelizmente tem acontecido em muitas universidades, sendo que em algumas tenho a nítida impressão de ser pelo fato do setor técnico ser comandado por xiitas religiosos e não por educadores. Mas em relação a isso a Microsoft não tem responsabilidade nenhuma, o contrato foi feito, o que a universidade faz dele é problema da universidade. Poderia dizer, talvez, para reclamar com o PT, mas vai que alguém me leva a sério, ai Danosse...
7) Você misturou muita coisa aqui. Não, não são as células acadêmicas. Confira o link.
Mas já que você comentou sobre células acadêmicas, isso é realmente um tema muito importante. Isso que você descreveu é um completo absurdo. Acontece mesmo, é verdade, em alguns casos acontece assim, mas é um absurdo.
Participei do processo de criação da idéia das células acadêmicas (quantos anos, 3, 4 anos atrás ?), uma parcela pequenininha, mas estava eu lá, acompanhando tudo.
Sugiro que passe o link do seguinte vídeo para sua amiga : http://www.bufaloinfo.com.br/celulasacademicas.asp . Caso ela goste da idéia apresentada, pode entrar em contato comigo. Garanto que uma célula pode ser muito melhor organizada do que isso que você descreveu.
Mas só para ressaltar : nem citei as células no artigo.
8) Ok, mas isso é um problema da sua faculdade, certo ?
(pulou vários)
12) Você confundiu MS Ajax com JSON. O protocolo JSON é um padrão para aplicação de comunicação Ajax. Mas para que a comunicação Ajax aconteça, é necessária muita programação, que está longe de ser simples javascript e pode ter código aberto ou não. Realmente não estou a par das outras bibliotecas Ajax, se abriram seu código e se o fizeram sob GPL ou não...
13) As afirmações estão distorcidas. Veja os links que inclui, lá tem informações corretas.
17) Sim, e dai ? Quantas vezes outras licenças de outras empresas passaram por mudanças até estarem ideais ? As licenças foram aprovadas dentro do padrão open source.
(inverteu os números)
15) Pode ser que a MS-PL contenha isso, carece de confirmação. Mas quando escrevi isso estava pensando no MS Ajax, que pode ser livremente alterado e redistribuido, sendo que eu próprio já fiz isso.
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Quanto a última parte, é um comentário digno de um Troll e uma ofensa direta, por isso me abstenho de comentar e responder posteriores comentarios seus.
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Minha vida mudou depois desse post.
Sou um novo homem.
Não precisa ser muito inteligente para perceber que todo o processo e as vantagens que a Microsoft oferece é nada mais que divulgar ainda mais seus produtos e idéias.
Toda empresa faz isso, diga de passagem as mentiras das propagandas de carros e cerveja.
Quem produz deve ter fumado todos por transformar um carro em uma super máquina e uma cerveja torna as mulheres verdadeiras prostitutas de copo.
Diga-de de passagem que os EUA invadiram o Iraque, bombardearam todo o território deles e depois lançaram caixas com mantimentos por para-quedas com frases do tipo
" Nós só queremos uma nação livre dos tiranos"
PS: Se as mulheres não se sentiram ofendidas com a ultima propaganda da Kaiser é porque devem ser tratadas como tal.
PS2: Pense na sua Mãe
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" A pergunta que não quer calar !!
Como eu uso as 3 Conchas"
Concordo contigo.
É o jogo de Marketing.
Excelente post, algumas coisas eu já sabia outras são novidades. Inclusive vou atrás do MSDN Academic Aliance para conseguir uma cópia original de Windows já que o driver da minha placa de TV não é bom no Linux (espero que no Windows seja melhor).
Mas em um item o autor se equivocou. No item 15. Se o driver MySQL é licenciado em GPL você pode usa-lo e não precisa abrir a sua aplicação por causa disso. Se você MODIFICAR o tal driver ai sim você precisa disponibilizar o código alterado.
Oi, viniciusfs !
O driver em questão não é algo fora da sua aplicação, mas vai ser compilado junto com a sua aplicação. Isso obriga sua aplicação a estar sob GPL.
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"(...) licença GPL que foi aplicada, por exemplo, nos drivers do banco MySQL, obrigando a todos que usam MySQL a pagar pela licença ou abrir o fonte de suas aplicações na internet?"
Quanta falta de conhecimento e desinformação... Fora todas as outras meias verdades. Não adianta depois ficar ofendido quando o pessoal insinua que o post é patrocinado.
Quanta falta de conhecimento e desinformação... Fora todas as outras meias verdades. Não adianta depois ficar ofendido quando o pessoal insinua que o post é patrocinado.
O RLY? Prova se for homem.
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
"O RLY? Prova se for homem."
Que provocação mais infantil. Na última vez que ouvi isso, eu tinha 12 anos.
Então, kid, quem falou a bobagem foi ele. Então quem tem que provar é ele. Ou você, que está tomando as dores. Ninguém é obrigado a abrir os fontes dos programas que faz e usa, mesmo quando contém software GPL. Não confunda usar com distribuir ou revender. Ele escreveu *USA*. Na minha casa uso diversos programas GPL e não preciso pagar nada, nem liberar na Internet as alterações que eu faço neles.
Leva amal não, mas quem acusa é quem tem que provar.
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Um OSX portable se chamaria Willykit ou WillyKat ?
Exatamente. Quem fez a afirmação original foi quem postou o artigo. Continuo esperando ele se manifestar.
Será que os trolls agora querem inverter os princípios da justiça?
O ônus da prova é sempre do acusador, salvo em raros casos.
Prova se for homem!
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Esta é minha assinatura :)
Exatamente. Vamos esperar agora o autor do artigo se manifestar.
Que provocação mais infantil. Na última vez que ouvi isso, eu tinha 12 anos.
Não vem com esse papinho de fruta-pão pra cima de mim, por favor. Prove que:
1) Ele tem falta de conhecimento
2) Ele fala meias verdades
3) O post é patrocinado.
Somente PROVE. E com fontes fidedignas, pois é VOCÊ quem está acusando alguém de alguma coisa, como bem colocaram os meus colegas acima.
"Argumentos sem comprovação são como palavras ao léu". - Ivan, 2007
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Huahuahuahauahuahauhauahauhauahuahaua... "fruta-pão", da onde tu tirou isso...?!?!?! Muito hilário!!!!
Um abraço! Continuemos...
Então, kid, preste atenção. Aliás não só você, como o moardib, que me enviou e-mail. Eu não disse que o post é patrocinado. Eu disse que é um texto tão pendente para o lado da Microsoft que fica *parecendo* texto patrocinado. Entendeu agora ou vai precisar que eu desenhe?
Quer uma das meias-verdades (neste caso é uma mentira completa)?
"Que as urnas eletrônicas brasileiras foram criadas com base no Windows CE embarcado"
A primeira eleição onde a urna eletrônica foi usada, foi a de 96. Simplesmente não havia Windows CE naquela época.
Agora a informação correta:
"Os modelos 1998 e 2000, que somam mais de 250 mil urnas, rodam o sistema operacional VirtuOS. Os modelos 2002, 2004 e 2006, que somam um pouco menos de 150 mil urnas, rodam as versões 4.0 e 4.2 do sistema operacional Windows CE."
Ou seja, é uma mentira deslavada que as urnas foram criadas com base no Windows CE.
Oi, andycds !
Não acha que está sendo um pouco rígido demais ao classificar algo tão facilmente como "mentira deslavada" ?
Seu acréscimo às informações contidas no artigo é um acréscimo importante, sem dúvida, mas em minha opinião, quando você faz isso acusando a informação original de ser "mentira deslavada" apenas por estar incompleta, apesar de ter vários links para verificação da informação, você corre o risco de jogar sua própria informação em descrédito.
De qualquer forma, estou escrevendo para você exatamente porque as informações que você acrescentou são importantes e gostaria de saber onde obteve esses números, se você possui um link falando sobre isso.
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Pensando melhor, é verdade, Dennes. Não posso classificar como mentira deslavada. Não é certo atribuir como mentira o que pode ser creditado a ignorância. Mas pelo que andei vendo, não foi a minha informação que foi tratada com descrédito...
Os links você obtém no Google:
- No Windows: Selecione o texto entre aspas, aperte Ctrl + C, clique na caixa de procura do Google e aperte Ctrl + V;
- No Linux (é um pouco mais fácil): Selecione o texto entre aspas e aperte o botão do meio na caixa de procura do Goolge.
Dennes, desencana. O cara tá enrolando, nem capacidade pra enviar uma fonte segura ele tem. Tá usando a velha tática do "Google é Seu Amigo" pra desconversar.
Melhor gastar sua argumentação com quem mereça. Esse aí muito provavelmente "ouviu falar" e tomou como verdade.
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
E aí, naio24, ainda não ficou satisfeito? Eu já estou ficando cansado, mas vamos lá (vou bem devagar, pra você entender):
1. As eleições de 1996 aconteceram em 3/10:
http://www6.senado.gov.br/sicon/ListaReferencias.action?codigoBase=1&codigoDocumento=167735
2. Foram as primeiras a usar urnas eletrônicas:
http://www.tre-sc.gov.br/site/noticias/tse-noticias-anteriores/lista-de-noticias-anteriores-tse/noticia-anterior-tse/arquivo/2007/maio/artigos/urna-eletronica-apurou-quase-25-bilhoes-de-votos-em-dez-anos/index.html
3. O Windows CE só foi lançado em 16/11/96:
http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Windows_CE_Timeline.png
Então, tolo fanboy, é impossível a afirmação de "Que as urnas eletrônicas brasileiras foram criadas com base no Windows CE", já que ele nem existia como produto comercial na época. Estou esperando sua argumentação.
E aí, naio24
Bwahahahahahahah, e você teve a desfaçatez de me chamar de moleque de 12 anos lá em cima? "O mãe, ele botou o número do veado no meu nome! Bate nele???"
Ou bem devagar, pra você entender
Nofa, que cinismo! Você é maldoso né?
Estou esperando sua argumentação
A argumentação tem de vir do Dennes, não de mim. Eu só não suporto stallmanzinho que morre de inveja da Microsoft (desculpe pelo pleonasmo) e que na hora do vamovê tira o time de campo. Você provou ser um pouquinho melhor que a média dos imbecis ao prover alguns links para contra argumentar. Agora não cabe mais a mim continuar esta discussão infrutífera.
Entendeu, tolo fanboy?
[ ]'s
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Oi, naio21 !
Esse cara ai tá fazendo flamewar e pior...
Não achei que valesse a pena argumentar, mas como você comentou, a argumentação é muito simples :
Tá, e dai ?
Pronto. Tá argumentado.
Mas claro que o outro cara que está fazendo a flamewar não vai entender, então eu explico, decifro :
E dai se as primeiras não foram com o Windows CE ? Isso é apenas uma informação útil que pode ser acrescentada ao artigo, não um motivo de flamewar, não muda absolutamente nada.
Pelo contrário, pode-se levar em consideração outros links que se encontram aqui no meio dos comentários, como por exemplo um que cita que os fabricantes do VirtuoOS, que precedeu o Windows CE, tentaram cobrar R$ 250 mil por partido para abrir o fonte a cada partido, enquanto a Microsoft fez de graça ao governo (e repito, porque os fanBoys de SL não lêem os outros posts : Se a auditoria foi mal feita, como descrito em um dos links aqui nos comentários, é problema do nosso governo, não da Microsoft)
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"Tá, e dai?"
Daí que seu artigo não vale nada, pois tem informações incorretas (ou mentiras deslavadas, como quiser). E daí que fora da MS (com sua ampla política de FUD) é feio escrever coisas que não são verdade. Seu nome perde credibilidade. Junto vai o nome da sua empresa, a bufaloinfo.
Quando eu apontei os erros do seu artigo, o fiz porque considerei ele com alguma valia, mesmo estando escrito de uma forma que lembrava uma propaganda. Mas se você, autor, não está nem aí para o que escreveu, então vejo que cometi um erro.
Infelizmente, quem sai mais prejudicado dessa história é o meio bit, que abriga textos cujos autores não estão "nem aí" para eles.
Prezado Andy !
"Mas claro que o outro cara que está fazendo a flamewar não vai entender, então eu explico, decifro "
Eu previ que você não ia entender nada, não previ ?
Semana que vem jogo na megasena.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Opa, errei o número! Mas foi muito divertido ler sua mensagem. Pediu e levou.
tenho que ser sincera: sou usária comum de computador, ou seja, nao entendo nada de programação... Então não entendi metado do que vc falou... Mas uma coisa me chamou a atenção: o item 6. Sou estudante universitária e fiquei entusiasmada com o fato da minha universidade poder distribuir software Microsoft (windows em meu caso) de graça aos estudantes (foi isso que entendi de seu artigo). Mas entrei no site específico da minha universidade (o da unicamp, conforme o link que vc forneceu: http://msdn90.e-academy.com/unic_icfe ) e veja o que encontro na seção de FAQs (http://msdn90.e-academy.com/elms/StorefrontSupport/MsdnaaFaq.aspx?campus=unic_icfe&np1=112&np2=25):
P: Como eu solicito o software?
R: Estudantes podem solicitar uma cópia pessoal da mídia do CD agora seguindo esses 4 passos fáceis:
Selecione o produto que você gostaria de receber
Escolha a Mídia do CD e o tipo de entrega
Entre com seu endereço para entrega
Entre com suas informações de faturamento (Visa/MasterCard)
Para selecionar um produto para compra você deve estar logado no sistema. Se você estiver tendo dificuldade com seu pedido, você deverá contactar o Administrador do seu Programa.
P: É seguro para comprar online utilizando meu cartão de crédito?
R: Absolutamente. Comprando produtos online é mais seguro do que o método tradicional. Ninguém poderá ver seu número de cartão de crédito. Uma segura transmissão codificada é usada. Para maiores informações, por favor leia a garantia de compra segura.
Ou seja, eu teria que pagar pelo software de qualquer jeito. Lá nao vi nada que informasse o valor do produto... Mas ainda assim: eu teria que pagar!
As perguntas são: vc está mal informado? eu estou mal-informada? isso ocorre só em minha universidade?
Julia
Oi, Julia !
É interessante saber que a UniCamp tem esse nível de organização na implantação do ELMS (ferramenta de distribuição dos softwares pelo MSDN AA).
A menos que a UniCamp esteja cobrando algo a mais por conta própria (o que duvido que seja o caso), a questão de pagamento que você encontrou na FAQ refere-se ao custo da mídia e ao custo de entrega em sua residência.
Para ver mais informações sobre como este contrato permite a gratuitade do software, veja em http://www.microsoft.com/brasil/educacao/comunidadeacademica/msdnaa/default.mspx
Se necessário analisar detalhes do ELMS, você pode ver também em http://download.microsoft.com/download/9/c/f/9cfe908a-1a64-4e02-8172-d2c297c2f1f2/Manual_de_Utilizacao_do_ELMS.pdf
Porém algo achei muito estranho no seu comentário : Normalmente os softwares são gratuitos apenas para estudantes de cursos que incluem matérias de tecnologia e a gratuidade não inclui o MS Office, ou seja, são os desenvolvedores ou profissionais de TI mesmo que terão maior vantagem.
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Julia,
Na unicamp o melhor que você pode fazer é encontrar um computeiro perdido, um desses com um rinoceronte estampado na camisa, e pedir ajuda.
Eu lembro que precisava fazer um cadastro em um site maluco da microsoft (não lembro qual é e não sei mais onde descobrir porque não estou mais estudando ai) e depois não lembro como fazia para receber a chave... Eu sei que para fazer o download e gravar o cd, precisa ser de dentro do laboratório da Microsoft, que fica no IC3, aquele lugar isolado depois da economia e que tem acesso limitado aos computeiros.
Enfim, se você não tiver nenhum conhecido da computação ou não quiser abordar ninguém aleatório, posso passar contato do pessoal que trabalha lá no lab da MS e ai eles podem te explicar direitinho por e-mail o que tem que fazer.
Não tem nada dessa história de pagar não. Nem lá nem onde eu estou estudando agora (onde o processo para conseguir a chave e fazer o download é algo trivial).
Eu uso Linux e to feliz com ele.
Eu sou um hard user de windows, mas dpois que descobri o pinguim, minha curva de aprendizado tem crescido mto.
É bom saber que a microsoft oferece essas coisas, mas qtos dos pontos abordados são realmente como tá escrito nesses itens!?
Qtas coisas obscuras não tão lá escondidas?
Digo isso no sentido do acesso, quem pode, quem não pode, como posso usar isso, quais as condições e tal.
E qtos desses pontos não foram adotados dpois de alguma pressão ou revés, como foi dito em outros posts já?
Qtos não são resultados da pressão de seus correntes, diga-se aí tb o linux e o S.L.?!
Pois então, uso Linux e to feliz. Tb uso windows, mas só onde realmente não dá pra trocá-lo, como na facul, onde tenho que usar pq nao tem Linux instalado.
Agora, além de ensinar a usar uma ferramenta, é papel da universidade ensinar o genérico/conceito antes. Senão, somos meros apertadores de botão.
E o ciclo vicioso se aprofunda!
Caro Dennes
O site nao especifica o valor e isso achei estranho... Mas já mandei um e-mail pra eles perguntando sobre e recebi uma resposta automática falando que o e-mail não pode ser entregue, sei lá por que... MAs ainda tentarei... E darei um retorno, pode deixar...
E não é estranho nao... Vc mesmo nao disse nada em seu artigo sobre limitação a quem pode usar os programas. Pelo que tá escrito lá e no site da Microsoft, qualquer um pode solicitar (pelo menos não especificam nada)... Entao até eu, não estudante de tecnologia, posso... E tem Windows 2000, XP e até Vista, Access, IE, coisas que eu uso no dia a dia, mas nao tenho condição nenhuma de comprar... Mesmo nao tendo o Office (tudo bem, uso o OpenOffice), isso já ajudaria e muito no meu bolso... E eu deixaria de usar o pirata. Este nao curto usar ( é bom deixar claro), pois preferiria o original que nao tenho dinheiro nenhum pra comprar....
Julia
Dennes, você como sempre mandando muito bem, já fui em uma palestra sua na UGF, sobre criação de games com c#, deve ter dois semestres.
Parabéns pela iniciativa.
Oi, g33k.pride !
Muito obrigado, agradeço os elogios !
Você já pensou em criar uma célula acadêmica ? Dá uma olhada no vídeo em http://www.bufaloinfo.com.br/celulasacademicas.asp
A UGF tem me chamado só nos GamaComps... Eu estou a disposição para mostrar a novidade que desejarem em qualquer espaço aberto por um professor. Uma célula acadêmica pode ajudar a levar essas novidades para vocês...
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Nem sempre os drivers de acesso ao banco de dados ficam embutidos na sua aplicação. Em java, você usa um driver separado, no formato 'jar', ou seja, já foi compilado antes da sua aplicação. Em php, o driver fica embutido no interpretador, assim como em algumas outras linguagens. Só pra constar, o driver não é obrigado a estar sob a mesma licença que o banco de dados, ele simplesmente o conecta ao banco. Se o fato de uma ferramenta conectar-se a outra obrigasse a primeira a usar a mesma licença da segunda, a GPL já teria contaminado o mundo todo. Você é obrigado a abrir o código do que você desenvolve COM BASE no mysql, e não aquilo o que FAZ USO do mysql, isso faz toda a diferença. Veja o link http://www.mysql.com/company/legal/licensing/faq.html que diz claramente que você tem que abrir o código da sua aplicação 'MySQL-Based', ou seja, embasada no mysql.
Sobre os softs distribuidos pelas faculdades é o maior fiasco, pois você assina um contrato que dá permissão da MS de ficar entrando no seu pc a hora que eles quiserem, isso é invasão de privacidade, e não me venha falar que não pois ontem mesmo eu li o contrado deles.
Saiu hoje no jornal Globo que a fundação do Bill Gates vai financiar o teste da vacina da dengue.
http://oglobo.globo.com/sp/mat/2007/10/26/326911426.asp
Vários produtos de informática para você e sua empresa rel='nofollow' href="http://www.infob.com.br/loja2">http://www.infob.com.br
Eu nao ia comentar nada, afinal esse assunto jah esta mais do que batido, e discussao com pessoas que tem uma visao unilateral do conceito de software e software livre nao leva a lugar nenhum.
Tambem acho estranho que a maioria dos posts no meiobit agora falando de Linux, ou tem cunho pejorativo ou sao microposts sobre novas distros ou coisa do tipo. Nem do eee voces comentaram.
Os unicos posts que "filtrei" para ler sao os do dori, ele ainda sabe passar sua opiniao sem atacar ninguem.
Agora o porque decidi postar foi pelo que li no blog do "Cidadao Carioca Dennes". Tinha uma tag chamada Software Livre, e nela um unico post: "Aspásia Camargo defende o software livre". Os primeiros paragrafos sao:
Abre Aspas
Está em fase final de aprovação uma lei criada pela vereadora Aspásia Camargo determinando que órgãos públicos devem fazer uso "preferencialmente" de software livre.
Como este tipo de lei é um absurdo, redigi um e-mail para ela. Veja abaixo o texto onde explico melhor este tópico.
Fecha Aspas
Os bold sao por minha parte. Apos isso tem um e-mail imenso , recheado de groselhas e informacoes sem fundamento. Caso estejam de bom humor, leiam, eh uma otima fonte de piadas :).
Me pergunto ainda, um senhor MCAD,MCSD,MCSE, MCDBA, MCT, MCXYZ, MCABCD nao eh um fanboy alienado? :)
regards!
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Se Mudar a Cor da Grama, Usuario Morre de Fome
Prezado Caio,
Só existe uma coisa em todo seu texto que merece um mínimo comentário construtivo, para auxilia-lo :
Se depois de analisar profundamente esta questão você não conseguiu chegar na conclusão de que especificar em lei uma preferência por um determinado tipo de produto tira a liberdade de escolha daqueles que realmente possuem o conhecimento técnico para decidir e a transfere totalmente para políticos populistas, então sugiro que você estude bem mais profundamente o capitalismo, para compreender como os argumentos normalmente utilizados a este este respeito são absurdos.
Por fim, lembro que Freud identificou as características de transferência, ou seja : As pessoas tem o hábito de atribuir a outras as características que na verdade lhe pertencem.
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Foda-se o sagrado "mercado". O governo têm todo o direito de como qualquer consumidor comum ter preferências. Eu trabalho apra o governo, é meu dever escolher as opções que resolvam o problema e sejam as mais em conta para o bolso do contribuinte independente de flamewars.
E, antes que você sequer pense em escrever mer#@, a lei é clara: preferencialmente. Logo, se só tiver uma solução paga que resolva o problema, eu irei negociar com o fabricante. Mas se tiver uma solução de código aberto que faça o mesmo trabalho, adivinha qual eu iria usar? A lei é mais para evitar abusos de lobbys querendo forçar a decisão à favor da solução "mais cara", leia direito as coisas antes de escrever asneiras...
Nota: Não posso ver blogs no trabalho para olhar com atenção o texto em questão. Mas se o tal Dennes têm tantos "certificados microsoft" como o Caio indicou, já considero o Dennes a pessoa menos indicada para falar algo sobre a microsoft. Odeio opiniões prontas de "condicionados em primeiro grau".
Mas se tiver uma solução de código aberto que faça o mesmo trabalho, adivinha qual eu iria usar?
OK... mas você estuda TODAS as variáveis antes de tomar a decisão de gastar o MEU dinheiro com software X ou Y? E estou falando de gastos pós-aquisição: treinamento, suporte, atualizações, resolução de bugs etc. O famigerado TCO.
Se você levou tudo isso em consideração e mesmo assim optou pela alternativa livre, ótimo, meu dinheiro está sendo bem gasto. Caso contrário, é mais um incompetente no governo jogando o MEU dinheiro pelo ralo por causa de uma maldita causa...
[ ]'s
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Se eu não levasse tudo isso em consideração eu não estaria aonde estou, pode ter certeza disso... E não se preocupe que eu não tenho nenhuma "causa" se isso lhe incomoda tanto, meu trabalho é fazer coisa "X" funcionar da melhor forma possível e gastando o menos possível. E dado que é uma diferença de custo considerável (que tal alguns milhões de reais / ano?) entre uma solução de storage proprietária (um Oracle da vida ou um SQL Server) e uma de código aberto como a PostGreSQL, qual você acha que vou usar, dado que só preciso gastar um pouco mais de tempo para entender como o PostGres funciona e assim fazer o mesmo trabalho com ele?
E se ainda não ficou claro, apóio a idéia de criar lei para preferir o software livre, porquê você não deve ter lidado com uma coisa chamada "lobby" ainda...
Oi, TheDarkMaster !
Detesto flameWar, mas existem algumas considerações curiosas ai :
"dado que só preciso gastar um pouco mais de tempo para entender como o PostGres funciona e assim fazer o mesmo trabalho com ele ?"
Então você realmente acredita que o tempo que você demora a mais para fazer um determinado trabalho não tem um valor ? Não tem um custo ? E que a falta de agilidade por não ter as melhores ferramentas não tem custo ?
Bem, isso definitivamente não é a visão de um administrador. Então, se você está em alto cargo de TI, como insinua, você está realmente desacreditando nosso governo (mas já está desacreditado mesmo, e dai ?)
"E se ainda não ficou claro, apóio a idéia de criar lei para preferir o software livre, porquê você não deve ter lidado com uma coisa chamada "lobby" ainda..."
Se você fizesse realmente uma comparação técnica entre software livre e software proprietário e, depois de descobrir que precisa usar uma solução proprietária, tentar implanta-la, então você iria conhecer algo chamado "política" quando fosse obrigado a explicar para superiores que não sabem nem ligar o micro porque precisou de uma solução que fornecesse transação via HTTP utilizando Two Phase Commit dentro dos padrões do W3C e com agilidade em desenvolvimento, só para ver o sujeito com cara de bunda falar alguma merda absurda para você e depois ficar elogiando o outro fulaninho de tal de outra cidade, localidade, departamento, que fez tudo com software livre mas não chegou a nem 1 décimo da capacidade de trabalho do seu ambiente, mas isso não é analisado...
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Olá Dennes.
"Então você realmente acredita que o tempo que você demora a mais para fazer um determinado trabalho não tem um valor ? Não tem um custo ? E que a falta de agilidade por não ter as melhores ferramentas não tem custo ?"
Lendo o texto que originou a resposta acima, não achei nada que afirmasse sua consideração. Entretanto, penso que no início do projeto, se considera o valor por diversos aspectos, entre os quais o custo de aquisição da tecnologia e o conhecimento do corpo técnico. Quero exemplificar com tópicos superficiais:
A) Ferramentas
1) Proprietárias - Valor da aquisição (licenciamento, aquisição, etc)
2) Livres - Custo zero
B) Treinamento de Profissionais
1) Especialistas apenas em dada ferramenta proprietária - Custo zero de treinamento, caso considere a aquisição da Ferramenta Proprietária
2) Especialistas flexíveis - Custo zero ou baixo em treinamento em ambas as soluções, supondo que o treinamento seria uma adequação, se fosse necessária
3) Especialistas em SL - Custo zero em treinamento, caso considere a aquisição da Ferramenta Livre
É claro que não posso me ater a estes detalhes APENAS, mas estes me mostram as possibilidades de reduzir o custo NESTES ASPECTOS, e servem para exemplificar como isso poderia reduzir o meu custo como um todo.
Não me afastei da linha de pensamento que iniciei, mas me voltei ao início do projeto, onde é preciso pesar o tempo de adequação que levaria para os técnicos (sejam eles do tipo que forem) em termos de valor, e ainda assim seria bastante baixo (em geral) este custo.
Sendo imparcial MESMO, em alguns itens o software proprietário é um must, mas está longe de ser a maioria dos casos, pois em excesso se tornariam muito caros. Caros não apenas por conta da aquisição e licenciamento, mas por outros itens, quais sejam: softwares de segurança de terceiros, tempo de paralisação causado por ação de malwares em geral ou por uso indevido do usuário.
Quanto ao seu outro comentário, o texto que você escreveu, da forma como você descreveu, me leva a crer que você afirma categoricamente que desenvolver com software livre é (sempre ou quase sempre) ficar amarrado em tecnologias ineficazes, ou atrasadas, ou algum outro adjetivo que demonstre uma ineficiência do software livre.
Eu espero estar completamente enganado nesta minha conclusão, pois se a "coisa toda" é tão negativa assim, por qual motivo ela teria tomado todo este corpo que tem tomado nos últimos anos, e tem passado por tanta modificação, tanto melhoramento reconhecido, tem tido o apoio de tantos nomes de respeito reconhecido no mercado, e não tem reduzido ?
Apenas para recordar o que já foi dito, a própria MS, empresa que trabalha com software proprietário desde o princípio da sua história, tem olhado com outras vistas para SL.
Em tempo: parabenizo a você pela sua forma de escrita, isenta de ironias e zombarias, do que infelizmente o The DarkMaster fez uso amplo. Entretanto neste teu último parágrafo, você se desvia de um estilo austero de escrita que vinha sendo constante até então.
Saudações
Oi, Gilberto !
Cheguei a destacar o ponto que gerou meu comentário : "dado que só preciso gastar um pouco mais de tempo para entender como o PostGres funciona e assim fazer o mesmo trabalho com ele ?"
Sim, sua descrição sobre análise de custos de projeto está legal, ao contrários dos comentários de outras pessoas anteriormente.
Também concordo plenamente quando diz que existem casos para o software livre e casos para o software proprietário, exatamente pelo conjunto da análise de custos.
"softwares de segurança de terceiros, tempo de paralisação causado por ação de malwares em geral ou por uso indevido do usuário"
O software livre não está livre(!) dos dois primeiros tópicos não. O site Zone-H tinha o hábito de mostrar gráficos de invasões diárias de sites, mas ou os gráficos mudaram de lugar e não acho mais ou foram totalmente retirados. Se souber de outro site que mantenha isso, acho interessante.
Quanto ao uso indevido por parte do usuário, bem, indo direto ao mais complicado, nunca ninguém me explicou os recursos de GPO existentes nos sistemas operacionais livres... você conhece a respeito ?
"Quanto ao seu outro comentário, o texto que você escreveu, da forma como você descreveu, me leva a crer que você afirma categoricamente que desenvolver com software livre é (sempre ou quase sempre) ficar amarrado em tecnologias ineficazes, ou atrasadas, ou algum outro adjetivo que demonstre uma ineficiência do software livre."
Desculpe ter deixado passar esta interpretação. Não foi essa a intenção.
Sobre sua colocação, minha opinião é a seguinte : Não é o fato de ser livre ou o fato de ser proprietário que vai fazer com que um software seja melhor que outro. Precisa haver uma análise caso-a-caso.
Mas o assunto que estava sendo debatido mesmo, nos comentários acima, era o seguinte : Uma lei pendendo para um dos lados, independentemente de sua redação, estaria ou não tirando a liberdade do técnico em escolher a melhor solução ?
O texto que publiquei sobre uma lei a favor do software livre foi duramente criticado sem muita exposição de argumentos, quando um dos tópicos que coloquei no texto foi justamente a possibilidade (extremamente complexa, como citado no texto) de que essa lei não fosse a favor de software livre ou proprietário, mas ao invés disso determinasse o que deveria ser analisado em termos de custos de uma solução para a sua escolha.
"parabenizo a você pela sua forma de escrita, isenta de ironias e zombarias, do que infelizmente o The DarkMaster fez uso amplo. Entretanto neste teu último parágrafo, você se desvia de um estilo austero de escrita que vinha sendo constante até então"
Agradeço os parabéns e retribuo, é sempre bom poder debater algo amigavelmente.
Porém li cuidadosamente cada um dos posts do DarkMaster e realmente a escrita amigável não estava mais viável. Teria me isentado completamente de responder, se não fosse justamente a possibilidade que ele abriu de trazer a tona o tema de custos de uma solução, como foi feito.
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CidadaoCarioca
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Olá, Dennes
Primeiro, igualmente agradeço a retribuição. Entendo que enquanto profissionais, temos que criar e primar pela ética em todos os aspectos, ainda que a mesma oficialmente não exista, visto que apesar de tanto tempo na estrada, não conseguimos nos organizar em uma classe profissional. E esta ética tem que figurar até no que viermos a discordar, pois somos seres humanos, e depois técnicos.
Comentando alguns trechos:
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" "softwares de segurança de terceiros, tempo de paralisação causado por ação de malwares em geral ou por uso indevido do usuário"
O software livre não está livre(!) dos dois primeiros tópicos não. O site Zone-H tinha o hábito de mostrar gráficos de invasões diárias de sites, mas ou os gráficos mudaram de lugar e não acho mais ou foram totalmente retirados. Se souber de outro site que mantenha isso, acho interessante. "
Não conhecia o Zone-H , mas de forma genérica, pensando nos dois primeiros tópicos (softwares de segurança e tempo de paralisação), estaria sendo sórdido e hipócrita (não necessariamente nesta ordem) se eu atribuísse estes eventos como falhas típicas do SO A ou do SO B. O passado mostra realmente a MS um tanto quanto descuidada com segurança, em (quase) todo software que fazia.
Abre parênteses: Inclusive a algum tempo atrás, houve uma mudança radical de diretrizes de desenvolvimento da empresa (a MS). Creio eu que o W2K e posteriores versões são frutos deste repensamento procedural. Enquanto não gostei muito do XP, e ainda não tive a chance de usar o Vista, tive uma impressão completamente diferente do W2K. Não pelo aspecto operacional, que permanece mantendo o mesmo paradigma. Mas pelo enfoque de estruturas de segurança. Ainda sujeito a vírus? infelizmente ainda. Porém maior estabilidade, menor perda de recursos, maior performance. Note que observo apenas pelo lado REDE , e não pela faceta do usuário final. Ou seja, a MS reconheceu falhas, deu um passo atrás para dar dois ou mais passos em frente. Fecha parênteses.
Mantendo a linha de pensamento: não é por que a MS fez o SO que ele é falho, ou por ser SL é ineficaz. Vulnerabilidades de um não se manifestam no outro, mas este é um caminho de mão dupla. E tanto os patches *nix como os hotfixes deixam isto claro.
Ao meu ver, faço coro com os que afirmam que a resistência ou fragilidade de uma rede reside na experiência e competência de quem a administra. Para comparação, forneço uma absurda: há criminosos que escavaram sua fuga por baixo dos muros de penitenciárias se valendo muito mais de um bom projeto do que de excelentes ferramentas, não usando pás ou talhadeiras, mas improvisando com o que tinham, "a là McGaiver".
De fato, sites invadidos ocorrem com Apache ou IIS, desde que as vulnerabilidades conhecidas não tenham sido devidamente sanadas ou o firewall (por ex) tenha sido mal configurado. Por isto considero a informação outrora apresentada pelo Zone-H denunciadora de administradores ruins ou que foram pegos desprevenidos. Independente do SO.
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"Desculpe ter deixado passar esta interpretação. Não foi essa a intenção."
Sem problemas. Um profissional que procura demonstrar sua defesa de forma análoga a sua, de forma nenhuma afirmaria o que eu supus.
Tranquilo!
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"Mas o assunto que estava sendo debatido mesmo, nos comentários acima, era o seguinte : Uma lei pendendo para um dos lados, independentemente de sua redação, estaria ou não tirando a liberdade do técnico em escolher a melhor solução ?"
Concordo com você neste aspecto. Entretanto, considero que o ocorrido (a orientação legal) serviu para apimentar a discussão (no bom sentido) da viabilidade do software livre. Veja que tenho (hoje em dia) uma opinião de cunho social, que justifica o SL para países em desenvolvimento, como nós. Estou lendo os links que você forneceu, aprendendo, mas ainda não achei uma vantagem para uma família de baixo poder aquisitivo, com 2 salários mínimos, que paga uma conta telefônica apertada e que comprou um computador em "trocentas" prestações. Esta família não conseguiria comprar um Windows e um Office, necessários para uso básico e elementar do computador, sem trazer um grande prejuízo. O que acontece é que estes passam a ser valer do crime, ou seja, usam o software pirata.
A MS tem seu modelo de negócio, e é diferente de uma instituição de caridade, e não quero com isso dizer que o SL é desenvolvido na base de instituição de caridade. Um investimento como este espera retorno, e dar o software comercial não gera retorno, pelo menos a curto/médio prazo. Aqui o valor do SL gratuito. SO, Office, ferramentas de editoração, desenho tridimensional, VoIP e outros a custo zero. Garantia de operacionalização da inclusão digital. Garantia de acesso à internet a partir de sua própria casa, ou seja, de acesso à informação. Aí está a importância do software livre gratuito.
Não quero com isto condenar a MS ao ardil do fogo do inferno. Mas façamos NÓS (povo brasileiro) a coisa de forma lícita. Ou seja, chega de vivermos às custas da maldição da Lei de Gérson. O Windows serve sim para A e para B, mas que eles comprem o software. Estou falando que A e B são pessoas físicas. Se puderem comprar, e conheço pessoas que compram, ótimo. Dura Lex, sed Lex.
Concluindo, não acho que a lei deveria facilitar quem quer que seja, mas ainda que vá contra isto que eu penso, desta vez abriu (à força) oportunidade para outras possibilidades, que provavelmente não seriam sequer ouvidas.
Mesmo assim, apesar de o SL ser o foco do atual governo, verdade seja dita, não faz com que os governistas sejam como os sacerdotes católicos da idade média que usaram a Inquisição para se livrarem de seus algozes. veja em http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=10356&sid=16 que há o foco em SL, e há o bom senso com o dinheiro público. Ressalto que esta entrevista (ácida e anti-governista, pelas indiretas embutidas nas perguntas do questionador) é recente, mais precisamente de 15/10/2007.
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"Porém li cuidadosamente cada um dos posts do DarkMaster e realmente a escrita amigável não estava mais viável. Teria me isentado completamente de responder, se não fosse justamente a possibilidade que ele abriu de trazer a tona o tema de custos de uma solução, como foi feito."
Tenho que ceder a mão à palmatória, pois as indiretas, ironias, e afins, do colega DarkMaster excederam limites.
Saudações
Oi, Gilberto !
Tem uma variação de temas no se post, vamos lá, os assuntos são muito amplos.
Sua conclusão neste parágrafo é uma excelente conclusão :
"Mantendo a linha de pensamento: não é por que a MS fez o SO que ele é falho, ou por ser SL é ineficaz. Vulnerabilidades de um não se manifestam no outro, mas este é um caminho de mão dupla. E tanto os patches *nix como os hotfixes deixam isto claro."
Concordo por completo. Quer dizer : Não é o fato de ser livre ou proprietário que tornará um software muito mais ou menos seguro.
Mas no texto anterior a essa conclusão acho que posso adicionar umas observações, mas é quase um novo assunto :
"O passado mostra realmente a MS um tanto quanto descuidada com segurança, em (quase) todo software que fazia. "
Isso pode ser muito relativo por dois pontos :
- Primeiramente, a estratégia de oferecer software aberto em relação a segurança (o contrário dos softwares *nix), é uma estratégia, se boa ou não, é outra questão.
Enquanto que no *nix temos a dificuldade de como abrir as coisas, no Windows tivemos a dificuldade de como fechar as coisas. Mas não seria isso um problema relativo ao profissional de suporte e não ao fabricante ?
De qualquer forma, a metodologia foi invertida.
- O que seria este passado ? O volume insignificante de alertas de segurança existentes para o SQL Server 2000 (7 anos atrás) e para o IIS 6 (4 anos atrás) demonstra que a mudança em relação a segurança não foi algo recente.
(confira estas informações em Boletins de segurança)
"De fato, sites invadidos ocorrem com Apache ou IIS, desde que as vulnerabilidades conhecidas não tenham sido devidamente sanadas ou o firewall (por ex) tenha sido mal configurado. Por isto considero a informação outrora apresentada pelo Zone-H denunciadora de administradores ruins ou que foram pegos desprevenidos. Independente do SO."
Concordo plenamente com o fato de informações provindas de um Zone-H não serem precisas exatamente pelos motivos que descreveu. Problemas de segurança são muito amplos.
Mas as informações (quando disponíveis) sempre permitiram uma conclusão : É quase impossível dizer qual é mais seguro que o outro.
"Concordo com você neste aspecto. Entretanto, considero que o ocorrido (a orientação legal) serviu para apimentar a discussão (no bom sentido) da viabilidade do software livre. Veja que tenho (hoje em dia) uma opinião de cunho social, que justifica o SL para países em desenvolvimento, como nós. Estou lendo os links que você forneceu, aprendendo, mas ainda não achei uma vantagem para uma família de baixo poder aquisitivo, com 2 salários mínimos, que paga uma conta telefônica apertada e que comprou um computador em "trocentas" prestações. Esta família não conseguiria comprar um Windows e um Office, necessários para uso básico e elementar do computador, sem trazer um grande prejuízo. O que acontece é que estes passam a ser valer do crime, ou seja, usam o software pirata."
O software livre possui, sim, o seu espaço. Mas se o objetivo do computador para esta família for o aprendizado de um de seus membros para entrar no mercado de trabalho, focar este aprendizado apenas em software livre cujo mercado hoje é menor seria algo restritivo.
O MSDN AA resolve problemas relativos a faculdade.
Alguns contratos da MS, como o contrato Select que é mantido por grandes empresas, com grandes volumes de máquinas, permitem que os funcionários das empresas levem para casa os softwares que usam no trabalho para poderem eventualmente completar trabalhos em casa. Infelizmente isso é muito mal divulgado.
O contrato School Agreement, citado em um artigo da Fabiane e em meu blog, também possui uma opção de distribuição de software aos alunos, apesar de não ser divulgado claramente o preço.
É claro que a argumentação imediatamente contrária a isso seria o fato dos alunos estarem aprendendo uma única tecnologia.
Concordo com a argumentação, mas não para nosso pais. Em um país em que os alunos chegam até mesmo no 2o grau sem saber ler, se sairem das escolas sabendo bem uma tecnologia muito utilizada no mercado isso já será um grande ganho.
Diversificar para o ensino de multiplas tecnologias, o que fiquei com a impressão (depois de ler o artigo da Ars Technica) é a idéia do governo Britânico, seria um excelente passo futuro, mas depois do básico ser resolvido.
"e dar o software comercial não gera retorno, pelo menos a curto/médio prazo"
O contrato MSDN AA e alguns outros benefícios estão ligados ao fato de que a MS espera ter ganhos com as empresas que irão lucrar com os seus softwares e não com as pessoas físicas que utilizarão os softwares apenas para conhece-los.
"Aqui o valor do SL gratuito. SO, Office, ferramentas de editoração, desenho tridimensional, VoIP e outros a custo zero. Garantia de operacionalização da inclusão digital. Garantia de acesso à internet a partir de sua própria casa, ou seja, de acesso à informação. Aí está a importância do software livre gratuito."
SL não é gratuito. Mas acho que isso é conhecido, não preciso ficar destacando aqui.
A questão é : Em minha opinião, para o SL se manter, precisaria ser um modelo de negócio viável para qualquer aplicação. Mas isso não é verdade, apenas algumas aplicações em algumas condições se beneficiam do modelo SL.
"Concluindo, não acho que a lei deveria facilitar quem quer que seja, mas ainda que vá contra isto que eu penso, desta vez abriu (à força) oportunidade para outras possibilidades, que provavelmente não seriam sequer ouvidas."
Não seria totalmente contra a existencia de uma lei, mas não desta forma. Para abrir oportunidades a lei poderia garantir uma análise técnica imparcial da solução, segundo seu TCO.
Quanto ao link que você forneceu no final do seu texto, achei excelente este caso. Mazoni é um homem de coragem. Porém isso não nos permite concluir que "estão abertos a todas as tecnologias". Veja porque :
- No link da entrevista, veja este trecho "A opção pela plataforma gerou certo desconforto para o presidente da empresa estatal, Marcos Mazoni. Isso porque o uso de uma plataforma proprietária contradiz com o discurso do Governo Lula da Silva em favor da implantação do software livre"
O que isso significa ? Ao optar pela solução mais adequada para um problema, Mazoni teve problemas políticos para justificar sua opção. Se em um cargo de alto escalão isso acontece, imagine em um cargo de baixo escalão...
- Estive uma vez em uma faculdade participando em um debate sobre software livre e proprietário. O outro participante, defensor do software livre, é diretor de uma grande empresa pública de processamento de dados. Infelizmente as informações e justificativas utilizadas no evento foram vergonhosas. Como estamos falando deste tema, vou publicar um breve relato em meu blog.
- Em nosso momento atual, o presidente de uma grande instituição pública que possui cursos de ensino médio técnico e superior em todo o estado do Rio de Janeiro é completamente a favor da aquisição do MSDN AA para a instituição, permitindo a formação de um melhor curriculo acadêmico.
Porém o presidente desta instituição precisou delegar a tarefa ao gerente da área de TI. Este por sua vez é extremamente ligado a uma grande empresa pública de processamento de dados que é uma fanática defensora do software livre. Resultado : A aquisição do MSDN AA foi engavetada, os alunos permanecem sem o benefício dos softwares devido a decisões de um xiita.
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CidadaoCarioca
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Olá Naio21.
Mesmo considerando os gastos citados, o custo em geral, ou melhor dizendo, quase sempre, é menor. Provavelmente dos itens que foram exemplificados, o que pesa mais seja o treinamento.
Dependendo da solução adotada , o suporte é simples, as atualizações são constantes e bem documentadas e comentadas, as resoluções de bugs ocorrem muito intensamente. Note, por favor, que estou me referindo ao Linux, em especial. Muito pouco poderia afirmar do FreeBSD, mas segundo conhecidos meus especialistas, estes itens são solucionados em tempo (em geral) igual ou menor. Solaris nem se fala. E neste aspecto, me detenho aqui ao Sistema Operacional.
Soluções abertas podem ser simplesmente recompiladas, e seus patches aplicados com pouca modificação, se forem estas necessárias. Vamos considerar que estas ferramentas são "universais", ou sejam, rodam em todos os sabores de Unix. Se sai uma solução para o Postfix (por exemplo), a mesma pode ser aplicada para os BSDs, para Solaris, para Linux, etc.
Recordo aqui que adicionei o Solaris não por ser Livre (ainda não) mas por ser *nix.
Claro, há soluções que apenas são funcionais na plataforma MS. Aí está a aplicação do "preferencial". Reconhece-se que SL não é panacéia. Mas seu TCO é de longe menor (repito, em geral), e funcional. Por isso (creio eu) a preferência do governo.
Saudações
Oi, Gilberto !
"Claro, há soluções que apenas são funcionais na plataforma MS. Aí está a aplicação do "preferencial". Reconhece-se que SL não é panacéia. Mas seu TCO é de longe menor (repito, em geral), e funcional"
Que as vezes isso aconteçe, é verdade, existem casos e casos. Mas algo que sempre destaco em palestras que realizo, é não existir esta diferença gritante que as vezes se acredita "TCO de longe menor".
Será que o termo TCO está sendo considerado em toda sua amplitude, ou apenas em uma definição administrativa ? Pois o termo TCO pode se extender por questão tão amplas que sejam impossíveis de se medir.
Preciso de sua ajuda, com seus conhecimentos de SL, para elaborar este tópico. Gostaria de saber como algumas soluções são aplicadas no software livre. Vou citar itens de destaque com impacto em TCO e que nunca até o momento ouvi falar em ambiente livre (talvez por desconhecimento meu, sim) :
1) Em ambiente Microsoft, um administrador de rede pode determinar que o "My Documents" do usuário seja na verdade uma pasta na rede. Tal determinação passa totalmente despercebida do usuário, o usuário continua utilizando o My Documents como sempre, sem perceber que na verdade seus arquivos estão em rede. O usuário pode trocar de máquina com facilidade e seus arquivos podem ser incluidos com facilidade em planos de backup. Não existe o consumo de tempo em instrução de usuários sobre onde gravar seus arquivos na rede, pois o usuário usa o próprio My Documents, algo já conhecido. Resultado : Ganho de tempo, TCO.
2) Atalhos são algo muito comum. Atalhos para arquivos, atalhos para pastas em rede, etc. Então em uma eventual reorganização, pequena ou grande, o usuário pode ficar completamente perdido com seus atalhos. Em ambiente windows isso é resolvido com o distributed link tracking, que controla o uso de atalhos, atualizando os atalhos na máquina dos usuários quando o administrador move uma pasta de local no servidor. Resultado : Ganho de tempo, TCO
3) O item 1 pode gerar problemas : O usuário pode começar a guardar MP3, JPG, filmes, etc, em locais da rede, as vezes até mesmo sem saber. Através de recursos do Windows Server 2003 R2 é possível determinar quais usuários poderão gravar quais tipos de arquivos em qual quantidade e em qual local. Junto com essa determinação monta-se um sistema de alerta especificando o que deve ser feito quando o usuário estiver perto de atingir sua quota e quando finalmente atingir sua quota. Observe que a quota não é algo geral para uma pasta, mas separada por usuário, grupos de usuários e ainda por tipos de arquivo.
4) Instalação de softwares através de políticas de grupo. O Administrador atribui um software a uma determinada política de grupo (GPO) e os usuários ligados a essa política imediatamente vêem o software em seu menu iniciar. NO momento em que o usuário chamar o software pela primeira vez, o software é instalado a partir do servidor.
5) Proteção de software através do Windows Installer. Em uma instalação de rede feita como no item 4, se o usuário deletar arquivos do software, por exemplo, deletar arquivos dentro do diretório de programas do Office, no momento em que o software é chamado a falta dos arquivos é identificada e ele automaticamente "se corrige" através da rede.
"Por isso (creio eu) a preferência do governo."
Isso é política, nada de bom sai dai.
O governo prefere SL porque é populista, mais fácil se explicar a favor do que contra.
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CidadaoCarioca
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Não sou admin de rede, nem expert em Linux, mas tenho alguns comentários:
"1) Em ambiente Microsoft, um administrador de rede pode determinar que o "My Documents" do usuário seja na verdade uma pasta na rede."
Em sistemas com suporte à NFS (linux, Solaris, ...) é possível montar qualquer pasta do usuário em rede. Inclusive é possível manter toda a paste de usuário na rede. Assim, ao mudar de máquina, não apenas seus arquivos, mas também suas configurações (de navegador, papel de parede, links, atalhos, ...) são migrados. Acredito que isto resolva em parte também o problema do ítem 2.
Ps: Uma dica importante nestes casos é manter o Cache do navegador na máquina local.
Ps2: Esta solução foi adotada em um laboratório de alunos de Engª, onde as máquinas tinham que ser re-instaladas à cada mês. Atualmente as máquinas são atualizadas apenas quando o Debian deixa de dar suporte à uma de suas versões.
"..., se o usuário deletar arquivos do software, por exemplo, deletar arquivos dentro do diretório de programas do Office..."
Em ambientes *nix bem instalados o usuário NUNCA tem acesso à arquivos de programa. Seu acesso se restringe à sua pasta e à pasta tmp. Entendo isto mais como um remendo à uma falha da plataforma MS do que uma funcionalidade.
Quanto aos outros tópicos não sei se existem alternativas, pois como comentei antes, não sou expert em administração de redes.
Oi, 3gman !
"Em ambientes *nix bem instalados o usuário NUNCA tem acesso à arquivos de programa. Seu acesso se restringe à sua pasta e à pasta tmp. Entendo isto mais como um remendo à uma falha da plataforma MS do que uma funcionalidade."
Se o *nix está instalado como servidor isso até é compreensível, mas não sei se seria realmente válido em *nix instalados como estações de trabalho.
De qualquer forma, isso me deixa com inúmeras dúvidas. Acho que a principal seria : Se o usuário não tem acesso a pasta do programa, como pode executa-lo ? Como o *nix lida com isso ?
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CidadaoCarioca
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Salve Dennes.
Estava preparando uma resposta ao seu post, e ao me preparar para colar a resposta, vejo com satisfação que o 3gman se adiantou, e até com parte do que vou colocar aqui.
Mas quero fazer uma ressalva ao que foi escrito:
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"Em ambientes *nix bem instalados o usuário NUNCA tem acesso à arquivos de programa."
O colega 3gman está se referindo a permissões de acesso. O usuário não tem permissões de escrita em arquivos que não são dele, ou em arquivos executáveis que ele não instalou, a menos que o Administrador queira que seja assim. Ter acesso de execução ele tem sim, doutra forma a execução não seria possível.
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"Se o *nix está instalado como servidor isso até é compreensível, mas não sei se seria realmente válido em *nix instalados como estações de trabalho."
Como sabemos, a MS trouxe, desde o NT, um conceito de SO voltado especificamente para servidores e um SO voltado para desktops, ou para usuários finais. Isto tem seus méritos, como a especialização de tarefas.
Em *nix, este conceito não existe, e não existirá, se tudo continuar como tem sido. A estrutura simples de permissão de arquivos e a planificação de um modelo de diretórios hierárquico permitem que se possa diferenciar com tranqüilidade as tarefas. Assim, todas as estações são apenas estações. A diferença é o que vai estar disponibilizado nelas, quais portas estarão abertas para conexão. A título de exemplo, mesmo máquinas de usuários em uma rede 100% *nix são servidores, pois _deveriam_ estar com o serviço ssh aberto para conexão.
Muitos de nós do lado *nix, os mais puristas, nos reservamos a considerar o termo "servidor" apenas em relação a software. Quando o fazemos em relação a hardware, nos referimos a estrutura de máquina, redundância, raid, etc. Mas nunca a um SO com características de servidor (de BD, de WEB, etc) e um SO com características de usuário final.
Há mais informações em http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_NT
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"Entendo isto mais como um remendo à uma falha da plataforma MS do que uma funcionalidade."
Uma correção: esta característica não pode ser considerada como um remendo a uma suposta falha da MS, pois ...
1) Esta é uma característica existente nas primeiras versões do Unix de Dennis Ritchie (http://en.wikipedia.org/wiki/Unix), que remonta o início da década de 70. A MS não existia ainda.
2) Existe uma falha de conceito sim, mas parte da MS parte do profissional (???) que instala o XP na estação. A MS sugere que o padrão seja o usuário Administrador e permite que este não tenha senha. O profissional (???) aceita estas opções, podendo mudar, mas não o faz por usar o procedimento padrão NNF (Next, Next, Finish).
Espero ter colaborado esclarecendo. Ao 3gman, peço desculpas por esta interrupção.
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Blog: http://livresocial.blogspot.com
Oi, Gilberto !
"O colega 3gman está se referindo a permissões de acesso. O usuário não tem permissões de escrita em arquivos que não são dele, ou em arquivos executáveis que ele não instalou, a menos que o Administrador queira que seja assim. Ter acesso de execução ele tem sim, doutra forma a execução não seria possível."
O controle de permissões de acesso em pastas também é possível de ser executado em ambiente windows, mas acho que isso nem precisava comentar, vocês conhecem.
Mas esse ponto me gerou mais dúvidas : Se é o administrador que precisa estar fazendo a instalação nas estações, isso não inviabiliza a distribuição remota, como o exemplo da distribuição via GPOs que citei, obrigando o administrador a ir de máquina em máquina fazendo a instalação ?
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Salve, Dennes.
"O controle de permissões de acesso em pastas também é possível de ser executado em ambiente windows, mas acho que isso nem precisava comentar, vocês conhecem."
A ressalva que eu fiz foi apenas para esclarecer um trecho da citação do 3gman, pois poderia ter dado a impressão de que o usuário não tem nenhum acesso aos referidos arquivos. Como foi dito, tem acesso sim, mas não para apagar o arquivo. Por isso que não existiria este problema.
Aproveito e faço uma pergunta: No Windows o usuário tem esta possibilidade, ou seja, mesmo sem ser o administrador ele pode apagar uma DLL ou um EXE de uma aplicação instalada ?
"Mas esse ponto me gerou mais dúvidas : Se é o administrador que precisa estar fazendo a instalação nas estações, isso não inviabiliza a distribuição remota, como o exemplo da distribuição via GPOs que citei, obrigando o administrador a ir de máquina em máquina fazendo a instalação ?"
De fato não. Dependendo do modelo projetado para a rede, a instalação é toda feita pela rede. Não conheço os artifícios do GPO, mas lembro do modelo de distribuição do SMS, da MS. De modo semelhante PODE ocorrer. Mas relembro , depende do projeto de rede adotado. Em geral, os arquivos ficam no servidor e os executáveis nas estações de usuários. No momento do login de cada usuário que necessitar da instalação do software X, o pacote de instalação será copiado para a devida estação e o procedimento de instalação será iniciado. Ou seja, a instalação foi remota. De fato toda a administração pode ser remota, e por canais encriptados.
Uma situação pode gerar dúvida, e vou citar pois tive este problema quando cuidei da migração Windows para Linux de uma rede de pequeno porte. E quando o arquivo de instalação é absurdamente grande? Isto é fácil de resolver. Um script de inicialização leria um sinalizador de atualização, e copiaria em segundo plano, com baixa prioridade, o arquivo em questão. Isto pode ocorrer normalmente até mesmo se a estação for desativada antes que o processo de cópia seja concluído. Assim que o processo for encerrado, pode-se então iniciar a instalação, também em segundo plano, não necessitando da interação do usuário, em baixa prioridade.
Ao ser terminada, o ícone estará disponível, seja no menu, seja no desktop, seja em ambos, dependendo do desenvolvedor do processo de instalação.
Como disse antes, nada disto está pronto, ou completamente pronto. Tudo pode ser desenvolvido do zero ou a partir de modelos de outros colegas. Demanda trabalho e conhecimento, tanto de programação de scripts como de funcionamento do sistema e do ambiente gráfico usado (kde ou Gnome). Mas é possível, viável e perfeitamente adaptável à realidade particular da rede em questão.
Saudações
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Blog: Livre e Social
Olá Dennes.
“Será que o termo TCO está sendo considerado em toda sua amplitude, ou apenas em uma definição administrativa ? Pois o termo TCO pode se extender por questão tão amplas que sejam impossíveis de se medir.”
TCO, segundo artigo na wikipedia, significa custo total de propriedade, e tende a ser redefinido como custo total de operação, por considerar a compra, o uso, a manutenção, eventuais capacitações, prejuízos com desastres, e em alguns casos até o valor de venda, quando se observa TCO voltado para objetos, como por exemplo, automóveis. Algumas empresas internacionais procuram “calcular” a viabilidade (ou não) de alguém adquirir este ou aquele automóvel.
Voltado para software, como disse, quase sempre o custo com capacitação se torna (em primeiras análises) o vilão deste “cálculo”. Mas se deve considerar, claro, o patrimônio intelectual vigente: o que já tenho, se já tem hoje alguma base iniciada, a vantagem/desvantagem a médio/longo prazo de substituir a solução existente (se a mesma existir, repito), o corpo técnico, considerando não apenas o seu know-how, mas a capacidade de adequação do mesmo. E outros.
Por conta do corpo técnico, o problema de migração full de soluções proprietárias para soluções livres pode causar sérios prejuízos operacionais. A mudança de paradigma operacional de ferramentas visuais para um ambiente quase 100% CLI (nos servidores, claro) pode ser fatal. E ainda que haja disposição da equipe em tentar, não se pode abrir mão de uma solução em uso, por pior que possa estar sendo (seja qual for o motivador deste "pior"), para o 100% parada, pelo tempo que for. Aliás, não pode parar tempo nenhum. No mínimo, É preciso manter a atual e aprender/criar a nova. Isto é estressante e arriscado. Seja de soluções proprietárias para livres, ou vice versa.
“Preciso de sua ajuda, com seus conhecimentos de SL, para elaborar este tópico. Gostaria de saber como algumas soluções são aplicadas no software livre. Vou citar itens de destaque com impacto em TCO e que nunca até o momento ouvi falar em ambiente livre (talvez por desconhecimento meu, sim) :”
Vou tentar, mas já tendo lido o relatado, a problemática é grande, talvez maior que a solucionática :). Antes, algumas observações, que pode carecer de uma ou outra contra-observação sua.
A) Os itens mencionados destacam características existentes em um sistema 100% MS, e as ferramentas relacionadas são realmente cômodas, no ponto de vista do administrador. Isto é inquestionável, pois a MS tem um forte peso na operacionalidade. Ponto Final! Mas isto seria apenas um aspecto do TCO, pois como já mencionado. TCO (seja de propriedade seja de operação) vai muito além dos assuntos diretamente relacionados ao computador.
Mas o fato é que, de antemão afirmo, nenhuma destas soluções estão disponíveis a partir de um painel de controle integrado, como há no Windows. São viáveis em SL, mas a partir de scripts e de combinação de ferramentas diversas. Todas livres, porém não uniformes entre si na operacionalidade.
B) O que vou responder é baseado em soluções em Linux, com o qual me sinto menos desconfortável. Se houver soluções correspondentes em BSDs ou outros *nix, desconheço.
Isto posto, sigamos:
“1) Em ambiente Microsoft, um administrador de rede pode determinar que o "My Documents" do usuário seja na verdade uma pasta na rede. Tal determinação passa totalmente despercebida do usuário, o usuário continua utilizando o My Documents como sempre, sem perceber que na verdade seus arquivos estão em rede. O usuário pode trocar de máquina com facilidade e seus arquivos podem ser incluidos com facilidade em planos de backup. Não existe o consumo de tempo em instrução de usuários sobre onde gravar seus arquivos na rede, pois o usuário usa o próprio My Documents, algo já conhecido. Resultado : Ganho de tempo, TCO.”
Talvez este seja o mais fácil de responder, mas não significa que seja simples de realizar. Depois de pronto funciona muito bem.
Independendo do ambiente utilizado (Gnome ou KDE) sempre haverá um ícone que leva a pasta do usuário conectado. Esta pasta seria um atalho para um compartilhamento de rede (Samba ou NFS). Uma vez que este usuário teria seu diretório padrão dentro de um servidor de arquivos, fazer a modificação do destino deste atalho não é nada impossível.Ao se conectar, o usuário verá o seu atalho como sempre, e como sempre o clicará, e lhe será aberta uma janela com o conteúdo de sua área no servidor, independendo da estação em que o mesmo se encontra. No mínimo, o administrador teria que usar NIS ou LDAP para autenticação, e NFS ou Samba para compartilhamento. Mais ou menos trabalhoso para fazer, mas feito para um se aplica para todos.
“2) Atalhos são algo muito comum. Atalhos para arquivos, atalhos para pastas em rede, etc. Então em uma eventual reorganização, pequena ou grande, o usuário pode ficar completamente perdido com seus atalhos. Em ambiente windows isso é resolvido com o distributed link tracking, que controla o uso de atalhos, atualizando os atalhos na máquina dos usuários quando o administrador move uma pasta de local no servidor. Resultado : Ganho de tempo, TCO”
Particularmente sou contra a dar liberdade ao usuário em realizar algumas atividades, no ambiente corporativo. Criar atalhos é uma delas. Uma organização bem feita na estrutura padrão do servidor de arquivos eliminaria esta “necessidade” do usuário, que segundo o que foi adequadamente citado, (quase) sempre acaba sendo sua ruína. Mas esta é uma preferência minha.
Não conheço o distributed link tracking, mas sua (do DLT) proposta parece interessante. Não há (no meu conhecimento) uma solução SL pronta para isso, mas pode ser viabilizada. De novo, trabalhoso para fazer, mas uma vez realizado, funcional para todos. Mesmo assim, entendo que os atalhos de usuários devem apontar para links simbólicos no servidor de arquivos, que podem ser redefinidos a qualquer momento.
“3) O item 1 pode gerar problemas : O usuário pode começar a guardar MP3, JPG, filmes, etc, em locais da rede, as vezes até mesmo sem saber. Através de recursos do Windows Server 2003 R2 é possível determinar quais usuários poderão gravar quais tipos de arquivos em qual quantidade e em qual local. Junto com essa determinação monta-se um sistema de alerta especificando o que deve ser feito quando o usuário estiver perto de atingir sua quota e quando finalmente atingir sua quota. Observe que a quota não é algo geral para uma pasta, mas separada por usuário, grupos de usuários e ainda por tipos de arquivo.“
Até onde sei, isso não pode ser definido no Linux. Não desta forma. Aproveitando, quota no Linux (desconheço os outros SO) é por usuário e por partição. Não por tipo de arquivo. Os alertas nos dois casos são viáveis e possíveis. Também, sou partidário dos que, em suas Políticas de Segurança corporativa, vetam o download de formatos não relacionados ao ambiente de trabalho, salvo algumas possíveis exceções.
“4) Instalação de softwares através de políticas de grupo. O Administrador atribui um software a uma determinada política de grupo (GPO) e os usuários ligados a essa política imediatamente vêem o software em seu menu iniciar. NO momento em que o usuário chamar o software pela primeira vez, o software é instalado a partir do servidor.”
Incluir um ícone no menu do usuário é fácil. Este ícone pode iniciar a instalação de um software na estação do usuário, e se auto-eliminar. A instalação criaria um outro ícone da aplicação em questão. Mas também é possível iniciar a instalação automaticamente no momento em que a sessão do usuário for aberta. Mas não há um integrador como o GPO. Há sim a flexibilidade de desenvolvimento de scripts, que permite a cada administrador proceder como quiser, souber e puder. O que pode ser apresentado como ponto negativo é que depende de tempo, como todo desenvolvimento de software. Não são dias, mas requer pelo menos algumas horas. O ponto positivo é que funciona exatamente como se deseja, e pode ser alterado como necessário, quando necessário.
Surge aqui uma dúvida, e não há nela nenhum sarcasmo. Sei que é desnecessário falar isso para você, Dennes, mas digo isto para os agressores de plantão. Minha dúvida é: instalar os aplicativos requer permissões de administrador, certo ? Se isto estiver correto, ou todos os usuários terão permissões de Administrador ou o GPO terá permissão de Administrador na estação do usuário para esta operação. Qual das duas, ou NRA?
“5) Proteção de software através do Windows Installer. Em uma instalação de rede feita como no item 4, se o usuário deletar arquivos do software, por exemplo, deletar arquivos dentro do diretório de programas do Office, no momento em que o software é chamado a falta dos arquivos é identificada e ele automaticamente "se corrige" através da rede.”
Se é um usuário comum, ele não pode apagar arquivos que não foram instalados por ele, mesmo que estejam na máquina que estiver usando. Este é um problema que não existe em Linux (neste caso posso falar pelos outros *nix também).
“ "Por isso (creio eu) a preferência do governo."
Isso é política, nada de bom sai dai.“
Neste caso tenho que discordar. Durante anos trabalhei para um governo estadual. Todas as estações sempre foram MS. Oficiais. Isto é correto, mas com certeza tem um custo de AQUISIÇÃO altíssimo. Muito menos pelos usuários finais que pelos servidores. Antes da entrada do atual governo, começou-se a usar SL em alguns servidores, e o resultado foi uma economia sensível. Entre os servidores MS que permaneceram, que eu me lembre, foi o de autenticação. Natural, por se considerar a estrutura vigente. Assim, economizou-se MUITO. Houve uma visível colaboração dos profissionais, que se dedicaram em aprender outras coisas e a colaborar com interoperacionabilidade.
Como disse em outro post, a sugestão de uso de SL foi sim uma forçada de barra, mas permitiu demonstrar que há outras opções. Antes disso, eram RAROS os ambientes governamentais que experimentavam SL. Apenas se comprava a solução pronta. Isto é caro, por maior que seja o incentivo. Capacitar o profissional em conhecer os muitos lados da moeda só traz benefícios, e o profissional que se encaramuja em um lado só está fadado a especialização aguda, que cada dia que se passa é menos necessária. Esta entrevista mostra que nem todos dançam a música da obrigatoriedade, usando soluções sensatas.
Isto eu considero como uma conquista, e foi através de política. Por isso discordo com a afirmação “Isso é política, nada de bom sai daí”.
“O governo prefere SL porque é populista, mais fácil se explicar a favor do que contra. ”
Ainda que o populismo esteja centrado em uma figura carismática, acredito que o atual presidente está longe disso, visto a oposição descarada que tem dos manipuladores da mídia nacional, que controlam a mente da maioria de nossa população lhes oferecendo sonhos falsos em horário nobre , uma espécie de ópio televisivo. Enquanto aturdidas as mentes, não há reação racional, e se colocam sujeitas à “hipnose de massa” executada sordidamente por mensagens subliminares, escondidas entre comentários irônicos preparados de forma estratégicas e de olhares e risadas intencionais de âncoras de seus telejornais, quando estes comentam ou narram fatos atuais, ignorando propositadamente que as raízes dos males que agora afloram remontam governos passados a longa data, deixando para segundo plano o fato de que pelo menos agora o que todos sabíamos de boca miúda está sendo revelado e não mais empurrado, à revelia, para debaixo do carpete.
Mesmo assim, confesso não ter entendido “mais fácil se explicar a favor do que contra”.
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Encerro aqui na esperança de ter respondido a pergunta a contento, e na expectativa de aprender mais do Windows. Confesso que sou um usuário menos que final do Windows, sabendo superficialmente diversos detalhes desconexos. Ter visto o2003 me despertou um interesse de aprender mais sem uma obrigatoriedade de buscar a certificação, vício do qual abri mão faz tempo.
Saudações
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Blog: Livre e Social
Oi, Gilberto !
Estou antecipando um pouco minha resposta, porque existe uma pergunta em sua mensagem que, como trabalho mais com desenvolvimento do que redes, não tenho a resposta imediata, mas verificarei e depois acrescento aqui.
Em todos os itens citados, as soluções *nix mencionadas por você são mais complexas que as soluções Microsoft. Este é o ponto no TCO que tenho grandes dúvidas se realmente é sempre levado em consideração, primeiro porque muitas vezes se desconhece a existência de soluções assimm, depois que seria no mínimo muito difícil medir isso para incluir no TCO. Quando digo "medir isso" me refiro a tempo de produtividade dos administradores da rede e tempo de produtividade dos usuários em relação as novas funcionalidades instaladas e em relação a falta delas enquanto o administrador as constroi.
Sem mencionar que o conhecimento do administrador *nix para fazer isso precisará ser muito grande (creio eu, me corrija se necessário).
1) Você fala sobre criar atalhos. Não ficou claro para mim se essa criação de atalhos poderia ser feita a partir do servidor de forma distribuida para todas as máquinas ou se teria que ser feita máquina a máquina... No item 4 você fala de ícones e fico com a mesma dúvida.
2) Fiquei com a impressão que sua idéia contra os atalhos se refere exatamente ao problema solucionado pelo DLT. Com certeza sem uma ferramenta como o DLT ou qualquer implementação equivalente o uso de atalhos na rede se torna um problema.
"“ "Por isso (creio eu) a preferência do governo."
Isso é política, nada de bom sai dai.“
Neste caso tenho que discordar ...
"
Existem muitos bons casos de implantação de sistemas no governo como os que você descreveu. Mas acredito eu que em sua maioria ou totalidade são responsabilidade da equipe de TI próxima ao problema e não dos políticos.
De fato, já vi um caso de uma boa implantação que não pode ser divulgada a outros órgãos que precisariam dela devido a famosa preferência por software livre, que geraria problemas políticos.
Minha observação acima é destinada aos políticos de alto escalão mesmo, não a esses bons casos.
"começou-se a usar SL em alguns servidores, e o resultado foi uma economia sensível. Entre os servidores MS que permaneceram, que eu me lembre, foi o de autenticação"
Excelente exemplo !
Existe espaço para ambas as tecnologias em um ambiente !
O servidor MS pode trazer melhor TCO em várias tarefas, como algumas que citei.
Mas um servidor livre dedicado a algumas tarefas poderá ter melhor TCO que o servidor MS. Exemplo clássico onde o servidor livre ganha em TCO em 90% dos casos : proxy/firewall. O uso de um firewall não justifica o pagamento de uma licença de windows server + uma licença de isa server por uma empresa que não seja uma gigante que realmente precise de toda a flexibilidade fornecida pelo ISA - o que é 90% dos casos a favor do SL.
" foi sim uma forçada de barra, mas permitiu demonstrar que há outras opções"
Minha opinião : Essa "forçada de barra" deveria partir de um nível gerencial próximo do problema, mas não de uma lei genérica, a "forçada de barra" fica forte demais.
"Isto eu considero como uma conquista, e foi através de política. Por isso discordo com a afirmação “Isso é política, nada de bom sai daí”. "
Mazoni parece mais ligado a tecnologia do que a política. Sendo que a reportagem mesmo cita que ele sofreu grandes problemas políticos pela opção que se arriscou a assumir.
Com certeza minha frase não foi destinada a pessoas como ele, na posição que ele ocupa no cenário político.
"acredito que o atual presidente está longe disso, visto a oposição descarada que tem dos manipuladores da mídia nacional,"
Meu sonho seria que isso fosse verdade. Mas já se prepara um plebiscito popular para 3o mandato e os comentários são sempre favoráveis a ele. Bolsa família é voto comprado.
"Mesmo assim, confesso não ter entendido “mais fácil se explicar a favor do que contra”. "
Para um público leigo que não entende absolutamente nada de tecnologia, é mais fácil argumentar a favor do software livre, parecendo uma liberdade para o povo, patriotismo e evolução tecnológica, do que argumentar contra ele, focando as questões comerciais de software.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Olá, Dennes.
Não querendo me intrometer mais que já estou na conversa entre você e o Gilberto Martins.
Pessoalmente acredito que a maneira mais fácil de sanar algumas de suas duvidas é utilizando uma distribuição para este fim (como SLED/openSuSE/RHLE), você mencionou que as soluções *nix são mais complexas, no entanto eu vejo que essa complexidade é mais relacionada com o "costume" na plataforma, muitas tarefas (em distribuições especificas), são totalmente automatizadas, e possuem configuradores gráficos de alto nível. Existe uma gama muito grande de informação na internet referente a muitas tarefas que você mencionou, e algumas distribuições (como o openSuSE/SuSE), possuem sim, um painel de controle integrando todas as funcionalidades.
Talvez então, fique até mais claro a relação "custo/beneficio" que foi mencionado por vocês, desde as dificuldades do treinamento (obviamente fazendo um comparativo ao treinamento dos servidores windows, que também existe), e até a "qualidade" da implementação.
E por favor, continuem a discussão, aprendi algumas coisas muito interessante lendo ela. Porem, acho mais apropriado que isso se torne um artigo/tópico, pois já está um pouco longe do assunto inicial do tópico.
edit: Já estava me esquecendo, nenhuma das soluções mencionadas é necessário ir em cada maquina, nem instalação, nem configuração, e também não é necessário inativar nenhuma das mesmas para fazer alguma dessas tarefas. Por exemplo, (Exemplo pessoal), um amigo uma vez, estava com um problema com seu driver, dai ele me enviou um e-mail, com seu ip e sua senha, enquanto ele estava na internet fazendo suas tarefas rotineiras, me conectei na maquina dele, configurei, salvei a seção, e dei um restart na mesma, e assim ele continuou fazendo as tarefas normalmente (de onde parou). E isso também pode ser implementado em larga escala. (em varias maquinas simultaneamente). Claro, esse caso é um pouco diferente, mais é só um exemplo. (Claro, em uma rede, você se conectaria em qualquer maquina quando desejar, nesse caso ele teve que me enviar os dados para conexão já que não estávamos em rede..)
Oi, Wallacy !
"e algumas distribuições (como o openSuSE/SuSE), possuem sim, um painel de controle integrando todas as funcionalidades."
Não duvido disso. Mas todas essas funcionalidades ? Se preciso de uma edição diferente ou uma ferramenta diferente para cada funcionalidade isso vira uma perda de TCO...
De qualquer forma acho excelente essa comparação técnica que está sendo feita aqui, pois raramente consegue-se encontrar pessoas que conheçam o sistema e se disponham a comparar e apontar semelhanças e diferenças...
"Já estava me esquecendo, nenhuma das soluções mencionadas é necessário ir em cada maquina, nem instalação, nem configuração, e também não é necessário inativar nenhuma das mesmas para fazer alguma dessas tarefas"
Isso é ótimo. Mas todas as descrições que ouço com relação a essas soluções no ambiente *nix frequentemente falam de controle remoto da máquina, como no seu exemplo.
Poderia ser feito em larga escala ? Um disparo para um conjunto de usuários ? Pelo que entendi das respostas do Gilberto, sim, mas com programação em alguma dificuldade...
"Porem, acho mais apropriado que isso se torne um artigo/tópico, pois já está um pouco longe do assunto inicial do tópico"
Tenha certeza que sim, já estou com isso em mente ! :-)
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Olá novamente.
Perdão pela generalização, pensando bem o mais adequado seria dizer quase todas. Pois as vezes deixam algumas configurações para ferramentas mais direcionadas.
Nesse caso, o uso de ferramentas diferentes, não irá causar perda significativa no TCO, geralmente essas ferramentas são descentralizadas para obter uma melhor especialização. Um exemplo seria o próprio painel de controle do windows, que algumas tarefas similares, são configuradas em itens separados. E encontrar essas ferramentas na verdade é uma tarefa muito simples, distribuições como a que citei costumam manter uma base de dados classificando cada tipo de aplicação, sendo assim, é fácil encontrar ferramentas especificas ou gerais para muitos casos.
Em relação a múltipla administração remota, vou ser sincero com você, não entendo muito do assunto, boa parte de meu conhecimento foi adquirido acessando Yast > Serviços de Rede.. (de minha distribuição), e claro administrando algumas redes, nada tão "grandioso", mais baseado em meu curto conhecimento, sim, isso é possível. Porem as vezes (em alguns casos), é necessário utilizar métodos (que para administradores windows), pode parecer incomum (ou gambiarra), como o citado em relação ao uso de Shell Scritp, porem, acredito eu que o nível de conhecimento necessário para tais tarefas, é comparado ao de um administrador da plataforma windows, porem, com uma ressalva, que é necessario antes estudar as diferenças entre os sistemas, para evitar cair em uma situação "constrangedora" como aprender usar o terminal, que também não é complexo. Por isso comentei sobre você "descobrir na pratica", já que muitas coisas são mais difíceis de se explicar do que fazer. Tenha certeza que o suporte por parte da comunidade e dos desenvolvedores será satisfatório. (Já enviei e-mail para desenvolvedores de muitas ferramentas, e obtive respostas excepcionais, em relação a minha duvida)
Salve Dennes. Vamos lá:
Em todos os itens citados, as soluções *nix mencionadas por você são mais complexas que as soluções Microsoft. Este é o ponto no TCO que tenho grandes dúvidas se realmente é sempre levado em consideração, primeiro porque muitas vezes se desconhece a existência de soluções assim, depois que seria no mínimo muito difícil medir isso para incluir no TCO.
Você afirmou ser um desenvolvedor. Também fui, e estou voltando aos poucos a prática. Mas na época, desenvolvia um pouco em Cobol e em Clipper Summer 87. Não sei em qual linguagem é a que você utiliza, mas a lógica permanece a mesma. Por exemplo, um mesmo desafio de desenvolvimento oferecido aos dois pode ser solucionado usando as duas linguagens. Mesmo a que eu usei sendo mais arcaica, oferece solução também. E eu costumava me gabar pelo curto tempo que desenvolvia meus “programas”, (coisa de adolescente metido), usando uma biblioteca de minha autoria, que eu mesmo batizei de ZighTools. Mas, se eu pegar este desenvolvimento em seu ambiente, estou lascado. Teria que parar um tempo para me adequar. De igual modo, imagino que você não tenha tido a oportunidade de desenvolver neste ambiente surreal (para os padrões de hoje) em Clipper Summer 87 ou mesmo COBOL. Certamente concluiria a tarefa, mas teria que passar por uma adaptação semelhante.
Este é o item que precisa ser mencionado no TCO: Minha equipe pode manter o existente e absorver know-how necessário para iniciar um empreendimento em outra plataforma, em tempo hábil? Para a maioria de nós, que fazemos parte do ambiente *nix, desenvolvimento de scripts é tarefa corriqueira e rápida. E por incrível que pareça, estamos mais à vontade trabalhando desta forma e operando controladores do kernel diretamente em linha de comando (/proc/*) que operando um painel de controle como os oferecidos nas soluções MS. Não que sejamos todos avessos a isso. Quanto mais maturidade TODOS nós alcançamos, mais entendemos a necessidade da diversidade. Isso vale para ambos os lados. Mas a pergunta permanece, e deve ser respondida honestamente: A equipe pode arcar com isso ?
Quando digo "medir isso" me refiro a tempo de produtividade dos administradores da rede e tempo de produtividade dos usuários em relação as novas funcionalidades instaladas e em relação a falta delas enquanto o administrador as constrói.
Nestas soluções remotas que empregamos em redes Linux, depois de executado o procedimento adequado, o usuário apenas vê o ícone/item de menu e o ativa. O ícone, atalho ou item de menu vai ser disponibilizado no terminal do usuário final. O que vai surgir pode ser de conhecimento dele ou não. Mais aí, já indifere do SO em questão.
Sem mencionar que o conhecimento do administrador *nix para fazer isso precisará ser muito grande (creio eu, me corrija se necessário)
Como disse acima, faz parte do nosso cotidiano, e como disse um superior meu a quem muito considero, “sai na urina”.
Falando sério, automatizar tarefas faz parte do dia a dia do Administrador *nix. este fala da automatização de tarefas usando os GPO. Independente de plataforma, a automatização é uma necessidade. E há diferentes modos de chegar lá.
1) Você fala sobre criar atalhos. Não ficou claro para mim se essa criação de atalhos poderia ser feita a partir do servidor de forma distribuída para todas as máquinas ou se teria que ser feita máquina a máquina... No item 4 você fala de ícones e fico com a mesma dúvida.
Desculpe. Me referi aos 2 como sendo a mesma coisa, falha de comunicação minha.
Considerando que toda a área de trabalho de todos os usuários está nos servidores de arquivos, basta fazer as alterações adequadas no servidor. Na próxima sessão do usuário, o que estiver no servidor de arquivos, na área do usuário, estará disponível no próxima uso. Semelhante ao antigo perfil ambulante (aprendi isso no NT).
2) Fiquei com a impressão que sua idéia contra os atalhos se refere exatamente ao problema solucionado pelo DLT. Com certeza sem uma ferramenta como o DLT ou qualquer implementação equivalente o uso de atalhos na rede se torna um problema.
Não ... minha idéia contra atalhos (e outras coisas) se funda no fato de que o usuário está usando um recurso da empresa, e por isso não pode (ou não deveria) ter permissão para alterar aspectos funcionais/operacionais que atendam interesses pessoais. É o mesmo princípio sobre o qual tem sido formado jurisprudência junto ao Ministério do Trabalho no tocante a emails. No meu entendimento, este compartilhado por outros profissionais da área, mesmo que não especificado em política de segurança, computador, conta de email, acesso à internet são recursos da empresa alocados ao funcionário para o cumprimento de suas tarefas, sendo assim caracterizadas como ferramentas de trabalho.
Além disso, achei aqui mais informações sobre o DLT, e relaciono o que descobri:
o É um serviço cliente-servidor (tem algum consumo de recursos)
o Usa RPC
o Armazena informações no Active Directory
o Pode gerar uma grande quantidade de informação no AD se acumulados por algum tempo (consome tempo de administração, o que também concorre contra os cálculos de um TCO favorável)
o Se o serviço for desabilitado e os objetos forem removidos da estrutura do AD, e se o AD for desfragmentado, a estrutura terá uma redução de espaço utilizado, além de uma redução do trânsito durante replicações entre os cont roladores de domínio
o A MS recomenda que o serviço seja desabilitado nos controladores de domínio por conta alto volume transmitido na replicação e do espaço usado no AD.
Concluindo, apesar de ser útil, não é recomendado que esteja em uso.
OffTopic sobre o RPC: Quanto à questão do uso de RPC, este site tem recomendações para desenvolvedores que usam RPC. Estas recomendações eu considero EXTREMAMENTE complexas, diferente de ShellScript com Bash ou com Python. Mas também sei que desenvolvimento comercial e desenvolvimento de Scripts são substancialmente diferentes.
Exemplo clássico onde o servidor livre ganha em TCO em 90% dos casos : proxy/firewall. O uso de um firewall não justifica o pagamento de uma licença de windows server + uma licença de isa server por uma empresa que não seja uma gigante que realmente precise de toda a flexibilidade fornecida pelo ISA - o que é 90% dos casos a favor do SL.
O ISA é realmente bastante flexível em sua operacionalidade, além da perfeita integração com outras ferramentas MS, o que é esperado. Mas (me corrija se eu estiver enganado) o texto acima dá a entender que uma empresa gigante não possa usar uma solução baseada em SL. Vou citar um exemplo de um firewall espetacular, de valor completamente acessível, proprietário, nacional e criado a partir de um SO livre, o FreeBSD: É o firewall Aker, funcional em FreeBSD/Linux e controlado por uma interface baseada em Windows ou Linux. Está em pé de igualdade com o Firewall 1.
Relembro que é proprietário sim, mas criado a partir de SO livre. Isto é garantido pela licença do FreeBSD. Mas também uma solução montada 100% em Linux, em um hardware adequadamente dimensionado funcionaria sim.
Meu sonho seria que isso fosse verdade. Mas já se prepara um plebiscito popular para 3o mandato e os comentários são sempre favoráveis a ele. Bolsa família é voto comprado.
Este é um assunto que podemos discutir aqui, o que geraria um off topic, ou podemos abrir um post em local adequado, ou trocar emails, e com quem mais se interessar. Não sou petista, mas pelo que tenho visto, em comparação com governos anteriores, contando a partir do falecido Gal. Figueiredo, foi o que apresentou melhor desempenho em diversos aspectos. Não foi bom em tudo, nem poderia. Eu mesmo entendo que dois mandatos são pouco. Mas superou em muitos aspectos governos anteriores.
Quanto ao Bolsa família ser voto comprado, devemos lembrar que a tradição eleitoral das regiões mais desfavorecidas é o voto de cabresto, herança de tempos remotos. Por mais que o esta parcela do povo seja favorecida com o que a oposição chama de migalha eleitoreira, a influência regional em época de eleição sempre pesa.
Mas isto é offtopic.
Para um público leigo que não entende absolutamente nada de tecnologia, é mais fácil argumentar a favor do software livre, parecendo uma liberdade para o povo, patriotismo e evolução tecnológica, do que argumentar contra ele, focando as questões comerciais de software.
Creio que não, se eu considerar os insistentes avisos da ABES (que por vezes parece ser não muito afeita ao SL) de que a maioria das pessoas que compraram os computadores pelo financiamento governamental trocaram seus SO livres para Windows (pirata). Este link também aborda o assunto. Talvez seja verdade, dado que já estão habituados a usar o XP antes de adquirir o computador, e por não terem sido devidamente capacitados, voltam (de qualquer jeito) para o SO ao qual estão acostumados.
Saudações
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Blog: Livre e Social
Oi, Gilberto !
Primeiramente peço desculpas por não responder tudo de imediato. O assunto está ficando realmente complexo (o que é muito bom) e preciso de tempo para analisar alguns itens, mas já adiantarei aquilo que posso responder agora :
Quanto ao TCO :
Você está totalmente certo ao dizer que a familiaridade da equipe precisa ser levada em consideração ao calcular o TCO. Com certeza precisa. A questão é justamente que na maioria das vezes não é levada.
Observe que eu estava falando só de levar em consideração os tempos de execução, aplicar como fator de alteração nisso a familiaridade da equipe com o ambiente é um a mais inteiramente correto, porém infelizmente estes elementos não são sempre levados em consideração, simplesmente porque não há um cálculo para medi-los.
(o link sobre GPOs não abriu)
Quanto ao conhecimento dos administradores, temos outro fator complexo. Estou em um determinado ponto do mercado, digamos assim, e com isso tendo uma determinada visão dele. Você outra. Então seria interessante completarmos o que vou mencionar.
A questão é : De meu ponto de vista, é muito frequente algumas empresas tentarem implementar soluções *nix e eventualmente os técnicos não conseguirem nem mesmo colocar as máquinas em rede, fazer falarem com um servidor windows, implementar servidor de autenticação ou algo do gênero.
É óbvio e indiscutível que técnicos não capacitados existem nas duas áreas. Mas em ambiente windows pelo menos o básico normalmente sai.
"Considerando que toda a área de trabalho de todos os usuários está nos servidores de arquivos, basta fazer as alterações adequadas no servidor. Na próxima sessão do usuário, o que estiver no servidor de arquivos, na área do usuário, estará disponível no próxima uso. Semelhante ao antigo perfil ambulante (aprendi isso no NT)."
Perfil móvel em ambiente windows é algo utilizado só eventualmente. O perfil de um usuário guarda muitas informações das aplicações que ele roda e que são específicas dele. Se o perfil móvel for aplicado sem controle, haverá um excesso de tráfego na rede e lentidão no login dos usuários.
Se a solução de entrega e configuração em massa no *nix depende de perfis móveis, isso pode ser um problema.
"Não ... minha idéia contra atalhos (e outras coisas) se funda no fato de que o usuário está usando um recurso da empresa"
Achei estranho este ponto de vista. Um atalho em um computador tem por objetivo agilizar o trabalho de uma pessoa. Se essa pessoa acha que com o atalho em seu desktop vai trabalhar mais rápido, então faz o atalho em seu desktop para ganhar produtividade.
Isso é recurso da empresa utilizado em benefício da empresa, muito diferente dos casos de uso de e-mail citados na comparação.
Com relação ao DLT, enumerando as questões que você colocou :
1) Sim, não há dúvida. Mas estamos falando de um consumo de recursos para trazer produtividade em empresas de 40.000 funcionários e um sem número de servidores, por exemplo.
2) Sim, usa. Vários recursos do ambiente windows usam RPC. Esse protocolo é utilizado em redes internas, como o DLT, não na web.
3) Sim, o que torna sua funcionalidade viável. A manutenção períodica é inferior ao que se pode imaginar quando se fala de "manutenção períodica". Pode-se observar o "case" citado no link que você mencionou, que se refere a uma empresa de 40.000 funcionários.
4) Tempo de administração da equipe de infra x tempo de produtividade de 40.000 funcionários
5) Sim, esta é a manutenção periódica que precisa ser realizada.
6) O documento em si está muito mal explicado sobre isso. Desabilitado sim, se você não vai usar o recurso. Mas se o recurso vale a pena para sua rede, então deixe-o habilitado e programe a manutenção periódica (1 vez por mês? - menos, dependendo do tamanho da empresa). Ainda acharei documentação melhor para comentar sobre isso.
Sobre isso temos este link :
http://safari.oreilly.com/0596004648/activedckbk-CHP-3-SECT-16
Que cita que o serviço deve ser desabilitado "a menos que você esteja utilizando"
E este link :
http://osdir.com/ml/org.activedir/2005-11/msg01081.html
Que comenta que justamente o documento apontado por você possui falhas.
Não entendi o que quis dizer com o link sobre RPC. O link é voltado a desenvolvedores produzindo novos serviços RPC para ambientes abertos, não é sobre serviços que utilizam RPC em uma rede interna da empresa.
"Mas (me corrija se eu estiver enganado) o texto acima dá a entender que uma empresa gigante não possa usar uma solução baseada em SL"
Não, não foi isso que eu quis dizer. Eu quis dizer que as funcionalidades do ISA são tão específicas de um certo nicho e o ganho de TCO tão... talvez secundário... para a empresa que ele só é justificado em grandes empresas. O contrário (grande empresa ter que usar ISA) sei que não é verdade.
"Creio que não, se eu considerar os insistentes avisos da ABES..."
É o "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". As pessoas trocam livre por pirata porque é comodo a elas. Mas em um pomposo discurso político, o livre parece ser maravilhoso. Mas depois de anos de alienação, apostaria que muita gente usando windows pirata aplaude o político falando de software livre e não consegue nem relacionar as duas coisas.
[]'s
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Não entendi nada.
Eu incluí um post, e agora que verifiquei ter cometido um erro de grafia, não posso responder. Saí do browser, matei os cookies, mas não tenho mais o link "editar" nos meus posts. Estou conectado, como vejo no canto superior direito.
O que ocorreu ?
Vou ver se neste aqui aparece.
Editado:
Neste aqui aparece o link editar, enquanto nos outros não. Estou alterando o conteúdo deste post. Isto é normal ?
Editado de novo:
Houve um erro de digitação no link de GPOs que eu incluí, mas pelo motivo acima não estou tendo possibilidade de acesso. Vou responder em breve.
Enquanto isso, queria saber se mais alguém teve um erro como este, e como resolver. Ou seja, como poder editar os próprios posts.
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Blog: Livre e Social
Olá,Gilberto Martins
Gostaria de fazer uma ressalva no itens “2) e “3)
No segundo item, este problema pode ser resolvido utilizando o Servidor Samba (mesmo entre "Linuxes").
No terceiro, esse problema pode ser sanado através de "plugins", infelizmente não posso dar mais detalhes sobre o assunto, pois me deparei com essa situação em uma hospedagem em Linux que possuo, e estava bloqueado alguns tipos de arquivo.
Porem, uma maneira simples de resolver esse problema, (não tão eficiente), é deletar estes mesmos arquivos no logon ou logoff de cada usuário usando Shell script , seria algo simples, como listar arquivos de um tipo especifico, e deletar, vale também ressaltar o fato que nos ambientes *nix as extensões de arquivo não são primordiais para tal identificação, esse processo pode (acredito eu) ser mais eficiente que em ambientes windows, pois neste poderiam ser alteradas as extensões de arquivos.
Vale lembrar também, que é possível adicionar estes "plugins" para cada usuário especifico, lembrando que o próprio gerenciamento de quota no Linux também é considerado um plugin em relação a conta de usuário. Porem isso creio que já é outra estória.
O ponto levantado pelo Wallacy sobre as extensões de arquivos é bem interessantes.
Onde trabalho os admins da rede (sou da área de engª) decidiram ser proibido ter qualquer arquivo .mp3 e .avi nas máquinas.
Conheço gente que simplesmente renomeia os arquivos para .m3p e configuram o player para tocar arquivos com esta extensão.
O mesmo vale para o Exchange, que em algumas empresas bloqueia arquivos .zip ou .exe. Nada mais comum que enviar arquivos como .zipo, .zar e outras extensões absurdas...
Ajudei uma vez a montar um servidor de e-mail com qmail (não vamos comprar as funcionalidades dos dois, OK!!) que fazia o mesmo tipo de filtro, mas considerando os cabeçalhos dos arquivos (comando file). Funcionava em 100% dos casos...
Tres coisas:
1. Em algum lugar daquela lei, tinha algo dizendo que o software livre soh deveria ser preferencialmente adotado se ele tivesse as mesmas funcoes utilizadas no software proprietario.
2. Se a lei fosse para obrigar que fosse usado apenas Software Proprietario (leia-se MS Stuff), voce nao teria se dado ao trabalho de escrever um e-mail daquele tamanho soh para protestar, estou certo? Tem gente que soh ve o proprio lado.
3. Aposto que voce tem uma camiseta, travesseiro, cobertor, bone, mochila e lancheira escrito "Get the Facts". Fanboy da Microsoft = Profissional MC.* (regex)?
Admita, vc EH MS Fanboy (alem de avido Analista Financeiro, Politico, Jornalista, Bibliotecario, Filosofo e Designer de Interiores).
Felizmente esse eh meu ultimo comment no Baboo Bit (ou ateh que insultem minha inteligencia novamente).
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Se Mudar a Cor da Grama, Usuario Morre de Fome
Felizmente esse eh meu ultimo comment no Baboo Bit (ou ateh que insultem minha inteligencia novamente).
Isso, isso, isso cara! Por favor, faça as honras. A porta da rua é serventia da casa!
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"Fanboys têm cura sim. Ela se chama lobotomia!"
Boa dica, Caio! Ele até começa bem, fornecendo alguns argumentos que eu até concordo, mas aí depois tem uns trechos que tiram toda a credibilidade. Eu ri bastante por aqui. Valeu!
Infelizmente, parece que você lê pouco o Meio Bit... afinal, perdeu, no mínimo este artigo sobre o Eee PC e este outro, onde recomendei a mudança para o Linux® ( Kurumin ).
Sinta-se à vontade para nos enviar uma colaboração. Seria muito bom ver um artigo muito bem embasado mostrando as vantagens do software livre.
Dammit, perdi mesmo... :P Sorry, my fault (sim eu reconheco eles, certas pessoas nao).
Esqueci de colocar seu nome ao lado do Dori, mas esse do Positivo nao li mesmo, nao me interessou.
Quanto ao artigo, possivelmente em breve enviarei um, mas nao sera sobre as vantagens, afinal estas ja foram apontadas um milhao de vezes e as pessoas continuam a ignora-las e considera-las delirios de Fanboys. Mas sobre algum software, ou alguma reviravolta, GPL, sei lah, quem sabe...
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Se Mudar a Cor da Grama, Usuario Morre de Fome
Boa tarde a todos, aos formadores de opnião em particular pois me sinto finalmente compreendido e vejo que argumentos existem e usados com muita ineligência! PArabéns a todos!!
Minha opnião é e sempre foi a seguinte:
O que seria do mundo se as pessoas tivessem várias esposas, vários carros, vários filhos, várias religiões, vários Deuses, que gostassem de doce, amargo, salgado e azedo?
Ao meu ver a unidade ajuda a evolução.
Metros ou Milhas?
Sei que independente das mortes que existiram por frustração a MS levou os indivíduos informatizados onde eles estão. Se têm curiosidade em conhecer outros sistemas operacionais é porque antes teve contato com o Windows há mais de 1 decada (certamente pirata, sem dizer do coitado do office que é tratado como um editorziho de textos ou planilhinas de excell)
Qdo trabalhava-se com DOS e criou-se a GUI, foi uma maravilha. Hoje tem gente que acham melhor trabalhar com DOS, babam por linhas de comando qdo o intuitivo, os icones são usados como idolatria na epoca de Jesus.
Eu tenho certeza de que se for Ä china eu teria capacidade de Administratar uma ambiente operacional pois poderia fazer tudo pela intuitividade.
Imagine se eu tivesse que saber nesta vida:
Windows, Unix, Linux, HP-UX, SOlaris, Redhat, Conectiva, Debian e outros a serem dipostos no mercado.
Bom, certamente eu teria problemas de compatibilidade no meu cerebro.
Sou profissional microsoft e não me dou ao luxo de trocar o certo pelo gratuito ou livre. Pra que?? Ta bom demais assim. Ficar melhor?? Para mim o ótimo é inimigo do bom e muitas coisas são engessadas por isso.
Sds
Gustavo Bergamini
(espero ter entendido o "espirito" do Post.)
"Sou profissional microsoft e não me dou ao luxo de trocar o certo pelo gratuito ou livre. Pra que?? Ta bom demais assim. Ficar melhor?? Para mim o ótimo é inimigo do bom e muitas coisas são engessadas por isso."
Entendo seu ponto de vista, do medo do desconhecido. Mas lembre-se que quando começaram a surgir as primeiras "carroças sem cavalo" (automóveis) e os relógios sem mola mestra (quartzo), muitas pessoas usaram argumentos semelhantes.
Mas lembremos, é claro que não podemos fazer uma comparação tão direta quanto carroça está para Windows assim como automóvel está para Linux. Seria um absurdo.
Certamente.
Não quis demonstrar que não se deva evoluir tbem desta forma mas eu continuo na onda da Evolução Microsoft e vou para o Server 2008, garantindo meu SLA, minha disponibilidade e confiabilidade.
Quero expressar que me contentar com Microsoft não é me contentar com pouco.
Quem sabe alguém um dia abra um processo contra a Microsoft a faça falir e que o mundo vire Linux ou que se tenha o codigo aberto da maneira que se quer.. como se esse fosse um enorme problema, como se fosse resolver problemas que não existem. No dia a dia não sinto falta, mas quem sabe eu veja algo realmente pratico que me faça mudar uma infra estrutura com a credibilidade da Microsoft. Vai demorar muito.
Sds
Pronto, nao demoraram muito e ja insultaram minha inteligencia novamente...
Esse eh o comment mais infundado, alienado, e estupido que ja vi!!! As partes mais engracadas:
O que seria do mundo se as pessoas tivessem várias esposas, vários carros, vários filhos, várias religiões, vários Deuses, que gostassem de doce, amargo, salgado e azedo?
Voce vive numa caixa de fosforos?
Eu tenho certeza de que se for Ä china eu teria capacidade de Administratar uma ambiente operacional pois poderia fazer tudo pela intuitividade.
HAHAUhuahuAHuhuhAUhauhAHUAHuhauhuAHUHHauhUHAuhUAHUHAuhauHAUhuHAUHuHAUhauH
Bom, certamente eu teria problemas de compatibilidade no meu cerebro.
Eh, capacidades limitadas, atinge uma certa parcela da populacao mundial. Deixa seu chefe ler isso... Ainda bem que todo software microsoft eh traduzido para portugues.
Sou profissional microsoft e não me dou ao luxo de trocar o certo pelo gratuito ou livre. Pra que?? Ta bom demais assim. Ficar melhor?? Para mim o ótimo é inimigo do bom e muitas coisas são engessadas por isso.
Sim, vou continuar andando de Chevette, usando um UltraTac, maquinas de datilografar, monitores CRT, tvs com sintonia no knob, mouses com bolinha, afinal, todos eles sao bons, mas nao otimos.
A evolucao eh a busca do otimo.
Mas o otimo depende de adaptacao, soh nao se adapta quem eh engessado... ha, compatibilidade...
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Se Mudar a Cor da Grama, Usuario Morre de Fome
Caio, um conselho: desista.
Eh soh ver essa resposta abaixo... :)
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Se Mudar a Cor da Grama, Usuario Morre de Fome
Não citei que não faço uso da evolução:
Inicialmente eu usava DOS > W3.1 > NT > 2000 > 2003 e em breve veja só: 2008!!! Que maravilha não?
Vc é muito gentil e não vou claro me dar ao trabalho que vc deu para outras replicas para não ser agredido.
"O que seria do mundo se as pessoas tivessem várias esposas, vários carros, vários filhos, várias religiões, vários Deuses, que gostassem de doce, amargo, salgado e azedo?"
Qual o problema em se ter mais de um carro ou mais de um filho ? Não entendi.
Quanto ao seu ponto de vista: cada problema tem uma ferramenta adequada. Da mesma forma que ninguém serra uma tábua com um martelo, achar que um único fornecedor vai ter sempre a solução adequada para seus problemas é uma ótima abordagem... para este fornecedor. ;)
"Imagine se eu tivesse que saber nesta vida:
Windows, Unix, Linux, HP-UX, SOlaris, Redhat, Conectiva, Debian e outros a serem dipostos no mercado. Bom, certamente eu teria problemas de compatibilidade no meu cerebro."
Engraçado, em minha opinião você teria um diferencial de mercado que justificaria um salário melhor que a maioria.
BTW, eu conheço e já trabalhei, nem que seja brevemente, com todos esses, mais Netware, OS/2, AIX e outras tranqueiras. Até hoje não tive nenhum problema de "compatibilidade". :D
"Sou profissional microsoft e não me dou ao luxo de trocar o certo pelo gratuito ou livre. Pra que?? Ta bom demais assim. Ficar melhor?? Para mim o ótimo é inimigo do bom e muitas coisas são engessadas por isso."
No comments... Linux fanboys, o jantar tá servido! :D
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Opa! Deixa eu explicar afinal vc se deu ao trabalho de comentar e estou muito emocionado aqui. ;)espero que dentre suas várias interpretações possíveis ou absoluta, seja proximo do que realmente quero que vc ou outras pessoas negativas, façam, resolvam,... ou não. :)
"Qaunto ao "volume" de carros ou filhos é em relação a Manutenção, Impostos, Taxas, Multas e; a diversas pensões que se tem que pagar (respectivamente), geralmente, quando se tem diversos carros e/ou diversos filhos (de diversas mulheres, inclusive).
Quis, sem sabedoria (eu), fazer uma analogia a um ambiente homogeneo (sem ser preconceituoso) que traz tantas alegrias para a Produção e ao Desenvolvimento.
Quanto a salario eu não quero ganhar taaaaanto dinheiro assim até porque o meu salario aumentaria muito pouco para cada certificação dessas seria: 5000 + 1000+500+300. Prefiro saber menos e ser mais especializado e continuar trabalhando com quem sabe exatamente o que quer, sem inovar "tanto" a ponto de mudar um ambiente 100%.
Demora 1 mes para eu conseguir uma autorização para instalar 1 UpDate qto mais colocar um SO Mutante, inconstante entretanto robusto,para fazer existir vantagem em usar um "Hardware Obsoleto" pessimamente investido no passado? Quero argumentos comerciais ou sociais que me demonstrem alguma novidade pratica, gerenciada, e facilmente administrada, se necessário e de preferencia sem mudanças a fim de Resultantes e Variantes constantes, verdade ng nem tocou nesse assunto seriamente onde trabalho, vc não deve trabalhar lá, e qdo o Sr. Finalizar o SO me informa preu testá-lo, sinceramente teria muito prazer, só não faça eu perder mais meu tempo com vc. Me preocupo muito se falatará Energia para alimentar os Milhares de servidores (pretendemos virtualizar o CPD by Microsoft para não perder hardware nem centralizar podendo criar uma vulnerabilidade física que não tem um TCO tão atraente pois estou preparado para investir e vendo e me apoio em Segurança,(NotMS) Disponibilidade(NotMS), Confiabilidade (MS), Integridade e principalmente Inteoperabilidade(Only MS) e Compatibilidade(HW).
Prefiro analisar riscos e tenho confiança em usar Microsoft.
Qdo lançarem um SO GNU/Linux que me garanta tudo isso gratuitamente, realmente estaremos indo prum ponto importante e que valha discussão mas isso é Politica e não sou familiarizado a ponto de discutir ou corretamente te ofender.
Já estamos fugindo completamente ao escopo do post, mas ainda vou responder essa...
"Prefiro saber menos e ser mais especializado e continuar trabalhando com quem sabe exatamente o que quer, sem inovar 'tanto' a ponto de mudar um ambiente 100%."
Camarada, nem tanto ao mar, nem tanto a terra. Há que se buscar um equilíbrio, aprender coisas novas é importante, e mais importante ainda é saber mesclá-las com o que já existe de forma harmoniosa. Lembre-se que inovação é característica da área onde trabalhamos. Não precisa mais do que um ou dois anos para se tornar obsoleto, e em TI profissional obsoleto é profissional morto.
Quanto ao blablablá de "SO Mutante, inconstante entretanto robusto"... Francamente, a maioria das distribuições de Linux que existem no mercado são algumas ordens de grandeza mais estáveis e bem testadas do que o Windows Vista por exemplo, e se a falta de um nome do peso da Microsoft garantindo isso lhe incomoda mas não lhe falta a grana, você sempre pode adquirir o suporte de pesos-pesados do mercado como RedHat, Novell ou IBM. Esse seu argumento é FUD puro e simples, mas por outro lado demonstra como o lado psicológico se impõe ao bom-senso nas pessoas nas quais justamente se espera o contrário.
"Prefiro analisar riscos e tenho confiança em usar Microsoft."
Se seu trabalho é analisar riscos e apontar a melhor solução e já de antemão decidiu que essa solução tem que ser Microsoft me desculpe, mas você NÂO está realmente analisando nada. Está apenas intermediando entre o vendedor da Microsoft e o departamento de compras da sua empresa.
Como eu disse em outro post, cada problema exige uma ferramenta específica, não dá pra cortar uma tábua com um martelo só porque a minha loja de ferragens preferida não vende serrotes.
"Qdo lançarem um SO GNU/Linux que me garanta tudo isso gratuitamente, realmente estaremos indo prum ponto importante e que valha discussão mas isso é Politica e não sou familiarizado a ponto de discutir ou corretamente te ofender."
Bom, eu vou ser sincero aqui: se você não pôr a cabeça para fora das janelas (desculpe o trocadilho, mas não resisti) você NUNCA conseguirá perceber que isso já aconteceu. Mas enfim, cada um sabe onde lhe apertam os calos... Espero que você consiga perceber isso ANTES que seja tarde demais.
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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.
Bah... Depois de ler o blog do Dennes, minha conclusão é de que ele está meramente defendendo o ganha-pão dele. Jamais um "profissional certificado Microsoft" iria falar algo de forma neutra sobre a Microsoft e/ou software livre.
Estamos abertos à colaboração de "profissionais certificados RedHat"... alguém?
Estou me metendo em briga de cachorro grande (sem ofender ninguém) mas Santo Gates e amada Microsoft !! não acredito.
Todos os projetos listados que a Microsoft promove bem como todos os incentivos tem fim comercial (ou seja lucrar a longo ou a curto prazo) se isso nos favorece que bom !! Mas com certeza vai favorecer mais a própria empresa!!
Curioso. Um artigo desse, fosse em uma revista ou jornal, receberia o título de pauta "requentada". Praticamente todos os itens já foram discutidos individualmente em outros momentos. Inclusive, até a velha reportagem medíocre onde a Veja tenta misturar software livre com a doação de urnas eletrônicas (nada a ver o c* com as calças) foi citado no "artigo" acima. Sem falar no link onde a palavra do representante da sociedade civil junto ao TSE é considerada "desinformação", mas o discurso do então presidente da MS BR é apresentado como verdade absoluta.
No mais, alguém aqui seguiu *todos* os links e checou as informações? Nas universidades isso era uma técnica para enrolar em monografias: encha o trabalho de referências e conte com a preguiça (ou falta de tempo) do professor/monitor em checar tudo o q vc afirmou.
Como provavelmente muita gente aqui só se informa por aqui mesmo, sem ler jornais, revistas, livros, sites com referências mais imparciais, ou tem acesso a institutos/serviços como Gartner, Forresters, IDC, etc então fica parecendo algo "quentinho"... Saindo do forno...
Já encontrei o post reproduzido em uma lista q assino e lá até gastei uns 5 minutos para detalhar algumas das informações listadas acima. Aqui, nem sei se vale a pena, já q a dissonância cognitiva é violenta: quem é fã/user/pro MS só vai ver um lado da questão. Os pro bloggers só vão colocar lenha na fogueira pq aumenta a audiência. Os q pararam pra realmente trazer informações novas são desprezados nos comentários seguintes...
Vale a pena escrever um artigo esclarecendo melhor os itens do artigo acima? Alguém *realmente* iria parar para ler algo assim ou serviria apenas para gerar hate mail dos (inúmeros) leitores MS pro(fissionals) deste fórum?
Oi, olival.junior !
Acho suas críticas bem exageradas para um primeiro comentário no artigo, mas vamos nos ater aos pontos que você citou.
"Inclusive, até a velha reportagem medíocre onde a Veja tenta misturar software livre com a doação de urnas eletrônicas (nada a ver o c* com as calças) foi citado no "artigo" acima "
Sim, correto, a reportagem foi citada. O tópico do artigo em que a reportagem foi citada foi a respeito do uso do Windows CE nas urnas eletrônicas e a reportagem foi citada para mencionar que sim, ele foi usado nas urnas eletrônicas.
Se em minha revolta política pelos acontecimentos envolvidos neste nosso ponto da história acrescentei ao artigo uma citação da matéria da Veja que vai muito além das questões que este artigo se propõem a abordar - e aconteceu - devo desculpas, apesar de achar que talvez para alguns a citação tenha sido útil.
A doação de urnas eletrônicas realmente não tem absolutamente nenhuma relação com software livre quando os assuntos são analisados apenas tecnicamente.
Uma análise política, porém, provavelmente encontraria uma considerável coerência nas atitudes do governo em relação a software livre e a doação de urnas.
"Sem falar no link onde a palavra do representante da sociedade civil junto ao TSE é considerada "desinformação", mas o discurso do então presidente da MS BR é apresentado como verdade absoluta."
O link que apontei como sendo desinformação, foi este : Tudo errado sobre as urnas
Logo no inicio do texto você tem uma afirmação de que o código fonte do Windows CE é um segredo da empresa que o produziu. Demonstrei através de vários links que isso não é verdade.
Na continuação, vários profissionais citam supostas vantagens do software livre nas urnas, o problema é que estas vantagens existem para qualquer software que permita auditoria de seu código fonte, inclusive o Windows CE.
Mas o melhor de todos os links não está no artigo, mas sim nos comentários : A auditoria no fonte das urnas
Este link mostra que a Microsoft disponibilizou o fonte para auditoria. Se a burocracia brasileira transformou essa auditoria em algo absolutamente impossível de ser realizado - como é bem descrito no texto - isso é responsabilidade da burocracia brasileira.
Agora, caso eu tenha me enganado quanto ao trecho ao qual você se referia, seja mais específico.
"Já encontrei o post reproduzido em uma lista q assino e lá até gastei uns 5 minutos para detalhar algumas das informações listadas acima. Aqui, nem sei se vale a pena"
Interessante saber que o artigo que produzi foi espalhado em listas de discussões, muito legal. Qual lista ?
Não seria muito mais produtivo você debater o artigo diretamente com o autor - como está fazendo agora - mas sem fazer flameWar, do que escrever sobre ele em outros locais que nem conheço, inviabilizando um debate construtivo ?
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Leia novamente os últimos parágrafos do meu post e vc entenderá pq não acredito q aqui vá ocorrer um "debate construtivo". Sobre o "exageradas", não vejo nenhum "exagero". Como vc disse, pra comentar algo assim é preciso "conhecimento de causa", coisa q, felizmente, eu tenho. Além de memória para relembrar q boa parte dos itens citados são coisa de tempos atrás.
No mais, boa parte dos comentários tenta contrapor os pontos citados no post original à cultura e produção de software livre/open source. Não vejo sentido nisso. O q a MS fez ou faz, segundo o seu artigo, é muito bom para seus clientes ou parceiros q dependam do seu código. MAS, não tem NADA a ver com entender ou participar da cultura de Software Livre/Open Source.
Por explo, o uso de termos como "abrir o código" é uma velha tática dos tempos da Get the Facts, onde os leitores desavisados confundiam a simples "exibição" do código (o q a MS faz) com "liberar código aberto/open source". Uma coisa não tem nada a ver com a outra e acho q muita gente q comentou acima não sabe a diferença entre essas coisas.
Sobre a "desinformação" das urnas, acho q vc não sabe ainda quem é o representante da sociedade civil junto ao TSE a quem me referi, tampouco vc colocou as datas relativas entre a reportagem citada e a "permissão para exibição" do código do WinCE. Acho q são dados importantes q foram omitidos.
Sobre a lista, era uma lista de usuário Ubuntu Linux, onde há muitos novatos e gente q acabou de migrar de MS Windows para Ubuntu Linux. E há vários MCPs e MCEs por lá, até onde eu vi em posts antigos. Volta e meia alguém solta um artigo desses por lá. Acabou sendo positivo pq ao "desmistificar" a parte em q se compara GPL com a licença Shared Source BSD-like muitos por lá aprenderam q licenças BSD-like já existem há muito tempo. E tbém entenderam q não adianta produzir uma licença q libera o código se ela não embute junto o licenciamento royaltie-free das patentes de software envolvidas (no caso dos EUA e Europa).
E não se preocupe, pois a argumentação foi positiva em relação ao outro lado da questão, não necessariamente negativa ao seu artigo (com exceção da parte do artigo da Veja, onde, como eu disse, vc misturou alhos com bugalhos e perdeu a linha do post).
Por explo, sobre o primeiro item, da "exibição de código fonte" do Windows para governos, eu comentei na tal lista q isso era verdade, q já era feito há algum tempo, MAS q não sabia como a MS garantia q o código exibido era o mesmo utilizado no build q ia pras máquinas dos usuários finais. E então emendei q se a questão era soberania, o melhor era usar um kernel livre como o FreeBSD ou mesmo o Linux, q permitem q vc audite, controle o build e a distribuição, ou seja, permitem q vc garanta o processo end-to-end, coisa q a MS *aparentemente* não tem como garantir.
E por aí foi. Vc vê espaço pra uma contraposição deste tipo aqui? Eu não vejo. Já passei da fase dos maniqueísmos e acredito q não dá pra demonizar a MS, já q ela é uma entre tantas, mas tbém não acredito q ficar colocando afirmações dúbias (como o q eu citei sobre a confusão gerada pelo termo "abrir o código" no "jeito MS de ser"), q representam um ataque (voluntário ou não) ao Software Livre/Open Source, acrescente algo ao debate.
"Já encontrei o post reproduzido em uma lista q assino..."
"...era uma lista de usuário Ubuntu Linux, onde há muitos novatos e gente q acabou de migrar de MS Windows para Ubuntu Linux. E há vários MCPs e MCEs por lá..."
E todos vocês estão errados... basta uma rápida lida na sessão sobre "Direitos Autorais" do Meio Bit. Fica difícil levar a sério gente que tenta defender o "certo" e o "melhor" para o povo, mas que usa práticas ilícitas e cuja ética é questionável...
Não entendi direito o seu comentário. A quem *exatamente* vc se refere como "defensores do certo e do melhor para o povo"? Em todo caso, a sessão citada diz:
" a) A cópia literal, ou seja a cópia integral de corpo, de textos ou artigos do Meiobit só é permitida se:
a.1- Houver citação explícita no artigo que reproduz conteúdo, em seu início ou fim, da autoria original do material e inclusão de links para a página do Meiobit que mantém a matéria da qual o texto original foi retirado;
a.2- Houver citação explícita nos mesmos termos do item a.1 do nome do colunista autor do texto original;
a.3- Houver a citação explícita de que o material reproduzido é de copyright do Meiobit.com;
a.4- O tamanho total do texto reproduzido de forma literal for inferior a 2 parágrafos de texto ou 300 caracteres contanto os espaços de grafia (o que for menor);
a.5- Imagens originais do Meiobit não podem ser reproduzidas sob qualquer condição. Imagens de terceiros estão sujeitas à autorização do autor original da imagem."
De fato, o cara q reproduziu seguiu todas as demandas acima, *exceto* a a.4. Duvido q tenha sido com dolo, já q reproduzir artigos de blogs (ainda por cima um blog brasileiro semi-desconhecido para alguns - sim, há quem seja bastante antenado com o mundo e nunca tenha ouvido falar disso aqui) é algo comum, contanto q origem e autor sejam preservados.
Como o uso foi não comercial e certamente não reverterá em lucro para ninguém, *exceto* o próprio meio bit e o autor original, acho q vc passou do ponto em questionar "práticas ilícitas" ou "ética" nessa questão. Ou então é melhor questionar todos os outros blogs q trazem link love pra este site por adotar práticas similares.
"De fato, o cara q reproduziu seguiu todas as demandas acima, *exceto* a a.4. "
Não precisa falar mais nada... se ele "seguiu todas exceto uma"... e só porque muita gente faz algo errado, não significa que você pode fazê-lo.
"...já q reproduzir artigos de blogs... é algo comum..."
Parar na faixa de pedestres é comum. Pirataria também é comum, mas não quer dizer que seja certo... ou será que você, além de lutar contra patentes de software também é contra o direito autoral?
Esse é o típico discurso dos idiotas que defendem a cópia de um jogo, "porque é caro e a maioria da população não pode pagar". A diferença aqui é que não teve criatividade nem capacidade para escrever um texto tão bom... e copiar é muito mais fácil, não é mesmo?
A cópia já era condenável, mas defendê-la, francamente, é o cúmulo.
Olha, Marcellus, o seu estilo de argumentação, sem responder diretamente ao q eu falei, pegando apenas uma parte do q escrevi para manter uma acusação infundada, é risível.
Antes de insinuar q sou "idiota", afirmando q eu disse coisas q eu não disse, vá reler o q escrevi e argumente sobre o q apontei.
Há uma diferença entre dolo e culpa. Há tbém diversos critérios de "fair use" q sobrepujam regras como as apresentadas anteriormente.
Vá estudar antes de falar mais besteira.
Relaxe, Juninho... eu não "insinuei" que você é um idiota. Você mesmo o afirmou. Vá ler mais antes de voltar a escrever aqui.
Oi Olival,
Legal como você promove pessoas a "representantes da sociedade civil". Posso fazer isso também?
Abracos,
Fernando Cima
Representante da Sociedade Civil junto ao MeioBit
Hmmm... O clima começa a esquentar e o cara chama logo o irmão mais velho? ;-)
Pô, Cima, pelo menos fala q vc representa é a Microsfot desde 2 horas atrás aqui no Meio Bit (http://blogs.technet.com/fcima/archive/2006/08/01/444373.aspx)...
MAS, você *tem razão*. Na pressa de responder eu confundi o cargo dele e de fato ele foi representante da Sociedade Civil junto à ICP-Brasil, não ao TSE. MAS, isso não elimina o argumento original no sentido de q ele participou do "ritual" de compilação do código das urnas, seja lá com que autoridade.
E, além disso, por mais "controversas" q sejam as opiniões dele, jogar o parecer de alguém com o nível de conhecimento dele sobre segurança (o qual vc reconhecia) como "desinformação" é, no mínimo, mais "desinformação". Só q para uma "platéia" q não lê muito mais do q o q encontra aqui, se é q vc me entende.
Para não parecer q estou defendendo algo além disso, vc deve saber q nosso estimado ex-professor quase sempre me chama de algo próximo a "vendido" ou "intelectualmente desafiado" qdo questiono alguns "ataques" a sua empregadora naquela lista q eu e ele assinamos (vc acredita q até fui taxado de "defensor" da ms?). MAS, nem por isso deixo de respeitar os argumentos dele sobre uma série de assuntos nos quais ele manda muito melhor q muitas pessoas por aqui no Brasil.
No mais, a discussão principal, *no âmbito deste post*, nunca foi sobre a MS ser responsável ou não pela "insegurança" das urnas, mas sim sobre a reportagem da Veja fazer uma associação irresponsável entre SL e a oferta gratuita das urnas para outros países. Infelizmente, a tal revista é a única fonte de informação de alguns indivíduos, junto com um certo telejornal cujo responsável pela pauta comparou seu público-alvo ao Hommer Simpson, então uma série de artigos de FUD publicados no ano passado tendem a fazer um certo estrago. Mesmo q no final esses artigos quisessem apenas atacar o governo.
Paz e prosperidade,
olival.junior
P.S.:Como funcionário oficial da MS está pronto para dizer pra toda essa galera como é q eles compram o MS Office a R$10,00 + dinheiro do busão? :-)
P.P.S.: Já comprou o Apple Leopard para o MacBook "da sua esposa"? ;-)
Oi, Olival !
"No mais, a discussão principal, *no âmbito deste post*, nunca foi sobre a MS ser responsável ou não pela "insegurança" das urnas, mas sim sobre a reportagem da Veja fazer uma associação irresponsável entre SL e a oferta gratuita das urnas para outros países."
Pelo contrário, deixei bem claro em vários comentários aqui mesmo a questão da ligação do SL com a oferta de urnas nunca foi o foco deste artigo.
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
E eu não estou questionando isso. Vc mesmo afirmou em outro comentário mais acima q se deixou levar e q o post não era o lugar adequado para essa discussão.
Bom, antes q isso gere mais ruído, o q eu sei é o seguinte: esse tema (das urnas) é bem mais complexo e interessante do q dá pra desenvolver apenas em "comentários". Em outro momento talvez fosse interessante levantar uma série de questões, como, por exemplo, p q as urnas da Diebold parecem ter muito mais problemas qdo auditadas nos EUA do q aqui (uma busca no Google limitando ao Slashdot.org rende bastante coisa a respeito)? P q outros países exigem a rastreabilidade da impressão e aqui isso foi descartado tão rapidamente? O q houve com as urnas "falsas" encontradas no DF na última eleição?
Sem falar q todo esse foco na urna eletrônica desvia das fragilidades no resto do processo eleitoral. A urna podia até ser o dispositivo mais seguro do mundo, mas o fato é q o controle sobre quem está votando é limitado e pode render uma distorção em determinados "currais eletorais", entre outros problemas.
Enfim, é um debate bem mais amplo e fora do escopo deste artigo.
Olival,
>Hmmm... O clima começa a esquentar e o cara chama logo o irmão mais velho? ;-)
Eu tenho três irmãos mais novos, e nenhum deles se chama Dennes ;-). Para dizer a verdade não conheço nem nunca tinha ouvido falar do Dennes, que fez btw um belo post e não precisa de nenhuma ajuda minha.
>MAS, isso não elimina o argumento original no sentido de q >ele participou do "ritual" de compilação do código das >urnas, seja lá com que autoridade.
Nada disso, ele se recusou a entrar na sala e a participar.
Como você vê, existe mesmo muita desinformação. Só que não é da Veja.
>No mais, a discussão principal, *no âmbito deste post*,
>nunca foi sobre a MS ser responsável ou não
>pela "insegurança" das urnas, mas sim sobre a reportagem
>da Veja fazer uma associação irresponsável entre SL e a
>oferta gratuita das urnas para outros países.
Se isso é a discussão principal, então por favor "me inclua fora dessa". ;)
>P.S.:Como funcionário oficial da MS está pronto para dizer
>pra toda essa galera como é q eles compram o MS Office a
>R$10,00 + dinheiro do busão? :-)
Essa eu não entendi.
>P.P.S.: Já comprou o Apple Leopard para o MacBook "da sua esposa"? ;-)
Pagar US$ 100 por um sistema operacional, está louco?? ;)
Oi, Cima !
"Nada disso, ele se recusou a entrar na sala e a participar."
Acho que o público carece de mais informações sobre como este processo ocorreu... você tem algum artigo, relato, sobre como foi a checagem do fonte das urnas e essas questões ?
Uma noticia do ultimo segundo foi linkada aqui nos comentários, mas fala só do ponto de vista político, acho que mais detalhes poderiam ser ditos, se possível..
[]'s
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CidadaoCarioca
BufaloInfo
Oi Dennes,
Eu não tenho links, e sinceramente não sei qual é a relevância disso para o seu post. Que por sinal está essencialmente correto: uma grande parte das urnas usa Windows CE, o fonte do Windows CE está aí para quem quiser ver (http://www.microsoft.com/resources/sharedsource/Licensing/WindowsCE.mspx), e modificações no fonte podem ser redistribuídas.
FYI esse não é o único grande projeto do governo que usa Windows CE. O IBGE usou 82 mil PDAs com GPS usando Windows Mobile para coletar os dados do censo desse ano.
Abracos e sucesso,
Parte do Sistema de Pagamentos Brasileiro do Banco Central tbém não tinha sido desenvolvido em plataforma .Net?
O do BACEN AFAIK é em plataforma alta, mas várias das clearings e é claro dezenas de bancos tem a sua parte trabalhando em .NET.
Eu citei o censo como exemplo de Windows CE, mas se você expandir para Windows em geral tem dezenas de casos, como você sabe até melhor do que eu ;)
Abracos,
Gotcha! ;)
> Eu tenho três irmãos mais novos, e nenhum deles se chama Dennes ;-).
:-P
> Nada disso, ele se recusou a entrar na sala e a participar.
Ok. Usei "participar" de forma muito ampla. Agora, lembra-se do pq ele recusou? Não foi só por "birra". Há NDAs e NDAs e me parece q o escopo do q não poderia ser comentado aqui feria o princípio da publicidade do serviço público. Mas, estamos divagando e começando realmente a fugir totalmente do escopo do post original.
>Como você vê, existe mesmo muita desinformação. Só que não é da Veja.
Se vc tivesse falado "apenas da Veja" eu até concordaria. Mas, o fato é q ela forçou a barra sim ao misturar SL com urnas gratuitas.
> Essa eu não entendi.
Uma das entradas é sobre os programas educacionais e convênios para distribuição de MS Office e outros às universidades e similares por preços camaradas. Muita gente em comentários lá atrás ficou interessada nisso, mas não conseguiu reunir todas as informações necessárias.
> Pagar US$ 100 por um sistema operacional, está louco?? ;)
Fala sério! Tio Ballmer proibiu vcs de rodar software com estampa de oncinha, né? he he he heh he he he
>Ok. Usei "participar" de forma muito ampla.
>Agora, lembra-se do pq ele recusou? Não foi só por "birra".
Nisso vamos respeitosamente concordar em discordar. ;)
>Uma das entradas é sobre os programas educacionais e convênios para distribuição de MS Office e outros às universidades e similares por preços camaradas. Muita gente em comentários lá atrás ficou interessada nisso, mas não conseguiu reunir todas as informações necessárias.
Ah OK. Nesse caso eu realmente não sou a melhor pessoa na Microsoft para dar essa informação, porque realmente não tenho nenhum contato com a nossa área acadêmica. Mas o proprio Dennes fez um bom resumo em http://cidadaocarioca.blogspot.com/2007/10/licenas-acadmicas-da-microsoft.html.
Abracos,
Caro Olival,
Nada tenho a ver com o Meio Bit, mas tudo indica que você está no mínimo "desinformado" das ações que a Microsoft tem adotado nos últimos anos desde Arquitetura de Sistemas, Segurança da Informação, apoio as comunidades acadêmicas, apoio aos profissionais ténicos de IT e aos ISV entre outras ações. Sem contar que você nem está sendo racional em muitos de seus comentários, recomendo a você pensar antes de escrever.
Sua prática de FUD está um tanto absurda e desrespeitosa com o autor, que eu nem conheço mas que fez um excelente trabalho, pode até ser que ele aqui construiu um Mosaico; mas qual o problema se ele o fez bem feito? Recomendo a você que tenha um pouco mais de consideração, respeito e sensibilidade. No mínimo você deveria checar as URLs link-a-link antes de expelir o seu veneno.
Infelizmente, para você criar uma percepção justa sobre o que a Microsoft tem realizado seria necessário que você "participasse" de muita coisa para sentir que isto é muito mais do que marketing, mas é sim uma realidade que vem ocorrendo em conjunto com o lançamento de softwares cada vez mais adequados as necessidades de mercado.
E antes que você venha me agredir, eu não estou virando a casaca, eu também acompanho o que vem ocorrendo no lado da comunidade Open Source e muitos produtos bons tem surgido, o Linux também tem melhorado muito, assim como uma série de outros produtos e padrões (neste momento estou escrevendo este post over Debian); porém todo mundo deve ser tratado com o devido respeito.
Att.
[]s++;
Alberto Fabiano
> Nada tenho a ver com o Meio Bit, mas tudo indica que você está no mínimo "desinformado" das ações que a Microsoft tem adotado nos últimos anos desde Arquitetura de Sistemas, Segurança da Informação, apoio as comunidades acadêmicas,
Desculpe decepcioná-lo, caro Techberto, mas eu tenho SIM acompanhado as iniciativas citadas. Aliás, não só nessa área, mas em diversas outras. E não só nessa empresa. Faz parte do meu trabalho. Se vc duvida, pode perguntar para o FCima - funcionário de carteira da MS -, q me conhece faz anos. Eu e ele podemos até ter opiniões diferentes sobre a empregadora dele, mas "falta de informação" no estilo q vc levantou não é algo de q eu possa ser acusado.
> Sem contar que você nem está sendo racional em muitos de seus comentários, recomendo a você pensar antes de escrever.
O manual de avalição pessoal diz q vc deve ser específico, direto e claro ao criticar alguém. Se vc apontar onde está a minha "irracionalidade" nos argumentos anteriores eu posso parar para avaliar se vc tem razão ou não.
Do jeito q vc colocou acima, é só mais um ataque "ad-hominem". Não foi o primeiro nesse blog e certamente não será o último.
> Sua prática de FUD está um tanto absurda e desrespeitosa com o autor, que eu nem conheço mas que fez um excelente
Olha aí de novo... Fala q eu fiz um FUD e não fornece nenhum argumento concreto. Me aponte onde está o FUD e eu me retrato se for o caso. Até o momento vc só parece alguém q pode ter se ofendido pq minha opinião difere da sua. Já ouviu falar em dissonância cognitiva? Parece ser o seu caso.
> No mínimo você deveria checar as URLs link-a-link antes de expelir o seu veneno.
Por acaso, sim, eu já havia passado por todos aqueles links. Exceto os relativos aos programas educacionais, q não me interessaram na época. Não questionei se o "mosaico" tinha ficado bom. Disse apenas q se tratava de uma pauta "requentada". Se pra vc algo ali soou como novidade, então lamento, mas vc é q precisa se informar melhor sobre a plataforma e as iniciativas da MS.
> isto é muito mais do que marketing, mas é sim uma realidade que vem ocorrendo em conjunto com o lançamento de softwares cada vez mais adequados as necessidades de mercado.
Com todo o respeito, a frase acima parece ter saído diretamente de um manual de publicidade da MS. Mais fatos e menos slogan, por favor. Mês passado eu estava em uma conferência do Gartner, a "The Future of IT", e sua percepção é questionável em uma série de ptos. Procure se informar melhor, meu caro. Vá a conferências q não sejam apenas para desenvolvedores MS, leia sites e artigos com menos MCEs por bit/quadrado e talvez vc aprenda q o mundo é um pouco maior do q vc imagina (ou do q eu imagino q vc imagina pela frase acima).
> porém todo mundo deve ser tratado com o devido respeito.
Então comece VOCÊ a RESPEITAR a OPINIÃO ALHEIA. Se vc discorda de algo q eu falei, ARGUMENTE!
E tenha um bom dia... :-)
Caro Olival,
A propósito, não é só de eventos para desenvolvedores Microsoft que tenho participado, sobre esta conferência da Gartner; eu já participei de edições passadas e o fato de estar ausente nestas 3 últimas edições não significa que eu desconheça os assuntos abordados; mas acho que esta discussão já ficou "non sense".
Pela irrelevância desta discussão para o contexto eu realmente jogo a toalha, é SUA OPNIÃO contra a MINHA.
Para mim é PONTO FINAL e bom dia para você também! :-)
Att.
[]s++;
Alberto Fabiano
> Pela irrelevância desta discussão para o contexto eu realmente jogo a toalha, é SUA OPNIÃO contra a MINHA.
Para mim é PONTO FINAL e bom dia para você também! :-)
Concordo com a total irrelevância deste papo neste contexto. E acredito, como disse o Cima, q há ocasiões para respeitosamente concordarmos em discordar.
Para referência futura, eu *realmente* não tive a intenção de faltar com o respeito a ninguém, muito menos ao autor do post original. Se minhas palavras soaram ásperas, devo lembrar q este parece ser o estilo de escrita de boa parte daqueles que contribuem para este blog.
Paz e prosperidade.
Olá Dennes.
Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre o que foi escrito, e fazer alguns comentários:
3) Que o código fonte do kernel do Windows não apenas está disponível para uso em sala de aula, mas foi organizado de forma didática para a realização de experiências?
Achei isto interessante, e fui conferir o link.
"The NT Hardware Abstraction Layer, file systems, network stacks, and device drivers are implemented separately from NTOS and loaded into kernel mode as dynamic libraries. Sources for these dynamic components are not included in the WRK. However, some are available in various development kits published by Microsoft, such as the Installable File System (IFS) Kit and the Windows Driver Development Kit (DDK)."
Verifico assim que apenas parte do kernel está disponível, não ele todo, como ocorre no *nix. Mesmo assim me ocorre uma dúvida: os development kits citados estão disponíveis para sala de aula também?
"The WRK includes most of the NTOS kernel sources from the latest released version of Windows, which supports the x64 architecture on the desktop. The kernel sources excluded from the kit are primarily in the areas of plug-and-play, power management, the device verifier, kernel debugger interface, and virtual dos machine. The primary modifications of the released kernel for the WRK are related to cleanup and removal of server support, such as code related to the Intel IA64."
Por que remover os fontes acima ?
Por que o kernel WRK vem sem os itens citados no final do parágrafo ?
O texto do link deixa claro que o uso deste Kernel é acadêmico. Mas quando dizemos que o kernel de um SO Livre está disponível, não há nenhuma restrição aqui, seja no que vai ser mostrado do kernel, seja no propósito que vai ser dado a qualquer modificação que por ventura venha a ser procedida.
"The Windows Research Kernel is available via MSDNAA Subscriber Downloads (accessible to administrators of participating departments) and/or via Faculty Connection portal (sign in to register for downl