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O nome da máquina é EFuel100 MicroFueler, uma usina de fermentação doméstica. Usando fermento e açúcar mascavo (ou algo parecido) essa belezinha produz etanol, que vai direto para o tanque do carro.
Também é preciso adicionar água. O processo de fermentação consome 643 litros de água e 213Kg de açúcar para produzir 132 litros de etanol, o que ainda sai bem mais em conta do que gasolina. Nos EUA o galão de gasolina custa US$3,50, a máquina mágica produz álcool com custo de US$1,25 por galão.
1 galão americano = 3,78 litros, o que quer dizer que a gasolina que para eles está caríssima custa US$0,92 / litro. Ou R$1,50. O álcool produzido em casa custaria US$0,33, ou R$0,53 / litro.
A máquina custa US$9.995,00, mas através de renúncias fiscais e outros incentivos governamentais o preço pode chegar a US$6.998,00.
Melhor ainda: O equipamento pode operar processando bebida alcoólica descartada. Isso mesmo. Aquele resto de cerveja que seus convidados manés deixam nos churrascos, aquela cachaça vagabunda que seu sogro trouxe de Piracema do Mato Dentro, o uisque falsificado que o esperto do seu cunhado comprou do office boy no trabalho, isso tudo pode virar etanol para o carro, e no caso, o custo do combustível gerado de bebida processada pode chegar a US$0,10 por galão. Ou seja, nada.
O equipamento está em pré-venda, estou pensando seriamente em comprar um, exigir que me chamem de Coronel Cardoso e arrumar umas mucamas.
Agora, a pergunta: Temos álcool combustível no Brasil desde 1443 ou antes. Como ninguém pensou em fazer algo assim por aqui?
Fonte: CNet
O nome do brinquedo é Pilot View FPV 2400, tem alcance de um quilômetro, transmite na faixa de 2.4GHz, em cores. Os óculos de imersão possuem resolução de 640x480, e o kit vem com tudo que você precisa para transformar um já muito legal avião ou helicóptero de controle remoto em uma experiência em 1a pessoa sensacional.
O custo é alto, US$549,00, disponível aqui, mas quem já gastou uma baba em um avião topo de linha, não vai morrer gastando mais uns trocados.
Também foram anunciados para breve diversos implementos, como HUD (heads-up display) que exibem no visor informações como altitude, orientação e distância e um utilíssimo mecanismo para inclinar e apontar a câmera para qualquer posição.
Que os terroristas não nos ouçam, mas temos aqui um UAV de pobre de excelente qualidade. Dá para espionar tranquilamente o inimigo, e uma situação tática, gastando muito pouco.
Claro, bom mesmo deve ser brincar de batalhas aéreas. Confira no vídeo:
Fonte: Gizmodo
A Positivo Informática acaba de complicar a minha vida. Já decidido a comprar um Asus Eee, vejo a notícia do lançamento do Positivo Mobo, previsto para 23/5/2008.
As características do bicho:
Peso: 1,1Kg
Processador: 1GHz
RAM: 512MB
SSD: 2GB
USB: 2 portas
SO: Windows XP Home
Vamos comparar com o Asus Eee, no melhor estilo Combates Aéreos, do History Channel:
Como podemos ver, a briga é feia. O pessoal do Asus vai dizer que o Eee pode ser encontrado bem mais barato (Até a R$850,00) mas não em lojas de ponta, com garantia e assistência técnica, coisa que o Mobo tem. Por outro lado a limitação do SSD do Mobo em 2GB é preocupante.
Ah, antes que o freetards comecem a dar piti, o Xp Home ser considerado como característica superior no caso do Mobo é essencialmente do ponto de vista econômico. Uma cópia do XP Home OEM não sai por menos de R$177,00 para o consumidor final. Se você comprar um Eee e quiser instalar o XP, é isso que gastará a mais. (até sair o Eee com XP nativo). Já se comprar um Mobo e quiser instalar o Linux, no máximo gastará neurônios.
Ainda há características faltando nas descrições online do Mobo, como se ele dispõe de porta VGA e leitor de cartões, mas isso é só uma questão de tempo. Já contactamos a Positivo atrás de maiores informações.
Com o fim do Windows Millenium perdemos a forma mais eficiente de destruir irremediavelmente um disco rígido, e isso é problemático. Apagar, mesmo formatar não resolve. Ao jogar fora um HD velho, mesmo quebrado, seus dados estão expostos, se alguem do mal investir tempo e dinheiro em sua recuperação.
Quando você absolutamente positivamente tem que destruir cada motherfucker bit em um HD, não aceite susbstitutos: O Esmagador de Hard Disks:
Uma perfuratriz pneumática irá varar seu HD com um ímpeto de dar inveja ao Peter North, destruindo fisicamente os discos, entortando os destroços, tornando impossível qualquer recuperação de dados. Há clientes da empresa EDR Solutions que reportam destruirem 9000 discos por mês, outros já destruiram 800 em um dia.
O lado ruim é que o brinquedo custa US$11.500, mas para uma empresa grande vale cada centavo. Já imaginou se a Novel joga fora um HD, algum hacker descobre e recupera o código-fonte do SUSE?
Fonte: Cnet
Para diferenciar PCs "baratex" (mais conhecidos como entry-level) daqueles que usarão os processadores Atom, a Intel está restringindo a produção destes últimos apenas a plataformas que usem placas mini-ITX, com um único slot PCI Express e máximo de 2GB de RAM.
O padrão mini-ITX foi desenvolvido pela VIA, mirando o setor de computadores embarcados e micros de baixo consumo, mas nunca foi um grande sucesso comercial devido à falta de apoio dos outros fabricantes. Agora, com a cartada da Intel, os fabricantes de gabinetes em Taiwan já estão preocupados com um pico de consumo.
A Asus e a ECS já confirmaram que produzirão a plataforma, que está sendo chamada de "NetTop".
[via DigiTimes]
E é bem provável que não demore. Bem... talvez dois ou três anos... e, se depender da SuperTalent, será ainda antes.
A empresa, que já havia colocado no mercado um SSD (Solid State Drive) de 256GB por módicos US$ 1.099,00 está olhando para os pobres mortais (nem tão pobres assim, vá lá...) e lançando versões do seu Master Drive MX de 30GB, 60GB e 120GB por US$ 299,00, US$ 499,00 e US$ 649,00 respectivamente. Com interfaces SATA-II, usam memórias NAND MLC (Multi-Level Cell) e podem atingir velocidades de 120MB/s na leitura e 40MB/s na escrita.
Já a série Master Drive DX é mais rápida na escrita (70MB/s) mas os preços começam em US$ 699,00 (modelo com 30GB).
Ainda não dá para comprar com o troco da fonte xing-ling, mas é um avanço.
[via Dailytech]
Vejam a situação: meu local de trabalho tem várias estações de trabalho que são razoáveis, porém estão ficando ultrapassadas e estão dando problemas de hardware com certa freqüência. São o que eu chamaria de computadores de meia idade, ou seja, que ainda são úteis para boa parte das tarefas, porém estão no limite para serem substituidos.
Tenho uma situação similar, porém em menor escala, em casa, com um micro Athlon que roda Windows tranquilamente, mas ninguem quer usá-lo pois temos um outro computador mais poderoso. Se fosse para vender, ninguem compraria, ou se comprasse seria por uma mixaria. Pensei em usá-lo como servidor de arquivos, por exemplo, mas o consumo de energia não é desprezível, e o armazenamento é fraco. E lógico, não quero jogar fora um equipamento que ainda funciona (aliás, nem isso posso fazer mais, tenho que "desová-lo" em um local adequado, que aceite lixo eletrônico).
Imagino quantas pessoas tenham computadores que sejam ainda bons, mas que não sejam mais usados por terem se tornado obsoletos mais rapidamente que o previsto.
Nos últimos 5 anos (talvez mais), a complexidade das tarefas que executo não subiu, porém o equipamento necessário para fazê-las sem dúvida é mais poderoso. Agora o meu desktop é 3D, o som é 5.1 e tenho uma placa de vídeo de 256 Mb.... e não sou gamer. Por outro lado, hoje em dia rodo tranquilamente de 10 a 15 aplicativos simultâneamente (Firefox, Entourage, iTunes, Adium, Word, Excel, por exemplo), o que é de fato uma mão na roda... e algo que o meu PC mais antigo não faria. Claro que sendo eu um geek, não sou modelo para a maioria dos usuários, que precisam de menos poder de processamento/armazenamento ainda.
E vocês, o que acham que devemos fazer com estes micros mais antigos ?
Design Wenetus