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Já estava rolando há algum tempo o boato de que a Canon lançaria uma substituta para a EOS Rebel 500D no começo desse ano. Hoje, o Dpreview publicou um texto onde o pessoal do site teve contato com uma unidade da nova câmera ainda na linha de produção da Canon. O novo equipamento segue o padrão de design da sua antecessora, mas mostra algumas novidades. A primeira é o monitor LCD de 3 polegadas em proporção 3:2 que possibilita a visualização das fotos e vídeos sem a tarja preta nas extremidades. No mais, alguns botões foram modificados na parte de trás da câmera, como o de iniciação de gravação de vídeo. Fora isso, ela se parece muito com os modelos anteriores.

Mas, é por dentro que temos as principais mudanças. A primeira novidade é o novo sensor APS-C de 18 megapixels e a gravação de vídeo em alta definição com 1080 pixels de resolução. A câmera também vai oferecer controles manuais durante a gravação de vídeos e a opção de selecionar a taxa de fotogramas por segundo. Outra novidade é a capacidade de fazer 3,7 fotos por segundo no modo contínuo (em um total de 37 arquivos JPEG Fine ou 6 arquivos RAW) e a velocidade ISO que pode variar de 100 até 6400. Tudo isso é possível graças ao novo processador DIGIC 4 que promete uma melhor qualidade de imagem e rapidez nas operações da câmera. Porém, outros dois pontos também são muito bacanas. O primeiro é que ela vai usar o IFCL, sistema de medição com 64 zonas, que teve sua estréia na Canon EOS 7D. O segundo ponto é que a compensação de exposição vai variar de + ou – 5. Essas são características que equipam câmeras mais avançadas e que agora se encontram disponíveis nos equipamentos mais baratos. Outras perfumarias interessantes são a compatibilidade com os cartões Eye-Fi e os novos cartões SDXC, entrada para microfone externo, função de corte para filmes e a possibilidade de escolher o valor máximo de ISO para o modo automático (isso é muito útil).


Rodrigo Ghedin's picture

Nexus One: smartphone de geek?

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Uma proeza do iPhone é ser bem aceito tanto entre geeks, quanto entre “pessoas comuns”. Do dono do site de programação, até o ator famoso do momento, não é motivo de espanto constatar que ambos possuem o smartphone da Apple. Os pontos positivos do aparelho, somado ao hype e ao poder persuasivo e fashionista da maçã na traseira do aparelho, são elementos suficientes para atingir não um, mas vários perfis de usuários. Crédito todo da Apple, que soube explorar as limitadas capacidades técnicas do aparelho a seu favor, tirando o foco delas para detalhes outros tão ou até mais importantes, como os apps.

Os Androids são interessantes também, mas um especial, o que tem/tinha potencial para ser o maior expoente do sistema operacional da Open Handset Alliance, parece estar… falhando. O Google Nexus One, após amargar apenas 20 mil unidades vendidas na primeira semana, tomou outro golpe pesado dos números: somente 80 mil  de unidades vendidas no primeiro mês.


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Está aberta a temporada de caça ao Flash. O formato da Adobe, odiado por Freetards (exceto quando é para falar mal da Apple) e por designers não-preguiçosos é uma realidade. Não há para onde correr, 90% dos PCs do planeta rodam Flash.

Mesmo assim só agora os Grandes Nomes estão ousando falar mal dele. Até a Microsoft prefere ignorar o Flash ao promover o SIlverlight, dando a entender que este é uma solução muito mais abrangente e completa. É, mas sempre ajuda pisar na concorrência. Foi preciso Steve Jobs botar o iPad na mesa e abrir a boca. Falou com todas as letras que se um Mac dá pau mais do que deveria, a culpa é do Flash.

O uso diário de aplicações Flash em qualquer plataforma demonstra que isso infelizmente é verdade.

O que não é verdade é a declaração de Kevin Lynch, CTO da Adobe, que afirmou:

“Em relação a crashes, posso dizer que não distribuimos o Flash com nenhum bug conhecido, e se houvesse um problema tão generalizado o Flash não teria o uso generalizado que tem hoje”

Um desenvolvedor chamado Matthew Dempsky respeitosamente discorda. Lembra de um bug que ele reportou em Setembro de 2008 e que só foi corrigido no último Beta. TODAS as versões atuais, independente de plataforma morrem, se o usuário clicar neste link.

Falei que provavelmente sem navegador vai pra vala junto? Tudo bem, você não sai clicando antes de terminar de ler o artigo, não é?

Será possível um mundo sem Flash? Steve Jobs acha que sim. YouTube e Daily Motion estão testando players de vídeo em HTML5, e a Microsoft parece que vai kickar o Flash do Windows Phone 7. (formerly known as Windows Mobile, formerly known as Prince)

Meu único medo é que algum GÊNEO redescubra as Applets Java e apresente como alternativa.

Fonte: Download Squad


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Mais de dez anos atrás no tempo em que a Internet ainda era espaço a ser desbravado em uma tarde tediosa desenvolvi um "tradutor" para um site que apenas pegava a entrada de um formulário, postava no tradutor do Google, estripava a formatação e exibia o resultado para o visitante. Coisa feia, admito, mas eu era jovem, precisava de dinheiro.

No dia seguinte de implantação do serviço chega email de uma usuária indignada afinal o tradutor estava obviamente quebrado. Motivo: Ela colocou vários sonetos de Shakespeare e o resultado não foi exatamente brilhante.

Percebi que a visão do usuário médio era essa, não tinham idéia da complexidade por trás de um software de tradução automática. As minúcias, as expressões idiomáticas, o CONTEXTO era algo que ignoravam. Idiomas são ferramentas complexas, não é fácil ensinar a um robô a lógica de uma língua, quando você calça a bota e bota a calça.

Pior: Percebi que mesmo os tradutores online de então eram considerados satisfatórios. Gente com conhecimento básico de idiomas achava as traduções perfeitas, e vendia esse peixe.

Por isso vejo essa iniciativa do Google com 3 pés atrás. Eles querem consolidar as tecnologias de tradução online com sistemas de reconhecimento de voz, e criar assim uma utopia Star Trek onde todo mundo poderá falar com todo mundo, e se entender. A idéia, segundo Franz Och, chefe dos serviços de tradução do Google é ter um sistema funcionando razoavelmente bem em uns dois anos, para que de seu celular você ligue para uma pessoa e tenha uma conversa mesmo sem entenderem o idioma uma da outra.

"Razoavelmente bem" e "dois anos" em tecnologia é uma promessa que você só faz quando não tem nem idéia por onde começar.

Lembrem-se, estamos falando de tradução automática, que só recentemente no Google parou de traduzir "the book is on the table" para "o livro está sobre a tabela". A área evoluiu muito, mas mesmo assim introduzir VOZ, uma variável complexa só piora. Estamos falando de sotaques, entonações, defeitos de fala, língua pglesa, regionalismos e gente que fala sibilando.

O que vai acontecer? Monty Python já previu isso (também):

Fonte: Times Online


Rodrigo Ghedin's picture

Crie seu próprio encurtador de URLs

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Demorou pouco até: já está disponível, em beta, o bit.ly Pro, versão do bit.ly que permite utilizar domínios próprios na estrutura vencedora do serviço.

logo O serviço é gratuito, e atrelado à conta do bit.ly convencional. Basta registrar seu domínio nas configurações e começar a utilizá-lo; mais prático, impossível. Todo o sistema de acompanhamento e estatísticas está presente, o que deverá fazer a alegria de quem trabalha com social media. É possível analisar informações de até uma hora atrás. Outros dados incluem país de origem das atividades, maiores referenciadores e principais destinos.

Na hora de registrar um domínio para essa finalidade, encontrar um TLD interessante é muito importante. Uma maneira simples de descobrir novos é, acreditem, a Wikipedia. A sintaxe seguinte funciona:

http://en.wikipedia.org/wiki/.in

O exemplo acima é o TLD da Índia. Basta trocar as duas últimas letras por algo relacionado ao tema do seu encurtador, e registrar o domínio.

Lembrando que a versão gratuita dá direito a 10 mil URLs encurtadas por dia. Para mais, é preciso entrar em contato com os desenvolvedores para negociar uma conta comercial.

Se algum leitor criar um novo encurtador de URLs baseado no bit.ly Pro, deixe-nos saber pelos comentários :-) .

Fonte: Download Squad.


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Meio Bit no Flickr - Foto da Semana

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Essa semana vamos apreciar um ótimo HDR feito por Eliel Galeazzi. A técnica, que não é tão dificil assim, rende ótimos resultados, principalmente se o pós-processamento da imagem for bem feito. Embora visualmente seja um tipo de imagem bem agradável, a quantidade de HDRs no nosso grupo do flickr é muito pequena. Isso torna necessário mais uma lida em nosso guia HDR para iniciantes.

Só lembrando que a Foto da Semana é escolhida entre as imagens postadas em nosso grupo no flickr. Já temos 673 participantes e um total de 7.767 itens compartilhados.

Estatístícas do grupo do flickr do Meio Bit

Cinco maiores colaboradores

Dudu.Maroja – 402 fotos

Sandra Mora – 251 fotos

washington lins221 fotos

Rodrigo IronMan – 165 fotos

Roberto Ripoli – 154 fotos

O Rancho


Rodrigo Ghedin's picture

Facebook libera novo visual

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No final de novembro do ano passado, surgiram imagens e informações de (mais) um redesign do Facebook. A rede social mais famosa do mundo, hoje com cerca de 400 milhões de usuários, não para; mesmo no topo, constantemente investe em novidades inesperadas pelos fãs, numa tática que lembra bastante o (vitorioso) modus operandi do Google.

Na semana passada, o redesign começou a ser liberado aos usuários. O novo layouyt é uma evolução do visto em novembro, e mais uma vez consegue superar o anterior.

Facebook - Google Chrome


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O Superbowl é a final do campeonato daquilo que só os americanos chamam de futebol. É um evento que sozinho movimenta centenas de milhares de dólares, e a grande vitrine da publicidade capitalista burguesa ianque (sim, é inveja). Veicular um filme de 30s no Superbowl custa entre US$2,5 e US$2,8 milhões de Dólares. Sim, uma inserção. A Apple pagou feliz, quando veiculou seu clássico comercial 1984, lançando o Macintosh. Este ano tivemos vários filmes, mas o campeão foi o da Motorola, anunciando o Devour, seu novo celular com Android. Não, lamento, não há nenhum discurso explicando que você ao comprar o Devour está usando Linux, então é livre (mais precisamente 1/3 de livre). Preferiram apenas mostrar o MotoBlur, o agregador de redes sociais deles. "Mostrar", claro, se você conseguir tirar da mente "Megan Fox na banheira".

Fonte: Engadget


Carlos Cardoso's picture

A Evolução do Twitter

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O vídeo abaixo condensa a história do desenvolvimento do Twitter. Foi criado por Ben Sandofsky, e inicialmente divulgado no blog de engenharia da empresa. É um excelente exemplo do caos organizado que é o desenvolvimento de uma aplicação com milhões de usuários e exigências de performance/disponibilidades insanas.

Seguindo uma das Leis mais básicas da Ciência da Computação, que só perde para a Lei de Cardoso: "Informática não é uma ciência exata", temos no vídeo a constatação que o trabalho aumenta na proporção que a mão-de-obra disponível aumenta, MAIS um coeficiente aleatório nunca menor que 1,5.

É danado de bonito de se ver.

Twitter Code Swarm from Ben Sandofsky on Vimeo.

Como o código está devidamente identificado na legenda, fica evidente o que muita gente alertou: Ruby on Rails não escala. <== flamebait.

Fonte: TechCrunch


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Não percam. A NASA TV transmitirá ao vivo o lançamento do Ônibus Espacial Endeavour, Domingo, 7/2/2010, 4h39min, horário da Flórida. Segundo as interwebs, isso dá 7h39min, horário de Brasília. Sim, cinco da madruga de domingo. Além de vida social é evidente que os técnicos da NASA não têm mãe.

shuttle

A missão da Endeavour será instalar na Estação Espacial Internacional uma cúpula e o módulo Tranquility, que deveria ter se chamado Colbert mas a NASA trapaceou no concurso de escolha do nome.

Está será uma das últimas missões dos Shuttles, e a penúltima da Endeavour. A frota só tem mais  quatro lançamentos depois será descomissionada. Os planos para novos veículos reutilizáveis foram recentemente cancelados por decisão presidencial. A presença humana no espaço está agora a cargo dos russos e chineses.

Uma pena mesmo. Ainda bem que temos Burt Rutan e Richard Branson para manter vivo o nome Enterprise.




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