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Quando recebo esse tipo de e-mail, normalmente verifico os links para avisar os administradores dos websites. Para minha surpresa, o primeiro link vai direto para um website da editora McGraw-Hill. Um script de redirecionamento escrito em PHP redireciona para um website do Ministério do Trabalho. Lá está hospedado o arquivo malicioso.

Aguardei a remoção do arquivo e durante a escrita desse post, eles finalmente retiraram o maldito do ar.

O e-mail foi esse abaixo. Simples e direto, como toda engenharia social.


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Mas não de qualquer website e sim desses que criaram modelos de negócios utilizando a infraestrutura das telefônicas e provedores de acesso. Mas aí temos um problema: o único motivo que nós, consumidores, compramos serviços de acesso banda larga é para acessar esses websites.

Como a reportagem do Ars Technica lembra, em 2005 a AT&T olhou gulosa para o Google e pensou: se eles faturam tanto assim e as pessoas usam as minhas “estradas” para chegar até eles, quero uma fatia desse bolo. A ideia era cobrar das empresas que fornecem conteúdo, buscas, vídeo, ou seja, qualquer website que tenha um serviço e tráfego.

Como a malha de cabos possui um limite físico, a saída para a maioria dos provedores é limitar o acesso a velocidade, quantidade de dados transferidos ou em horários de pico, limitar os usuários dos planos mais baratos e não permitir que vídeo em alta qualidade seja assistido. E aí vem o problema para quem vive de prover serviços na nuvem: de que adianta ter muita banda contratada e vários servidores em uma ponta se a experiência do usuário é um lixo por causa dos limites impostos pelo provedor.

A saída que os provedores como a British Telecom querem é algo mais ou menos assim: cobrar do usuário final para ter uma ponta de banda larga e cobrar dos websites, na outra ponta, para manter a velocidade e qualidade do serviço. Seria algo como sequestrar a banda larga da pessoa e pedir resgate para a qualidade.

Se a moda pega por aqui, vamos ter uma briga feia pela frente, como já está ficando por lá. Os custos de banda larga no Brasil são altos para o consumidor e o serviço deixa muito a desejar. Impostos altos e malha de telecomunicações cara são um dos impedimentos ao desenvolvimento das indústrias de tecnologia, software e games no Brasil.

Fonte: Ars Technica


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No final de 2007, me dei de presente uma cópia do ótimo Gears of War. Eu tenho a mídia original, a caixa com um selo de software genuíno e manual, mas perdi o número serial e a nota fiscal deve ter virado caderno ou caixa de papelão há tempos.

Depois de revirar gavetas atrás do cartão com o número de série, desisti e liguei para o suporte da Microsoft. Para mandarem outro número de série, precisam da cópia da nota fiscal e de uma foto frente e verso da mídia. Justo, para saber se eu tenho a mídia verdadeira. O problema: eu não tenho mais como provar que comprei o jogo pela nota fiscal. Única solução legal: comprar outra cópia, já que cometi o sacrilégio de perder a chave com 25 números.

O Steam, da Valve, não tem nada disso. Compro os jogos e não tem números de série para perder nem notas fiscais para encontrar. Tudo o que eu preciso é ter uma conta e minha biblioteca de games está associada. E ainda tenho a opção de criar backups dos jogos.

Paguei R$ 94,00 pela cópia do Gears of War e estou impedido de jogar por causa da metodologia antiga de se manter algo muito frágil para proteger o jogo: um papel solto com 25 números impressos. E sabe o que é pior? A minha conta na Live simplesmente não associou essa chave ao meu perfil, algo que considero muito, mas muito básico hoje em dia. O CD-Key poderia ter ficado lá como backup, mas não. Devo copiar o número e mantê-lo em local ultra-seguro.

Lição aprendida: escrever todos os números de série em um arquivo texto e mandar para 3 contas de e-mail diferentes ou uma planilha no Google Docs. Guardar as notas fiscais dentro das caixas dos jogos: mais espaço, mais papel, mas é o sistema…

Como meu dinheiro não é capim, infelizmente, vou apelar para o que qualquer consumidor no meu caso faria, mas não posso falar isso num post porque não é kosher. Uma coisa é certa: minha consciência está limpa e a não estou lesando ninguém.

Só sei que gostaria muito de ter uma versão digital do Game. O Steam é hoje a minha primeira opção na compra de jogos e já desisti de comprar o Neverwinter Nights 2 pelo simples fato de não ter uma opção digital no Brasil.


Ricardo Bicalho's picture

Análise entre Flash e Silverlight

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A Smashing Magazine fez uma ótima análise, técnica, sem fanboyismo entre as duas tecnologias mais proeminentes do mercado em aplicações RIA: Flash e Silverlight. Como era de se esperar o Flash é melhor na maioria das categorias testadas, mas o Silverlight se apresentou forte em outras e a decisão para optar entre uma ou outra, depende da necessidade do projeto e dos usuários finais.

Por exemplo, eles consideraram o modelo de animação do Silverlight melhor e mais robusto que o do Flash. Em compensação, o Flash possui melhor compatibilidade entre plataformas e maior suporte a formatos de imagens.

O que pode gerar surpresa é que o Silverlight ganhou na categoria Vídeo/Audio, um dos carros-chefe do uso e distribuição do Flash hoje. Isso não significa, obviamente, que se algo é melhor, será mais usado.

Leia o artigo, vale a pena cada tópico para decidir o que usar no próximo projeto e entender as limitações da escolha que for feita. O resumo da análise:

11-05-2009 06-58-16

É fato que a Microsoft melhora o Siverlight a cada nova versão. A Adobe não está parada e pelo visto, pela primeira vez, haverá alguma concorrência no mercado de Rich Internet Applications. O Flash e o Silverlight possuem limitações como qualquer outra tecnologia. O Flash possui um modelo de animações que depende de um arquivo de som vazio para manter o timing correto, por exemplo. É uma limitação que persiste desde suas primeiras versões. O Silverlight está disponível direto da Microsoft apenas para Mac e Windows e com suporte limitado a outras plataformas como Open Solaris e Linux.

Fonte: Smashing Magazine


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Uma das exigências de hardware para ter o Windows XP virtualizado dentro do Windows 7 é uma CPU com a tecnologia VT-x que não está disponível em em várias famílias de CPUs. Por exemplo, eu não pude testar o Windows XP Mode porque a CPU que estou usando na máquina de testes do Windows 7 é um Core 2 E4500.

Abaixo, um guia de referência rápido para quem vai comprar um novo notebook ou fazer um upgrade na plataforma Intel. Com tantas famílias com e sem suporte, é um verdadeiro campo minado.

Já os donos de de CPUs AMD, as coisas são bem mais fáceis, já que praticamente tudo o que eles fabricaram possui suporte ao AMD-V, mas para ter certeza, faça o download do AMD Virtualization™ Technology and Microsoft® Hyper-V™ System Compatibility Check Utility. Phenoms e toda a linha Athlon XP já possuem as instruções.

AMD Mobile: todas as CPUs exceto Sempron e Turion K8 Revisão E
AMD Desktop: todas as CPUs exceto Sempron e pré-Revisão F Athlons

Para Intel… as tabelas abaixo:


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O Departamento de Justiça dos EUA está analisando um acordo feito pela empresa para digitalizar livros em bibliotecas e disponibilizá-los online. Muitas publicações em domínio público poderão ser descarregadas gratuitamente. Outras, consideradas órfãs, na qual não há mais interesse da indústria em republicá-los ou os responsáveis e/ou autores não conseguem ser mais contactados.

As obras que ainda são protegidas por Copyright terão trechos disponíveis para leitura, mas para que ela seja lida, a empresa quer facilitar a compra das mesmas. Isso não parece ser o motivo da disputa e sim a inexistência de outra empresa que faça a mesma coisa no mercado. O medo dos reclamantes é que a Google possa arbitrar os preços desses serviços e não haverá opção.

Então é assim: Google indexa livros, que são publicados e os que ninguém mais tem interesse. Separam um fundo para remunerar autores a digitalizar os livros. Isso mesmo, eles pagam os autores para poder colocar o livro online. Se o livro tem Copyright, ele é protegido e a Google pode intermediar a compra. Os que não são protegidos, você olha de graça com propagandas.

O problema: só a Google faz isso.

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Fonte: BBC


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Se você acabou de sair de uma caverna onde morou nos últimos anos, não deve saber o que é o Kindle. É um produto da Amazon para leitura que utiliza uma tecnologia chamada e-Ink (Eletronico Paper Display), que possui as mesmas propriedades e conforto de leitura visual do papel. Não há luz de fundo ou emissão de qualquer tipo e a tecnologia imita as propriedades do papel, como o contraste.

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A Amazon anunciou hoje o novo companheiro do Kindle 2, o Kindle DX, uma versão mais parruda, voltada para um público que precisa de telas maiores e mais armazenamento. A outra versão é muito boa para leitura de livros de bolso, aqueles livros que compramos em aeroportos e rodoviárias. O problema é que livros universitários, revistas e jornais são feitos em um formato que exige mais espaço, principalmente por causa da quantidade de gráficos usada.


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