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Hoje, 9 de fevereiro, é realizado no mundo o Safer Internet Day, um dia reservado para ações de conscientização dos usuários e empresas ligadas à Internet sobre a segurança na rede. A ideia foi da INSAFE, uma organização da União Européia, criada e mantida com o objetivo de promover o uso consciente da Internet. No Brasil, a data é uma iniciativa da Safernet Brasil, que tem o mesmo objetivo, embora só seja relacionada a casos de denúncias de pedofilia - infelizmente aqui, esse é o assunto quando se trata de segurança na rede.
Na agenda do evento estão diversos acontecimentos, entre debates, palestras, encontros, que aconteceram durante o mês e culminam no dia de hoje. No Terra acontece um videochat às 13 horas, às 14h temos o Plantão da Cidadania Web na sede do Comitê Gestor da Internet (SP), no canal Futura tem um debate com especialistas às 21h30 e muito mais. Confira a agenda completa para o dia de hoje.
Por que é importante um dia como esse?
Pensar em segurança na Internet e questionar existir apenas um dia do ano para falar sobre o tema nos dá uma certa angústia. No entanto, eventos que tangenciam ou se aprofundam nesse quesito existem todo o tempo, em todo o mundo. A preocupação é diária, mas ainda não atingiu as pessoas certas: os usuários. Falta divulgação dos mecanismos de educação e controle que existem, muitos deles gratuitos ou patrocinados por grandes empresas, que se preocupam, que são atingidas diretamente pelos riscos que essa falta de cuidado ocasiona.
Bancos brasileiros, por exemplo, são considerados os mais "seguros" do mundo no que tange a segurança digital, mas contradizendo isso, são os mais impactados com golpes, desfalques, invasões. Qual a causa disso? O usuário, obviamente. Não adianta ter um mega sistema de segurança, se o usuário digita sua senha em ambiente inseguro, "recadastra" seu cartão-chave em uma página falsa, instala trojans em seu computador, fornece dados pessoais para pessoas que ele confia que sejam do próprio banco ao telefone, etc. Os exemplos são diversos e todos nós certamente conhecemos um caso próximo.
Um dia de referência, com grande impacto na mídia, apoiado por grandes empresas, é um marco. Não é a solução definitiva, mas certamente fará diferença na vida de muitas pessoas, que nunca haviam se preocupado em ter um antivírus instalado, em certificar-se de links recebidos por MSN ou Orkut. Os usuários que participarem de qualquer das atividades, podem ser replicadores dessas informações. Isso acontecendo todo ano, torna-se um ciclo, que atingirá cada vez mais pessoas. Sim, eu sou um romântico
.
Como nós podemos ajudar?
Cada um de nós pode fazer sua parte para tornar a Internet um lugar mais seguro. Comecemos dentro de casa. Quantos computadores existem? Todos possuem antivírus instalado e atualizado? E o navegador, ainda é aquele troço nojento do IE6? Confira algumas dicas do que você pode fazer para dar uma força:
Se você tiver tempo e disposição, pode fazer isso também na casa de seus parentes próximos, ou quem sabe até ganhar uma graninha dando uma ajuda aos amigos a protegerem seus computadores. Cobrar para fazer esse trabalho não invalidará a sua ação, pode ficar tranquilo.
Não tem habilidades com essa coisarada de informática e tal? Não tem problema, divulgue a ação. Coloque em seu blog, sua rede social, envie um e-mail aos seus amigos (não pra toda sua lista, ok?) dizendo do que se trata. Se quiser, faça um link para esse texto, ou para a página de links do site da ação. O importante é fazer parte.
Alguém tinha dúvida de que isso aconteceria? A Universal processou o site musical Grooveshark, aquele já comentado aqui e que faz enorme sucesso em várias partes do mundo tanto pela qualidade sonora e de acervo, quanto (e principalmente) pela ausência de limitações geográficas.
Não é a primeira vez que isso acontece. Em junho do ano passado, a EMI fez o mesmo. Felizmente, as duas partes chegaram a um acordo e todos ficaram felizes – especialmente os usuários. O caso com a Universal é mais delicado porque, recentemente, o conglomerado lançou o VEVO, serviço de clipes em parceria com o Google/YouTube – nem adianta entrar, tem restrição geográfica.
No blog oficial do Grooveshark, uma mensagem informa o ocorrido e destaca a luta do serviço contra a pirataria. Eles, porém, entendem a posição da Universal, e esperam conseguir um acordo amigável com a gigante fonográfica.
Depois do Pandora, Spotify e Last.fm, o Grooveshark é um dos últimos redutos de música ilimitada via streaming acessível no mundo todo – e, ainda por cima, de graça. Que a força (e os bons advogados) estejam com o Grooveshark!
Fonte: Download Squad.
O Wall Street Journal levantou mais um rumor interessante: o Google pode estar investindo em recursos mais… sociais para o Gmail. O popular serviço de e-mail da gigante de Mountain View, atualmente limitado à troca de mensagens e conversa via GTalk, ganharia ares de FriendFeed/Facebook com a novidade, caso saia da maneira que todos imaginam.
O WSJ diz que os contatos (selecionados) do usuário no Gmail ganharão timelines, e nelas serão exibidas suas atualizações em redes sociais, tanto do próprio Google (YouTube e Picasa), e, especula-se, externas também, como Twitter e Facebook. Também há rumores de que esses serviços serão “atualizáveis” a partir do Gmail, o que poderia aumentar (ainda mais) o tempo de permanência do usuário dentro dos domínios “Googlinianos”.
Uma questão que promete ser delicada é no gerenciamento de contatos. Um recurso dúbio, que salva vidas mas às vezes incomoda, é a adição automática de endereços para os quais o usuário envia e-mails à lista de contatos. Isso foge do conceito de contatos ao qual estamos acostumados em outras redes sociais. Mesmo no Reader, também do Google e com pitadas de rede social há mais tempo, existe um sistema bem resolvido de seguir e ser seguido, bastante similar ao que se vê em redes tradicionais, como Facebook e orkut.
Vale lembrar que o Hotmail, um dos principais concorrentes do Gmail e com fama de “máquina Xerox”, já possui algo do tipo há quase um ano. Integrado à rede social Windows Live, atualizações dos contatos do usuário aparecem na tela inicial e ao enviar qualquer mensagem de e-mail a eles.
Segundo o Mashable, as novidades do Gmail serão mostradas hoje. Assim que tudo estiver disponível, e após uma boa análise, publicaremos o que há de novo e como ficou essa importante implementação num dos melhores serviços de webmail do mundo.
Está aberta a temporada de caça ao Flash. O formato da Adobe, odiado por Freetards (exceto quando é para falar mal da Apple) e por designers não-preguiçosos é uma realidade. Não há para onde correr, 90% dos PCs do planeta rodam Flash.
Mesmo assim só agora os Grandes Nomes estão ousando falar mal dele. Até a Microsoft prefere ignorar o Flash ao promover o SIlverlight, dando a entender que este é uma solução muito mais abrangente e completa. É, mas sempre ajuda pisar na concorrência. Foi preciso Steve Jobs botar o iPad na mesa e abrir a boca. Falou com todas as letras que se um Mac dá pau mais do que deveria, a culpa é do Flash.
O uso diário de aplicações Flash em qualquer plataforma demonstra que isso infelizmente é verdade.
O que não é verdade é a declaração de Kevin Lynch, CTO da Adobe, que afirmou:
“Em relação a crashes, posso dizer que não distribuimos o Flash com nenhum bug conhecido, e se houvesse um problema tão generalizado o Flash não teria o uso generalizado que tem hoje”
Um desenvolvedor chamado Matthew Dempsky respeitosamente discorda. Lembra de um bug que ele reportou em Setembro de 2008 e que só foi corrigido no último Beta. TODAS as versões atuais, independente de plataforma morrem, se o usuário clicar neste link.
Falei que provavelmente sem navegador vai pra vala junto? Tudo bem, você não sai clicando antes de terminar de ler o artigo, não é?
Será possível um mundo sem Flash? Steve Jobs acha que sim. YouTube e Daily Motion estão testando players de vídeo em HTML5, e a Microsoft parece que vai kickar o Flash do Windows Phone 7. (formerly known as Windows Mobile, formerly known as Prince)
Meu único medo é que algum GÊNEO redescubra as Applets Java e apresente como alternativa.
Fonte: Download Squad
Demorou pouco até: já está disponível, em beta, o bit.ly Pro, versão do bit.ly que permite utilizar domínios próprios na estrutura vencedora do serviço.
O serviço é gratuito, e atrelado à conta do bit.ly convencional. Basta registrar seu domínio nas configurações e começar a utilizá-lo; mais prático, impossível. Todo o sistema de acompanhamento e estatísticas está presente, o que deverá fazer a alegria de quem trabalha com social media. É possível analisar informações de até uma hora atrás. Outros dados incluem país de origem das atividades, maiores referenciadores e principais destinos.
Na hora de registrar um domínio para essa finalidade, encontrar um TLD interessante é muito importante. Uma maneira simples de descobrir novos é, acreditem, a Wikipedia. A sintaxe seguinte funciona:
http://en.wikipedia.org/wiki/.in
O exemplo acima é o TLD da Índia. Basta trocar as duas últimas letras por algo relacionado ao tema do seu encurtador, e registrar o domínio.
Lembrando que a versão gratuita dá direito a 10 mil URLs encurtadas por dia. Para mais, é preciso entrar em contato com os desenvolvedores para negociar uma conta comercial.
Se algum leitor criar um novo encurtador de URLs baseado no bit.ly Pro, deixe-nos saber pelos comentários :-) .
Fonte: Download Squad.
No final de novembro do ano passado, surgiram imagens e informações de (mais) um redesign do Facebook. A rede social mais famosa do mundo, hoje com cerca de 400 milhões de usuários, não para; mesmo no topo, constantemente investe em novidades inesperadas pelos fãs, numa tática que lembra bastante o (vitorioso) modus operandi do Google.
Na semana passada, o redesign começou a ser liberado aos usuários. O novo layouyt é uma evolução do visto em novembro, e mais uma vez consegue superar o anterior.
AVISO: O texto abaixo é bara 1337 Hax0rs ou pelo menos profissionais experientes de computação.
Nos últimos dias um vídeo fez a alegria do pessoal de TI: Um guri metido a hacker postou um vídeo no YouTube ensinando sua técnica secreta (usando Windows XP) de descobrir quanta gente está acessando um site, e seus respectivos IPs.
O GÊNEO demonstra como conseguir tal proeza utilizando o comando... TRACERT.
Isso mesmo. Por algum motivos obscuro o pequeno cérebro himenóptero do guri o levou a concluir que o TRACERT é uma ferramenta hacker e que os endereços listados numericamente são... IPs acessando o servidor.
A zoação nas interwebs está sendo geral, mas a melhor até agora foi o vídeo abaixo, onde um desocupado genial faz uma versão própria do vídeo, ensinando como fazer a mesma coisa... em Linux.
PS: Antes que alguém reclame, o "em Linux" faz parte da piada.
Essa só não se superou a um diálogo famoso do IRC contando o caso de um "hacker" que ameaçou horrores um usuário, que por sua vez respondeu de volta. Quando o "hacker" avisou que se tivesse o IP do sujeito faria horrores com ele, o sujeito soltou "então tá, meu IP é 127.0.0.1, me ataque se for capaz".
O hacker atacou, acessou o HD e apagou tudo que encontrou. Até a máquina bootar, claro.
Fonte: The Old New Thing