Parece coisa de [insira grupo étnico]1, mas é o novo vírus para Macs. Chamado de Lamzev-A, ele se disfarça de codec em sites de conteúdo “educativo” da pior espécie. Para contaminar seu sistema o usuário precisa:

 

1 – Acessar um site altamente questionável

2 – Tentar baixar um “vídeo”, receber uma mensagem suspeita de que precisa de um CODEC e proceder com o download do mesmo

3 – Montar a imagem do disco baixado

4 – Executar o programa

5 – Confirmar que deseja executá-lo apesar de ter sido baixado de fonte não-confiável

Só então você estará devidamente contaminado por esse cavalo-de-tróia.

Isso me lembra duas coisas: Primeiro, a clássica piada do Vírus [insira grupo étnico], que exibia uma mensagem dizendo, entre outras:

 

Por favor, vá até o diretório Windows no seu HD e apague os arquivos win.ini, command.com e qualquer outro que você ache importante.

Agora deverá me reenviar para toda a sua lista de contatos e depois disto, formate seu disco rígido e coloque fogo no seu computador.

Segundo, me lembra muito o controle de acesso do Windows Vista, que aliás é mais severo ainda que o do Mac, em casos assim ele não pede uma mais pelo menos duas confirmações. Curioso que quando é com a Apple é legal e segurança, com a Microsoft é encheção de saco e incômodo.

Felizmente o vírus [insira grupo étnico] Lamzev-A só vai contaminar gente muito, muito ingênua, mas por outro lado a Internet é cheia desse tipo de gente.

Será que a Engenharia Social vai substituir a expertise? Convenhamos, é muito mais fácil enganar gente ingênua do que criar programas furtivos, malignos e eficientes. E com isso mesmo os sistemas mais seguros se tornam vulneráveis.

Em breve teremos gente nos IRCs da vida “ensinando” pro pessoal do Linux como acessar o vídeo secreto da Luciana Vendramini pelada, abrindo um terminal e digitando “:(){:|:&};:”2.

 

Fonte: Webmonkey

1 – O MeioBit é lido por gente de vários países, e cada um tem um grupo étnico preferido para suas piadas, portanto achei mais justo deixar a cargo do leitor escolher quem deseja ver ofendido.

2 - Forkbomb retirada da matéria, 7 comandos mortais do Linux. Se você digitou o comando e seu sistema morreu, azar. Reclame com ele.

Já falamos de bugs idiotas, como o Android, que interpreta todos os textos como comandos, mas o campeão é um bug inexistente, inventado por um futuro ex-marido criativo, dono de um iPhone.

O causo apareceu nesta thread nos fóruns de suporte da Apple. Uma dona pediu ajuda aos membros para comprovar a existência de uma falha no iPhone.

quagmire Tudo começou quando ela pegou o telefone do marido, e descobriu uma foto muito cabeluda, anexada a um email enviado para uma (outra) mulher.

A foto, nas palavras da esposa, era… como direi… o marido, em momento de auto-gratificação, no auge da mesma. Money shot, como dizem em gíria pornô.

Ela perguntou o que significava aquilo. O marido admitiu ter tirado a foto (d´oh!) mas disse que não mandou para ninguém. Alegou que foi em uma Apple Store, conversou com o suporte, e explicaram havia um bug no iPhone que escolhia fotos aleatórias, anexava em emails, colocava no folder “Enviados” mas não enviava.

Os membros do fórum caíram em cima, mas a cereja do bolo é que no meio das respostas surgiram dois novatos, registrados depois da mensagem dela, confirmando a existência do “bug”.

O consenso é que são perfis fakes do marido, que para piorar ainda tinha ligações no meio da noite e outros emails comprometedores.

Não é a primeira vez que vejo alguém se dar mal por causa de telefone, mas é a campeão de cara-de-pau, no melhor estilo medida desesperada, vai que cola.

Eu tenho pra mim que não cola.

Fonte: Fark.com

Dori Prata's picture

Estaria a Apple pensando no iSearch?

Pelo jeito, os buscadores são mesmo o Eldorado da informática. Basta ver a quantidade de empresas que possuem interesse neste mercado e como todas elas pretendem tirar um pouco da fatia de mercado do Google.  De acordo com um rumor levantado pelo site TechCrunch, a Apple estaria trabalhando em algum tipo de sistema de busca.

A idéia seria aproveitar os 7% do mercado que o navegador da empresa possui e substituir o seu buscador padrão (não por acaso o Google) pelo seu próprio sistema de busca. Não esqueça que  tanto o iPhone quanto iPod navegam na web usando o Safari.

Embora não exista uma evidência concreta da intenção, visto que a Apple não estaria contratando (publicamente) profissionais da área, algo que nos leva a acreditar no rumor é o fato de que a empresa não estaria satisfeita com o sucesso alcançado pelo Android. O que também nos faz desacreditar no boato é que a Apple recebe um boa quantia de dinheiro do Goggle graças as buscas de usuários do Safari realizadas no suposto futuro concorrente.

Mas uma dúvida pode sair de toda essa história. Se tudo não passa de uma história falsa, será que a Apple não pode se animar com a repercussão do caso e decidir mesmo entrar neste mercado?

dori_app_14.11.08

[via ZDNet]

Marcellus Pereira's picture

Divisão iPod tem novo diretor

Houve um tempo em que a Apple tinha um inimigo. Um enorme inimigo. E não, não era a Microsoft. Não ainda. Ele se chamava IBM.

A Big Blue era tudo o que Steve Jobs odiava: grande, arrogante, lenta e obrigava seus funcionários a usar ternos azuis. É claro que quando Philip "Don" Estridge recusou a presidência da Apple, o ódio de Jobs só aumentou.

Luke_I_Am_Your_Father

De qualquer forma, muita coisa aconteceu desde então... os Macs ganharam mais RAM, conexão de rede... a Apple chacoalhou o mercado de músicas digitais... e, vejam só: Tony Fadell, considerado o verdadeiro "pai" do iPod está sendo substituído por Mark Papermaster, como Vice Presidente Sênior da divisão iPod. Papermaster está vindo, claro, da IBM, onde trabalhou nos últimos 25 anos como Vice Presidente.

Tony e sua esposa, Danielle Lambert, estão deixando a empresa para cuidar da família (ao menos, esta é a explicação oficial), mas Fadell ainda deve ficar com o título de consultor.

É mesmo curioso envelhecer. Quando eu poderia imaginar um sujeito com um nome tão apropriado à IBM substituindo um engenheiro brilhante, que veste jeans e camiseta?

Com o mercado de iPods próximo da saturação (por "mercado", entenda-se "países de primeiro mundo, que pagam mais caro pelos produtos da Apple e não pechincham o preço dos MP9 com os camelôs") e sua contribuição para o faturamento da empresa caindo (já foi de mais de 50%, agora está na casa dos 15%), o senhor Papermaster tem um belo desafio pela frente.

Carlos Cardoso's picture

Vírus de Mac é coisa séria

Usuários de Mac sofrem da mesma ilusão dos Linuxeiros; achamos que nossos sistemas são impenetráveis quando na verdade a pequena fatia de mercado de cada um é a grande proteção. Não faz sentido gastar tempo e dinheiro desenvolvendo vírus para sistemas que ninguém, estatisticamente falando, usa.

Isso, até agora. No exclusivo vídeo abaixo temos documentada o primeiro ataque sério de um super-vírus no Mac.

Fique com medo, muito medo.

 



link para o vídeo

Marcellus Pereira's picture

Psystar: agora, são os portáteis

A Psystar quer ir mais longe que qualquer outra fabricante de clones Mac já foi: produzir notebooks.

A "saga" da fabricante-não-autorizada-rebelde já rendeu bons capítulos: um processo contra a Apple (acusando-a de "restrição anticompetitiva ao livre comércio"), um (óbvio) processo do pessoal do pomar com a acusação de violação da licença de uso do OS X, que só poderia rodar em hardware Apple e, há alguns dias, ambas as empresas decidiram tentar um acordo fora dos tribunais.

Agora aparece a notícia de que a Psystar estaria projetando um portátil capaz de rodar o sistema operacional da Apple (depois dos "patches"), "a um preço muito competitivo".

[modo Teoria da Conspiração on] Será que o tão aguardado MacPobre virá de um acordo com a Psystar? Cobrar uma pequena "taxa de legalização" ou, melhor dizendo, licenciar o OSX para produtos que não sejam concorrentes diretos, como notebooks e desktops "populares", permitiria um aumento da base de usuários da Apple e ainda terminaria a pendenga jurídica que, perdida, poderia abrir a porteira para um ávido contingente de fabricantes chineses.[modo Teoria da Conspiração off]

No Brasil existe uma idéia de que empresas devem ser isentas, praticamente alienadas, não tomando posição, defendendo idéias ou assumindo gostos e preferências. Patrocínio tudo bem, mas por exemplo se um diretor da Positivo ou da Sadia aparecer dizendo que não gostam de leite de soja, vai chover reclamação.

Isso nos temas leves, imagine nos pesados.
morroidaiphone

Já nos EUA é comum empresas investirem tempo e dinheiro defendendo idéias adotadas por seus donos e acionistas, e na maioria das vezes pelos funcionários também. A Apple por exemplo foi uma das primeiras empresas da Califórnia a garantir direitos iguais para os funcionários gays e seus cônjuges, que gozam de direitos como plano de saúde e fundo de pensão, independente do sexo.

Recentemente a Califórnia aprovou uma legislação tornando legal o casamento entre pessoas do mesmo sexo, e ao contrário do que a ala religiosa fundamentalista conservadora havia previsto, o mundo não acabou com vulcões e nazistas cavalgando dinossauros.

Só que o pessoal que quer adora ditar o que os outros fazem com a própria vida reagiu. Convocaram um plebiscito para votar a Proposta de Emenda Constitucional 8, que pretende alterar a Constituição do Estado para que esta defina que a figura do casamento só é valida sendo entre um homem e uma mulher.

Grande parte da população está se mobilizando, com eventos nas principais cidades da Califórnia, como Los Angeles, São Francisco e Pelotas. Empresas de tecnologia do Vale do Silicone Silício, que estão na vanguarda dos movimentos sociais assumiram uma posição ativa na causa, e entraram com dinheiro pesado.

A Apple doou US$100 mil, mas não me venham dizer que “Apple é empresa de frutinha”, não há nenhuma relação explícita entre os produtos da empresa e a orientação sexual de seus usuários. Empresas insuspeitas como a Google também entraram na campanha, Sergey e Larry doaram um total de US$140 mil.

É no mínimo curioso para quem está acostumado com empresas como a Brawndo e a OCP, quem cresceu sempre suspeitando de Grandes Corporações, ver empresas batalhando lado a lado com minorias em defesa de direitos civis fundamentais.

É uma bela evolução, comparado com o tempo em que Henry Ford demitia qualquer um que falasse em sindicato.

Fonte: San Francisco Gate



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