A Microvision anunciou um interessante sistema que promete deixar os jogos de tiro em primeira pessoa mais imersivos, fazendo com que a combinação teclado + mouse perca muito de sua graça.
A empresa aproveitou a competição Intel Extreme Masters para levar um protótipo do PicoP Display Engine, uma espécie de controle em formato de fuzil que projeta a imagem do jogo na parede, chão ou teto. Assim, conforme o jogador movimenta a “arma”, funciona como se fosse a cabeça do personagem, tornando a experiência muito mais realista.
Os criadores afirmam que o acessório será capaz de projetar uma imagem de até 200 polegadas e de acordo com George Woo, gerente de marketing do evento, “inovações como essa da Microvision continuarão impulsionando a indústria de jogos.”
Dê uma olhada no vídeo abaixo e entenda melhor o funcionamento do acessório.
A Iron Will Innovations passou a aceitar encomendas de seu principal produto, a Peregrine Gaming Glove. O acessório é uma luva que serve como uma “nova” maneira de jogar que elimina a dupla teclado + mouse.
O seu funcionamento é relativamente simples, bastando que o usuário toque, com a ponta dos dedos, os sensores espalhados pela luva. A empresa garante que com o acessório, até 30 diferentes ações podem ser realizadas.
De acordo com a opinião de pessoas que testaram a luva, ela é ideal para MMOs ou jogos de estratégia, mas nos games que necessitam de mais agilidade, como os FPSs, o seu funcionamento não é tão eficaz. Outro defeito, na minha opinião, é o fato dela ser ligado a porta USB através de um fio.
Na pré-venda a Peregrine está com 20 dólares de desconto, saindo por US$ 129,00 e no vídeo abaixo você pode conferir uma demonstração.
Um dos novos recursos dos processadores gráficos Radeon HD5k é o Eyefinity, uma tecnologia de exibição de imagens em múltiplo monitor, que permite a combinação de três ou mais monitores para exibir imagens de altíssima definição, como se os monitores fossem um só, caso os conectores estejam disponíveis nas respectivas placas de vídeo.
Nas atuais placas de vídeo cujas GPUs dedicadas Radeon (HD59x0, HD58x0 e HD57x0, até o presente momento) suportam tal recurso, há, geralmente, quatro conectores de saída de vídeo, sendo dois DVI-I (Dual Link, analógico-digital), um HDMI e um DisplayPort, mas só três deles podem ser utilizados ao mesmo tempo e tal combinação deve, obrigatoriamente, incluir o novato DisplayPort na história.
Há no mercado, inclusive, algumas placas equipadas com 6 (seis!) conectores Mini DisplayPort, semelhantes às utilizadas para demonstrar o Eyefinity num CrossFire X4, uma combinação de hardware que conseguiu exibir, em “apenas” 24 monitores com resolução de 1920x1200 cada, alguns aplicativos tridimensionais de demonstração técnica na distro GNU/Linux Ubuntu 9.04.
Resumindo: o tio Laguna aqui quer deixar bem claro que tal tecnologia é bem recente e que está presente nas linhas mid e high-end de tais processadores gráficos DX11.
Agora vem a novidade, ou quase isso: genivf2, um usuário do Youtube, inocentemente foi testar sua nova placa de vídeo, equipada com uma GPU Radeon HD5870.
Como ele tinha três monitores de 24 polegadas e um deles tinha uma entrada DisplayPort, não teve maiores problemas em juntá-los numa área de trabalho com resolução 5760x1200, onde os três LCDs estão dispostos lado a lado, numa configuração ‘ultra-widescreen’ do Windows Sete.
O tal sortudo foi testando diversos jogos, para ver se eram compatíveis com tal recurso. Alguns mais recentes foram até incompatíveis com o Eyefinity, só exibindo as imagens no monitor principal, o do meio.
Então, o garoto de sorte foi testar os jogos que tinha para um determinado emulador do Nintendo 64, aparentemente sem nenhum plugin especial ou outra opção fora do padrão, que ele usaria para rodar o jogo em tela cheia com o Eyefinity (ativado ou não) no Catalyst, nem mesmo ROMs alteradas.
Nenhum jogo do N64 foi compatível até então. Num último e derradeiro teste, ele colocou a ROM do The Legend of Zelda, Ocarina of Time e também ficou arrepiado com a seguinte cena, após o break:
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O que acontece quando jogadores geeks, apaixonados por consoles antigos, aplicam seus bons conhecimentos em eletrônica e marcenaria?
Pocket_lucho, considerado o rei do modding num fórum catalão de eletrônica, deu uma bela aula de como homenagear um console clássico, transformando o NeoGeo original (não é aquilo com CDs..), da coleção particular dele, numa bela máquina de fliperama, idêntica nos mínimos detalhes, só que em escala bem reduzida.
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Haja coragem, habilidade e, principalmente, tempo para desmontar um console clássico e fazê-lo funcionar, depois de re-aproveitar os componentes internos, num belo gabinete de madeira em miniatura. Só para vocês terem uma idéia da escala, digamos que a tela veio do PSOne e o joystick veio do próprio NeoGeo, mas o mini-arcade é tão bem construído que até as fotos enganam, por isso deixo os vídeos abaixo, após o break:
Os departamentos de pesquisa das empresas de tecnologia tentam todos os dias desenvolver dispositivos que tornem a experiência de jogo mais imersiva e próxima do mundo real, de modo que de fato o jogador se sinta dentro de outro universo. Porém, na boa vontade de melhorar a imersão, surgem coisas um tanto bizarras.
Foi encontrada uma patente registrada na Europa em nome da Nintendo. O documento descreve o funcionamento de um novo dispositivo para o console da empresa, e é no mínimo muito estranho.
Imagine-se sentado em uma almofada inflável brincando de cavalinho. Constrangedor? Dispensável? Algo que talvez seu filho de três anos ache divertido? Eu disse que era estranho, mas é exatamente isso que diz a patente.

O dispositivo, que teria um bolso para se colocar o Wii Remote e usar seu acelerômetro, não foi pensado apenas para práticas de equitação virtual. De acordo com o documento, o jogador também poderia cavalgar outros animais, além de também ser usado para simular meios de transporte motorizados, como jet-skis, motocicletas, etc. Convidativo, não? É, também não achei.
Agora imagine jogar Mario Kart ou Zelda de cócoras, cavalgando um treco desses numa Wii Party, com todos os seus amigos olhando?
Fonte: Siliconera [via Gizmodo]
Na última E3 vimos Microsoft e Sony correr atrás do público casual, atualmente sob o domínio da Nintendo. A dona do Mario, por sua vez, começa a trilhar o caminho oposto, na tentativa de manter seu público, atrair o da concorrência e impedir que novos donos de console comprem algo além do Wii.
Para tal façanha, a Big N, seguindo os passos do Xbox 360 e suas mil e uma versões (e reparos), irá lançar no Japão, 1º de Agosto, o console na cor preta, juntamente com o novo Classic Controller PRO, uma versão remodelada do atual (alguns dizem que o visual remete ao produto de uma concorrente...). Ambos sem data, muito menos previsão, para chegar ao ocidente.

Quando é preciso ter quatro (ou mais) ventoinhas para garantir o bom funcionamento de um microcomputador, algo está errado com nossa noção de “tecnologia avançada”. Mas isso é assunto para outro artigo.
Por hora, a Thermaltake mostrou um dissipador para placas de vídeo que, além de ser uma obra de arte, também dispensa qualquer parte móvel: o Fanless 330.
Apesar da falta de detalhes, a idéia de eliminar ao menos uma ventoinha muito me agrada. Agora, se a coisa vai funcionar no verão brasileiro, já é outra conversa. No vídeo abaixo, reparem no “cooler” usado na CPU. Bonitão, não? É o SpinQ.