Acordo com a Microsoft representa 1/3 da receita da Novell

O acordo de interoperabilidade, que envolve tecnologias de virtualização, webservices, integração entre o Novell eDirectory™ e o Microsoft Active Directory®, portabilidade de documentos, através de um tradutor OpenXML/ODF e várias outras áreas está sendo excelente para a Novell.

Com projetos como trazer o framework de acessibilidade da Microsoft para o Linux, a Novell demonstra que continua investindo no acordo.

Aliás, deveria. Dos US$932,5 milhões que tiveram de receita em 2007, US$355,6 milhões vieram direto da Microsoft, via terceirização de suporte para clientes de Redmond.

E não, a debandada geral, seguida de falência humilhante, prevista por todos os especialistas de 15 anos e camisetas do Stallman, não aconteceu. Na verdade a Novell nunca fez tantos negócios envolvendo Linux. Os clientes dela não têm medo da Microsoft. Na maioria dos casos são clientes da Microsoft TAMBÉM, e apostam em um ambiente heterogêneo, onde diversos produtos resolvem problemas diversos.

Fonte: Slashdot

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Wallacy's picture

É o que eu previa hehe, lembro-me que no BR-Linux enquanto todos dizia que a Novell iria virar uma nova SCO e coisas do gênero, o acordo foi sim muito benéfico para a Novell e comunidade.
E a debandada existiu, muitos deixaram de usar o OpenSuSE e a tradução para PT_BR está totalmente incompleta na ultima versão, já que muito preferiram não se envolver mais com a empresa do calango.

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rianças...
Gandhi.

xxRenatoxx's picture

Será que a Red Hat e a Canonical não estariam nesse momento sentindo um certo arrependimento por não terem feito o acordo com a Microsoft ?

Pelo visto, o acordo fez muito bem para a Novell a despeito de todas as pragas rogadas pelos linuxistas fundamentalistas.

Wallacy's picture

Acredito que não.

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.

Não creio nisso. Canonical conseguiu construir em volta do Ubuntu a imagem de ser a mais amigável distribuição Linux, e fazendo acordos com empresas do porte da Dell e Intel, vai começar a capitalizar isso, mesmo sem pactos com a Microsoft.

Segundo os estudos da Alfresco, o acordo entre a Novell e a MS aumentou a adoção das soluções da Red Hat no meio corporativo, que já não era baixa (cerca de 85% do mercado). Por isso, mesmo sem ter a Microsoft como vendedora de seus serviços, a Red Hat cresceu muito bem esse ano.

Sem contar que desse montante todo, 108 milhões foram de um pagamento único pelas patentes, portanto não vão entrar em caixa denovo esse ano, e o resto do dinheiro vem da Microsoft oferecendo as soluções da Novell para os seus clientes. Minha dúvida é: até quando a Microsoft irá desenvolver esse papel? Quando a Microsoft deixar de fazê-lo a Novell conseguirá manter um crescimento razoável?

Já se passou um tempo bom desde que o pacto foi assinado, e muito pouco foi feito. Além disso, nenhuma das melhorias que vi até agora, foram publicadas como cobertas por patentes ou em licença proprietária, portanto podem ser absorvidas pela Red Hat ou qualquer outra distribuição Linux que não tenha feito acordo com a Microsoft.

Espero que com todo esse dinheiro ganho, a Novell aumente seus investimentos no desenvolvimento de aplicações pra Linux e se prepare pra sustentar esse crescimento.

luctimm's picture

Esses números são bons, pois no início do acordo parecia pra mim que a Novell tinha entrado numa barca furada. Nada de ideologia, morte à Microsoft e etc. Mas lembro que, tipo uns 3 meses depois, a Novell cancelou o concorrente do Exchange Server que ela tinha, logo depois o HSBC anunciou troca de seu ambiente Linux (Novell) por Microsoft e ela bateu palminhas, enfim, coisas assim...

http://timmerman.wordpress.com

carloshp's picture

Ok, dinheiro é dinheiro, o acordo com a Microsoft está sendo bom financeiramente, tudo bem. Mas a Novell que não abra o olho e fique muito esperta para ver se, quando menos esperar, Redmond não puxa o tapetinho dela bonito. Esse comentário acima do HSBC tirando Linux para colocar Microsoft é sinal de que pode se tratar de um belo contrato Caracu. Não seria a primeira vez que eles agem assim. Aliás, cá entre nós: dá para ficar tranquilo sabendo que 1/3 de tudo que seu negócio fatura depende de um acordo com a Microsoft, no qual ela nem precisa tanto assim de você ?

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Tecnologia deve ser o meio, não o fim.

Wallacy's picture

Isso só o tempo dirá, você está certo, mais a Novell ta comendo nas beiradas, veja o lançamento do SUSE Linux Enterprise Real Time 10, aumentar a sua visibilidade no mercado parece está sendo seu maior foco, casos como o do HSBC devem ser estudados para ver o real motivo da troca.

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.

Exatamente isso que pensei.

Se em poucos meses a Microsoft conseguiu ser responsável por 1/3 da receita da Novell, ela tem um poder muito grande nas mãos, e mudando seu modo de jogar a qualquer momento, pode não dar em coisa muito boa.

Ainda que o Cardoso tenha citado os ambientes heterogêneos, Novell e Microsoft são concorrentes, e eu nunca vi a última jogando pra perder (já jogou até bem sujo no passado).

DomainAdmin's picture

MAs isso sempre foi muito claro nas empresas, ambiente heterogêneo é a tendência...

Só que não sabe disso são os revoltadinhos xiitas...

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Get the facts.

rafael's picture

Esse assunto já está mais do que batido

Rafael Leandro

Leonardo Faoro's picture

Grato pelo seu excelente e indispensável comentário.

luctimm's picture

Mas as crianças ainda fazem beicinho. E eu também quase não gosto de provocar...

http://timmerman.wordpress.com

JulianaPrado's picture

Oi

Importante noticias como essas para mostrar que a interoperabilidade entre as tecnologias pode gerar ganhos tanto para os profissionais de tecnologia quanto para as empresas.

Enfim gostei da noticia

Juliana Prado Uchôa

leafac's picture

Esse é o caminho. Afinal, se algum ano for mesmo o ano do Linux, ele o será graças à atitudes profissionais como essas.

Ficar preso às ideologias e simplesmente achar que a concorrência é cara de mamão só serve para os xiitas. Nunca daria certo no mundo corporativo, nem no mundo real.

Rocky's picture

Estou esperando o noticiario anunciar uma onda de suicidios na comunidade Linux brasileira....

luctimm's picture

Espera o Stallman morrer, espera o Stallman morrer, e eu compro a pipoca pra assistir também! XD

http://timmerman.wordpress.com

Rocky's picture

Prescisa falar três vezes pra o fato acontecer, você esqueceu uma.... xD

luctimm's picture

Pensei que ninguém ia entender XD

http://timmerman.wordpress.com

Puro Osso's picture

Se tem algo que até hoje não consegui entender é essa história de versão comunitária e versão enterprise.

Se eu estiver falando a maior besteira do mundo, me corrijam, por favor. Vamos lá. Uma comunidade mundial da um duro danado no desenvolvimento de um tal Fedora ou de um OpenSuse e introduz grandes melhorias na distribuição. Aí vem a Red Hat ou Novell pegam o produto desse desenvolvimento comunitário, incorporam em suas versões enterprise e vão ganhar os tubos com isso.

Por favor, me poupem, mas distribuição comunitária se chama Debian. É em torno desta distribuição que todos os desenvolvedores comunitários deveriam se agrupar.

Eu uso Linux, uso Ubuntu por sua facilidade de uso. A Canonical também não é nenhuma santa, está num mercado capitalista e competitivo. O ponto a favor é que ainda não apareceu com essa história de versão comunitária e versão enterprise.

Posso estar cuspindo para o alto, mas Fedora e OpenSuse não tem a menor chance de habitarem meu HD.

luctimm's picture

Fedora e OpenSuSE são muito mais estáveis que Debian, e suas respectivas comunidades são ativas e inteligentes, ao contrário do Debian, cuja comunidade é feita de pessoas com mentalidade comparável à de crianças de 15 anos de idade. E não são vocês, usuários Debian/Ubuntu que pregam a liberdade? Ué, a liberdade de vocês agora é usar Debian e as "outras comunidades" não deveriam existir?

Sei não, hein...

http://timmerman.wordpress.com

Fabião's picture

E o inverso não conta ?

Só pra deixar de exemplo, vide a coqueluche do momento: Compiz. De onde veio ?

E o OpenSuse só existe devido ao Suse. O Fedora devido ao Red Hat Linux. O Firefox devido ao Netscape, o OpenOffice devido ao StarOffice, e vamos indo.

Você insinua que a "comunidade" trabalha, e as empresas maléficas ganham um absurdo com isso. Não procede. A comunidade do software livre também obteve bastante do "outro lado", seja com sources 'dadas de graça', doações de montantes vultuosos, e outros tipos de apoio.

É algum crime cobrar por algum software?

E, o mais importante. A maioria absoluta do dinheiro não é ganha com o software, e ganha com o suporte. O que, no mínimo, torna sua versão dos fatos meio imprecisa.

Rocky's picture

Nossa alguem lembra do Star Office, toda minha vida escolar passou por ele...

Wallacy's picture

É como disseram, é ao contrario, o compiz veio da Novell, não da comunidade, o driver open da ATI veio da Novell não da comunidade, muitos modulos veio da equipe enterprise etc..

A diferença é que na versão enterprise você tem um suporte excelente, clica em um menu no seu desk, dizendo, não consigo instalar o skype, ele te diz, aguarde alguns segundo, e aceito o arquivo que irei lhe mandar e de um duplo clique nele. E pronto, o cara arrumou todos a bagunça que você fez no seu pc.. (Claro que não é exatamente assim, foi só um exemplo hehe).

Basicamente a diferença é o suporte, e o surgimento de novas tecnologias, muito do que temos hoje nas distribuições Linux no geral, veio da Novell e da Red Hat, é bem possível que se não fosse essas empresas seu ubuntu nem instalaria em sua maquina. Novamente citando a Novell, ela é a segunda maior contribuinte do kernel, só atrás da Intel. ou seja, hoje não teríamos um kernel excelente se não fosse essas empresas...

Sobre não usar OpenSuSE, bem, eu aconselho pelo menos testar um dia, vai ver que não é só uma distribuição qualquer...

Facilidade de uso? Nossa, até hoje não sei como essa ainda cola, o Ubuntu está longe ser mais fácil que muitas distribuições existentes. Para min, enquanto o Ubuntu não tiver um painel de controle pelo menos similar ao Yast, ou ao Control center do mandriva não vou classifica-la como uma distro amigável.

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.

Eééé.. dezenas de revistas internacionais estao erradas, e o Ubuntu realmente é muito difícil de usar.

Sobre facilidade, o argumento da falta de painel de controle é meio fraco, nao?! Além de nao ter nada que nao seja facilmente achado nos menus, tem muitas outras facilidades mais importantes, que o tal painel de controle, no estilo do YaST. E ah.. se fizer mesmo questao, dá um alt + f2 -> gnome-control-center. =P

Wallacy's picture

Explica para o usuario: "alt + f2 -> gnome-control-center."

E depois explica, o que fazer se o painel de controle (que é do gnome não da distro), fizer algo errado.... Existe uma diferença enorme que um painel quebra galho, e um painel de controle de verdade.

Não estou questionando a facilidade do ubuntu, só estou dizendo que não chega nem perto de ser a distribuição mais fácil.

Outras facilidades? Nada que outras distribuições também não tenham.

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Gandhi.

Certamente, mas prefiro a Suse Linux 10.0 Gold Master!!
Porque os mestres são raros, come Il miele dentro ia lionessa

Fabião's picture

Não sei se foi na versão 7.04 beta ou na 7.10 beta, que o ubuntu tinha um painel de controle que se assemelhava com o painel de controle do windows misturado com o KDE.

Na versão final foi retirado.

Só que eu acho que o que o camarada disse nem foi "O ubuntu não é fácil". Disse "existe coisas mais fáceis". Forçou na do "enquanto não houver CP não é uma distro amigável", mas, vá lá. Eu achi o Fedora 7 tão amigável quanto, o 8 mais amigável ainda, por exemplo. É um conceito subjetivo.

Instala qualquer uma e dá pra sua mãe e irmã usarem. Vai ver que elas vão ter problemas com qualquer uma delas. Está amigável, mas ainda não tanto quanto o windows, a meu ver. Seja por questão de costume, ou por questão de facilidade mesmo, sei lá.

Wallacy's picture

Eu sempre instalo, não falei nada sem ter usado, e minha mãe também prefere o OpenSuSE ou o Mandriva.

E sim, é subjectivo, ao meu ver um CP de essencial. Não se ensina um usuário que tem que sair procurando ao vento nos menus o que ele deseja, isso ao meu ver é totalmente inconcebível.
E não falo só por mim, e sim por muitos conhecidos que deixaram de usar Linux porque achavam terrivel toda hora ter que fazer uma coisa diferente para resolver seus problemas. E também tem que o Ubuntu força muito mais o uso de linha de comando que essas distros, até para editar o grub, algo tão primário ... Um menu como o Yast resolve em grande parte esses problemas. Imagina coisas mais complexas, como ativar/desativar processos do sistema.

É e realmente eu só queria dizer "existe coisas mais fáceis".

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de criGandhi..
Gandhi.

Fabião's picture

Pro meu ver, a único empecilho que um usuário usando ubuntu teria, é não ter uma aplicação centralizada que mantivesse todos os ícones do menu "sistema" juntos. Só acho que achar que isso seria um problema para o usuário comum é exagero. Seria o mesmo que dizer que a mudança do painel de controle básico do windows, para a versão extendida no windows XP tornasse o sistema complexo e não amigável.

E, editar o grub não é algo primário não. Usuário final praticamente nunca precisa fazer isso. Aliás, quem não sabe o que está fazendo deveria ficar permanentemente longe disso. E, quem sabe, não vê problema algum em editar na mão. Para desativar/ativar processos do sistema, eu lembro de ter usado ferramentas gráficas para tal.

Vide aqui:

http://lunapark6.com/new-gnome-control-center-for-...

Não sei se vem junto mais, mas, deve poder ser instalado depois.

Wallacy's picture

Discordo em relação aos conceitos sobre o menu.

E o grub é primário sim, basta dar uma olhada no numero de perguntas Internet a fora sobre esse assunto.

Sabe a ironia desse "novo gnome control center", foi baseado no control center do SuSE/Gnome hehe, mesmo look do Yast-GTK...

Sabe a maior birra que tenho com o Ubuntu? Quase tudo não foi ela que criou, pegam uma coisa do mandriva, do SLED, do RHED, mexem um pouco na ordem das coisas... e vualá... eis a inovação deles hehe...

Serio, admiro o marketing do ubuntu, eles são bons nisso... Mais no quesito de produção de tecnologia.. hehe, precisam melhor muitoooooo.....

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Gandhi.

Engraçado Wallacy,

Dia desses um executivo da Red Hat acusava a Novell, e não o Ubuntu, de revender códigos "roubados" da Red Hat, através do SuSE Linux Enterprise Real Time 10.

Não dou muito valor para o chororô da Red Hat, pois aproveitamento de códigos alheios é algo que não se pode evitar, é característica (e maior vantagem) do desenvolvimento de código aberto.

Também acho estranho se cobrar muitas inovações por parte da Canonical, afinal ela só começou a investir seriamente no Ubuntu na versão 5.10, cerca de dois anos atrás. Só que como você quis falar em inovação, vou enumerar aqui algumas por parte da Canonical:

Ubiquity - O Ubiquity fez do Ubuntu a primeira distribuição que roda e instala um sistema operacional completo, direto do CD, permitindo que o usuário experimente o sistema, antes de decidir sobre a instalação.

Ah.. vale falar que o Ubiquity é o instalador mais ridículo de Linux que já vi. A instalação é feita em cinco ou seis passos, pedindo o mínimo de informação necessária, e todas as alterações/instalações que forem feitas durante o uso do CD são carregadas para o sistema instalado.

Migration Assistance - Permite que os usuários migrem configurações e personalizações de outros sistemas operacionais (totalmente integrado ao Ubiquity).

Restricted Manager - Um gerenciador de módulos proprietários que permite aos usuários instalar uma placa de vídeo ou de rede sem fio, que não tem driver em código aberto, de maneira muito, muito fácil (1 clique).

ShipIt - Foi a primeira e a única até agora, a distribuir CDs de graça para todo o mundo.

Bazaar - Ferramenta de controle de versão multiplataforma criada e mantida pela Canonical.

Launchpad - Através do Launchpad, a Canonical hospeda e incentiva centenas de projetos ativos de código livre.

Vale a pena dar uma olhada, pois lá você encontra projetos como o Miro (alternativa livre ao Joost), Avant Window Navigator (uma doca semelhante a do MacOS, que suporta vários mini-aplicativos) e Exaile (tocador de música pra Gnome, quase tão poderoso quanto o Amarok).

Upstart - Um daemon pra gerenciar o início e o fechamento das tarefas e serviços do sistema. Foi desenvolvido pela Canonical, e é utilizado no Ubuntu desde a versão 6.10.

Também foi uma das primeiras distribuições a ter um ciclo de desenvolvimento fechado, com datas divulgadas com muita antecipação, lançando versões novas de 6 em 6 meses, e versões LTS, com suporte extendido, de 2 em 2 anos.

Então se hoje está ficando mais fácil saber dos lançamentos futuros do OpenSuSE e do Fedora, agradeça ao Ubuntu, que vem mostrando o quanto essa previsibilidade é importante para os usuários.

Tudo isso que enumerei, e várias outras contribuições diretas para projetos como o Kernel, Gnome e o KDE, que eu não tería condições de citar, foram feitas em um período relativamente curto.

Também é legal observar que todas estão de alguma forma ligada a facilidade de uso do usuário, que é, sem dúvida o foco do Ubuntu, Kubuntu, Edubuntu e derivados, que são incentivados pela Fundação Ubuntu e pela Canonical. Portanto o mérito não foi ganho através de marketing.

Você aliás, tem condições de saber mais do que eu, que pela abertura que o Linux promove, é fácil diferenciar uma empresa que rouba códigos de uma que está realmente interessada em desenvolver o ecossistema.

É esse um dos motivos que o Unbreakable Linux da Oracle não deslanchou. Pra usar uma cópia do Red Hat Linux, as pessoas preferem ir direto no fornecedor! Exatamente por isso, se o Ubuntu é hoje a distribuição mais usada por usuários finais, pode ter certeza que ele oferece algo que não pode ser encontrado nas outras.

xxRenatoxx's picture

Uso openSuSE desde a versão 10.1 e estou com ele até hoje porque não encontrei até agora uma ferramenta de configuração tão completa e fácil de usar como o Yast em outras distro inclusive no Ubuntu.

Para um usuário Windows o Yast é o que mais se aproxima do Painel de Controle do Windows. Por exemplo, dá pra configurar uma placa de vídeo, ativar aceleração 3D, e fazer vários tweaks sem ter que editar qualquer arquivo arquivo de configuração ou utilizar algum script.Isso é o tipo de facilidade que eu esperaria encontrar em outras distros e que até agora só vi no openSuSE. Será que isso é influência da Microsoft no openSuSE ? ...

Fabião's picture

Não, isso existe bem antes do acordo.

E é injustiça com o ubuntu. Pelo menu "sistema", você faz tudo isso. Não me lembro de ter precisado editar uma mísera linha de comando no Ubuntu, para configurar o básico.

Wallacy's picture

Faz, quase tudo, o básico com certeza, porem passou para o nivel intermediario já estamos comessando a ter problemas...

Mais não é injustiça não, apesar de tudo o Ubuntu tem um dos melhores reconhecimentos de hardware. Ela é sim uma boa distribuição, o grande problema é esses usuarios que ficam gritando ao vendo o nome Ubunto etc. etc...

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.

Wallacy's picture

Isso existe antes mesmo da Novell comprar o SUSE, o SUSE é uma das distribuições mais antigas ainda em funcionamento...

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Para aquele que controla o próprio pensamento, todo o resto se torna simples jogo de crianças...
Gandhi.

Paulim's picture

É, eu também fico feliz com os resultados da Novell, mas espero, do fundo do meu coração, que a Microsoft não lhe dê uma rasteira num futuro próximo.

flancox's picture

Isso é um tapa na cara dos xiitas..
Parabéns para a Novell, uma empresa que soube se reerguer e prova que é possível ganhar dinheiro com o OpenSource.

Obs: Não uso OpenSuse antes que alguém me chame de fanboy.

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