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Lembram daquele cara que roubou um Mac e acabou sendo identificado graças à iSight, provando que nem só iPhones e iPods tem superpoderes? Pois é, aconteceu de novo.
Em Nova York, um apartamento foi roubado e, entre outras coisas que incluem iPods, televisores e bebidas alcoólicas, os ladrões levaram o MacBook de uma moça chamada Kait Duplaga, que trabalha numa loja da Apple. Kait então resolveu acessar seu Mac remotamente através do Back to Mac, fotografou os sujeitos pela câmera do bicho e possibilitou, assim, a identificação dos pilantras.
Quando viu a contagem regressiva do Photo Booth, um dos ladrões bem que tentou evitar a fotografia, mas já era tarde. Kait imprimiu as fotos e, conversando com os outros colegas de quarto, um deles disse que os viu numa festa que deram, algumas semanas antes do ocorrido. Edmon Shahikian e Ian Frias (o ladrão fotografado) foram libertados depois de pagar fiança, mas já haviam sido presos antes por porte de drogas.
E ainda tem gente que fica em dúvida se vale mesmo a pena pagar pelo .Mac!
Como alguns devem saber, o Blender é aquele software open source de modelagem e animação 3D que também faz café e leva o lixo pra fora, e que possui versões para Windows, Linux, Mac, FreeBSD, Solaris, e Irix. Ele também chegou em um nível muito bom de maturidade, e não faz feio quando comparado aos concorrentes. Em sua trajetória, ele passou de um software in-house de propriedade de um estúdio que estava indo à bancarrota à ferramenta 3D mais popular do mundo open source. Aliás, tem outra? ;-)
Mas... qual o sinal para saber se uma aplicação atingiu um nível de popularidade realmente relevante, e não é apenas mais um projeto tocado por somente um entusiasta nas horas vagas, como é o caso do bom, mas ainda incrívelmente bugado e com uma interface horrorosa FontForge?
A Microsoft dar alguma importância.
Ton Roosendaal, que é quem manda na bagaça lá na Blender Foundation, foi contatado pelo pessoal do Microsoft Development. O motivo? A Microsoft, boazinha como ela só, e preocupada com a boa integração entre as tecnologias, quer que tudo funcione da melhor maneira possível no que diz respeito aos formatos de arquivos. Aquela história toda de compatibilidade e interoperabilidade, já que, segundo eles o OOXML é um dos seus passos em direção a isso; o que só seria um bom exemplo se eles tivessem realmente feito a lição de casa.
Ton, sem resposta, porque não fazia idéia de como tornar a experiência do usuário melhor a respeito disso - afinal, o que o pessoal geralmente reclama é que as versões for Windows recebem mais atenção que as outras, eles seguem os padrões conforme recomendados, e aparentemente não há nenhum problema a respeito -, jogou o assunto pra lista de discussão do Blender.
O que rolou na lista foi uma extensa enumeração de "coisas ruins que a Microsoft já fez tentando ser interoperável", como o caso do DirectX vs OpenGL, o próprio OOXML, e a forma como ela simplesmente ignora padrões, porque business are business.
Além disso, invocaram a sagrada GPL, e também o fato de que, de qualquer modo, desde sempre o Blender foi compatível com uma vasta gama de formatos. Outros já pensaram de modo mais prático: a Microsoft quer se prestar a ajudar no quê? Dinheiro (improvável)? Definindo padrões (duplamente improvável)? Um dos participantes resumiu bem a questão: "Estamos lisonjeados por sermos reconhecidos pela Microsoft, mas não sentimos que temos muito mais a oferecer além do que já tem sido feito". No final, tudo descambou pra baixaria, seguindo a Lei de Godwin, e a thread foi encerrada.
Minha opinião? Apesar de odiar de paixão o Windows, eu não sou nenhuma Microsoft-hater, mas pé atrás com eles é sempre bom.
O vídeo acima é a primeira apresentação do primeiro iMac. Lançado dez anos atrás no dia 6 de maio, juntamente com o iPod (2001), o retorno de Jobs e a Microsoft, foi um dos fatores responsáveis pelo renascimento da Apple da quase falência.
De plástico translúcido e mais tarde disponível em várias cores, o primeiro iMac era bem diferente dos atuais. O próprio Jonathan Ive, designer de produto responsável pelo projeto - hoje presidente deste departamento na Apple Inc. - , e que trabalhou ao lado de Steve Jobs na concepção dele, falou em entrevista a respeito da quebra de paradigma que este "computador de frutinha" representou: antes não passavam de caixas beige sem graça, agora eram máquinas que, além de fáceis de usar, também eram bonitas.
Podem achar frescura de designer Apple-tard, mas hoje o iMac original, descendente direto do Macintosh de 1984, figura com destaque nos livros de design de produto, junto com peças como a cadeira "Barcelona" de Mies Van der Rohe e a garrafa de vidro da Coca-Cola.
Antes de ser uma peça de colecionador, o iMac original foi nada menos que uma aposta que tinha de dar certo. Equipado com um processador PowerPC de 233MHz, HD de 4GB, 32MB de RAM, e drive ótico de CD, esse iMac era um all in one pronto para a internet - como diziam as campanhas publicitárias da época, "Internet in a box". Sem drive de disquete e pelo menos 300 dólares mais caro que um PC comum, também vinha com aquele mouse esquisito e desconfortável, classificado pelo Mario Amaya como o pior produto da Apple, ganhando do Pippin, do Newton e do Mac Cube, porque quando a empresa viu que estes não deram certo, os descontinuou. Quem sabe não dá um insight no Jobs e eles contratam a Ideo novamente para projetar os mouses?
Neste link no site da Apple é possível ver tudo a respeito dos detalhes técnicos do bicho, inclusive manual de usuário. E neste, o primeiro comercial de TV do iMac Bondi Blue.
Inspiração: TG Daily
Vendo a situação dos cubanos, até que a nossa, de ter que desembolsar altas somas em dinheiro para comprar um mísero iPod, não parece tão ruim.
Depois que o Fidel chamou o Raul, finalmente o povo de Cuba vai poder comprar computadores de maneira legítima, por conta dos planos de abertura econômica do novo líder. Até bem pouco tempo atrás, eles nem sequer podiam ter qualquer tipo de gadget, mesmo o mais furreca.
Por enquanto, apenas uma loja possui máquinas para venda, e apenas uma distribuidora foi autorizada pelo governo, a QTECH. Por 780 pilas, os cubanos poderão comprar um computador com Windows XP, 512MB de RAM e monitor CRT.
Porém, a única opção de diversão que os cubanos terão com suas máquinas será apenas jogar Paciência, Freecell e qualquer um daqueles joguinhos default que vêm com o Windows: o acesso à Internet será quase que completamente desabilitado, e somente oficiais de confiança e jornalistas (do estado, obviamente) poderão utilizar a rede.
É bem mais do que os cubanos jamais poderiam imaginar, mas ainda sim é pouco.
Que o open movie está a caminho, todo mundo já sabe. Quem acompanha a produção desde o início também sabe que o "Big Buck Bunny", do projeto Peach, (como foi seu antecessor Orange, que deu origem ao "Elephants Dream") não tem nada de "Oh, vamos pegar nossas foices e martelos e revolucionar o mundo através da cultura livre!": é um esforço coordenado para criar um filme, obviamente, mas principalmente desenvolver as ferramentas do Blender enquanto uma equipe de profissionais mete a mão na massa - o filme é só uma desculpa.
O projeto está com seu cronograma um pouco atrasado devido a uma série de problemas, descritos por Ton Roosendaal (chairman da Blender Foundation) numa lista um tanto quanto engraçada, e que pode ser vista nesta postagem no blog do Peach. Mas a premiere foi em Amsterdã, pontualmente no dia 10, como havia sido anunciado, e estará disponível para compra e download a partir do dia 15 de Maio.
Por conta do filme, parte da equipe do Peach esteve em um programa de televisão, foram pauta de revistas, entre outros. Entre esses "outros", Ton Roosendaal esteve numa conferência que aconteceu logo depois da premiere, e que discutia justamente a tal da cultura livre. Infelizmente, na comunidade open source sempre tem um que quer transformá-la num comuna livre, já que open é diferente de livre, como bem definiu o ilustríssimo RMS.
Durante a discussão na conferência, um idio-, digo, indivíduo fez uma pergunta que simplesmente não precisava ser feita: Por que as produções open source não podem ficar longe do uso da violência, posto que violência só gera violência?

Anthony McCan, o politicamente correto que fez a pergunta poderia receber uma bela resposta do tipo "Wrong and dumb question! STFG!", mas Ton deu uma resposta melhor: a liberdade criativa e as potencialidades do Blender vêm em primeiro lugar. Em outras palavras, o software é uma ferramenta e deve dar toda a liberdade possível para o criador, seja para este fazer um filme com coelhinhos rosa fofinhos ou uma animação realmente bárbara e sanguinolenta.
Sacha Goedegebure, que escreveu sobre o assunto no blog do projeto, finalizou seu texto de maneira brilhante: "Crescer num mundo violento não é brincadeira, mas o que mais me preocupa é que algumas dessas pessoas desse mundo não conseguem distinguir violência real da violência dos cartoons que conhecemos de Looney Tunes e Tom e Jerry… e logo conheceremos do Big Buck Bunny".
Fonte: Peach
Semana passada o Ubuntu Hardy Heron foi lançado. Sem ganas de manter o sistema atualizado, e por ter uma conexão deveras frágil em casa - em outras palavras, uma verdadeira merd, enfim -, além da preguiça para este tipo de procedimento, deixei pra outro dia. Mas o outro dia veio mais rápido do que eu imaginava.
Via BR-Linux, cheguei ao Tecnoclasta e vi que atualizar o Ubuntu estava mais fácil do que eu pensei. Tudo bem que eu li o post, e fiquei lembrando de relatos de amigos que atualizaram a distro via "dist apt-upgrade" dois, três anos atrás, e depois aconteceu o Apocalipse, mas resolvi tentar mesmo assim.

Quando você pensava que o iMac tinha tudo, agora ele tem mais. A última geração dos processadores Intel Core 2 Duo com velocidade de 3.06GHz. 2GB de memória. Gráficos brilhantes com uma NVIDIA GeForce 8800 GS opcional nos modelos de 24 polegadas. Você está olhando para um grande computador, e seja para trabalho, escola, diversão, ou todos os três, o belo, poderoso, tudo-em-um iMac proporciona a você.
Como anunciado semana passada, ele está entre nós. Essa tarde a newsletter da Apple anunciou os novos iMacs. Infelizmente, um sonho ainda distante...
Design Wenetus