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O anúncio da Adode de que a próxima versão de sua Creative Suite virá com um empacotador para iPhone deixou muita gente que trabalha com Flash, Action Script, Flex e Air em polvorosa. Isso porque esta simples atitude da empresa fará com que se multiplique exponencialmente o número de potenciais desenvolvedores para iPhone/iPod/iPad, saltando dos atuais 125 mil para 2 milhões.
Notícia velha, eu sei. Mas o que eu não sabia até alguns dias atrás era como esse negócio todo vai funcionar. A Adobe fez direitinho o trabalho de casa? Tem suporte ao acelerômetro dos aparelhos? Todos os sistemas em que o CS5 rodar terão suporte ou só o Mac OS X? Algumas dessas questões são satisfatoriamente respondidas através do Developer FAQ, mas é claro que a curiosidade vai bater forte até que de fato a Creative Suite seja lançada. Alguns beta testers, no entanto, já botaram a mão na massa.
O video abaixo, sobre desenvolvimento para iPhone utilizando a dobradinha Flash/AS3, é do site GotoAndLearn. Chegou até mim através do @naftali, que entre outras coisas, programa em AS3. Clique na imagem abaixo para ver:
Não é lindo? Parece tão estupidamente fácil desenvolver um aplicativo para iPhone no Flash que acho que até eu consigo. De qualquer modo, já estou juntando os 99 dólares necessários para fazer parte do time de desenvolvedores da Apple.
Desde que foi lançado o primeiro iPhone, uma briga acontece entre Adobe e Apple. O motivo, já exautivamente debatido, é o fato de a empresa da maçã não liberar o Flash Player em seus iPhones e iPods. Cansada de levar desculpas esfarrapadas na cara, a Adobe já anunciou que a próxima versão de sua Creative Suite terá um empacotador para iPhone, está com o Flash Player pronto há anos esperando apenas a aprovação de Steve Jobs, e sempre que pode toca no assunto.
Há alguns dias, Adrian Ludwig postou em um dos blogs da Adobe um texto a respeito dessa briga. Tentando por um fim à boataria que ronda este caso, o artigo de Ludwig esclarece alguns pontos a respeito dos quais muita gente já especulou sobre quais seriam os motivos de a Apple desprezar tanto o Flash Player. Entre eles, pagamento de royalties, performance e o tão hypado HTML5 são destrinchados em poucas palavras, levando a crer que, tecnologicamente, o pessoal do Loop Infinito não tem desculpa nenhuma para impedir que o Flash rode em suas traquitanas. Ele também dá exemplos de outras tecnologias que a Apple não permite, como Java, .net, Python, Ruby e Perl, além da instalação de aplicativos de terceiros.
Nos seis parágrafos que encerram o texto de Ludwig, ele discorre sobre a importância das tecnologias abertas a desenvolvedores, e do quanto a inovação tecnológica é estimulada quando se permite explorar o potencial dessas plataformas.
Lançado na última quarta-feira, o iPad da Apple recebeu muitos narizes torcidos. A julgar pelos comentários muitas vezes até raivosos do pessoal durante o lançamento no Twitter, o "iPod touch de Itu" (como ele vem sendo chamado) não agradou muito. Eesperava-se uma Tablet, um Macbook sem teclado, ou qualquer outro dispositivo que fizesse café e levasse o lixo pra fora. No meio de tantas reclamações, alguns críticos deram sua opinião positiva - recheadas, é claro, de muitos "poréns".
David Pogue, por exemplo, diz em seu artigo para o New York Times que o dispositivo criado pela Apple, que difere muito das expectativas criadas sobre ele, é de fato algo novo, e que as críticas em cima do bicho não fazem jus às possibilidades que ele cria. Ele também chama a atenção para a tela: apesar das extensas reclamações por não ser na proporção widescreen, é um ótimo tamanho para leitura. Mas Pogue deixa claro que ainda é cedo para especular qualquer coisa a respeito do iPad, uma vez que a Apple não disponibilizou um único dispositivo para ser resenhado. E finaliza seu texto falando que o produto tem potencial para criar uma nova categoria, e que isso pode de fato acontecer. Ou não.

Um texto do Pedro Burgos, do Gizmodo Brazil, lembra que até mesmo o iPhone, lançado há alguns anos e hoje um inegável sucesso, também tinha uma lista de "falta isso" muito maior que a lista de recursos, e contrariou todas as previsões. Ele também destaca que há muitos mercados ainda não descobertos pela tecnologia onde o iPad pode se estabelecer. Entretando, aqui na Terra de Vera Cruz, a realidade é bem outra e o iPad pode não "funcionar".
Rachar a conta nem sempre é uma operação tão fácil quanto parece. Quando se trata de cartões então, a coisa complica. Às vezes, quando a cobrança não é feita por comanda, a conta do buteco é dividida igualmente entre os componentes da mesa, e quem consumiu pouco acaba saindo no prejuízo. Isso quando não é aquela confusão para saber quem gastou o quê, com sovinas e sóbrios enrolando a fila do caixa com valores ínfimos e confundindo o pobre do garçom.
Para resolver este problema, uma turma designers apresentou sua solução. Trata-se de um dispositivo que, na prática, nada mais é que uma máquina normal de pagamento com cartões de crédito e débito, mas com um diferencial sensacional: a máquina permite que várias pessoas passem o cartão ao mesmo tempo, e ainda possui um visor que exibe toda a conta da mesa e permite separar de forma clara o que cada um gastou.

A maquininha foi projetada por Jung You Chul, Her Miran, Lee Chang Ho, Lee Kiho e Shin Youngmi. Se chama Piece of Cake - por lembrar vagamente uma torta cortada, acredito - e apareceu no blog da Yanko Design, estudio que já deu as caras algumas vezes aqui no Meio Bit por apresentar soluções inusitadas para problemas do quotidiano.
[via Geeky Gadgets]
Há uma listinha interessante de 30 maneiras possíveis de se perder o emprego pelo Twitter. Eu mesma já tentei algumas, infelizmente nenhuma funcionou. Alguns jogadores da NBA, no entanto, podem não ter conseguido perder seus empregos, mas conseguiram pelo menos uma advertência.
Três jogadores de basquete foram punidos pela liga americana por usarem o Twitter durante as partidas. Por conta disso, Amare Stoudemire, Tyson Chandler e Rasheed Wallace, respectivamente do Phoenix Suns, Charlote Bobcats e Boston Celtics terão de pagar juntos mais de quarenta mil dólares à NBA.

Mas afinal qual era o conteúdo desses tweets? Chandler e Stoudemire comentaram em seus miniblogs as partidas das quais participavam. Wallace, conhecido por ser polêmico, aparentemente foi mais grosseiro e criticou os torcedores de seu próprio time.
Não encontrei reproduções dos conteúdos dos tweets, que pelo visto foram julgados ofensivos pela liga. Em todas as situações, as equipes dos atletas foram vencedoras, mas no basquete o placar varia muito ao longo da partida, então a chance desses tweets terem sido escritos em momentos tensos é bastante grande.
Fonte: NBA [via UOL Esporte]
Pra quem ainda não sabe, sou a mais nova e feliz proprietária de um iPod touch. Pode ter sido burrice de minha parte adquirir um gadget cujo valor apresenta um zero a mais que meus próprios rendimentos mensais, mas enquanto a fatura não vem, estou feliz aproveitando a liberdade que só a conexão Wi-Fi pode proporcionar.
Uma vez com o iPod touch em mãos, saí à caça de um bom software editor de textos e notas para o bicho, vasculhando a seção de Free Apps da lojinha de aplicações da Maçã. Minha intenção era usar algo que me permitisse gerenciar os documentos em minha conta do Google Docs. Não achei nada minimamente satisfatório, até que me deparei com o Awesome Note. Aliás, este texto foi escrito nele.

Desenvolvido pela Bridworks, o app não serve apenas como um software para gerenciar To-Do lists, mas também permite redigir textos relativamente longos (ainda não descobri qual o limite de caracteres), importar, exportar e restaurar arquivos a partir do Docs, e personalizar formatação. Entre as opções deste último item estão: trocar fonte de texto (13 opções tipográficas), mudar cor e imagem de fundo, e também organizar as anotações em pastas de cores, ícones e rótulos diferentes.

A função de To-Do lists, por sua vez, permite atribuir datas e horários aos itens das listas, anotações sobre os mesmos, além de todas aquelas opções de formatação da função bloco de notas. Além disso, qualquer documento criado na aplicação pode ser enviado por email.
Outra função legal é que os documentos podem ficar longe dos olhares curiosos de qualquer um que por ventura possa vir a colocar as mãos em seu iPhone/iPod touch. É possível atribuir senhas às pastas contidas no Awesome Note.

Segundo a empresa desenvolvedora, os próximos recursos a serem implementados no app são uma sincronização direta com o Google Docs (e não apenas uma transferência de arquivos como ocorre hoje), anexação de imagens, senhas mestras e suporte a hiperlinks, que estarão disponíveis gratuitamente em uma próxima atualização a todos os que compraram o software na App Store. Por conta do feriado de Ação de Graças, paguei apenas 2 dólares, mas o preço normal do Awesome Note também é uma pechincha: apenas US$ 3,99.
Mais informações: Awesome Note na App Store
Aqui no Brasil, a experiência de assistir filmes em 3D começou a se popularizar. Mesmo em cinemas mais simples, há a possibilidade de se usar os oclinhos e ter a ilusão de coisas sendo atiradas em sua direção. E quem já foi num IMAX sabe que da próxima vez em que entrar em uma sala de cinema comum, vai sentir uma tremenda falta daquela tela imensa e, se pudesse, assistiria todo e qualquer filme ali. Infelizmente, enquanto nos EUA os preços de ingressos para o IMAX variam entre 4 e 8 dólares, aqui a brincadeira não sai por menos de 30 reais.
E se você tivesse a oportunidade de ter uma tela imensa e a experiência do cinema 3D dentro de sua casa? OK, a tela não é tão imensa quanto a do IMAX, mas 280 polegadas está mais que suficiente, não? Incrível? Pois é, a Sony tornou isso possível.