- Feeds do canal
- Feeds do fórum Games
- Feeds completos
- Receba o Meio Bit via e-mail
Mantenha-se informado sobre as nossas novidades com nosso newsletter semanal, todas as segundas-feiras
Há pouco a Codemasters fez um anúncio que pode servir como indicativo para quem está pensando em fazer um upgrade no pc em breve. Com a intenção de oferecer a “mais realística, imersiva e entusiasmante experiência de corrida do mercado”, a versão para PCs do jogo Dirt 2 foi adiada para dezembro, o motivo? O game será compatível do o DirectX 11, contando inclusive com suporte ao Shader Model 5.0.
Com isso, as versões para consoles continuam programadas para setembro, mas aqueles que possuírem hardware suficiente, poderão contar com um jogo mais bonito nos PCs.
Esse comunicado nos faz pensar em alguns pontos. Primeiro que os jogos nem viram o DirectX 10 se popularizar e já seremos levados à uma nova versão, com o possível surgimento de novas jogos para essa tecnologia sendo anunciados em breve e segundo que talvez só valha a pena mesmo trocar de placa de vídeo no ano que vem, depois que a essa nova leva se popularizar e os preços se tornarem mais acessíveis. A questão é: será que valerá o investimento?

[via Kotaku]
Foi-se o tempo em que as pessoas deveriam proteger seu dinheiro de ameaças reais como marginais e senadores corruptos. Apontado por muitos como detentor do mais complexo sistema econômico controlado pelo jogador, o MMO Eve Online sofreu nos últimos dias um duro golpe que serve para nos chamar a atenção para um detalhe: até que ponto nossos tesouros virtuais estão seguros?
Dentro do jogo existe uma instituição financeira chamada EBank, a maior do mundo universo virtual. Esse banco é totalmente controlado por jogadores e recentemente foi descoberto que um deles, um australiano conhecido como Ricdic e que já “trabalhava” no lugar há bastante tempo e ocupava o cargo de CEO, estava desviando alguns trocados virtuais para vender no mercado negro e ajudar a pagar suas contas na vida real. No total o salafrário roubou 200 bilhões de ISK, a moeda local, cerca de 8,6% de todo o dinheiro disponível no banco e que daria cerca de 5100 dólares.
Eu não possuo conhecimento em economia, portanto não poderei afirmar ao certo, mas além de, de certa forma manchar a imagem do jogo, o que Ricdic fez deve afetar consideravelmente o equilíbrio, principalmente financeiro do Eve Online. Logo após a notícia correr pelo game, vários jogadores retiraram seus investimentos do EBank com medo de serem lesados. Estima-se que cerca de 600 bilhões de ISK tenham sido sacado após o roubo.
Acho que o Ebank não poderá mais se gabar de possuir uma sólida estrutura, onde todos vigiam todos e as fraudes não existem. São os games imitando a vida e começo a achar que a realidade virtual deles está ficando perigosa (e chata) demais, quem deveria dar o exemplo, aproveita para meter a mão na cumbuca e a população apenas assiste tudo de camarote.
[via Reuters]
Depois de conquistar uma enorme parte dos usuários da internet, os tentáculos do Twitter começam a avançar em direção aos games, por enquanto com o foco nos MMOs. Ao comentar sobre o desenvolvimento do Champions Online, os desenvolvedores disseram que estão implementando um cliente para que os jogadores possam, de dentro do jogo, postar em suas contas do serviço de micro-blogging.
Champions Online é mais um game da Cryptic Studios onde os jogadores assumem o papel de um herói ou vilão, podendo personalizar os personagens, escolhendo poderes e montando suas histórias. O seu público alvo claramente são aquelas pessoas que adoram revistas em quadrinho e que sempre sonharam jogar um RPG sobre o assunto.
Já os jogadores de World of Warcraft já ganharam tal funcionalidade. Quem dedica algumas horas de seus dias a caminhar pelos cenários de Azeroth, pode usar um programinha chamado TweetCraft para manter seus amigos informados sobre o que está acontecendo em sua aventura. O add-on permite ainda que seja feito o upload de screenshots e algumas situações, como conquistas desbloqueadas, são publicadas na conta do usuário automaticamente. Se quiser mais informações sobre o TweetCraft, recomendo ler este post (em inglês).
O próximo Front Mission pode até não se tornar um bom jogo, há inclusive uma enorme chance disso acontecer, porém, tenho que tirar o chapéu para o trailer abaixo produzido pela Square-Enix. Os caras já começaram o vídeo chutando tudo e a simples ideia de ver aquele míssil rasgando os ares e sobrevoando a cidade já é digno de causar calafrios em qualquer um.
Espero sinceramente que não estraguem essa bela franquia e que a Double Helix nos presenteie com um bom jogo de mechs, Wanzers, para falar a verdade, se isso acontecer, pode ter certeza que me torno fã dos caras e gasto meu rico dinheiro (hm, ok, está mais para pobre) com o jogo, mas se minha desconfiança se confirmar, praguejarei contra eles por muito tempo, pode apostar.
Ontem levei um belo de um susto e gostaria de contar a vocês pois penso que poderá ser para algumas pessoas. Na noite passada minha irmã veio jantar aqui em casa e como fazemos eventualmente, após o rango resolvemos reunir todo mundo na sala para jogar um pouco de Rock Band, o primeiro. Minha esposa foi para a bateria, meu cunhado pegou a guitarra e eu me encarreguei do microfone.
Liguei o videogame, coloquei o disco no PS3 e ao partir para o modo multiplayer, notei que o jogo pedia que, com exceção do microfone, os instrumentos fossem conectados. Achei aquilo estranho, desconectei o hub usb, liguei tudo novamente e nada, o videogame não reconhecia a guitarra e a bateria. Começou então minha preocupação e martírio. Desliga console, desliga hub, tenta ligar os instrumentos separadamente e nada. Apenas o microfone funcionava.
Comecei a pensar no improvável, que tivesse dada erro no save ou nas músicas compradas pela loja do jogo. Não queria deletar tudo, mas após mais de 30 minutos sentado na frente da TV sem saber o que fazer, perdi a paciência mandei tudo para o espaço. Após entrar no game novamente e fazer a atualização obrigatória, nada dos instrumentos funcionarem. Comecei a pensar que pouco depois da garantia do meu bundle do jogo acabar, havia perdido uma enorme quantidade de dinheiro e nunca mais poderia jogar minhas tão amadas músicas do The Who.
É sempre assim, uma nova geração chega, ficamos babando por seus gráficos, para alguns meses depois ver que aquilo não era nem a ponta do iceberg. As desenvolvedoras consegue tirar mais poder dos consoles e com o passar de poucos anos começam a aparecer as limitações tecnológicas e agora não seria diferente. A próxima geração nem deu as caras, muitas pessoas ainda não conseguiram investir nos videogames mais poderosos e Cliff Bleszinski, um dos principais game designers dessa geração, já começa a criticar algumas características dos aparelhos atuais.
“Eu simplesmente acho que a tecnologia dessa geração funciona muito bem ao renderizar metais, rochas e luzes dinâmicas, motivo pelo qual vemos muitos pilares, vigas e áreas destruídas, porque é isso que o bump-mapping faz de melhor.
Ao mesmo tempo, nessa geração os efeitos translúcidos são muito difíceis de serem implementados. É por isso que todo mundo vê um bando de personagens carecas e se perguntam porque os jogos possuem tantos malditos space marines. Bom, a tecnologia é boa em mostrar armaduras, mas não em mostrar cabelos.”
Isso posto, podemos tirar algumas conclusões. É engraçado ver o mega star Bleszinski reclamando da incapacidade de se criar cabelos realistas, sendo que a engine mais usada atualmente e cujo jogos estão repletos dos chamados space marines, foi criada por, adivinhem? A Epic, empresa em que ele trabalha. Outro detalhe que gostaria de chamar a atenção é que, mesmo concordando com as palavras dele, é que vendo os vídeos do Final Fantasy XIII, tive a impressão que as madeixas dos personagens estão muito bem reproduzidas. O que dizer então da cabeluda Bayonetta? Portanto, talvez o problema não seja dos consoles e sim das engine, mais precisamente a Unreal.

[via VG247]
Há algumas semanas eu falei sobre um rumor que falava sobre um novo jogo da série Front Mission. A suspeito acabou se confirmando e o Front Mission Evolved será produzido pela Double Helix (Silent Hill: Homecoming e Enter the Matrix) deverá ser lançado para Xbox 360, PS3 e PC. Os mais atentos notarão que o estúdio envolvido na criação do jogo não possui experiência com jogos de estratégia e esse o ponto que mais está preocupando os fãs: FME será um jogo mais voltado à ação!
Ao ser questionado sobre a mudança pelo The Gaming Vault, o diretor de desenvolvimento, Jeremy Lee, deu a seguinte explicação:
“Durante os últimos anos nós estivemos jogando vários jogos de ação – principalmente o Call of Duty e Rainbow Six: Vegas - e como um time, sempre desejamos fazer algo no estilo e decidimos que esta franquia em particular poderia se encaixar e será uma grande oportunidade.
O universo Front Mission é grande o suficiente para abrigar diversos gêneros, então nós achamos que quando as pessoas tiverem a chance de se sentir como se estivesse em um Wanzer com a ação rolando, acreditamos que elas realmente gostarão disso.”
Eu concordo que a série possa ter´games de gêneros diferentes e realmente acho que a transição possa ser muito satisfatória, contudo, sempre temo essas modificações e acho que a chance de dar certo normalmente é inversamente proporcional a qualidade da franquia. A Double Helix não é conhecida por criar jogos muitos bons, mas espero que dessa vez ela se supere. Particularmente prefiro um jogo no estilo antigo.
Ao conceder uma entrevista ao site Videogamer, o produtor do Tekken 6 fez um comentário que considero bastante interessante. Katsuhiro Harada disse que os destratáveis dos jogos são implementados apenas para aumentar a vida útil dos games.
“Quando, nos arcades, nós bloqueávamos os personagens, era para estender a vida útil do jogo, liberando-os gradualmente, assim como nas versões caseiras, já que os jogadores poderiam alugar os jogos ou algo parecido, a ideia era nos proteger contra isso.
É o tipo de coisa que está ultrapassada hoje em dia, especialmente com as partidas online. Se formos tornar algum personagem secreto, isso irritará muitas pessoas, quando elas forem jogar contra outro jogador e não tiver todos os personagens disponíveis. Portanto, acho que essa prática não é válida atualmente.”
Em partes eu discordo do comentário. Acho que objetos liberados conforme avançamos no jogo podem ser úteis e da forma como ele disse, nenhum produtora utiliza a prática atualmente. Acho que todos nós já ficamos felizes ao conseguir liberar aquele carro dos sonhos, só alcançado após realizar uma tarefa quase impossível ou quem nunca soltou gritos de alegria ao conseguir enfrentar o mítico Reptile no primeiro Mortal Kombat? Acho que dependendo do caso, esses itens podem ser considerados verdadeiros troféus e se são usados para aumentar a vida útil do game, não acho que seja de todo mal.
Em todo caso, quem comprar o próximo Tekken terá a sua disposição, assim que colocar o disco no console, todos os 40 personagens do jogo.

Nos próximos dias 8 e 9 (Xbox 360 e PS3, respectivamente), será lançado aquele que promete se tornar uma febre entre os viciados em partidas multiplayer, o Battlefield 1943. Suportando até 24 jogadores ao mesmo tempo, o game foi desenvolvido pela Dice com a mesma engine utilizada no bom Batllefield: Bad Company.
Para preparar o terreno antes do lançamento, a EA tratou de liberar um trailer mostrando um pouco do BF 1943 e o que podemos ver é que o jogo parece estar com uma qualidade muito superior a de outros títulos vendidos através das redes digitais dos consoles. Por enquanto, ele me parece um meio termo entre o Battlefield Heroes e o 1942, o que sem dúvida foi feito com o intuito de agradar o maior número de jogadores possíveis. O preço para compra é de 1200 MS Points, ou US$ 15 no Playstation 3, já nos PCs o lançamento deve ocorrer em setembro.
Só gostaria que houvessem mais classes além das três prevista, assim como um maior número de mapas, também três (Wake Island, Iwo Jima e Guadalcanal), embora haja um quarto cenário que será liberado quando os pontos acumulados de todos os jogadores atingir a casa de 43 milhões.
Se você está disposto a jogar sua vida social fora, recomendo abrir seu Steam e correr para a página de um dos jogos mais incríveis que já joguei, o Fallout 3. Durante o próximo final de semana o jogo estará na promoção, custando apenas US$ 24,99. Isso quer dizer que você terá 50% de descontos para viver durantes muitas horas em um dos mais impressionantes mundos virtuais já criados, apreciando toda a desgraça que uma explosão atômica é capaz de causar.
Sei que muitos não gostaram do estilo do jogo, porém, poucas vezes me senti tão imerso em um jogo e mesmo tendo deixado ele um pouco de lado para me dedicar a outros games, é o tipo de jogo que eu jogaria tranquilamente durante meses e não enjoaria. Na minha opinião, Fallout 3 é um game que deve ser jogado com paciência, aproveitando cada segundo e que as pessoas deveriam ao menos dar uma chance.
[com dica do leitor Tar_Palantir]