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Com a crescente tensão no Oriente Médio e o custo cada vez maior do petróleo, os EUA estão rapidamente se tornando mais abertos a outras fontes de energia para sua frota automotiva. A experiência brasileira com o álcool está se tornando cada vez mais atraente, e um artigo no New York Times (registro necessário, gratuito) relata como muitas empresas estão investindo nesta área. A idéia é utilizar não somente milho para produzir álcool, mas sim restos de plantas, capim, serragem, não sendo necessário um cultivo tão caro como o milho. O artigo descreve ainda o custo de apenas US$100 por carro para que seja "flex', ou seja, motores que podem usar tanto gasolina como álcool. A GM recentemente comemorou 500.000 carros produzidos nos EUA com a tecnologia.
Algo que me chamou a atenção no Salão do Automóvel de Chicago deste ano foi um estande grande da GM, somente sobre a tecnologia flex, bastante popular no Brasil.
"alcohol! The cause of - and solution to - all of life's problems!" - Homer Simpson
Ano que vem, as duas principais categorias monoposto americanas, a IRL e a CART, estarão usando motores rodando com 100% de Etanol. Esse ano, os carros da IRL já usam 25% de Etanol e não perderam em nada em potência.
O álcool só vai se tornar uma alternativa viável para o Brasil como energia de exportação se outros paÃses também se tornarem produtores, para dar segurnça aos compradores. Estamos perdendo uma grande oportunidade de tornar o Haiti um produtor de etanol e melhorar as situação daquele paÃs e do nosso. Em todo o caso, agora é hora de investir em indústrias de usinas de álcool.