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Não é novidade uma gigante da informática flertar com montadoras de automóveis. A Microsoft, por exemplo, mantém parcerias com a Fiat e Ford e os sistemas Blue&Me e Ford Sync, respectivamente, em alguns modelos das montadoras italiana e americana.
Na China, o primeiro carro que trará o Android, sistema operacional móvel da Open Handset Alliance, entrou em produção, e estará disponível para compra a partir do dia 23 de abril.
Chamado de Roewe 350, o modelo é da montadora SAIC (Shanghai Automotive Industry Corporation), e usa tecnologia da companhia inglesa MG Rover, que já passou pelas mãos da BMW e Ford no passado.
O Android, versão 2.1, será instalado no módulo GPS do automóvel, e além de navegação ponto a ponto e relatórios de tráfego em tempo real, permitirá navegação na Internet e até mesmo bate-papo (esperamos que somente enquanto o carro estiver parado :-P ). Não está claro qual tipo de conexão o Roewe 350 utilizará, nem quais protocolos de bate-papo serão suportados, bem como se será possível instalar apps da Android Market. Meros detalhes, de qualquer maneira.
No fantástico mundo tecnológico e empresarial da indústria dos processadores gráficos, sempre imaginamos que as maiores rivais são a nVidia e a ATi. Estas duas sempre concorreram pela coroa da performance em GPUs dedicadas. E isso desde o finalzinho do século passado, quando então a ATi colocou as Rage para tentarem bater as TNT da nVidia.
Naquela época, a Intel apenas concorria com o i740, uma GPU dedicada a não rodar jogo algum promover a interface AGP dentre os chipsets alheios nas placas-mãe, estas voltadas aos processadores centrais x86 da Intel e que cujos fabricantes de tais placas preferiam oferecer conexões PCI adicionais, mais baratas e simples de serem implementadas.
Após inúmeras “vitórias” contra a forte concorrência de outras GPUs dedicadas, a Intel preferiu evoluir o i740 para a gloriosa série de GPUs integradas (também incompatível com o Vista) Intel Extreme Low Graphics, mãe das atuais GMAs.
É graças à dedicação da Intel no mercado de IGPs, que hoje temos a fenomenal dupla férrica Clarkdale/Arrandale, plena sucessora da ‘vitoriosa’ GMA 4500M HD, no mesmo encapsulamento dos Core i3 e i5, embora não na mesma pastilha de silício (aka die), como nos Atom “Pineview”.
Só para vocês sentirem o “poder colossal” da dupla Ironlake: a Intel conseguiu colocar, nesse novo hardware, a renderização seletiva de objetos em função de sua profundidade no eixo Z, um recurso digno das GPUs dedicadas lançadas durante a famosa odisséia espacial das Radeon8x00/GeForce3: o clássico DirectX 8.1 via hardware.
Tio Laguna, nós, os jogadores, estamos cansados em saber que o hardware gráfico vindo da Intel não consegue nos entregar bons gráficos, tridimensionais fotorrealísticos, em tempo real. Qual a novidade?
Em uma entrevista, o vice-presidente executivo da Intel declarou o seguinte:
A promessa de 2008 se confirmou. A Microsoft acaba de liberar o download de uma versão de testes do Silverlight rodando na plataforma Symbian, mais precisamente S60 5a Edição, como o Nokia 5800 XpressMusic, Nokia N97 e o Nokia N97 Mini.
Conforme vimos hoje no keynote do MIX´2010, o foco da Microsoft para desenvolvimento mobile é Silverlight e a linguagem é C#. Também vimos gente nas mais variadas plataformas de browsers acompanhando o streaming via Silverlight.
A Tecnologia é intrínseca ao Windows Phone 7, com resultados impressionantes. Vimos ao vivo a criação de um cliente Twitter em 5 minutos e um álbum de fotos em 8.
A vantagem aqui é que antes de vender telefones, a Microsoft é uma empresa de software, então quanto mais developers developers developers, melhor. E que forma mais eficiente de atrair developers do que a facilidade de desenvolver aplicações de conteúdo rico para múltiplas plataformas com pouco ou nenhum trabalho de adaptação?
Boatos fortes dizem que a Novell lançará Silverlight (ok, Mono) para o iPhone. Também á comentários de uma versão para Blackberry e a ZD Net cita uma versão interna para Android. Se isso se concretizar a Microsoft terá dominado TODO o ambiente de desenvolvimento mobile.
Se esses runtimes todos funcionarem de forma consistente a concorrência será pulverizada. Resta saber da performance. Em meus primeiros testes no N97 a velocidade está semelhante a aplicações nativas, e bem melhor que qualquer coisa que Java jamais fez para ambiente mobile.
Dará certo? Bem, o Silverlight como quem não quer nada foi xingado e abominado pelos freetards como uma “cópia do Flash”, teve sua morte anunciada diversas vezes e hoje está pesente em 60% dos PCs com acesso a Internet.
Extrapole isso para um desenvolvedor de jogos, por exemplo, que pode gerar programas para 3 ou 4 plataformas diferentes, com pouco ou nenhuma alteração de código. Qual o incentivo para esse desenvolvedor escrever em Objective C?
O SIlverlight tem grande possibilidade de se tornar o padrão de facto para desenvolvimento mobile. Quem não gostar pode ir chorar no colo do Eclipse e desenvolver aplicação J2ME para o OpenMoko. Já quem sabe que Resistance is futile, pode clicar neste link e baixar gratuitamente as ferramentas de desenvolvimento do Windows Phone, compostas de:
Não se esqueça de baixar as Apps de desenvolvmento Symbian, com direito a emulador.
Por Mari-Jô Zilveti
Nada como alguns dias para começarem a surgir as dicas, armadilhas, atalhos, malandragens ou o nome que lhe der na telha. O Google Mobile Buzz nasceu com propósito diferente do Google Buzz. O primeiro tem interface integrada ao Google Maps, com recursos para ver quem está perto de você, desde que o GPS do seu celular esteja acionado e você queira fornecer essa informação. Se quiser ler ou reler sobre o assunto, intitulado Google Buzz no seu celular, quer dizer, no iPhone, o post explica tudo.
A dica é como levar a interface móvel para o seu celular. Mais do que isso, o comando permite que você visualize os buzzes das redondezas e o mapa do Buzz. Simples assim, acione o link https://m.google.com/app/buzz?force=1#~buzz:view=me.
Próximo passo: permitir que o Google Gears entre em ação. Depois, clique em Menu para ver Nearby Buzzes. Daí, pule para o recurso que quiser. Lembre-se, porém, de que seu computador de mesa ou portátil costuma vir sem o chip de GPS, mas já dá para brincar e ver quem está por perto e dizendo exatamente o quê. Aqui em São Paulo, o papo que rola nos balõezinhos costuma ser sobre o trânsito ou sobre chuva, pois a cidade tem sido fortemente castigada pelos alagamentos. Culpa da natureza? Ou?
Cansado de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e quetais? Rume para Nova York para saber o que o povo de lá anda pensando. Clique em Menu > Search Map e digite algum endereço de Manhattan (1550, 5th avenue, New York, NY) e depois navegue pelas ruas. A tela acima mostra um mobile-internauta lendo “The New York Times” no Central Park. Com esse frio e neve, eu ainda prefiro ler na tela do celular ou notebook ou do desktop. Cada maluco em seu galho.
O anúncio da Adode de que a próxima versão de sua Creative Suite virá com um empacotador para iPhone deixou muita gente que trabalha com Flash, Action Script, Flex e Air em polvorosa. Isso porque esta simples atitude da empresa fará com que se multiplique exponencialmente o número de potenciais desenvolvedores para iPhone/iPod/iPad, saltando dos atuais 125 mil para 2 milhões.
Notícia velha, eu sei. Mas o que eu não sabia até alguns dias atrás era como esse negócio todo vai funcionar. A Adobe fez direitinho o trabalho de casa? Tem suporte ao acelerômetro dos aparelhos? Todos os sistemas em que o CS5 rodar terão suporte ou só o Mac OS X? Algumas dessas questões são satisfatoriamente respondidas através do Developer FAQ, mas é claro que a curiosidade vai bater forte até que de fato a Creative Suite seja lançada. Alguns beta testers, no entanto, já botaram a mão na massa.
O video abaixo, sobre desenvolvimento para iPhone utilizando a dobradinha Flash/AS3, é do site GotoAndLearn. Chegou até mim através do @naftali, que entre outras coisas, programa em AS3. Clique na imagem abaixo para ver:
Não é lindo? Parece tão estupidamente fácil desenvolver um aplicativo para iPhone no Flash que acho que até eu consigo. De qualquer modo, já estou juntando os 99 dólares necessários para fazer parte do time de desenvolvedores da Apple.
Por Mari-Jô Zilveti
Os americanos do norte passam cerca de três horas diárias navegando na rede pelos seus celulares, precisamente, 2,7 horas. É o que diz estudo realizado pela Ruder Finn. O site é bacaninha e vale a pena passar o mouse em vários itens para esquadrinhar quais segmentos são mais ou menos usados pelo consumidor dos EUA dotado de telefone móvel com acesso à internet.
Um ponto chave: a maioria deles (91%) entra na web para fazer um social, comparado aos 79% usuários tradicionais da internet. Mais: dos que fazem parte de comunidades, 47% usam redes sociais, 45% postam comentários nessas redes e 43% se conectam a outras pessoas pelas redes sociais.
Vale notar que do povo que adota as redes sociais, 35% comentam fotos em serviços do tipo Flickr e Picasa e 33% postam fotos nos ciberálbuns.
No quesito compartilhar informações, alguns dados relevantes: Dos 88% que dividem o que veem, 38% encaminham fotos, 32% linkam sites com amigos e familiares e 28% mandam adiante links de artigos, sem esquecer que 27% dividem documentos, apresentações e imagens com intuito profissional.
A metodologia do estudo é atualizada, segundo o site, trimestralmente. A cada período, colhem-se informações de uma amostra de no mínimo 500 cidadãos adultos com mais de 18 anos.
A pesquisa indagou aos entrevistados com que frequência eles usam seus celulares para acessar a rede em 295 itens. Os resultados revelam que o impulso é o fator principal que os leva a esse comportamento.
Desde o anúncio do Google Buzz com transmissão ao vivo, eis o assunto da hora, do dia, da semana. Barulho não faltará por um bom tempo. Confesso que entrei esbaforida no serviço e fiquei deslumbrada. Passado o êxtase, me indaguei se não era mais uma rede social para roubar o tempo. Depois achei que era o caso de testá-lo comme il faut, no celular, afinal foi feito um estadardalhaço sobre seu uso para quem transita com seu aparelho conectado na web.
Sofri um tantinho para entender que o Galaxy Samsung, um dos primeiros aparelhos a vir com Android, não pode usar o tal do Google Buzz.
Motivo simples: o novo produto só funciona na versão 2.0 do sistema operacional do Google, leia-se Motorola Milestone, HTC Magic e Nexus One, e em iPhones. A culpa é de quem, perguntariam minhas filhas? No oráculo do século 21, uma possível resposta: somente quando os coreanos da Samsung atualizarem o firmware, pobres mortais donos de Galaxy Samsung poderão fazer buzzzzz em seus telefones.
Assim que pude resgatar o iPhone deixado em casa, pois o dia todo estivera com o tal Galaxy e o N97 nas mãos, lá fui abrir o kit Google. Ao entrar em minha conta de Gmail, apareceu o balãozinho colorido automaticamente.
O grande atrativo do Buzz no celular é poder se beneficiar dos serviços que ele oferece de localização. Antes de fazer o primeiro comentário, lá vem a pergunta se você autoriza tornar público o seu local. É bom avisar que o Google Maps + iPhone funcionam por triangulação, ou seja, além do GPS, há também o contato com a operadora aos satélites. Isso ocasiona uma margem de erro não muito interessante, com falha na precisão de até 700 metros, algo impensável para quem quer o local exato e conseguir rotas do lugar onde se encontra.
Mas você vai lá e aceita o local mais próximo ao seu. No Buzz, pressione o botão Nearby para checar o que seus amigos dizem. Enquanto isso, vai surgir na tela um aviso de quem o segue. Abra-a e decida se vai atrás desses novos contatos.
O serviço vai carregar a sua lista de amigos e mostrar do lado esquerdo um ícone escrito Layers, as famosas camadas.
No Layers, você encontra as opções Satellite, Traffic, Latitude e Buzz. Acione uma por uma para ter uma ideia do que acontece com a tela do seu iPhone.
Em Latitude, você cai na tela dos seus amigos conectados nesse programa. Se eles estão há dias sem atualizar seus locais, perde a graça. Daí é preciso clicar em Map novamente e nos balões.
Ao acioná-los, dá para ler o que os “buzzeiros” de plantão estão postando. Eu diria que o novo brinquedinho vale a pena para quem quer dicas ou simplesmente ler o que se diz por aí.
No computador, ele exerce uma função diferente: serve mais para postar vídeos, fotos e textos mais longos. No celular, ele é ideal para xeretar o que rola perto ou longe de você. Basta definir suas vontades de voyeur. Afinal Janela Indiscreta, filmada por Alfred Hitchcock, não fica a dever em nada ao burburinho que o Buzz vai causar por aí.