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Existe toda uma área -juro- que estuda e desenvolve a integração entre brinquedos sexuais e computadores, é a Teledildônica, e os bravos pesquisadores se saíram com muitos dispositivos -curiosos- como o OhMyBod (ou iPhod, para os íntimos), um acessório sexual que ligado a um iPod vibra em ritmo com a música. (aproveitando: Morróida, ou manda a resenha ou devolve o aparelho pro fabricante, seis meses, chega)
Só que agora foram longe demais. Vejam a imagem abaixo:
Essa é a visão "segura" de uma Fleshlight, um dispositivo autoerótico-manipulativo que simula partes da estrutura feminina que um fã de Senhor dos Anéis ou um desenvolvedor de kernel Linux jamais chegariam tão perto. Só que a Fleshlight em questão foi adaptada. Note que há um tubinho saindo da mesma. Não é o ladrão, é um sensor de pressão.
O brinquedo custa US$89,95 e vem com um adaptador USB. Utilizando um microcontrolador PIC16C745, se identifica para o computador como um HID - Human Interface Device, o que é um senhor nome para "pinto". Ave metafórica esta que se torna, para seu computador, um mouse de um eixo. Isso mesmo, garanhão. Pro seu PC você não passa de um ratinho.
O controle se resume a "cursor pra cima, cursor pra baixo", o que simula com razoável precisão a "funcionalidade" do hardware original.
O kit faça-você-mesmo (ou mande para o Marcellus, ele curte eletrônica) vem com dois jogos, Enfermeira Nicci e Emily 3D Sex Fantasy Game. Infelizmente não sobrou grana para fazer um full body scan a laser da Scarlett Johanson, então pela imagem abaixo vemos que os gráficos da Enfermeira Nicci não são lá grande coisa.
Não é a forma mais divertida de realizar suas fantasias, mas ao contrário do chat do UOL, aqui não há 100% de chance da pessoa do outro lado ser homem.
Já o seu personagem é. Homem, branco, entre 20 e 28 anos e pela perfil + expressão, claramente psicopata. Muito provavelmente na 3a fase do jogo você tem que se livrar do corpo da Nicci, com uma serra elétrica.
Fonte: Slashdong (não clique, NSFW, CUIDADO!)

O Leo é o hypeiro de estimação do MeioBit, ele abraça cada nova tecnologia que sai no TechCrunch como se tivesse sido escrita no alto de uma montanha, em um tablet-pc (é, atualizei o mito). Então quando ele de ávido seguidor passa a desprezar o serviço E chega a cometer twittercídio, há algo a considerar.
Eu uso o twitter <SPAM LINK>http://twitter.com//cardoso</SPAM LINK> mas não uso "corretamente". Para começar não sigo ninguém, o que gera respostas pra lá de malcriadas, mas ainda prefiro acreditar que haja alguma utilidade no tal Twitter.
AS SALSINHAS! Sim, o Twitter é perfeito para salsinhas. Vejam o que um pessoal fez: Criaram um sensor de umidade, acoplaram a uma placa com um microcontrolador (com software open source, e bom) e programaram a gambiarra para enviar uma mensagem via Twitter se a planta ficar sem água.
Agora falando sério: Será preciso trabalhar toda uma nova infraestrutura de instant messengers? Não seria melhor usar as redes MSN/AOL/ICQ/JABBER, ao invés de aumentar ainda mais o Fator Frankenstein do Twitter? Se você não sabe exatamente para quê algo serve não quer dizer que sirva para tudo.
Este aparelho impressiona, pois é uma solução bem interessante para quem está pensando em gravar um podcast. Trata-se de um dock para iPod que já vem com microfone interno (mas conta com entrada para mics profissionais). Além disso, vem com compressor para regular a entrada de áudio. Um pouco profissionalismo não faz mal a ninguém.
O Belkin Podcast Studio funciona como um pequeno estúdio de gravação, com porta XLR dupla e duas entradas de 3.5mm para conectar qualquer microfone ou fonte de áudio. Um auto-falante embutido permite escutar o que se gravou.
As gravações são salvas em formato WAV no seu iPod e enviadas automaticamente para o seu iTunes quando você fizer a próxima sincronização.
É compatível com os iPods 5G, Classic e com o Nano de 3G. Se você tem um iPod Touch ou um iPhone esqueça. A autonomia é de 2 horas, com 2 pilhas AAA.
Antes que alguém me pergunte quanto... aí vai: com lançamento previsto para junho nos EUA, deve custar US$ 99. Para alguns pode ser bem carinho...
[Fonte: Wired]
Uma das maiores reclamações dos usuários do Vista é a falta de drivers ou a incompatibilidade com as versões feitas para o Windows XP.
Isso realmente faz diferença, pois o sujeito desembolsa uma boa grana no novo sistema operacional e descobre que aquele hardware chinês, de US$ 8,00, simplesmente não funciona e a solução do seu problema ( quando existe ) custa quatro vezes mais.
Vejam o exemplo do adaptador USB IrDA vendido pela Vavolo. Nem o nome do fabricante é citado, nem o modelo... mas a garantia é de que funciona no Windows 98, 2000 e XP. Por US$8,00 não custa tentar, não é mesmo?
E até que o negócio funciona direitinho... no XP. Transferi arquivos para o celular tranquilamente, tudo funcionou ( ainda que tenha aparecido uma bela tela azul ao retirar o dispositivo sem avisar o sistema operacional ). Já no Vista... foi impossível fazê-lo funcionar. Vasculhei a internet por horas e descobri que se trata de um Kingsun, modelo KS-959, com milhares de usuários desesperados por remendo qualquer.
"Ah... mas o negócio é chinês... baratinho... o quê você queria?". Tudo bem, fui procurar uma solução da Toshiba para o problema. A loja online mostra um "Startech USB IrDA Mini Adapter", mas não diz nada sobre a compatibilidade com o Vista. Vale a pena arriscar os trinta dólares mais o frete? Acho que não...
Estou cada vez mais convencido de que o jeito é mesmo voltar ao bom e velho XP...
Eu já havia comentado anteriormente sobre o scanner da Fujitsu que transforma a papelada em PDF automaticamente (e rapidamente), e finalmente decidi comprar um. Nos primeiros dois dias de uso, converti mais de 1000 páginas em arquivos digitais, com muita rapidez.
Como uso ainda o Adobe Acrobat, há ainda a função de inclusive reconhecer o texto escaneado, mantendo o layout da página escaneada. Este reconhecimento cria uma segunda "camada" de dados, somente para indexar o arquivo para subsequente busca pelo SpotLight no Mac.
Abaixo mostro o uso do ScanSnap S500M para o Mac, em um breve review. (esta é a minha primeira tentativa de um review em vídeo, portanto não reparem...).
Já ouviram falar em maglev (magnetic levitation)? Sim, o sistema de transporte revolucionário lá do Japão. Pois bem, uma empresa Coreana teve a idéia de fazer um maglev keyboard em que as teclas realmente flutuam sobre o teclado, usando a força magnética para fornecer a resistência tátil quando se pressiona uma tecla. Supostamente, esta variação de resistência tátil torna o teclado muito mais confortável que os tradicionais, mas isso pode ser apenas uma questão publicitária.
Particularmente, gastei muito pouco no teclado que uso, para ter idéia acho que paguei menos de 20 reais, mas por outro lado, há quem pague quase o preço de um computador só no teclado! Com certeza, quando este teclado que se diz muito mais confortável chegar às lojas, virá acompanhado de um preço fatalmente salgado para consumidores normais como eu.
Fonte: Sci Fi
Sempre que alguém cria uma tecnologia revolucionária outras empresas aproveitam e lançam produtos com funcionamento semelhante. Isso é algo natural e não poderia deixar de ser diferente com a Nintendo e seu Wii.
A forma de controlar os jogos do console é algo que surpreendeu a todos e que mais cedo ou mais tarde seria imitado. A Sony implementou sensores de movimentos no controle do PS3, especula-se que a Microsoft faça o mesmo no X360 e em agosto a Logitech lançará um mouse com funcionamento semelhante ao Wiimote.
O MX Air Rechargeable Cordless é um mouse aparentemente normal que pode ser usado na mesa do computador como qualquer outro, porém seu grande diferencial é possibilitar que o usuário o utilize como um controle remoto.
É bom deixar claro que a idéia não é usá-lo para jogos ou fazer desenhos no Corel e sim permitir que o usuário controle suas mídias de longe. Imagine por exemplo você ter seu pc na sala, ligado a uma tv LCD de 42" e poder trocar suas músicas ou filmes sentado no sofá. Tudo isso sem fio e sem ter que apoiar o mouse em alguma superfície. Aliás, ao usar o MX Air como um "apontador" o usuário não deverá segurá-lo como um mouse e sim como um controle remoto mesmo.
A idéia é muito interessante, mas devido a seu preço (US$ 149,99), sinceramente não sei se o custo-benefício compensa e a tecnologia teria muito mais chance de se tornar popular caso tivesse um preço bem menor.
Design Wenetus