Se não devo opinar tecnicamente, por não ser experta em TI, posso fazê-lo na área do marketing. No que se refere ao software há como que um temor de criar novos caminhos e, quem sabe, novas linguagens. A redução no tempo e melhor qualidade dos resultados, vem de alguns avanços na técnica de programação e muito no avanço do hardware. Posso estar enganada, mas é assim que eu vejo. A edição de filmes, p.ex., promete ser 5 vezes mais veloz se o computador usar determinada placa/técnica de vídeo. Por seu turno, o aprimoramento dos processadores segue uma lei, certamente criada pelo homem/mercado, e que todos conhecem: esses chips com seus avanços, são lançados de tempos em tempos independentemente se há ou não resultados ideais nas pesquisas. É assim que funciona seja na Intel, seja na AMD. Lançando mão de todas armas tecnológicas e de mercado, os fabricante de hardware criam nichos ou os aproveitam caso estes já existam. Experimentam quase todas combinações de software & hardware e criam máquinas que os próprios consumidores compram, avaliam e divulgam. No início, ficam fascinados pelas novidades, mas tempos depois estas se tornam rotinas aborrecidas e acabam lamentando a compra por impulso. Somente o tempo pode dizer quem sobreviverá. Chi sarà, sarà - O que será, será.
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